<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901</id><updated>2011-12-30T16:30:41.207Z</updated><title type='text'>Aliados-arquivo</title><subtitle type='html'>(Blogue de apoio a ALIADOS)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-114737821042828036</id><published>2006-05-11T20:16:00.000+01:00</published><updated>2006-07-26T14:39:24.483+01:00</updated><title type='text'>Acção Administrativa Especial</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Arquivado em &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html" target="_blank"&gt;Os Aliados e a Justiça &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outros &lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-index.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ÍNDICES&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; - Home &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ALIADOS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Exmo. Senhor Juiz de Direito&lt;br /&gt;do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. Manuela Delgado Leão Ramos..., Paulo Ventura Araújo...,&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.campoaberto.pt/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt; – Associação de Defesa do Ambiente..., &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;G.A.I.A&lt;/a&gt;. – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental... , e &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;- Associação Política Regional e de Intervenção Local....&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;vêm, nos termos dos arts. 4.º, 5.º, 37.º, 46.º e 47.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos (CPTA), e no uso da legitimidade popular que lhes é reconhecida pelo art. 9.º/2 do CPTA, bem como pelo art. 2.º a Lei 83/95, de 31 de Agosto, instaurar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Acção Administrativa Especial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra: o&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Instituto Português do Património Arquitectónico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (IPPAR), com sede no Palácio Nacional da Ajuda, 1319-021 Lisboa;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;o &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (MAOTDR); o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Município do Porto&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt; pessoa colectiva de direito público de base territorial, com sede na Praça General Humberto Delgado, Porto; e, na qualidade de particular contra-interessado, a&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;Metro do Porto S.A.,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, com sede na Avenida Fernão de Magalhães, 1862, 7.º, Porto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;I -Da legitimidade popular dos requerentes, e da sua ligação aos bens e valores de fruição colectiva que pretendem defender&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. Os dois requerentes singulares são de nacionalidade portuguesa, encontram-se devidamente recenseados nos cadernos eleitorais e no pleno gozo dos direitos civis e políticos inerentes à esfera jurídica de qualquer cidadão nacional, não sofrendo de qualquer constrangimento ao seu livre exercício – cfr. Docs. 1 e 2, que se juntam e se dão por inteiramente reproduzidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2. A Campo Aberto e o G.A.I.A – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental são Organizações Não Governamentais de Ambiente (ONGA) &lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;(Nota 1- Deve, aliás, sublinhar-se que, nos termos dos arts. 4.º-k) e 17.º/3-b) da lei n.º 11/87, de 7 de Abril de 1987 (Lei de Bases do Ambiente), a noção legal de ambiente, enquanto bem juridicamente protegido, abrange, além do património natural, o património construído, em particular o património cultural. Sobre as relações de inclusão entre o direito do ambiente e o direito do património cultural, pode ver-se José Casalta Nabais, Noção e Âmbito do Direito do Património Cultural, in Revista do CEDOUA, Ano III, n.º 2, págs. 25 e ss.),&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; sem fins lucrativos, cujo objecto estatutário fundamental consiste na defesa do ambiente, tanto na sua vertente de património natural, como de património construído _ cfr. os respectivos estatutos, que se juntam, como Docs. 3 e 4, os quais aqui se dão por inteiramente reproduzidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Às ONGA, em consideração do importante papel que desempenham, reconhece o legislador uma alargada legitimidade processual, independente de qualquer interesse directo na demanda, nos do art. 10º-c) da Lei 35/98, de 18 de Julho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; A APRIL, Associação Política Regional e de Intervenção Local é uma associação sem fins lucrativos que, entre outros objectivos, visa a defesa e o aprofundamento da democracia, entendida na sua estreita articulação com o desenvolvimento e estimulando uma nova criatividade interligada em todas as áreas da vida social _ cfr. os respectivos estatutos, que se juntam, como Doc. 5, o qual aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Todos os requerentes visam, ao fazerem uso do presente meio processual, proteger o ambiente, preservar o património cultural e a integridade de bens do domínio público do Município do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Trata-se, de facto, de bens jurídicos susceptíveis de serem ofendidos pelas decisões administrativas e pelos comportamentos contra os quais se rebela a presente iniciativa processual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Numa síntese prenunciadora do que a narração subsequente permitirá revelar com mais detalhe, o que verdadeiramente está em causa é a afirmação e a protecção do valor histórico-patrimonial de uma das partes mais nobres do coração histórico da cidade do Porto, consistente no conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado _ conjunto que, enquanto tal, dado o seu valor simbólico e cultural, se encontra em vias de classificação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;II- Dos Factos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A -O conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado e a servidão resultante do seu estatuto de património em vias de classificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“A actual Praça da Liberdade designou-se primitivamente por Casal ou Lugar de Paio de Novais, Sítio ou Fonte da Arca, denominando-se, mais tarde, por Quinta, Campo ou Sítio das Hortas. Foi ainda Lugar ou Praça da Natividade, Praça Nova das Hortas, Praça da Constituição e de D. Pedro IV e, mais recentemente, Praça da República”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“Já em 1691, a municipalidade do Porto e o Capítulo da Sé-Catedral tinham lançado o projecto de estabelecer no Campo das Hortas, propriedade do Capítulo, uma praça pública, entre a Porta de Carros e o Postigo de Santo Elói”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“O projecto não foi por diante, tendo sido retomado em 1709, pelo então Bispo do Porto, D. Tomás de Almeida, que propõe a abertura de uma praça de formato quadrangular digna de "rivalizar com a Plaza Mayor de Madrid".&lt;br /&gt;Tratava-se do primeiro grande empreendimento urbanístico de Portugal. Chegaram mesmo a efectuar-se os contactos de aforamentos das parcelas a construir e a lançar os alicerces de alguns dos edifícios, contudo, por dificuldades várias também este projecto não teve continuidade”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“Em 1718 novo projecto foi lançado, cuja realização teve início quando "o cabido da Sé cedeu a 17 de Fevereiro de 1721 terrenos seus expressamente para uma praça". Novas ruas foram então abertas - a rua do Laranjal das Hortas (futura rua dos Lavadouros, hoje desaparecida) e a rua da Cruz (actual rua da Fábrica).&lt;br /&gt;Da concretização deste projecto resultaria a Praça Nova das Hortas (ou só Praça Nova) limitada a Norte por dois palacetes (desaparecidos), onde funcionaram os Paços do Concelho até 1915; a Sul pela muralha fernandina, destruída mais tarde em 1788 e substituída por um conjunto monumental - o convento dos Frades de Santo Elói - cuja fachada sobre a praça constitui o edifício "da Cardosa", só terminado no século XIX, mas obedecendo ao primitivo projecto - a praça "tout-court". O lado oriental era ocupado pelo Convento dos Congregados, e o lado poente só mais tarde foi edificado”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“Durante o século XIX, factores vários - a instalação da Câmara no topo Norte (1819); a inauguração da Ponte de D. Luís (1887); a extensão da via férrea até S. Bento (1896) - contribuem para tornar a Praça definitivamente num importante centro político, económico e sobretudo social”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;.“&lt;/strong&gt;Em meados daquele século, a Praça era já o "ponto predilecto de reunião dos homens graves da política e do jornalismo, da alta mercância tripeira e dos brasileiros". Predominavam os botequins: "Guichard", "Porto Clube", "Camacho", "Suíço", "Europa", "Antiga Cascata", "Internacional", etc., aos poucos desaparecidos em consequência da profunda reestruturação daquela área, onde as entidades bancárias, companhias seguradoras ou escritórios conquistaram o seu espaço”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;“As obras da Avenida iniciaram-se no dia 1 de Fevereiro de 1916 com a demolição do edifício que serviu de Paços do Concelho, a norte da Praça da Liberdade, acompanhada do desaparecimento das ruas do Laranjal, de D. Pedro, etc.&lt;br /&gt;Ao cimo da Avenida erguem-se os modernos Paços do Concelho, edifício em granito e mármore levado a cabo pela primeira vereação republicana saída do 5 de Outubro de 1910. Foi um projecto do arquitecto Correia da Silva (1920).&lt;br /&gt;No seu todo, resultou um conjunto urbano monumental, de particular interesse histórico e artístico”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15.&lt;/strong&gt; O que se deixa transcrito nos artigos 8 a 14 desta peça processual constitui, ipsis verbis, sem tirar nem pôr, a &lt;em&gt;“nota histórico-artística”&lt;/em&gt; que justifica a abertura do procedimento de classificação do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, situado no coração do centro histórico do Porto, determinada por Despacho de 28 de Setembro de 1993 do presidente do IPPAR &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;(Nota 2: Pode encontrar-se o texto transcrito, e a referência ao mencionado despacho, no sítio electrónico do próprio IPPAR, no endereço: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;. )&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, proferido na sequência de proposta da Câmara Municipal do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16.&lt;/strong&gt; Ao abrigo do disposto no art. 18.º/1 da Lei 13/85, de 6 de Julho, então em vigor (e entretanto revogada pela Lei 107/2001, de 8 de Setembro, que estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural português _ LPC), por força da emissão daquele despacho do presidente do IPPAR o &lt;strong&gt;conjunto&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;( Nota 3: Nos termos do art. 8.º/1-b) da Lei 13/85, um conjunto é um "agrupamento arquitectónico urbano ou rural de suficiente coesão, de modo a poder ser delimitado geograficamente, e notável, simultaneamente, pela sua unidade ou integração na paisagem e pelo seu interesse histórico, arqueológico, artístico, científico ou social". )&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/strong&gt; adquiriu o estatuto de bem em vias de classificação, protegido preventivamente pela correspondente servidão administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17.&lt;/strong&gt; Não tendo terminado ainda o correspondente procedimento administrativo de classificação, o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado permanece sob o estatuto de património em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18&lt;/strong&gt;. O conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, para além da significação histórico-arquitectónica que corporiza, suporta também uma importante simbologia sócio-política, na medida em que se trata de um espaço que testemunhou importantes acontecimentos da vida da cidade e do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19.&lt;/strong&gt; Mas a este emblemático espaço público do Porto não são também alheios os valores artísticos, materializados nos belíssimos desenhos incrustados na calçada portuguesa que, antes das obras que a Metro do Porto, SA aí vem realizando (às quais adiante se faz referência), recobriam os passeios, em parte representativos das tarefas ligadas à produção do vinho do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20.&lt;/strong&gt; Característicos deste lugar eram, igualmente, antes de destruídos por aquelas obras, os espaços ajardinados, com particular destaque para os canteiros floridos, geometricamente recortados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21.&lt;/strong&gt; Para permitir uma representação mais impressiva e plástica da breve descrição que acaba de fazer-se, juntam-se algumas fotografias de diferentes épocas históricas e perspectivas _ cfr. Docs. 6 a 14, que aqui se dão por inteiramente reproduzidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22.&lt;/strong&gt; Pois bem, é a componente pública deste espaço global, feito de três peças distintas (as duas praças e a avenida), a que a evolução urbana e arquitectónica acabou por conferir uma específica coesão, marcado pelo peculiar cromatismo resultante da luminosidade da calçada e do verde dos canteiros, que a Metro do Porto, SA, com a cumplicidade do IPPAR e do Município do Porto e o contributo da negligência do MAOTDR, vem desmantelando e adulterando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt; -&lt;strong&gt;Os elementos do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado que são objecto de protecção: de como o espaço público, designadamente a sua estrutura organizatória global, a configuração dos passeios e da placa central, os jardins e o especial cromatismo e conteúdo artístico da calçada portuguesa se acham abrangidos pelo procedimento de classificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23.&lt;/strong&gt; Para dissipar dúvidas, e prevenindo já argumentos que decerto serão mobilizados por alguns dos réus (ou pela contra-interessada particular), importa delimitar com particular cuidado os elementos que, integrando o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, se acham abrangidos pela servidão resultante da abertura do referido procedimento de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24.&lt;/strong&gt; Ora o elemento central e primordial do conjunto _ aquele que é visado, em primeira linha, pelo procedimento de classificação _ é, justamente, o espaço público urbano constituído pela Avenida e pelas duas Praças, consideradas em si mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25.&lt;/strong&gt; O que, portanto, é visado, em primeira linha, pelo propósito protector do procedimento de classificação é a especificidade urbanística desse espaço público, a sua estrutura organizatória, o modo como se articulam os seus componentes (a Avenida e as duas Praças), a orientação e o perfil dos passeios e da placa central, o coberto vegetal que nele foi crescendo, a geometria verde dos jardins e dos canteiros, e o especial cromatismo e luminosidade da calçada portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26.&lt;/strong&gt; Os edifícios sobranceiros a este espaço público, projectados e construídos em função dele e da sua fisionomia urbanística, apenas beneficiam do efeito protector da abertura do procedimento de classificação na medida em que dele são envolventes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27.&lt;/strong&gt; Quer dizer, os edifícios apenas reflexamente são protegidos. Por outras palavras: são protegidos não em razão das suas características arquitectónicas específicas, mas apenas porque envolvem aquele espaço público, e porque foram projectados e construídos para se ajustarem e respeitarem os seus traços urbanísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28.&lt;/strong&gt; Que é assim demonstra-o, desde logo, o texto do próprio Despacho de 28 de Setembro de 1993 do presidente do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29.&lt;/strong&gt; Com efeito, além de não fazer referências específicas a qualquer edifício em particular, nem sequer a traços arquitectónicos comuns, aquele Despacho salienta, já na sua parte final, que se trata de proteger um conjunto urbano monumental _ acentuando a dimensão urbana (e não exactamente a dimensão arquitectónica) do bem, e, portanto, a predominância da organização e composição do espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30.&lt;/strong&gt; Esta especial dignidade de protecção jurídico-patrimonial conferida ao espaço público está, aliás, em linha com os critérios adoptados pela UNESCO na classificação do Centro Histórico do Porto como património mundial. Na verdade, a certo passo do relatório do Órgão Consultivo do Comité para o Património Mundial da UNESCO (criado pela Convenção de Paris de 1972, relativa à protecção do património mundial), pode ler-se : &lt;em&gt;“ O Porto tem também alguns espaços abertos monumentais, incluindo a Praça da Batalha, onde ocorreram importantes eventos da história da cidade, e a Praça da Liberdade, do séc. 18, com os seus excelentes jardins” .&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;( Nota: Tradução feita pelos autores de um excerto da versão inglesa do relatório do Comité para o Património Mundial da UNESCO, cujo texto integral se pode consultar in: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://whc.unesco.org/archive/advisory_body_evaluation/755.pdf"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;http://whc.unesco.org/archive/advisory_body_evaluation/755.pdf&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31.&lt;/strong&gt; Demonstra-o também, em segundo lugar, e com especial intensidade, a proposta de classificação da Câmara Municipal do Porto que esteve na origem do .Despacho de 28 de Setembro de 1993 do presidente do IPPAR _ cfr. Doc. 15, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;32.&lt;/strong&gt; O título do referido documento da Câmara Municipal do Porto começa por ser absolutamente esclarecedor quando se refere ao “espaço” do conjunto e aos “edifícios envolventes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;33.&lt;/strong&gt; Por outro lado, todo o texto da memória descritiva e justificativa que suporta a proposta de classificação, sempre num registo mais urbanístico do que arquitectónico, confere relevo e primazia à história da configuração e organização do espaço público qua tale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;34.&lt;/strong&gt; Daí que, ainda no mesmo documento, se faça uma especial referência ao arquitecto inglês Barry Parker, ao qual a Câmara Municipal do Porto encomendou, precisamente, o projecto urbanístico da “Avenida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35.&lt;/strong&gt; Barry Parker que, curiosamente, se destaca na história da arquitectura europeia precisamente pela sua capacidade de incorporar no espaço urbano zonas verdes e jardins _ jardins como aqueles que projectou para a Avenida dos Aliados e que, agora, como adiante se relata, acabam de ser destruídos pelas obras da Metro do Porto, SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;36.&lt;/strong&gt; E demonstra-o, finalmente, a relação entre o texto da proposta de classificação e o teor do Despacho de 28 de Setembro de 1993 do presidente do IPPAR, que a aceitou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;37.&lt;/strong&gt; Dizia-se, na parte final do texto da proposta, que, além do “espaço” propriamente dito, a classificação deveria ser “extensiva” a algumas esculturas nele existentes (estátua de Almeida Garret, “Os Meninos” e a “Menina Nua”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;38.&lt;/strong&gt; O teor daquele Despacho do presidente do IPPAR não inclui nenhuma menção a qualquer dessas esculturas. Não significa isso, evidentemente, que o procedimento de classificação não abranja tais obras artísticas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;39.&lt;/strong&gt; Significa apenas que, incidindo o procedimento de classificação, em primeira linha, sobre o espaço público urbano (e não sobre os edifícios envolventes), seria desnecessário e redundante identificar cada um dos elementos que nele se integram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. Se o que se quer proteger, como verdadeiramente sucede, é todo o espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, a sua organização e todos os seus componentes, basta, no acto de abertura do procedimento de classificação, referir esse mesmo espaço, tornando-se desnecessário individualizar cada um dos elementos que nele se inserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41. A referência unitária ao espaço engloba e incorpora a referência a todos os elementos que o definem e compõem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C -O plano de destruição do espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, a sua fonte inspiradora e as suas fases de execução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;a) O plano da Metro do Porto, SA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;42.&lt;/strong&gt; A Metro do Porto, SA é a concessionária da construção, equipamento e exploração do sistema de metro ligeiro da área metropolitana do Porto &lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;(Nota 5: Os Estatutos da Metro do Porto, SA e as Bases do Contrato de Concessão estabelecido com o Estado Português foram aprovados pelo D.L. n.º 394-A/98, de 15 de Dezembro, entretanto modificado pela Lei n.º 161/99, de 14 de Setembro, pelo D.L. n.º 261/2001, 26 de Setembro, pelo D. L. n.º 249/2002, de 19 de Novembro, pelo D.L n.º 166/2003, de 24 de Julho, e, enfim, pelo D.L. 233/2003, de 27 de Setembro.) . &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;43.&lt;/strong&gt; A Metro do Porto, SA tomou a seu cargo a projecção, realização e financiamento de uma obra que vem sendo denominada “requalificação da Avenida dos Aliados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;44.&lt;/strong&gt; A consumação desta obra, que já está em curso há meses, tem por efeito a profunda e radical transformação do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;45.&lt;/strong&gt; Na verdade, dela resulta, em rigor, a destruição do espaço público daquele bem dominial em vias de classificação, a eliminação das especificidades urbanísticas e histórico-arquitectónicas, ambientais e artísticas que marcam e suportam a sua identidade _ especificidades que, como se viu, supra, nos artigos 9 a 21 desta peça, estiveram na base da decisão, tomada pelo IPPAR, de abrir o respectivo procedimento de classificação, ao que é inerente o estatuto de protecção reconhecido aos bens imóveis em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;46.&lt;/strong&gt; Efectivamente, entre outros atentados à integridade do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, a obra que a Metro do Porto, SA vem executando compreende as seguintes intervenções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- alargamento dos passeios laterais;&lt;br /&gt;- estreitamento das placas centrais;&lt;br /&gt;- colocação de duas bocas de acesso à estação de metro construída no subsolo da Avenida dos Aliados, uma em cada passeio lateral (norte-poente e norte-nascente);&lt;br /&gt;- eliminação definitiva de todos os canteiros e demais coberto vegetal;&lt;br /&gt;- arrancamento de parte das árvores existentes, e severa mutilação de todas as que ladeiam a Avenida;&lt;br /&gt;- remoção completa e definitiva do pavimento de calçada portuguesa em calcário e basalto, substituindo-o por cubos de granito;&lt;br /&gt;- substituição do pavimento em asfalto das faixas de rodagem por paralelepípedos de granito;&lt;br /&gt;- implantação de uma fonte na parte superior da Avenida dos Aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;47&lt;/strong&gt;. Uma vez concluídas todas estas intervenções, o espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado verá radicalmente subvertida a fisionomia urbana e arquitectónica existente no momento da abertura do procedimento de classificação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. em vez de um conjunto urbano feito de três elementos distintos (as duas praças e a avenida) passar-se-á a ter um corpo monolítico, aprumado ao jeito ortogonal de uma alameda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. em vez da diversidade cromática dos canteiros de flores, ter-se-á a monotonia cinzenta dos cubos de granito;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50. em vez da luminosidade aconchegante que irradia da calçada portuguesa, imperará a aridez inóspita do granito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;b) -A fonte inspiradora do plano da Metro, SA: um grande Arquitecto que não gosta do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado tal como ele é&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51. O plano das obras ditas de requalificação da Avenida dos Aliados assenta num estudo preliminar da autoria do Arquitecto Álvaro Siza, contratado pela Metro do Porto, SA, intitulado “organização do espaço da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça Humberto Delgado”.&lt;br /&gt;52. Este estudo, constituído por uma curta memória justificativa ( &lt;a href="http://documentospva.no.sapo.pt/aliados/Estudo-previo-Siza.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;não mais do que uma página &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;pdf&lt;/span&gt;), por uma planta de apresentação e algumas fotografias de várias praças de diferentes países, foi entregue na Delegação Regional do Norte do IPPAR em 29 de Abril de 2005 pelo gabinete de arquitectura Souto Moura, Arquitectos Lda_ cfr. Doc. 16, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53. Basta ler a &lt;a href="http://documentospva.no.sapo.pt/aliados/Estudo-previo-Siza.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;brevíssima memória justificativa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;(em pdf)&lt;/span&gt; que integra este estudo preliminar para se perceber que o arquitecto seu autor faz uma apreciação negativa da actual configuração (isto é, da configuração anterior ao início das obras) do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54. Segundo ele, o espaço em causa estaria algo desordenado, denotando alguma “ambiguidade formal”, em resultado de a sua estruturação não ter obedecido ao projecto original do arquitecto Barry Parker, dos princípios do século 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55. Neste contexto, a opção de Álvaro Siza torna-se compreensível: consiste em introduzir todas as alterações necessárias para “recuperar a ordem perdida”, transformando o espaço segundo uma lógica de alameda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56. Em suma: na base do plano de obras da Metro do Porto SA está, portanto, a ideia de que o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado é uma espécie de equívoco da história, que deve ser corrigido à luz de um novo princípio ordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57. Trata-se de uma ideia respeitável. Há, todavia, um “pequeno” obstáculo à sua implementação prática: é que, como já se demonstrou, o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado encontra-se em vias de classificação, tal como é, tal como está (rectius: tal como era e tal como estava antes da intervenção desfiguradora da Metro do Porto SA), ainda que (segundo o juízo estético de alguns) “desordenado” ou formalmente “ambíguo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58. E se porventura o espaço, na configuração anterior às obras da Metro do Porto SA, fosse “desordenado” e “formalmente ambíguo”, é assim mesmo, desordenado e ambíguo, que está protegido pela servidão inerente ao seu estatuto de bem cultural em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59. Não se termina este ponto sem salientar que, como a correspondente memória justificativa evidencia, o estudo preliminar da autoria do Arquitecto Álvaro Siza não é sequer algo inteiramente novo, que tenha sido elaborado propositadamente para as obras de construção do canal de metro e suas estações: trata-se, antes, de uma ideia que, já em 2000, havia sido apresentada no âmbito das actividades da sociedade Porto 2001, SA, então abandonada, ao que se sabe, por constrangimentos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;c) As fases de execução do plano da Metro do Porto, SA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60. A Metro do Porto, SA planeou repartir a execução das obras projectadas para o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado por duas fases: na primeira fase, já concluída, foram abertas as bocas de acesso à estação de metro (instalada no subsolo da Avenida dos Aliados) e transformados os passeios norte-poente e norte-nascente da Avenida dos Aliados; na segunda fase, actualmente em curso de realização, vêm sendo levadas a cabo as obras previstas para as placas centrais da Avenida e para as Praças da Liberdade e General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;III -Situação jurídico-urbanística e jurídico-ambiental (e correspondentes ilegalidades) das obras realizadas pela Metro do Porto SA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;A -Realização de obras, que não se integram no objecto da Concessão, sem licença municipal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61. Em &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/05/quero-posso-e-fao.html"&gt;Maio de 2005&lt;/a&gt;, já a Metro do Porto, SA havia iniciado as obras de intervenção no espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62. No momento presente, terminadas já as obras da primeira fase, relativas à abertura das bocas de acesso à estação subterrânea (já funcionais desde Agosto último) e à transformação dos passeios laterais norte-poente e norte-nascente, estão em curso as obras da segunda fase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63. Todas estas obras estão sujeitas a prévio licenciamento municipal, como é imposto no art.4.º do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE), aprovado pelo D.L. n.º 555/99, de 16 de Dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64. A Metro do Porto, SA, todavia, indiferente a este constrangimento jurídico-urbanístico, com a complacência do Município do Porto, nunca requereu a licença de cuja emissão depende a legalidade das obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65. É certo que o art.7.º/1-e) do RJUE isenta de licenciamento as obras de edificação ou demolição promovidas por entidades concessionárias de obras ou serviços públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66. Todavia, essa isenção não é genérica nem indiscriminada, apenas se referindo às obras que “se reconduzam à prossecução do objecto da concessão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67. Nos termos da Base I da Concessão do sistema de metro ligeiro do Porto, o seu objecto consiste na realização das obras de construção do canal e das estações e na exploração comercial do correspondente serviço de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68. Com o objecto da concessão, assim definido, coincide o próprio objecto social da Metro do Porto, SA, identificado nos arts. 3.º e 4.º dos respectivos Estatutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69. Embora as normas que se acaba de convocar, concernentes à delimitação do objecto da concessão e do objecto social estatutário da Metro do Porto, SA, lhe não façam qualquer referência específica, não custa admitir que ainda se possa reconduzir à “prossecução do objecto da concessão” as obras estritamente necessárias para repor a situação urbana alterada pela implantação do canal de metro à superfície ou pela abertura de bocas de acesso às estações subterrâneas e correspondentes entradas de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70. Quer dizer, é compreensível que faça parte do objecto da concessão, e do objecto social da própria concessionária, a efectivação dos trabalhos necessários para reparar os estragos causados à superfície pela realização das obras de construção do canal do metro e das bocas de acesso às estações subterrâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71. Mas, seguramente, já não fazem parte do objecto da Concessão obras que, como aquelas que a Metro do Porto SA vem realizando no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, indo muito além do que a necessidade de reposição determina, se traduzem na transformação completa daquele espaço municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72. Tanto mais quanto é certo que, no caso, se trata de um troço de metro subterrâneo, em que as obras à superfície se limitam à abertura das bocas de acesso à estação e das entradas de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73. Parece, pois, que as obras de completa reconformação urbanística do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado que fazem parte do plano de intervenção da Metro do Porto SA não são feitas por causa dos trabalhos de construção do metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74. São feitas, isso sim, por ocasião e a pretexto deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75. Aliás, como já se demonstrou, o estudo preliminar que consagra a nova concepção a que se quer submeter aquele espaço municipal é muito anterior ao início das obras que a Metro do Porto, SA vem desenvolvendo, datando de Julho de 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76. Por outro lado, a localização das bocas de acesso à estação subterrânea da Avenida dos Aliados (uma em cada passeio lateral) foi já determinada pela própria concepção de organização do espaço subjacente àquele estudo preliminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77. Em suma, as obras que a Metro do Porto, SA vem desenvolvendo no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, cabendo decerto no leque de atribuições do Município do Porto, são seguramente estranhas ao circunscrito objecto da concessão da construção do sistema de metro ligeiro do Porto, e alheias ao objecto estatutário da concessionária _ pelo que não estão, de nenhum modo, dispensadas de licenciamento municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;B -Violação do parecer final de Avaliação de Impacte Ambiental&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78. No quadro normativo então em vigor, consubstanciado no D.L. 186/90 &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;( Nota 6: Entretanto revogado pelo D.L. 69/200, de 03 de Maio, depois alterado pelo D.L. 197/2005, de 08 de Novembro.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, de 6 de Junho, na redacção resultante do D.L. 278/97, de 08 de Outubro, o projecto geral de construção do sistema de metro ligeiro do Porto estava sujeito à prévia realização de uma Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79. Nos termos do art. 2.º/2 daquele diploma legal, o procedimento de AIA visa prever, neutralizar e minimizar os efeitos negativos da execução dos projectos a ele sujeitos, no que concerne aos componentes ambientais tanto estritamente naturais (fauna, flora, solo, clima) como humanos, designadamente os bens materiais e o património cultural (o que, de novo, confirma as relações de inclusão que unem o direito do ambiente ao direito do património cultural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80. O procedimento de AIA, como se achava configurado na legislação coeva aplicável, compreendia três elementos fundamentais: o Estudo de Impacte Ambiental (EIA), a elaborar e a apresentar pelo dono da obra; a consulta pública; e o parecer final sobre o projecto, da competência da tutela governamental do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81. No caso em apreço, a Comissão de Avaliação nomeada pela então Direcção Geral do Ambiente emitiu parecer favorável à construção do sistema de metro ligeiro do Porto _ cfr. Doc. 17, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82. Tratou-se, contudo, de um parecer favorável condicionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83. E condicionado, no que ao caso interessa, ao cumprimento dos programas e medidas de minimização dos impactes negativos do projecto no ambiente e no património cultural previstos e preconizados no próprio EIA _ é justamente este condicionamento (consistente, como se vê, na adopção homologatória das propostas do EIA) que, expressamente, se estabelece na pág. 61 do parecer final da referida Comissão de Avaliação _ cfr. Doc. 17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84. Quanto aos programas e medidas preconizadas, em geral, pelo EIA, destacam-se os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- constituição de “um Programa de Salvaguarda do Património Cultural Construído e um Programa de Acompanhamento Ambiental da obra, que faça a inventariação, prospecção, sondagem e recuperação dos elementos de interesse patrimonial”;&lt;br /&gt;- “medidas necessárias para que o coberto vegetal não seja destruído desnecessariamente”;&lt;br /&gt;- “recuperação de todas as áreas que venham a ser afectadas por qualquer processo”;&lt;br /&gt;- “recuperar imediatamente após a finalização das obras todos os jardins públicos e arruamentos afectados pelas obras”;&lt;br /&gt;- “recuperar-se imediatamente após a finalização das obras os jardins públicos e arruamentos, destacando-se pela sua localização no centro do Porto e pela natureza das obras aí previstas, a avenida e jardim dos Aliados”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85. No que diz respeito, especificamente, ao conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, o EIA, para que remete o parecer final da Comissão de Avaliação, é particularmente exigente nos cuidados que preconiza. Nele se pode ler o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Elementos de interesse arquitectónico identificados na área do estudo (…):&lt;br /&gt;esta secção corresponde ao jardim dos Aliados, prevendo-se uma grande afectação do mesmo, consequência da obra da linha do metro e da instalação da estação dos Aliados; este impacte será contudo temporário, podendo ser facilmente adoptadas medidas mitigadoras durante a obra, bem como a reposição do jardim imediatamente após a sua conclusão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86. Para o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, o EIA (para o qual, insiste-se, remete homologatoriamente o parecer final da Comissão de Avaliação), prevê mesmo medidas especiais de “integração estética e paisagística”, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"1. Levantamento topográfico da vegetação.&lt;br /&gt;2. Selecção criteriosa das espécies vegetais existentes no jardim dos Aliados que possam ser transplantadas e o seu devido acondicionamento para posterior recolocação.&lt;br /&gt;3. Recuperação do jardim após a conclusão do empreendimento repondo-se, tanto quanto possível, a situação inicial."&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;(Nota 7: As passagens do EIA constantes do texto desta peça foram transcritas a partir do volumoso processo consultado na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, do qual não foi possível ainda obter cópia. Por isso que, na parte final desta peça, se requer a intimação da Metro do Porto, SA para trazer aos autos todos os volumes do EIA, cuja elaboração foi responsabilidade sua.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;87.&lt;/strong&gt; Quanto às obras previstas, e já em curso, para o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, como resulta claramente de toda a narração que antecede, a Metro do Porto, SA, exorbitando largamente do objecto da Concessão de que está incumbida, bem como dos limites do seu objecto estatutário, vem desrespeitando frontal e clamorosamente as condições de que a Comissão de Avaliação fez depender a emissão de parecer favorável ao projecto de construção _ para não dizer, mais radicalmente, que as tem ignorado, actuando como se elas não existissem, ou como se a elas não estivesse vinculada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88. Com efeito, a Metro do Porto, SA vem fazendo exactamente o contrário daquilo que é determinado no Parecer Final do procedimento de AIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89. Ou seja, em nome da obediência reverente e escolástica à orientação estética do autor do já mencionado “estudo preliminar”, a que subjaz a ideia de que o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado não devia ser como é (como era antes das obras que o vem tornando irreconhecível) _ ainda que seja por ser como é que se acha em vias de classificação como património cultural valioso! _, a Metro do Porto, SA, em lugar de preservar, destrói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90. Em lugar de limitar a sua intervenção ao mínimo absolutamente necessário _ como é preceituado no Parecer Final de AIA _, a Metro do Porto, SA fez-se executora de um plano de aniquilação de tudo aquilo que constituía a riqueza identificadora daquele histórico espaço público municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91. Em lugar de repor o coberto vegetal que fosse inevitável desfazer por causa das obras à superfície, a Metro do Porto, SA, vem sepultando sob um lívido pavimento de cubos de granito mesmo aquilo em que as obras à superfície nem sequer tiveram necessidade de tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92. Embora não os explique na totalidade, a estes desmandos não é totalmente alheio, de resto, o facto de as bocas de acesso à estação subterrânea terem sido colocadas nos passeios laterais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93. Sucede, todavia, que este mesmo facto constitui um flagrante desvio ao projecto de construção do sistema de metro que foi objecto do parecer final (favorável condicionado) de Avaliação de Impacte Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94. Na verdade, o projecto de construção do metro que foi aprovado por aquele parecer final de Avaliação de Impacte Ambiental (que também visa assegurar a protecção do património cultural) previa que as bocas de acesso à estação subterrânea dos Aliados fossem colocadas na placa central da Avenida dos Aliados _ e previa-o porque, justamente, era essa a solução menos agressiva para a integridade do espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95. Além, portanto, de não respeitarem as condições impostas pelo Parecer Final de Avaliação de Impacte Ambiental, as obras que a Metro do Porto, SA vem executando não são sequer conformes ao projecto que o mesmo aprovou, com condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96. A realização das obras em violação das condições impostas no Parecer Final do procedimento de AIA _e em violação, também, do próprio projecto por ele aprovado _ constitui ilegalidade grave, que integra mesmo o tipo contra-ordenacional previsto no art. 10.º do já citado D.L. 186/90, de 06 de Junho, então em vigor . &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;(Nota 8: Tipo contra-ordenacional que se mantém no regime de AIA actualmente vigor (cfr. art. 37.º do D.L. 69/2000, de 03 de Maio).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97. Além disso, nos termos do art. 10.º/5 do mesmo diploma legal, compete à entidade com competências de regulação e fiscalização na área do ambiente tomar as medidas previstas no art. 48.º da Lei de Bases do Ambiente (Lei n.º 11/87, de 07 de Abril): intimar os infractores a cessarem a ilegalidade e a reporem a situação preexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98. No caso, a Inspecção Geral do Ambiente (que é o organismo central de inspecção do MAOTDR, de acordo com o quadro orgânico estabelecido no D.L. 549/99, 14 de Setembro), apesar das instâncias da ONGA Campo Aberto, aqui requerente, não adoptou ainda qualquer decisão ou providência _ cfr. Doc. 18, que se junta e aqui se dá por integralmente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99. Razão pela qual, na conclusão desta peça, se pedirá que o MAOTDR seja condenado a ordenar à Metro do Porto, SA a tomada de todas as medidas necessárias à reposição do respeito pelo Parecer de Avaliação de Impacte Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100. E não venha dizer-se, no intuito de deslocar o problema da sua verdadeira sede, que a obra que a Metro do Porto, SA vem levando a cabo no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado não está sujeita à exigência de prévio procedimento de avaliação de Impacte Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101. O que importa é que se trata de uma obra que se integra na execução de um projecto global (o projecto de construção do Metro do Porto) que foi efectivamente objecto de Parecer emitido na sequência de procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, o qual não pode deixar de ser respeitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102. Não se trata, portanto, de defender que a obra que a Metro do Porto, SA vem levando a cabo devesse ter sido precedida de um autónomo e novo procedimento de avaliação de Impacte Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103. Do que se trata, mais modesta e simplesmente, é de exigir que seja respeitado o Parecer de Avaliação de Impacte Ambiental que já existe, e ao qual as obras em curso devem obedecer, em particular no que concerne às condições especificamente impostas para o espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;C -Não cumprimento do dever de prévia audição dos cidadãos, imposto na Lei n.º 83/95, de 31 de Agosto (Lei da Acção Popular _ LAP)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;104. Preceitua o art. 4.º/1 da LAP que “a decisão sobre a localização e a realização de obras públicas ou de outros investimentos públicos com impacte relevante no ambiente ou nas condições económicas e sociais e da vida em geral das populações ou agregados populacionais de certa área do território nacional devem ser precedidos, na fase de instrução dos respectivos procedimentos, da audição dos cidadãos interessados e das entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados por aqueles planos ou decisões”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105. No n.º3 da mesma disposição, “são consideradas como obras públicas ou investimentos públicos com impacte relevante para efeitos deste artigo os que se traduzam em custos superiores a um milhão de contos ou que, sendo de valor inferior, influenciem significativamente as condições de vida das populações de determinada área, quer sejam executados directamente por pessoas colectivas públicas quer por concessionários”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106. O custo global (incluindo despesas com projectistas) das obras planeadas pela Metro do Porto, SA para o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado ultrapassa a cifra de € 5 000 000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107. De todo o modo, trata-se, seguramente, de uma intervenção urbana que influencia significativamente as condições de vida da população do Porto, como, de resto, é testemunhado pela alargada discussão pública informal que tem gerado . &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;(Nota 9: Um excelente repositório dos contributos e manifestações dessa discussão pode ver-se em &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108. Importa não esquecer que aquilo de que se trata é, assumidamente, de uma intervenção que transforma radicalmente, na sua estrutura, fisionomia e conteúdo, um dos espaços públicos mais emblemáticos da cidade do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109. Não obstante, a Metro do Porto SA, infringindo o dever a que legalmente estava adstrita _ pois que o seu plano de intervenção naquele espaço municipal se subsume efectivamente na previsão do art. 4.º/1 da LAP _, não pôs em marcha o procedimento de audiência prévia previsto e regulado nos arts. 5.º a 10.º da LAP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;IV -Identificação dos actos administrativos entretanto praticados pelo IPPAR, cuja nulidade se pretende seja declarada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;110.&lt;/strong&gt; Em Maio de 2005, já a Metro do Porto, SA, sem qualquer licenciamento municipal ou autorização do IPPAR, havia iniciado as obras relativas à primeira fase de intervenção (rectius: de demolição) no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;111.&lt;/strong&gt; Facto que, além da violação do disposto no art. 4.º do RJUE, se consubstanciava numa grosseira violação do art. 45.º/3 da LPC, que sujeita quaisquer obras ou intervenções em bens imóveis em vias de classificação (como é o caso do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado) a prévia autorização do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;112.&lt;/strong&gt; O IPPAR, todavia, em lugar de determinar o imediato embargo das obras ilegalmente em curso de realização e de, simultaneamente, promover a instauração do correspondente processo contra-ordenacional _ como é preceituado nos arts. 47.º e 105.º e seguintes da LPC _, manteve-se inerte, preferindo, em amena cumplicidade com o prevaricador, a realização de quotidianos conciliábulos com os gabinetes de arquitectura contratados pela Metro do Porto, SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;113.&lt;/strong&gt; Entretanto, através de &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;despacho de 06 de Junho de 2005&lt;/a&gt;(cfr. Doc. 19, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido), o presidente do IPPAR autorizou &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;( Nota 10: Tanto o instrumento de notificação daquele despacho (cfr. Doc.32), como as informações para que remete aludem a "parecer favorável". Afigura-se, todavia, que se trata de mera incorrecção terminológica, uma vez que as normas jurídicas que o despacho convoca, designadamente o art. 45.º da LPC, prevêem a figura da “autorização” e não a do "parecer favorável". Sob pena, portanto, de se entender que o IPPAR praticou um acto cuja competência se não acha prevista na lei, deve considerar-se a expressão "parecer favorável" como significando "autorização”" (que é, na verdade, o único acto para o qual o IPPAR tem competência)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;a realização das obras da primeira fase de execução do plano de intervenção no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;114.&lt;/strong&gt; Melhor dizendo, o presidente do IPPAR, por meio desse despacho, ratificou as obras até então já consumadas e autorizou as que daí em diante, referentes à primeira fase, se realizassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;115.&lt;/strong&gt; Os ora autores pediram a este mesmo tribunal, em&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html"&gt; requerimento inicial que deu entrada na correspondente Secretaria em 12 de Dezembro de 2005&lt;/a&gt; _ que deu origem ao Processo n.º 2481/05.7BEPRT _, a suspensão de eficácia daquele despacho de autorização do presidente do IPPAR (de 06 de Junho de 2005) .&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt; (Nota 11: Processo que veio a terminar com uma decisão que, em face de desenvolvimentos posteriores, julgou extinta a instância por inutilidade superveniente da lide.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;116.&lt;/strong&gt; Entrementes, &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/11/acabou-j-no-h-jardins.html"&gt;em meados de Novembro de 2005,&lt;/a&gt; a Metro do Porto, SA já iniciara as obras da segunda fase de execução do seu plano de desmantelamento do espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;117.&lt;/strong&gt; De facto, desde essa altura, nas Praças da Liberdade e General Humberto Delgado, bem como nas placas centrais da Avenida dos Aliados, &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/11/hoje-no-tenho-boas-notcias.html"&gt;segregadas por vedações metálicas&lt;/a&gt;, começaram a operar retro-escavadoras que, impunemente, avançavam na demolição da calçada e na remoção do coberto vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;118.&lt;/strong&gt; Pela segunda vez, portanto, a Metro do Porto, SA, afoita, avançava sem qualquer autorização prévia do IPPAR, repetindo o desdém que parece merecer-lhe o cumprimento da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;119.&lt;/strong&gt; E o IPPAR, por seu turno, mais uma vez em branda conivência com o infractor, prescindiu de exercer os poderes (que são poderes-deveres) de acção, de fiscalização e de punição que lhe são atribuídos, em nome da defesa do Património Cultural, pelos arts 47.º e 105.º e seguintes da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;120.&lt;/strong&gt; O presidente do IPPAR, através de &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/ippar-trabalha-ao-domingo.html"&gt;Despacho de 11 de Dezembro de 2005 (um domingo)&lt;/a&gt; _ no dia anterior à entrada do processo cautelar a que se reporta, supra, o artigo 115 desta peça _, autorizou (outra vez a posteriori) a realização das obras da segunda fase do plano de intervenção da Metro do Porto, SA no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;121.&lt;/strong&gt; Desse Despacho foi a Metro do Porto, SA notificada através do ofício n.º S-2005/133734, de 13 de Dezembro de 2005 (um dia depois de o processo cautelar que vem de referir-se ter sido recebido na secretaria deste tribunal), proveniente do Director Regional do Porto do IPPAR _ cfr. Doc. 20, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;122.&lt;/strong&gt; São, pois, os dois referidos Despachos de autorização do presidente do IPPAR (o de 06 de Junho de 2005, referente à primeira fase das obras, e o de 11 de Dezembro de 2005, referente à segunda das obras) que constituem o objecto do pedido de declaração de nulidade que integra a conclusão do presente articulado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;V -Da nulidade dos despachos do presidente do IPPAR de 06 de Junho de 2005 e de 11 de Dezembro de 2005&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;123.&lt;/strong&gt; O referidos Despachos do presidente do IPPAR são actos nulos, devido, desde logo, à flagrante violação do art. 49.º da LPC _ violação que consubstancia ilegalidade expressamente cominada, no n.º 5 do mesmo preceito, com a sanção de nulidade. Mas nulo também, em face do art. 133.º2-c) do Código do Procedimento Administrativo (CPA), porque se traduz numa autorização, ilegal, para a prática de um crime de dano qualificado, tipificado no art. 213.º/1-d) do Código Penal (CP). É o que, adiante, se procurará demonstrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;A -Violação da norma do art. 49.º da LPC, cominada, no mesmo preceito, com a sanção de nulidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;124.&lt;/strong&gt; A fundamentação das autorizações do IPPAR ora impugnadas corporiza-se nas informações dos serviços da Direcção Regional do Porto, para as quais remetem _ cfr. Docs. 19 e 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;125.&lt;/strong&gt; É, por outro lado, evidente que as autorizações ora impugnadas assentam no beneplácito acrítico docilmente conferido pelo IPPAR ao plano global de intervenção da Metro do Porto, SA e, em última instância, ao denominado estudo preliminar (datado de 2000) do Arquitecto Álvaro Siza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;126&lt;/strong&gt;. Aliás, uma leitura atenta das informações que os actos autorizativos assimilam e homologam deixa perceber que o IPPAR, mais do que aferir o projecto de execução das obras em função das disposições legais aplicáveis, avaliou-o apenas à luz das orientações genéricas do referido estudo preliminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;127.&lt;/strong&gt; Ora, de tudo o que se foi deixando alegado (sobretudo, supra, nos artigos 42 a 59 desta peça), emerge uma constatação incontornável: o plano de intervenção da Metro do Porto, SA no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, inspirado no estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza, consubstancia-se, na realidade, na sua destruição, na integral demolição de todos os elementos do seu espaço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;128.&lt;/strong&gt; Relembremo-lo:&lt;br /&gt;- em vez de uma avenida e duas praças, passaremos a ter uma alameda ;&lt;br /&gt;- os passeios passarão a ser mais largos e a placa central da pretendida alameda mais estreita do que a actual placa central da Avenida dos Aliados;&lt;br /&gt;- em vez de se orientarem de modo convergente no sentido do edifício da Câmara Municipal, as vias de circulação que sobem e descem ao longo da Avenida dos Aliados, ficarão alinhadas paralelamente (o que, só por si, altera radicalmente a perspectiva de ordenação de todo o espaço);&lt;br /&gt;- em vez de um pavimento de calçada portuguesa em calcário e basalto, passaremos a ter cubos de granito (provenientes, ao que se diz, da China);&lt;br /&gt;- em vez de jardins, de canteiros, de verde, passaremos a ter cubos de granito, mais cubos de granito, só cubos de granito, no império do cinzento;&lt;br /&gt;- em vez de espaço livre, passaremos a ter uma fonte dita de inspiração francesa, para, definitivamente, enterrar a História e internacionalizar (descaracterizar) os Aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;129.&lt;/strong&gt; As autorizações concedidas pelo IPPAR são, portanto, um incondicionado salvo-conduto que afiança e avaliza a destruição desse histórico espaço municipal, bem como a sua submissão a uma concepção urbanística e estética que, sendo respeitável, lhe modifica radical e profundamente os seus traços fisionómicos mais característicos e identificadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;130.&lt;/strong&gt; Pois bem, o art. 49.º/2 da LPC faz depender a validade da autorização de demolição, ainda que parcial, de bens imóveis em vias de classificação de pressupostos apertadíssimos e particularmente severos: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;"A autorização de demolição por parte do órgão competente da administração central, regional autónoma ou municipal tem como pressuposto obrigatório a existência de ruína ou a verificação em concreto da primazia de um bem jurídico superior ao que está presente na tutela dos bens culturais, desde que, em qualquer dos casos, se não mostre viável nem razoável, por qualquer outra forma, a salvaguarda ou o deslocamento do bem".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;131.&lt;/strong&gt; O n.º 3 do mesmo preceito, por seu turno, limita o alcance da autorização de demolição, quando possível, segundo um rigorosíssimo princípio da necessidade:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Verificado um ou ambos os pressupostos, devem ser decretadas as medidas adequadas à manutenção de todos os elementos que se possam salvaguardar, autorizando-se apenas as demolições estritamente necessárias".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;132.&lt;/strong&gt; Ainda na mesma senda, que é a da ideia da (compreensível) preservação a todo o custo do património em vias de classificação, o n.º4 do art. 49.º da LPC, de maneira a desencorajar quaisquer estratégias de criação de factos consumados, prescreve:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A autorização de demolição (…) não deve ser concedida quando a situação de ruína seja causada pelo incumprimento do disposto no presente capítulo, impondo-se aos responsáveis a reposição, nos termos da lei”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Excurso&lt;/strong&gt;: do conceito legal de demolição, e de como as obras autorizadas pelo IPPAR são de verdadeira demolição, ainda que se lhes dê o nome de “requalificação”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;133.&lt;/strong&gt;A este propósito, e de modo a cortar cerce previsíveis jogos semânticos em torno do sentido do conceito de demolição, importa, neste ponto do articulado, abrir um pequeno excurso, destinado a demonstrar que as obras autorizadas pelo actos impugnados do IPPAR redundam, indubitavelmente, num acto iconoclasta de demolição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;134.&lt;/strong&gt; A extensão do conceito legal de demolição não se cinge à actividade de deitar abaixo "edifícios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;135.&lt;/strong&gt; Nos termos do art. 2.º-g) do RJUE (Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, aprovado pelo D.L. 559/99, 16 de Dezembro), as obras de demolição são definidas como "obras de destruição, total ou parcial, de uma edificação existente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;136.&lt;/strong&gt; Sendo certo que o conceito legal de "edificação", distinto do de "edifício", é definido, no art. 2.º-a) do mesmo RJUE, como&lt;em&gt; "qualquer construção que se incorpore no solo com carácter de permanência".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;137. Quer dizer, edificações são quaisquer “conjuntos erigidos pelo homem, com quaisquer materiais, reunidos e ligados artificialmente ao solo ou a um imóvel, com carácter de permanência e com individualidade própria distinta dos seus elementos” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;138. Demolir é, pois, nos termos da lei, “destruir” “qualquer construção que se incorpore no solo com carácter de permanência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;139. Transformar um conjunto constituído por duas praças e uma avenida numa alameda, remover calçadas que mãos anónimas percutiram e desenharam com desvelo de artífice, desfazer passeios, arrasando os pavimentos e os respectivos perfis, consiste, evidentemente (alguém, honestamente, duvidará disso?!), em “destruir uma construção incorporada no solo com carácter de permanência” _ consiste, numa palavra, em demolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;140. Dito isto, tem de salientar-se que o art. 49.º da LPC nem sequer restringe o seu âmbito de aplicação às “edificações”, e muito menos aos “edifícios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;141. Bem diversamente, o art. 49.º da LPC recorta o seu âmbito de aplicação através do conceito genérico de “imóvel”, o qual, de acordo com o disposto no art. 15.º/1 do mesmo diploma, se subdivide em três espécies: monumentos, conjuntos e sítios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;142. A definição desses conceitos específicos remete-a o art.15.º da LPC para o Direito Internacional aplicável _ isto é, para a Convenção da UNESCO para a Protecção do Património Mundial, Cultural e Natural, celebrada em Paris em 16 de Novembro de 1972, aprovada pelo Governo português através do Decreto 49/79, de 6 de Junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;143. Considerando, pois, as definições constantes do art. 1.º da referida Convenção da UNESCO _ sobretudo as definições de “conjunto” e de “sitio” _ logo se percebe que a LPC, ao estabelecer as condições de autorizabilidade da demolição de imóveis, visa proteger não apenas os edifícios (monumentos), mas também qualquer construção ou obra humana e as próprias obras da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;144. Convém, aliás, lembrar que o conceito de "imóvel", segundo o art.204.º do Código Civil, que integra a respectiva parte geral, tem a amplitude suficiente para compreender "as árvores, os arbustos e os frutos naturais, enquanto estiverem ligados ao solo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;145. É, por conseguinte, inequívoco que as autorizações impugnadas emitidas pelo presidente do IPPAR se consubstanciam em actos administrativos que têm por objecto e efeito a demolição (ao menos parcial) de um imóvel em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;146. Actos administrativos que, portanto, estão sujeitos aos apertadíssimos pressupostos de validade (que são verdadeiros pressupostos de admissibilidade) estabelecidos no art. 49.º da LPC. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;147. Denominar tal operação de destruição como intervenção de requalificação não passa de um eufemismo, de um travesti semântico sem qualquer fundamento nem eficácia jurídica específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;148. E, de todo o modo, se requalificar significa destruir para transformar; se requalificar significa ou pressupõe desfazer o que existe para fazer uma coisa completamente nova; então, decerto, é proibido, em face das disposições imperativas da LPC, requalificar bens do património cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;149. Dê-se-lhe o nome que se lhe der, seja qual for o objectivo que lhe subjaza, qualquer intervenção que implique ou envolva a destruição, ainda que parcial, de um bem em vias de classificação deve respeitar, para poder ser validamente autorizada, o espartano princípio da necessidade estabelecido, sob cominação de nulidade, no art. 49.º da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;150. O facto de o legislador, expressa e propositadamente, ter incluído a demolição parcial no âmbito de aplicação do art. 49.º da LPC determina, aliás, que ao respectivo regime se acham submetidas quaisquer obras que, não envolvendo a destruição completa do bem, se traduzam em alterações ou modificações que passem pela destruição ou remoção de quaisquer partes ou elementos dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;151. Dizendo de outro modo, as únicas obras de alteração ou modificação que escapam à previsão normativa do art. 49.º são aquelas que não incluam operações de destruição de qualquer parte ou elemento do bem sujeito a procedimento de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;152. O património cultural tem de ser, portanto, protegido e preservado na sua integridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;153. &lt;em&gt;“Todos têm o dever de preservar o património cultural, não atentando contra a integridade dos bens culturais”&lt;/em&gt; _ cfr. art. 11.º/1 da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;154. &lt;em&gt;“Todos têm o dever de defender e conservar o património cultural, impedindo, no âmbito das faculdades jurídicas próprias, em especial, a destruição, deterioração ou perda de bens culturais”&lt;/em&gt; _ cfr. art. 11.º/2 da LPC .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim do excurso&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;155. Encerrado o excurso relativo à questão do âmbito de aplicação do art. 49.º da LPC, e retomando o curso normal do presente articulado, cumpre agora sublinhar que o vigor posto pelo legislador na proibição da destruição desnecessária dos imóveis em vias de classificação projecta-se ainda, de modo assertivo, na protecção que, no art. 52.º/2 da LPC, se dispensa ao seu próprio contexto (no sentido de enquadramento paisagístico):&lt;br /&gt;“Nenhumas intervenções relevantes, em especial alterações com incidência no volume, natureza, morfologia ou cromatismo, que tenham de realizar-se nas proximidades de um bem imóvel classificado, ou em vias de classificação, podem alterar a especificidade arquitectónica da zona ou perturbar significativamente a perspectiva ou contemplação do bem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;156. Estas soluções legais, que blindam os bens imóveis em vias de classificação a intervenções agressoras da sua integridade material e perturbadoras da sua especificidade cultural, são, de resto, absolutamente coerentes com as imposições, que concretizam e densificam, de um dos princípios gerais da política do património cultural, que se acha consagrado no art. 6.º da LPC:&lt;br /&gt;“Inspecção e prevenção, impedindo, mediante a instituição de organismos, processos e controlos adequados, a desfiguração, degradação ou perda de elementos integrantes do património cultural”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;157. Em face de tudo aquilo que vai alegado, afigura-se aos autores que o presidente do IPPAR, ao emitir os despachos ora impugnados, além de não honrar a competência fundamental em que a sua lei orgânica o investe , violou frontalmente os citados preceitos da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;158. Efectivamente, as decisões do presidente do IPPAR constituem uma clamorosa violação do rigorosíssimo princípio da necessidade (de estrita necessidade) estabelecido no art. 49.º da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;159. Na verdade, no caso em apreço, além de se não verificar qualquer risco de ruína, não há qualquer bem jurídico superior ao da preservação do património cultural (que, como se verá adiante, é merecedor da própria tutela penal) capaz de justificar o atentado à integridade do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado a que as autorizações do IPPAR pretendem dar cobertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;160. A preservação da integridade material e histórica do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado não constituía sequer qualquer obstáculo ao normal funcionamento do sistema de metro ligeiro do Porto (de cuja construção e exploração a Metro do Porto, SA é concessionária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;161. No máximo, admitir-se-ia a necessidade de uma parcial reconformação dos passeios na parte superior da Avenida dos Aliados, limitada à zona das bocas de acesso à estação subterrânea que aí se instalou _ mas sempre com a preocupação fundamental de danificar o menos possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;162. Ainda que, a este respeito, tenha de insistir-se no que já antes se sublinhou: a colocação das bocas de acesso à estação subterrânea nos passeios laterais constitui um desvio ao projecto de construção do sistema de metro que foi objecto do parecer final (favorável condicionado) de Avaliação de Impacte Ambiental, que previa e a sua colocação na placa central da Avenida dos Aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;163. O que significa que, ao transferir as bocas de acesso à estação da placa central para os passeios laterais, em nome de uma obediência cega ao estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza, a Metro do Porto, SA violou o parecer final de Avaliação de Impacte Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;164. Donde, a necessidade de reconformação parcial dos passeios laterais, limitada à parte superior da Avenida dos Aliados, sempre resulta, ela própria, de uma ilegalidade praticada pela Metro do Porto, SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;165. Mais uma razão, portanto, para que se trate de reconformação circunscrita ao estritamente necessário e orientada pelo propósito de perturbar o menos possível a integridade da realidade preexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103. Tudo o que vá além disso já entra no domínio da destruição gratuita, desnecessária e desproporcionada de um bem valioso do património cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;166. A violação do princípio da necessidade consagrado no art. 49.º da LPC é consumada, nos despachos ora impugnados do presidente do IPPAR, de maneira consciente e confessada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;167. Na verdade, basta ler o instrumento de notificação do despacho do presidente do IPPAR de 11 de Dezembro de 2005 à Metro do Porto, SA (cfr. Doc. 20), bem como as informações para que remete, para se concluir que o preceito do art. 49.º da LPC foi, pura e simplesmente, excluído do elenco das normas a que aquele órgão administrativo se considerou vinculado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;168. Razão pela qual, de resto, não se encontra, nos fundamentos em que se alicerçam os despachos, nenhuma referência a qualquer bem jurídico superior que fosse capaz de legitimar a autorização de destruição em que consistem, nem, consequentemente, qualquer ponderação da medida em tal fosse (estritamente) necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;169. Verdadeiramente, portanto, ao emitir tais despachos, o presidente do IPPAR, em vez de orientar-se pelo princípio da preservação do património cultural (no caso, um imóvel em vias de classificação), postou-se numa atitude de reverencial aceitação de uma opção estética e urbanística assumidamente determinada pelo propósito de transformar aquilo que, por força da lei, tem de ser mantido a todo o transe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;170. É causa da maior perplexidade que, numa das informações homologadas pelo despacho de 06 de Junho de 2005, se diga que “Deste conjunto se destaca negativamente a Praça da Liberdade (…)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;171. Juízo depreciativo que, na perspectiva do IPPAR, justifica que se autorize o desmantelamento da Praça da Liberdade, diluindo-a num segmento de uma nova alameda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;172. Como é possível que uma entidade que, em 1993, emitiu um despacho que abriu o procedimento de classificação do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, sob o fundamento, correctíssimo, de que se trata de um “conjunto urbano monumental, de particular interesse histórico e artístico” (cfr., supra, artigos 9 a 16 desta peça), venha, agora, com se nada fosse, emitir a seu respeito um juízo de depreciação?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;173. Perplexidade que mais se intensifica quando, na mesma informação, apesar de se reconhecer que a solução do estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza se traduz numa “solução que rompe radicalmente com a situação existente” (situação existente que ao IPPAR cumpre preservar), se diz, logo a seguir, num exercício de pura demissão da responsabilidade de fiscalização (e de subserviência à autorictas do grande Arquitecto), que ela é de aceitar porque, simplesmente, “consiste (…) numa opção de base dos projectistas”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;174. Ao agir assim, o IPPAR desceu ao grau zero da fiscalização e da fundamentação racional da decisão: aceitou o estudo preliminar, e autorizou as obras projectadas pela Metro do Porto, SA, porque, precisamente, tem de respeitar-se as opções dos projectistas! _ ainda que estas opções impliquem a destruição daquilo que a lei incumbe o IPPAR de proteger de qualquer alteração desfiguradora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;175. O IPPAR, por conseguinte, violou manifesta e clamorosamente a lei, tendo praticado, ao emitir os despachos impugnados, actos administrativos para os quais o art. 49.º/5 da LPC estatui a sanção mais grave e radical do direito administrativo: a nulidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B -Autorizações para a realização de obras que são objecto do tipo incriminador do art. 213.º/1-d) do Código Penal são nulas, por força do disposto no art. 133.º/2-c) do CPA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;176. Tudo o que se deixa alegado é mais do que suficiente para demonstrar a gravidade (em extensão e em intensidade) da ilegalidade em que incorrem os despachos impugnados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;177. Mas o que se alega a seguir, além de esfumar qualquer dúvida que pudesse subsistir, terá de pôr alerta a consciência de todos, de maneira a levar-se realmente a sério a necessidade do cumprimento da lei e de preservação do valioso bem jurídico que é o património cultural _ tão valioso ao ponto de justificar a tutela penal (que é, consabidamente, uma tutela de última ratio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;178. Prescreve assim o art. 213.º/1-c) do Código Penal:&lt;br /&gt;“Quem destruir, no todo ou em parte, danificar, desfigurar ou tornar não utilizável:&lt;br /&gt;a)… b)… c)…&lt;br /&gt;d) Coisa pertencente ao património cultural e legalmente classificada ou em vias de classificação;&lt;br /&gt;e)…&lt;br /&gt;é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;179. O preceito é claro, cristalinamente claro, assim como clara é a censura jurídico-penal a que, à luz dele, se deixa submeter a autorização do presidente do IPPAR que ora se pretende seja declarado nulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;180. Tão claro que condena antecipadamente ao fracasso qualquer tentativa de manipulação semântica, ou de manobra terminológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;181. Em face dele, é ocioso apurar o que é uma demolição _ porque nele se incrimina todo o acto de destruição, danificação ou simples desfiguração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;182. Em face dele, é inútil qualquer exercício de subtileza retórica destinado a distinguir entre imóvel, edifício ou edificação _ porque nele se protege toda e qualquer coisa em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;183. Nos termos do art. 133.º/2-c) do CPA, “são nulos (…) os actos cujo objecto (…) constitua um crime”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;184. Um acto que autoriza a prática de um crime é, evidentemente, um acto nulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;185. De resto, um acto que autoriza a prática de um crime é, ele próprio, jurídico-criminalmente relevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;186. Um acto que, como sucede com os despachos ora impugnados, autoriza, sem que se verifiquem os pressupostos legais de que depende a autorização, a destruição total do espaço público do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, que permite o arrasamento de tudo o que nele há de mais característico e identificador, é um acto que tem por objecto o crime previsto e punido no art. 213.º/1-d) do Código Penal _ é, em suma, um acto nulo, por força do disposto no art. art. 133.º/2-c) do CPA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;187. E não venha dizer-se, num exercício de retórica sofistica, que a circunstância de haver uma autorização do IPPAR tem, por si só, o efeito de libertar a situação da alçada da censura penal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;188. Esse efeito redentor só se verificaria se a autorização respeitasse os apertadíssimos pressupostos de admissibilidade de que depende. Mas, como se viu, não é isso que sucede, uma vez que se trata de actos francamente desrespeitadores da disciplina estabelecida no art. 49.º da LPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C -O que está em causa é, pois, uma séria questão de estrita legalidade, nunca uma questão de gostos ou de inclinações estéticas, nem sequer de discricionaridade técnica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;189. Como denotam esclarecedoramente as alegações precedentes, o que está em causa nos presentes autos, e que impele os autores a assumirem a presente iniciativa processual, não são motivações estéticas subjectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;190. Do que se trata é de zelar pelo cumprimento da lei e pela preservação de um bem do património cultural cujo relevo e importância se exprimem na protecção penal que o ordenamento jurídico lhe concede _ ao ponto de cominar com pena de privação da liberdade todo aquele que beliscar a sua integridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;191. Do que se trata é de levar a sério a necessidade de cumprimento da lei, sem tergiversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;192. E não se diga que as decisões impugnadas do IPPAR se traduzem no uso de um poder de discricionaridade (técnica), resguardado de qualquer fiscalização judicial _ poder que lhe daria a prerrogativa de impor à comunidade a concepção estética de um determinado arquitecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;193. De tal discricionaridade técnica dispôs o IPPAR, isso sim, no momento em que, já em Setembro de 1993, emitiu o despacho por força do qual atribuiu ao conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado o estatuto de bem cultural em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;194. Nessa ocasião, o IPPAR, segundo critérios técnicos insindicáveis, poderia ter liminarmente indeferido o pedido de classificação que lhe apresentara o Município do Porto, poderia ter considerado que aquele espaço municipal não era suficientemente importante e valioso para merecer ser defendido através da servidão inerente ao estatuto de bem em vias de classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;195. Nessa ocasião, poderia mesmo o IPPAR ter julgado, segundo o juízo estético dos seus técnicos, que o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado era um espaço público desordenado e sem nenhum valor histórico-arquitectónico; poderia mesmo o IPPAR ter defendido a sua transformação (requalificação) em outra coisa diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;196. Tudo isso poderia ter acontecido. Mas nada disso aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;197. O IPPAR, em Setembro de 1993, pelo contrário, no exercício da discricionaridade técnica que então era ineliminável, entendeu (e bem) que o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado era suficientemente valioso para beneficiar do estatuto de bem em vias classificação, com a inerente aplicação dos meios jurídico-administrativos e jurídico-penais de protecção da sua integridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;198. A discricionaridade do IPPAR terminou e esgotou-se aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;199. A partir desse momento, o IPPAR passou a estar rigorosamente vinculado ao dever de proteger a outrance aquilo mesmo que considerara valioso e culturalmente relevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;200. A criatura impõe-se, pois, ao criador, que deixa de dela poder dispor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;201. Uma vez distinguido um qualquer bem com a honra da classificação (ou do juízo preliminar que o coloca em vias de classificação), jamais o IPPAR poderá autorizar qualquer intervenção que o destrua, o danifique ou, simplesmente, o desfigure.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;VII -Conclusão &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eis, pois, meritíssimo Juiz, os factos e as razões pelas quais se pede de V.Exa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Declare nulo o Despacho do presidente do IPPAR de 06 de Junho de 2005, que autorizou a primeira fase das obras realizadas pela Metro do Porto, SA no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Declare nulo o Despacho do presidente do IPPAR de 11 de Dezembro de 2005, que autorizou a segunda fase das obras realizadas pela Metro do Porto, SA no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Condene o MAOTDR a ordenar à Metro do Porto, SA que tome todas as medidas necessárias ao efectivo cumprimento das condições impostas no Parecer Final da Avaliação de Impacte Ambiental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Declare que a obra realizada pela Metro do Porto, SA no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado está sujeita a licenciamento municipal e ao procedimento de audiência prévia previsto no art. 4.º da Lei n.º 83/95, de 31 de Agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor: à presente acção atribui-se o valor de € 15 000,00 (quinze mil euros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requer-se, nos termos do art. 528.º do CPC, a intimação da Metro do Porto SA para trazer aos autos, no prazo de que dispõe para dedução da contestação, todos os volumes do EIA (estudo de Impacte Ambiental) elaborado para efeitos do procedimento de AIA (Avaliação de Impacte Ambiental) a que foi sujeito o projecto geral de construção do sistema de metro ligeiro do Porto, para fazer prova do que se alega nos artigos 84, 85 e 86 desta peça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junta: procurações forenses, 20 documentos, duplicados e cópias legais, bem como comprovativo do pagamento antecipado da taxa de justiça inicial. »&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A SOCIEDADE DE ADVOGADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATIAS SERRA · FERREIRA DA SILVA · PAULA MANO · &lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;PAULO DUARTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; · SOFIA PENAJOSÉ PEDRO LIBERAL . BENEDITA GONÇALVES . MARTA REGO RIBEIROADVOGADOS ESTAGIÁRIOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PRAÇA PEDRO NUNES, 94 4050-466 PORTO TELEF. 226091116 / FAX 226000882E-MAIL: mslawfirms (at) netcabo.pt HOMEPAGE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mspadvogados.org/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.mspadvogados.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html" target=""&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Arquivado em &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html" target="_blank"&gt;Os Aliados e a Justiça &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Outros &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-index.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;ÍNDICES&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; - Home &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;ALIADOS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-114737821042828036?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/114737821042828036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/114737821042828036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/05/aco-administrativa-especial.html' title='Acção Administrativa Especial'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113761756915047613</id><published>2006-01-18T20:28:00.000Z</published><updated>2006-01-18T21:01:12.913Z</updated><title type='text'>Resposta aos contraditórios do IPPAR e da Metro do Porto</title><content type='html'>&lt;u&gt;&lt;span style="color:#800080;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;Resposta aos contraditórios do &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/o-ippar-e-os-aliados-documentos.html" target="_blank"&gt;IPPAR&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/contraditrio-da-metro-do-porto.html" target="_blank"&gt;Metro do Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;[resposta às excepções de natureza processual ]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;«Exmo Senhor Juiz de Direito do tribunal Administrativo e Fiscal do Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo n.º 2481/05.7BEPRT&lt;br /&gt;Processo cautelar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os requerentes nos autos, notificados das oposições apresentadas pelos requeridos, vêm pronunciar-se sobre as excepções dilatórias aí suscitadas, do modo que segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I -Quanto à providência de suspensão de eficácia do Despacho do presidente do IPPAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Ficaram os réus a saber, em função do conteúdo das oposições apresentadas, que as obras autorizadas pelo despacho suspendendo terão já sido concluídas. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; No âmbito de um processo a que, desde o início, faltou transparência &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/recusa-de-acesso-documentos.html" target="_blank"&gt;(há duas semanas atrás a Metro do Porto, SA recusou aos aqui requerentes o acesso à documentação correspondente), &lt;/a&gt;marcado por autorizações parcelares para diferentes fases da execução do plano de intervenção no &lt;span style="color:#990000;"&gt;conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado&lt;/span&gt;, e em que as obras, por duas vezes, começaram antes de haverem sido emitidas as necessárias autorizações do IPPAR, não é fácil, para um observador externo, saber quando, exactamente, termina uma coisa e começa a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Embora, no momento da apresentação do requerimento inicial, os requerentes estivessem persuadidos, em face do que era possível observar no terreno e do que se podia ler nos documentos acessíveis, que as obras da primeira fase ainda não tinham terminado, não lhes custa nada admitir que, afinal, fosse outra a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Os requerentes admitem, portanto, que as obras da primeira fase de execução do plano de intervenção no &lt;span style="color:#990000;"&gt;conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado&lt;/span&gt; tenham terminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Donde, os requerentes deixaram de ter interesse processual na suspensão da eficácia do despacho do presidente do IPPAR de 06 de Junho de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Pelo que, quanto ao pedido dessa providência cautelar, e só quanto a ele, nada há obstar à absolvição da instância daquela entidade pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Isto posto, perde qualquer utilidade a discussão da questão da alegada caducidade do direito de os requerentes pedirem tal providência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; Embora, para "defesa da honra", se deva dizer que não têm qualquer cabimento as alegações dos requeridos, uma vez que os requerentes, como resulta dos documentos juntos aos autos, apenas em &lt;span style="color:#000000;"&gt;30 de Agosto&lt;/span&gt; tiveram conhecimento do conteúdo do &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;despacho do presidente do IPPAR&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; Pelo que, mesmo que o prazo disponível para instaurar o processo cautelar fosse de apenas 3 meses (e não é, visto que se trata de providência requerida ao abrigo do art. 120.º/1-a) do CPTA, que implica, por necessidade, uma apreciação liminar da legalidade do acto, sobretudo quando se lhe imputa exclusivamente vícios geradores de nulidade), situando-se o seu termo inicial em 16 de Setembro (art. 58.º/3 do CPTA e 144.º/4 do CPC), apenas se esgotaria em 16 de Dezembro de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10&lt;/strong&gt;. Sendo, aliás, chocante que o IPPAR defenda, na sua oposição, que o prazo para a acção de impugnação deveria começar a correr antes mesmo de existir o acto impugnado, só porque, ilegalmente, as obras de execução já haviam começado previamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II -Quanto ao pedido de intimação do IPPAR para se abster de autorizar as obras da segunda fase de execução do plano de intervenção da Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; Sabendo da iminência da instauração do presente processo cautelar, o presidente do IPPAR, através de Despacho emitido no domingo de 11 de Dezembro de 2005 (reconheça-se a diligência e o desvelo de quem trabalha ao domingo), autorizou a realização das obras da segunda fase de execução do plano de intervenção da Metro do Porto, SA. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;12.&lt;/strong&gt; Desse Despacho, notificado à Metro do Porto, SA por ofício de 13 de Dezembro, tiveram os requerentes conhecimento apenas no momento em que foram notificados das oposições dos requeridos _ tratando-se, portanto, de um facto superveniente ao momento de entrada do requerimento inicial na secretaria do tribunal (12 de Dezembro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13.&lt;/strong&gt; O referido Despacho tem um significado confessório e uma consequência processual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14.&lt;/strong&gt; Um significado confessório porque, em rigor, ao autorizar os trabalhos da segunda fase da execução do plano de intervenção no &lt;span style="color:#990000;"&gt;conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado&lt;/span&gt;, os requeridos reconhecem não só que a autorização de 06 de Junho apenas à primeira fase dizia respeito, mas também, e sobretudo, que a Metro do Porto, SA, com a conivência do IPPAR, entre meados de Novembro e 13 de Dezembro, violou impunemente a lei, fazendo obras a descoberto da necessária autorização _ ou seja, os requeridos reconhecem o que, a tal propósito, é alegado no requerimento inicial deste procedimento cautelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15.&lt;/strong&gt; A consequência processual é óbvia: tendo o IPPAR autorizado a realização das obras da segunda fase do plano de intervenção da Metro do Porto, SA, o pedido da providência de intimação para a correspondente abstenção deixou de ter, supervenientemente, qualquer utilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16.&lt;/strong&gt; Quanto a este pedido cautelar, admite-se, naturalmente, sem qualquer rebuço, a inevitabilidade de extinção parcial da instância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17.&lt;/strong&gt; Boa parte do conflito entre as partes (melhor dizendo, entre os requeridos e os bens de fruição colectiva defendidos pelos requerentes), transferir-se-á para o processo cautelar endereçado ao decretamento da suspensão da eficácia do Despacho do presidente do IPPAR de 11 de Dezembro, cujo requerimento inicial, no momento presente, já deu entrada na secretaria deste tribunal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III -Quanto à providência de intimação para a Metro do Porto, SA cessar as obras que vem realizando&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18.&lt;/strong&gt; Quanto ao pedido de intimação para a cessação das obras em curso, a Metro do Porto, SA alega, desde logo, que, por extemporaneidade, teria caducado o direito de acção dos requerentes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19.&lt;/strong&gt; No entendimento daquela requerida, ter-se-ia esgotado o prazo de 3 meses previsto no art. 58.º do CPTA, referente à acção especial de impugnação de actos administrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20.&lt;/strong&gt; Ora se, em tese, poderia admitir-se semelhante raciocínio quanto à providência de suspensão de eficácia, já o mesmo se revela completamente descabido a respeito da providência de que ora se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21.&lt;/strong&gt; Efectivamente, a providência de intimação para a cessação das obras, como se esclarece no artigo 8 do requerimento inicial, constitui preliminar da acção principal em que se pedirá a &lt;span style="color:#000000;"&gt;condenação do IPPAR, do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT) e do Município do Porto&lt;/span&gt; a, no exercício das competências de fiscalização e regulação que a lei lhes atribui, emitirem decisões que obriguem a Metro do Porto SA a cessar as obras ilegais que vem realizando e a repor a situação preexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22.&lt;/strong&gt; Trata-se, portanto, de uma acção administrativa especial destinada à condenação na prática de um acto devido (arts. 66.º e ss. do CPTA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23.&lt;/strong&gt; Como decerto é do conhecimento da Metro do Porto, SA (haja honestidade argumentativa!), os prazos para a propositura deste tipo de acção especial acham-se previstos no art. 69.º do CPTA, e não no art. 58.º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24.&lt;/strong&gt; Ora, tratando-se, no caso em apreço, de uma situação em que as entidades a demandar na acção principal, não obstante as instâncias dos requerentes, continuam inertes e silentes (não deferindo, nem indeferindo), o direito de acção apenas caduca decorrido que seja 1 ano após o termo do prazo legal para a prática do acto devido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25.&lt;/strong&gt; Sabendo-se que, no caso dos autos, a actuação ilegal da Metro do Porto, SA se iniciou em Maio de 2005, é patente, mesmo que o prazo de 1 ano se iniciasse nesse mês, que jamais se pode dizer ter caducado o direito de agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26.&lt;/strong&gt; Além da excepção de caducidade do direito de agir _ que já vimos ser completamente infundada _, alega também a Metro do Porto, SA que os requerentes não teriam indicado, no requerimento inicial, a acção principal de que dependeria a providência cautelar de intimação para a cessação das obras, em pretensa violação do disposto no art. 114.º/3-e) do CPTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27.&lt;/strong&gt; A este respeito, a Metro do Porto, SA ensarilha-se em equívocos de vária ordem. Desmontemo-los:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28.&lt;/strong&gt; Em primeiro lugar, deve sublinhar-se que não há qualquer violação do art. 114.º/3-e) do CPTA, uma vez que os requerentes, no já citado 8 do requerimento inicial, identificam com clareza o processo principal a que, subsequentemente, será apenso o presente processo cautelar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29.&lt;/strong&gt; O problema daquela requerida, aliás, é outro (embora por ela própria incorrectamente equacionada): a Metro do Porto, SA crê que o pedido cautelar que contra ela é dirigido tem de ser dependência de uma acção principal também contra ela proposta; e como uma acção contra um particular (no caso uma sociedade anónima) não pode ser instaurada ao abrigo da legitimidade popular, por força do disposto no art. 37.º/3 do CPTA, faltaria aos requerentes legitimidade para demandarem a concessionária de metro do Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30.&lt;/strong&gt; Entendamo-nos: é verdade que o disposto no art.º 37.º/3 do CPTA não admite uma acção popular proposta por particulares contra outros particulares. Ninguém minimamente sabedor porá isso em causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31.&lt;/strong&gt; É, de resto, por isso mesmo, que os requerentes não instaurarão contra a Metro do Porto, SA qualquer acção principal _ a qual, pois, deliberadamente, se omitiu no artigo 8 do requerimento inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;32.&lt;/strong&gt; O que é, porém, absolutamente despropositado é pensar-se, ou pretender-se, que uma providência cautelar de abstenção de um comportamento por parte de um particular só pode ser dependência de uma acção principal contra ele próprio instaurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;33.&lt;/strong&gt; No direito processual administrativo português, já há muito é possível, no âmbito da providência de intimação para um comportamento que estava prevista no art. 86.º da LEPTA, que os particulares solicitem a abstenção de uma conduta de outro particular como meio acessório de uma acção principal proposta contra a entidade pública inerte no exercício das suas competências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;34.&lt;/strong&gt; Mais: no âmbito do art.86.º da LEPTA, era mesmo forçoso, e inevitável, que a acção principal fosse proposta contra o órgão administrativo competente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35.&lt;/strong&gt; O art.112.º/2-f) do CPTA, que sucede àquele preceito da LEPTA, continua a permitir, evidentemente, providências de intimação contra particulares como dependência e acessório de acções principais promovidas contra entidades públicas _ é, de resto, essa a situação normal .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;36.&lt;/strong&gt; O art. 37.º/3 do CPTA (referente à acção administrativa comum, e não à especial), não pondo em causa o acquis proveniente da intimação para um comportamento do art.86.º da LEPTA (sobretudo se se pensar que o CPTA está impregnado e é dominado pelo princípio pro actione), acrescenta-lhe, no domínio do chamado contencioso de particulares, um plus inovador: permite que um particular possa demandar em via principal um outro particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;37.&lt;/strong&gt; Donde, em face do direito em vigor, o contencioso administrativo de particulares compreende duas modalidades: providência de intimação requerida por um particular contra outro particular como acessório de uma acção administrativa especial proposta contra uma entidade pública, ao abrigo do art. 112.º/2-c) do CPTA; acção administrativa comum instaurada por um particular contra outro particular, com base no art. 37.º/3 do CPTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;38.&lt;/strong&gt; No caso em apreço, a providência cautelar cujo decretamento é pedido pelos requerentes insere-se na primeira daquelas modalidades: é, portanto, inteiramente admissível, sem ter que constituir apenso de qualquer acção principal a instaurar contra a Metro do Porto, SA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, considerando os conhecimentos e os factos supervenientes à instauração do processo cautelar (bem reveladores, aliás, do comportamento lastimável das requeridas), entendem os requerentes que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; deve o IPPAR ser absolvido da instância quanto à providência de suspensão de eficácia do Despacho de 06 de Junho de 2005, uma vez que, por já estar a sua execução consumada, deixou de haver interesse processual;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; deve julgar-se extinta a instância quanto ao pedido de intimação do IPPAR para se abster de autorizar as obras da segunda fase de execução do plano de intervenção da Metro do Porto, SA, dado que aquela entidade já emitiu tal autorização, através do Despacho, da autoria do seu presidente, datado de 11 de Dezembro;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; deve a instância continuar normalmente a sua tramitação relativamente ao pedido de intimação da Metro do Porto, SA para cessar as obras de demolição que vem realizando no conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mspadvogados.org/" target="_blank"&gt;A Sociedade de Advogados&lt;/a&gt;»&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113761756915047613?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113761756915047613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113761756915047613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/resposta-aos-contraditrios-do-ippar-e.html' title='Resposta aos contraditórios do IPPAR e da Metro do Porto'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113753004556629320</id><published>2006-01-17T20:10:00.000Z</published><updated>2006-07-11T12:46:15.673+01:00</updated><title type='text'>Os Aliados e a Justiça</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;12 Maio 2006- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/05/nos-jornais.html" target="_blank"&gt;Nos jornais&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; -Obras nos Aliados em tribunal- no JN&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;11 Maio 2006- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/05/aco-administrativa-especial.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Acção Administrativa Especial&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; -«Deu entrada no Tribunal Administrativo do Porto -tal como foi anunciado na nota à imprensa do mês de Fevereiro divulgada pelas associações &lt;a href="http://www.campoaberto.pt/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;GAIA&lt;/a&gt; após se ter sabido que a pretensão de suspender as obras não tinha sido atendida-uma &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/05/aco-administrativa-especial.html" target="_blank"&gt;Acção Administrativa Especial&lt;/a&gt; (Versão em pdf &lt;a href="http://documentospva.no.sapo.pt/aliados/Aliados-accao-principal.pdf" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; )»&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 Fev 2006&lt;/strong&gt;- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/02/nos-jornais_24.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos jornais &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;- «&lt;em&gt;Mudança nos Aliados não é irreversível&lt;/em&gt; no Jornal de Noticias: Tribunal Administrativo recusa providência cautelar argumentando que seria possível repor o original por Carla Sofia Luz.»&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 Fev 2006&lt;/strong&gt;-&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/02/nota-imprensa.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nota à imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - «Obras na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade»&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 Fev 2006&lt;/strong&gt;- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/02/nos-jornais.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;- «Tribunal indefere providência cautelar para travar obras na Avenida dos Aliados- Nuno Corvacho -No Público; Obras nos Aliados acabam em Maio -no Jornal de Noticias ; Providência cautelar dos Aliados “improcedente” - N' O Primeiro de Janeiro; Obras nos Aliados são legais- no Jornal de Noticias ; Metro do Porto: obras nos Aliados são legais - no PortugalDiário; Queixa contra as obras nos Aliados - no Jornal de Noticias.»&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;25 Jan 2006-&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/avenida-que-no-cabe-em-si.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;A avenida que não cabe em si&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;-«Apesar de a Câmara Municipal do Porto (CMP) não ser alvo da acção cautelar por nós interposta a 12 de Dezembro, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, seguindo a sugestão da Metro do Porto, decidiu dar-lhe oportunidade de também apresentar o seu contraditório, o que ela fez a 17 de Janeiro (texto integral aqui em formato pdf)....»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;17 Jan 2006-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia-novos-documentos.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Os Aliados e a Justiça: novos documentos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;- &lt;em&gt;«1) Como já antes referimos, as associações cívicas APRIL, Campo Aberto e GAIA entregaram em 6 de Janeiro, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, uma nova acção cautelar pedindo a suspensão de eficácia do parecer do IPPAR que ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;5 Jan 2006-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/contraditrio-da-metro-do-porto.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Contraditório da Metro do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; -&lt;em&gt;«Disponibilizamos neste endereço um ficheiro pdf com o contraditório da Metro à nossa acção cautelar, entregue em tribunal na semana passada e chegado às nossas mãos na terça-feira, 3 de Janeiro. Não vamos fazer um comentário exaustivo a ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;7 Jan 2006-&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/nos-jornais-nova-aco-para-travar-as.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais-"Nova acção para travar as obras nos Aliados"&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;-«No Jornal de Notícias por Carla Sofia Luz Associações reclamam a suspensão de eficácia do aval do IPPAR No processo, lembram que destruir património em classificação é "crime" (...)»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;3 Jan 2006-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/o-ippar-e-os-aliados-documentos.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;O IPPAR e os Aliados: documentos &amp; comentários&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;«Conforme já foi &lt;/em&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;em&gt; referido, e também &lt;/em&gt;&lt;em&gt;noticiado no JN&lt;/em&gt;&lt;em&gt;, a acção cautelar contra a Metro do Porto e o IPPAR apresentada no Tribunal Administrativo do Porto em 12 de Dezembro registou na semana passada uma importante evolução: pela resposta do IPPAR ao tribunal ficou-se a saber da nova (quase repentina) autorização emitida por esse organismo para as obras nos Aliados. (...)»&lt;/em&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1 Jan 2006-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/nos-jornais-metro-iniciou-obra-sem.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais- Metro iniciou obra sem aval&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - «&lt;em&gt;No &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Jornal de Notícias &lt;/em&gt;&lt;em&gt;por Carla Sofia Luz -"(...) É a segunda vez que não é cumprida esta formalidade, imprescindível de acordo com a legislação nacional. As máquinas começaram a esventrar a áreas centrais dos Aliados na &lt;/em&gt;&lt;em&gt;última semana de Novembro&lt;/em&gt;&lt;em&gt; e só a 13 de Dezembro é que o IPPAR concedeu a autorização" (...).» &lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;30 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/ippar-trabalha-ao-domingo.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IPPAR trabalha ao domingo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;«O IPPAR, um dos alvos da &lt;/em&gt;&lt;em&gt;acção cautelar&lt;/em&gt;&lt;em&gt; que deu entrada no dia 12 de Dezembro no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, apresentou ao mesmo tribunal o seu contraditório na passada quarta-feira, 28 de Dezembro. Temos já cópia desse documento e, logo que possível, ele será aqui transcrito e comentado. (...)»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;26 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-polmica-no-trava-as-obras.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais -"Polémica não trava as obras"&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;«... Associações cívicas apresentaram uma providência cautelar reclamando a interrupção dos trabalhos. ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;24 Dez 2005-&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-metro-do-porto-prossegue.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais- "Metro do Porto prossegue obras de requalificação nos ...&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;-«&lt;em&gt;Os trabalhos da Metro do Porto na Avenida dos Aliados prosseguiam ontem sem aparentes constrangimentos, apesar da providência cautelar apresentada por um grupo de associações cívicas no sentido da suspensão das obras. ...»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;24 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-metro-do-porto-prossegue.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais- "Metro do Porto prossegue obras de requalificação nos ...&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; -&lt;em&gt;«No Público - por Nuno Corvacho: «Providência cautelar interposta por associações não faz suspender trabalhos. Metro recusou pedido de consulta do processo, feito pelos ambientalistas da Campo Aberto, e defende legalidade da obra ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/notcias.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Notícias&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;«&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Metro do Porto: ambientalistas em tribunal para parar obras&lt;/em&gt;&lt;em&gt;-in Portugal Diário; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;(...)&lt;/em&gt;&lt;em&gt; Aliados com providências cautelares»- no Primeiro de Janeiro; No Público: por Nuno Corvacho «Associações cívicas exigem à Metro do Porto que suspenda obras nos Aliados- Alegadas "violações à lei" na base da &lt;/em&gt;&lt;em&gt;providência cautelar&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. Metro do Porto já foi citada para efeitos de contestação »&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;22 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-futuro-da-obra-nos-aliados.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais- "Futuro da obra nos Aliados está nas mãos do tribunal"&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; -&lt;em&gt;«Hoje no JN - "Polémica: Providência cautelar para suspender a empreitada actualmente em curso enviada para o Tribunal Administrativo e Fiscal- Apontadas várias ilegalidades à Metro e ao IPPAR - Obras na Avenida dos Aliados avançam" ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;20 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Providências cautelares contra Metro do Porto SA e IPPAR&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; -&lt;em&gt;«&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Texto da petição apresentada no Tribunal Administrativo &lt;/em&gt;&lt;em&gt;(Texto do requerimento inicial do processo cautelar preliminar à acção popular a instaurar contra o IPPAR, o MAOT e o Município do Porto)»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;20 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/comunicado-imprensa.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;CAMPO ABERTO - comunicado à imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;-«Acção judicial pela salvaguarda da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade -CAMPO ABERTO - comunicado à imprensa - 20/XII/2005 Obras devem ser paradas de imediato No âmbito de uma acção popular a instaurar contra o IPPAR, o Ministério ... »&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;15 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/participao-na-aco-judicial-pela.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;PARTICIPAÇÃO NA ACÇÃO JUDICIAL PELA SALVAGUARDA DA AVENIDA DOS ...&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;«Deu entrada na segunda-feira, 12 de Dezembro, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, uma acção popular, animada pelas associações APRIL, Campo Aberto e GAIA, contra a Metro do Porto eo IPPAR, com vista a suster, enquanto é tempo ...»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;10 Dez 2005-&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/do-parecer-do-ippar-e-da-sua.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Do parecer do IPPAR e da sua ilegalidade- opinião jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;«[transcrito do Texto da petição apresentada no Tribunal Administrativo (requerimento inicial do processo cautelar preliminar à acção popular a instaurar contra o IPPAR, o MAOT e o Município do Porto) ]»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;10 Dez 2005-&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005_12_01_avenida-dos-aliados-porto_archive.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Nos Jornais- "Futuro da obra nos Aliados está nas mãos do tribunal"&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;em&gt;-«Hoje no JN - "Polémica: Providência cautelar para suspender a empreitada actualmente em curso enviada para o Tribunal Administrativo e Fiscal- Apontadas várias ilegalidades à Metro e ao IPPAR - Obras na Avenida dos Aliados avançam, mas tribunal pode decretar a sua paralisação Por Hugo Silva(...)»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;10 Dez 2005&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-o-ippar.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Providências cautelares contra o IPPAR e a METRO enviadas para o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;1 Dez 2005&lt;/strong&gt;-&lt;/span&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/dos-jornais-providncia-cautelar-pode.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Dos Jornais -"Providência cautelar pode parar as obras nos Aliados"&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;- &lt;em&gt;«Hoje no Jornal de Notícias- por Carla Sofia Luz: As máquinas iniciaram, há uma semana, a retirada da calçada portuguesa e a destruição dos canteiros na placa central da Avenida dos Aliados, no Porto. Mas os trabalhos poderão parar. As associações cívicas &lt;/em&gt;&lt;a href="http://campoaberto.pt/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Campo Aberto&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; , &lt;/em&gt;&lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;GAIA&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, e &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.april.org.pt/apresentacao.php" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;APRIL&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, estão decididas a travar a obra e vão interpor, nos próximos dias, duas acções contra o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e a Empresa Metro, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto....»&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Outros &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-index.html" target="_blank"&gt;ÍNDICES&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;Home&lt;/em&gt; &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ALIADOS&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113753004556629320?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113753004556629320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113753004556629320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html' title='Os Aliados e a Justiça'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113614973506250649</id><published>2006-01-01T20:56:00.000Z</published><updated>2006-01-01T23:50:11.933Z</updated><title type='text'>Opinião # 24 -"O absurdo, mais uma vez!"</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;A.C.E.R.-ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DE ESTUDOS REGIONAIS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://www.acer.web.pt/" target="_blank"&gt;http://www.acer.web.pt/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;(Enviado por ofício à C. M. do Porto em 16.03.2005;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;aos Grupos dos Partidos na A.M em 11.06.2005; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;à Delegação da Unesco em 14.06.2005 )&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;O absurdo, mais uma vez!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I - &lt;/strong&gt;Em 1914 foi lançada por Elísio de Melo a proposta de construção da Avenida dos Aliados aprovada pela Câmara em 1915, sendo contratados os serviços do urbanista Barry Parker para a desenvolver.&lt;br /&gt;Nas "Memórias" (Arquivo Histórico Municipal do Porto) redigidas por este engenheiro inglês, aquando das reuniões com a edilidade, pode ler-se&lt;em&gt; "Longas superfícies de ruas ou de estradas somente dão uma sensação de monotonia, de fadiga, de vácuo. O planeador de hoje já não projecta ruas intermináveis em comprimento. O seu desígnio é criar quadros pitorescos em cada ponto, quadros de agradável dimensões e agradáveis proporções entre os comprimentos, larguras e alturas".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Acrescentava ainda: &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;"Senti que era meu dever melhorar e não destruir a boa forma e as proporções das vossas praças da Liberdade e da Trindade, aumentando mesmo, em cada uma delas a impressão de encerramento e protecção a que os planeadores de cidades dão tanta importância, quando tratando de praças como estas. Mas o que mais fará despertar a ideia de largura, de amplidão, de comprimento e de dignidade da Avenida é o ela ser parcialmente limitada por linhas convergentes em vez de o ser por linhas exclusivamente paralelas".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O edifício da Câmara &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;"deverá ser de frente dupla dando de um lado para a nova Praça e do outro para a Praça da Trindade. Fica dominando todo o plano".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Pretendia ‘melhorar em vez de amesquinhar a Praça da Liberdade; a Praça da Trindade não parecerá confinar desairosamente com as edificações do lado sul da praça da Liberdade ou com a Igreja da Trindade.&lt;br /&gt;Resultava daí que a praça da Liberdade assumia, no projecto Barry Parker, um papel destacado: &lt;em&gt;"continuará a ser o vosso principal centro de tráfico, pois que o trânsito pela nova Avenida não será muito grande".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto Siza Vieira/Souto Moura altera o desenho da praça da Liberdade, pois:&lt;br /&gt;-propõe a modificação da actual placa central que, de ovalizada, passa a longitudinal e alinhada com as placas da Av. dos Aliados.&lt;br /&gt;-aumenta a largura dos passeios do lado poente e nascente anexando-os aos da Av. dos Aliados e que ficam plantados de árvores;&lt;br /&gt;-substitui o actual piso, em pequenas pedras de basalto e calcário formando desenhos em alguns sítios, por cubos de granito escuro (segundo parece vindas da China!), que irão cobrir passeios, faixas de rodagem e o núcleo central da praça;&lt;br /&gt;Como consequência, a Praça da Liberdade deixará de ser um espaço perfeitamente individualizado, para passar a ser um mero prolongamento da Avenida dos Aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo que Barry Parker queria manter (‘a boa forma e as proporções’, a ‘impressão de encerramento’) e de evitar ( ‘as longas superfícies de ruas,’ 'as linhas exclusivamente paralelas’) fica gravemente comprometido com o projecto Siza Vieira/Souto Moura.&lt;br /&gt;Por outro lado, não se justifica o estreitamento da Praça da Liberdade por passeios mais largos e filas de árvores pois não ocorreram modificações nos prédios adjacentes. Eles continuam com a mesma implantação e merecem, pela sua qualidade arquitectónica, continuar a serem apreciados havendo espaço livre em frente às suas frontarias e não serem, ainda que parcialmente, ocultadas por copas de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao apreciar-se a antevisão do projecto existente no átrio da Câmara fica-se perplexo e aturdido com semelhante ‘requalificação’. O impacto da mancha negra fazendo desaparecer os espaços ajardinados e canteiros provoca mesmo angústia. Numa cidade, onde são escassos os espaços verdes como se compreende a impermeabilização de toda a Avenida dos Aliados? Que ‘arquitectura paisagista’ é esta que nos é proposta pelo dream-team ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a intervenção Siza Vieira/Souto Moura, o actual Presidente da Cãmara pretende ‘marcar seguramente a história da cidade’ (in jornal ‘Público’ de 15 de Março 2005).&lt;br /&gt;Em nosso entender, o projecto dos dois arquitectos tenderá a provocar:&lt;br /&gt;- uma desqualificação da praça da Liberdade tornando-a um residual da Av. dos Aliados não respeitando a sacralidade do sítio onde em 7 de Maio de 1829 foram supliciados liberais e em 1891 foi proclamada, pela primeira vez, a República.&lt;br /&gt;-uma ‘requalificação’ para o conjunto Praça+Avenida que, &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/opinio-1-silncio-obra-vai-comear.html" target="_blank"&gt;segundo a Arq. Teresa Andresen (in Público’ de 22 Março 2005)&lt;/a&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;opta pela neutralização da cor. Que não atende ao carácter neoclássico /beauxartiano/eclético dos edifícios circundantes, assim como do espaço avenida e do espaço praça que ali coabitam construídos ao longo do tempo e nunca de uma vez só".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Numa cidade onde a ‘Porto 2001’ deixou um ‘legado’ de espaços ‘clonados’ (Cordoaria, entre outros), o projecto Siza Vieira/Souto Moura alinha com a estratégia de descaracterização que está a tornar o Porto irreconhecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A poucos dias da inauguração da estátua de D. Pedro IV comentava-se no "Commercio do Porto" de 13 de Outubro de 1866: &lt;em&gt;"É fora de dúvidas que uma das excellentes qualidades d'esta obra monumental está na boa harmonia das proporções da sua altura relativamente ao espaço da praça; o monumento não podia ser maior nem menor do que realmente está, e n'isto mostrou o snr. Calmels os seus grandes conhecimentos como estatuário".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante quase 140 anos não houve intenção por parte das várias edilidades de a inverter ou deslocar o que significa concordância com a posição escolhida. Como se compreende então ser necessário inverter a posição da estátua voltando-a para a Câmara Municipal? Numa altura, de contenção da Despesa Pública como justificar este esbanjamento em semelhante intervenção?&lt;br /&gt;O arq. Siza Vieira, aquando da sessão de apresentação do seu projecto na reunião do executivo camarário em 10 de Outubro de 2000, argumentava que&lt;em&gt; ‘hoje a centralidade da escultura perdeu o sentido. A estátua não está no centro de nada’&lt;/em&gt;. Queria-se referir às consequências da demolição do antigo edifício da Câmara Municipal que se situava no extremo norte da Praça da Liberdade. Pretendia com o seu projecto &lt;em&gt;‘restituir a importância que ela tinha no projecto inicialmente gizado pelo arquitecto Barry Parker’&lt;/em&gt;. Para tal, propunha&lt;br /&gt;dar &lt;em&gt;‘uma nova centralidade à estátua’&lt;/em&gt; fazendo-a &lt;em&gt;‘deslocar uns metros para o lado do Passeio das Cardosas’ &lt;/em&gt;(in jornal ‘Público’ de 11.10. 2000).&lt;br /&gt;Ora, não vemos como colocando a estátua de D. Pedro IV no extremo da placa central ela irá ganhar a &lt;em&gt;‘nova centralidade’&lt;/em&gt;. A não ser que se pense em demolir o Palácio das Cardosas aumentando para sul a projectada avenida!&lt;br /&gt;Por outro lado, Barry Parker, nunca se referiu a qualquer perda de centralidade da estátua ao procurar, no seu plano, respeitar a&lt;em&gt; ‘ vista que vai da estátua no centro da Praça da Liberdade até à torre da Igreja da Trindade’&lt;/em&gt;. Ao mesmo tempo considerava a Praça da Liberdade &lt;em&gt;‘já fechada pelas edificações da parte sul’&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua posição actual, a estátua ganha monumentalidade ao ficar na intersecção de dois eixos visuais partindo dos torreões da ‘Nacional’ e do edificio onde esteve o Banco Inglês. Ao ser rodada de 180º a sua leitura frontal fica prejudicada pelo fundo uniforme do Palácio das Cardosas com cuja massa arquitectónica se confundirá.&lt;br /&gt;Por outro lado, desaparece o efeito de surpresa que se colhe hoje a quem descendo a rua dos Clérigos e entra na Praça da Liberdade surgindo-lhe então a estátua. Se o monumento for deslocado mais para sul ficando no enfiamento com a Igreja dos Congregados ele começa a ser visto na posição invertida desde o início da Rua dos Clérigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Camels, o autor da estátua de D. Pedro IV, ao descrever o seu projecto afirmava: &lt;em&gt;"... procurei sair da rotina ordinária sem todavia me afastar das regras que os artistas da antiguidade nos legaram".&lt;/em&gt; O Duque de Saldanha vendo a figura régia esculpida em bronze teria dito:&lt;em&gt; "É o mais perfeito retrato do Imperador que tenho visto"&lt;/em&gt; (in jornal "O Nacional" de 22 de Agosto de 1865). Sant'Anna Dionísio, no "Guia de Portugal": &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;"Depois do monumento a D. José I, no Terreiro do Paço, é estátua-equestre mais valiosa que o país possui, superando como obra de arte a estátua de D. João IV (de Francisco Franco), de Vila Viçosa".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Foi certamente atendendo ao seu valor histórico-artístico que, em 1982, o Decreto n.º 28/82 de 26-2 a classificou como Imóvel de Interesse Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No discurso da inauguração da estátua de D. Pedro IV, o rei D. Fernando afirmou:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;em&gt;"O monumento que ali está erigido acabará um dia, como se finou o cidadão ilustre a quem é consagrado. O tempo tudo destrói, gastará aquele bronze, e fará desmoronar os mármores sobre que assentam os seus fundamentos. O esforço e a energia do homem não pode chegar a eternizar senão a fama.&lt;br /&gt;Mas a recordação do Rei, do Legislador e do Soldado perpetuar-se-á com a memória da Liberdade, que deu à sua Pátria, e com o testemunho das grandes virtudes cívicas que lhe ornaram o espírito".&lt;/em&gt;’(in ‘Comércio do Porto’ de 20.Outubro.1866).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estátua de D. Pedro IV, apesar dos seus quase 140 anos parece ostentar um relativo bom estado de conservação. A predição de D. Fernando ainda está longe de se concretizar. O seu bronze não está gasto e os mármores em que assentam os seus fundamentos ainda não se desmoronaram.&lt;br /&gt;Contudo, o afastamento do local onde foi erigido não provocará danos no monumento?&lt;br /&gt;E ficando em posição invertida com leitura mais difícil e sem a monumentalidade que tinha, isso não representará um menosprezo pela memória do Rei Libertador por parte da ‘Invicta Cidade’ em cujo escudo municipal D. Pedro IV, em 8 de Abril de 1833, mandou apor a condecoração da Torre e Espada ‘em honrosa comemoração dos sacrifícios por que se achava passando’ durante o Cerco do Porto ?&lt;br /&gt;Que ‘gratidão’ é esta a de hoje para com os ‘Soldados e Generais todos descuidados da vida nessas linhas e nesses redutos apresentávamos nossos peitos ao ferro e fogo inimigos’? »&lt;br /&gt;Porto, 16 de Março de 2005&lt;br /&gt;A.C.E.R.-ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DE ESTUDOS REGIONAIS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#333333;"&gt;(texto recebido hoje e hoje publicado com autorização da &lt;a href="http://www.acer.web.pt/" target="_blank"&gt;A.C.E.R&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113614973506250649?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113614973506250649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113614973506250649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/opinio-24-o-absurdo-mais-uma-vez.html' title='Opinião # 24 -&quot;O absurdo, mais uma vez!&quot;'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113561882228832879</id><published>2005-12-29T17:19:00.000Z</published><updated>2006-05-09T17:36:13.180+01:00</updated><title type='text'>Donativos pelos Aliados</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Actualizado em 9/V/2006&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgamos aqui todos os donativos recebidos para &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/participao-na-aco-judicial-pela.html" target="_blank"&gt;apoiar a acção judicial&lt;/a&gt; pela salvaguarda da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade. Agradecemos calorosamente a todos os Aliados que contribuiram para esta nossa causa comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adalberto Dias Ramalho - 10 euros&lt;br /&gt;- Alexandra Azevedo - 20 euros&lt;br /&gt;- Alexandra Leal - 10 euros&lt;br /&gt;- Alexandre Borges Gomes - 100 euros&lt;br /&gt;- Alice Guimarães - 5 euros&lt;br /&gt;- Amélia Oliveira - 5 euros&lt;br /&gt;- Américo Fernandes - 5 euros&lt;br /&gt;- Ana Luísa Silva - 25 euros&lt;br /&gt;- Anacleto Vaz - 5 euros&lt;br /&gt;- Anibal Oliveira - 5 euros&lt;br /&gt;- Anna Olsson - 150 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 20 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 25 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 80 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 20 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 10 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 30 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 100 euros&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Anónimo&lt;/em&gt; - 20 euros&lt;br /&gt;- Anselmo Silva - 5 euros&lt;br /&gt;- Antero Leite - 10 euros&lt;br /&gt;- António Carvalho - 5 euros&lt;br /&gt;- C. Carvalho - 10 euros&lt;br /&gt;- Carla Alves - 5 euros&lt;br /&gt;- Carlos Alves - 10 euros&lt;br /&gt;- Carlos Pires Veloso - 15 euros&lt;br /&gt;- Catarina Moreira - 5 euros&lt;br /&gt;- Cecilia Novais - 5 euros&lt;br /&gt;- Célia Sousa - 5 euros&lt;br /&gt;- Clemente Silva - 5 euros&lt;br /&gt;- Costa Dias - 5 euros&lt;br /&gt;- Daniela Albano - 5 euros&lt;br /&gt;- Domingos - 10 euros&lt;br /&gt;- Emília Fernanda - 5 euros&lt;br /&gt;- Ermelinda Fernandes - 10 euros&lt;br /&gt;- Fátima Albano - 5 euros&lt;br /&gt;- Fernando Fernandes - 10 euros&lt;br /&gt;- Fernando Vilarinho - 25 euros&lt;br /&gt;- Ferreira Leite - 5 euros&lt;br /&gt;- Gualter - 10 euros&lt;br /&gt;- Heitor Araújo - 25 euros&lt;br /&gt;- Helena Rocha Melo - 50 euros&lt;br /&gt;- Henrique Barros - 25 euros&lt;br /&gt;- Ilídio Costa - 20 euros&lt;br /&gt;- Joana Andresen Guedes - 200 euros&lt;br /&gt;- João Paulo Soares - 25 euros&lt;br /&gt;- Jorge Mesquita - 100 euros&lt;br /&gt;- José Alberto Rio Fernandes - 80 euros&lt;br /&gt;- José Brandão Pedro - 50 euros&lt;br /&gt;- José Francisco Junqueira - 25 euros&lt;br /&gt;- José Pulido Valente - 20 euros&lt;br /&gt;- Júlia Lourenço - 100 euros&lt;br /&gt;- Júlio Albano - 10 euros&lt;br /&gt;- Luís Fernandes - 5 euros&lt;br /&gt;- Macedo Oliveira - 10 euros&lt;br /&gt;- Manuel Alves - 10 euros&lt;br /&gt;- Manuel António Pina - 50 euros&lt;br /&gt;- Manuel Queiroz - 10 euros&lt;br /&gt;- Manuela Barbosa - 5 euros&lt;br /&gt;- Manuela Marinho - 5 euros&lt;br /&gt;- Maria Alexandra Malheiro - 10 euros&lt;br /&gt;- Maria Antónia Malheiro Huet - 30 euros&lt;br /&gt;- Maria Isabel - 10 euros&lt;br /&gt;- Maria José Leão - 5 euros&lt;br /&gt;- Maria Manuela Bastos Silva Vieira - 25 euros&lt;br /&gt;- Maria Odete - 5 euros&lt;br /&gt;- Maria do Rosário Legros &amp; René-Pierre Legros - 100 euros&lt;br /&gt;- Mário Araújo Ribeiro - 60 euros&lt;br /&gt;- Mário Barreira - 5 euros&lt;br /&gt;- Miguel Dias - 5 euros&lt;br /&gt;- Nazaré Pereira - 5 euros&lt;br /&gt;- Nuno Silva - 5 euros&lt;br /&gt;- Orminda Gonçalves - 5 euros&lt;br /&gt;- Paula Cristina - 5 euros&lt;br /&gt;- Paula Vieira - 5 euros&lt;br /&gt;- Paulo Albano - 5 euros&lt;br /&gt;- Paulo Teixeira - 10 euros&lt;br /&gt;- Raimundo Pedro - 5 euros&lt;br /&gt;- Rosa Cândida Sousa Castro Magalhães - 5 euros&lt;br /&gt;- Rui Chorão - 5 euros&lt;br /&gt;- Rute Maria Costa - 5 euros&lt;br /&gt;- Salvador Pereira Santos - 20 euros&lt;br /&gt;- Salvador Ximenes - 10 euros&lt;br /&gt;- Sandra Batista - 5 euros&lt;br /&gt;- Seiva Trupe - 10 euros&lt;br /&gt;- Sílvia Cristina - 5 euros&lt;br /&gt;- Sónia Mendes - 10 euros&lt;br /&gt;- Susana Santos Braga - 5 euros&lt;br /&gt;- Zeza Carneiro - 5 euros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TOTAL: 2020 euros&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Os custos das duas acções cautelares montam a 2148,5 euros; a esse valor deverão acrescentar-se novas custas judiciais pelo facto de termos perdido essas acções. A acção principal, que em breve dará entrada no tribunal, poderá ainda envolver novas despesas, mas damos agora por encerrada a campanha de recolha de fundos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113561882228832879?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113561882228832879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113561882228832879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/donativos-pelos-aliados.html' title='Donativos pelos Aliados'/><author><name>Paulo Araújo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113586604781411415</id><published>2005-12-29T12:56:00.000Z</published><updated>2006-01-03T00:05:55.143Z</updated><title type='text'>O IPPAR e os ALIADOS</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;3 Jan 2006- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/o-ippar-e-os-aliados-documentos.html" target="_blank"&gt;O IPPAR e os Aliados: documentos &amp;amp; comentários&lt;/a&gt; - «&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Conforme já foi &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/ippar-trabalha-ao-domingo.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; referido, e também &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/nos-jornais-metro-iniciou-obra-sem.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;noticiado no JN&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;, a acção cautelar contra a Metro do Porto e o IPPAR apresentada no Tribunal Administrativo do Porto em 12 de Dezembro registou na semana passada uma importante evolução: pela resposta do IPPAR ao tribunal ficou-se a saber da nova (quase repentina) autorização emitida por esse organismo para as obras nos Aliados. (...)»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;1 Jan 2006- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/01/nos-jornais-metro-iniciou-obra-sem.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais- Metro iniciou obra sem aval&lt;/a&gt; - &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;No &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/2006/01/01/grande_porto/metro_iniciou_obra_aval.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Jornal de Notícias &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;por Carla Sofia Luz«(...) É a segunda vez que não é cumprida esta formalidade, imprescindível de acordo com a legislação nacional. As máquinas começaram a esventrar a áreas centrais dos Aliados na &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/o-avano-do-sizentismo.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;última semana de Novembro&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; e só a 13 de Dezembro é que o IPPAR concedeu a autorização.»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;30 Dez 2005- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/ippar-trabalha-ao-domingo.html" target="_blank"&gt;IPPAR trabalha ao domingo&lt;/a&gt; - &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;«O IPPAR, um dos alvos da &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;acção cautelar&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; que deu entrada no dia 12 de Dezembro no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, apresentou ao mesmo tribunal o seu contraditório na passada quarta-feira, 28 de Dezembro. Temos já cópia desse documento e, logo que possível, ele será aqui transcrito e comentado. (...)»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;10 Dez 2005- &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/do-parecer-do-ippar-e-da-sua.html" target="_blank"&gt;Do parecer do IPPAR e da sua ilegalidade- opinião jurídica&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-«[transcrito do &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto da petição apresentada no Tribunal Administrativo &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(requerimento inicial do processo cautelar preliminar à acção popular a instaurar contra o IPPAR, o MAOT e o Município do Porto) ]»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;18 Out 2005-&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/10/audio-no-mbito-da-petio-de-protesto.html" target="_blank"&gt;Audição no âmbito da petição de "Protesto relativo à intervenção ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/audies-no-mbito-da-petio-de-protesto.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Ler a transcrição da audição na Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura aos representantes do IPPAR&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; - Comentário de Paulo Ventura Araújo: «Fica a ideia, no meio de muita barafunda, de que os representantes do IPPAR querem convencer os membros da Comissão de, apesar de imaginarmos que o projecto de arranjo dos Aliados só existe e foi divulgado desde o início de 2005, ele já estar em "burilação" desde 2000, embora entretanto tenham mudado alguns pormenores de somenos, como sejam: (...)»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;12 Out 2005 -&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/10/dos-jornais-interveno-da-metro-nos.html" target="_blank"&gt;Dos Jornais - "Intervenção da Metro nos Aliados 'boa para a cidade'"&lt;/a&gt;- &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;«O presidente da Comissão Executiva da Empresa do Metro do Porto refutou, ontem, no parlamento, as críticas feitas por movimentos cívicos da cidade ao projecto de requalificação da Avenida dos Aliados. Oliveira Marques explicou que não há qualquer ilegalidade. O presidente cessante do IPPAR, João Belo Rodeia, considera a solução "pacífica" e "boa para a cidade"(...)»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;8 Set 2005 -&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/comentrios-sobre-o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;Comentários sobre o parecer do IPPAR&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(5.9.05) De: F. Rocha Antunes - "Aliados e IPPAR" (n'A Baixa do Porto ) (5.9.05) De: Teófilo M. - "Parecer do IPPAR" (id.) (7.9.05 ) Porto sem sentido (no Blasfémias) (8.9.05) Opinião #12 -"O parecer do IPPAR" »&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;8 Set 2005 - &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/opinio-12-o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;Opinião #12 -"O parecer do IPPAR"&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;-«O parecer do IPPPAR sobre a intervenção na Av dos Aliados revela duas coisas muito claras: 1º - Este organismo até não concorda muito ou mesmo nada com o projecto de remodelação da Avenida, pois indica argumentos suficientes para um chumbo claro e inequívoco. Mas como se trata de algo da autoria Siza e Souto Moura o IPPAR não teve a coragem suficiente para o indeferir. (...) »&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7 Set 2005 - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/excerto-1.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Excerto #1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;«Se a opção do projecto passa par uma solução de alameda e afirmação de avenida através do reforço de um eixo, opção essa aceitável, então alguns aspectos poderiam ser ponderados no sentido de conferir maior coerência a essa opção uma vez que se afigura que a individualização des espaços se mantem....».» Amândio Dias, Arqto in Parecer do Ippar.»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;7 Set 2005- &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/nos-jornais-ippar-aponta-falhas-na.html" target="_blank"&gt;Nos jornais- "Ippar aponta falhas na obra dos aliados"&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;«O instituto aprovou a obra de "inserção urbana" quando esta já estava em cursoO facto de persistirem ainda "diversos atravessamentos perpendiculares" ou a opção de substituição do calcário por granito nos passeios são algumas das soluções previstas na obra de renovação urbana da Avenida dos Aliados que o Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar) questiona no parecer favorável à intervenção. As reservas expressas pelo instituto não justificaram, no entanto, o chumbo do projecto de Siza Vieira e Souto Moura. De acordo com o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;parecer do Ippar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, divulgado ontem pelo movimento que contesta a intervenção, em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; , a chegada do metro e a construção de uma estação na Avenida dos Aliados "criou, em boa hora, a oportunidade de ser reequacionado todo o arranjo urbanístico deste espaços que se encontram degradados, seja do ponto de vista urbanísitico, seja do ponto de vista da sua utilização social". »&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;5 Set 2005-&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;O parecer do IPPAR&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;-«O conjunto urbanistico constituido pela Praça Humberto Delgado/ Av. dos Aliados/ Praça da Liberdade e pelos edifícios que as enquadram encontra-se em vias de classificação, por despacho do Presidente do IPPAR datado de 28.09.1993. ... »&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;18 Mai 2005-&lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/05/av-dos-aliados-carta-dirigida-ao-ippar_09.html" target="_blank"&gt;Av. dos Aliados: carta dirigida ao IPPAR&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;« (...) Contudo, desconhecemos qualquer parecer do IPPAR relativamente à intervenção na Avenida. Consideramos que o projecto irá prejudicar gravemente a beleza, harmonia e significado histórico daquele espaço, o que é tanto mais verdade quanto já se iniciaram as obras no terreno: na parte superior da Avenida boa parte da calçada à portuguesa foi substituída por granito. Apelamos a V. Exª. para que tome, com a maior urgência e para os efeitos previstos na lei, uma posição oficial sobre este assunto. (...)»&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113586604781411415?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113586604781411415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113586604781411415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/o-ippar-e-os-aliados.html' title='O IPPAR e os ALIADOS'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113586083731653129</id><published>2005-12-29T12:40:00.000Z</published><updated>2005-12-29T14:18:46.873Z</updated><title type='text'>Do parecer do IPPAR e da sua ilegalidade- opinião jurídica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;[transcrito do&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;Texto da petição apresentada no Tribunal Administrativo &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;(requerimento inicial do processo cautelar preliminar à acção popular a instaurar contra o IPPAR, o MAOT e o Município do Porto) ]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;I -Da legitimidade popular dos requerentes, e da sua ligação aos bens e valores de fruição colectiva que pretendem defender&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;II- Identificação da acção principal de que dependerá o presente processo cautelar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (...)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;III- Dos Factos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;- O conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado e a servidão resultante do seu estatuto de património em vias de classificação&lt;/span&gt; (...) &lt;a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834"target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;B-&lt;/strong&gt; O plano de destruição do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, a sua fonte inspiradora e as suas fases de execução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;a) -O plano da Metro do Porto, SA&lt;/span&gt; (...)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;b)-A fonte inspiradora do plano da Metro, SA: um grande Arquitecto que não gosta do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado tal como ele é (...)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;c)- As fases de execução do plano da Metro do Porto, SA (...) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;IV-As ilegalidades (violações de normas de direito administrativo) cometidas pela Metro do Porto SA&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;A-&lt;/strong&gt;Realização de obras, que não se integram no objecto da Concessão, sem licença municipal&lt;/span&gt; (...)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;B -Realização de obras, em bem patrimonial cultural em vias de classificação, sem prévia autorização do IPPAR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;61.&lt;/strong&gt; O &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, dissemo-lo já (cfr. artigos 9 a 18 desta peça), &lt;strong&gt;é um bem imóvel em vias de classificação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;62.&lt;/strong&gt; Nos termos do art. 45.º/3 do da LPC, quaisquer obras ou intervenções em bens imóveis em vias de classificação dependem de prévia autorização do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;63.&lt;/strong&gt; Como se já se esclareceu (supra, artigos 24 a 42 desta peça), as obras que a Metro do Porto SA vem realizando no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt; obedecem a um plano alicerçado num estudo preliminar da autoria do Arquitecto Álvaro Siza, cuja execução foi programada em duas fases: numa primeira fase abrir-se-iam as bocas de acesso à estação de metro e transformar-se-iam os passeios norte-poente e norte-nascente da Avenida dos Aliados; numa segunda fase, intervir-se-ia nas placas centrais da Avenida e nas actuais Praças da Liberdade e General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;64.&lt;/strong&gt; O referido estudo preliminar, não obstante ter sido remetido ao IPPAR (cfr., &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, artigo 34 desta peça), nunca foi objecto de qualquer pedido de autorização ou aprovação_ o que, de resto, se compreende, uma vez que, enquanto simples estudo preliminar, não encerra qualquer projecto de execução de obras susceptível de ser autorizado pelo IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;65.&lt;/strong&gt; Entretanto, já depois de ter iniciado as correspondentes obras, a &lt;strong&gt;Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;, através de requerimento entrado nos serviços da Direcção Regional do Norte do IPPAR em 19 de Maio de 2005, solicitou a emissão de autorização do projecto de execução das obras da primeira fase, juntando os pertinentes desenhos _ cfr. Doc. 31, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;66.&lt;/strong&gt; Através de &lt;strong&gt;despacho de 06 de Junho de 2005&lt;/strong&gt; (cfr. &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Doc. 32&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido), o &lt;strong&gt;presidente do IPPAR&lt;/strong&gt;, deferindo aquele requerimento, autorizou- &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(Nota 5- Tanto o instrumento de notificação daquele despacho (cfr. Doc.32), como as informações para que remete aludem a “parecer favorável”. Afigura-se, todavia, que se trata de mera incorrecção terminológica, uma vez que as normas jurídicas que o despacho convoca, designadamente o art. 45.º da LPC, prevêem a figura da “autorização” e não a do “parecer favorável”. Sob pena, portanto, de se entender que o IPPAR praticou um acto cuja competência se não acha prevista na lei, deve considerar-se a expressão “parecer favorável” como significando “autorização” (que é, na verdade, o único acto para o qual o IPPAR tem competência)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; - &lt;/span&gt;a &lt;strong&gt;execução das obras da primeira fase&lt;/strong&gt; de execução do plano de intervenção no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;67.&lt;/strong&gt; Trata-se de um &lt;strong&gt;despacho nulo, manifestamente ilegal, como mais adiante se procurará demonstrar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;68.&lt;/strong&gt; De todo o modo, o que agora importa salientar é a circunstância de, entretanto, a &lt;strong&gt;Metro do Porto, SA, em flagrante desobediência à lei, já ter iniciado as obras da segunda fase de execução do seu plano de intervenção (destrutiva) no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, sem que, todavia, tenha sequer solicitado a indispensável autorização ao IPPAR&lt;/strong&gt; _ que, por conseguinte, ainda não a emitiu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;69.&lt;/strong&gt; De facto, como as fotografias em anexo permitem confirmar (cfr. Docs. 16 a 30), &lt;strong&gt;nas ainda existentes Praças da Liberdade e General Humberto&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Delgado, bem como nas placas centrais da Avenida dos aliados, já há vedações levantadas e retro-escavadoras que, impunemente, vão demolindo a calçada e liquidando a vegetação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;70.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Obras estas que, insiste-se, não foram autorizadas pelo despacho de 06 de Junho de 2005, da autoria do presidente do IPPAR, que, expressamente, segundo a informação para que remete, e homologa, apenas se reporta ao &lt;em&gt;"projecto de execução dos passeios norte-nascente e norte-poente". &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;71.&lt;/strong&gt; Tratando-se, pois, de &lt;strong&gt;obras sujeitas a prévia autorização do IPPAR (autorização que, no caso, não existe), já há muito, por força do disposto no art. 47.º da LPC, deveriam ter sido embargadas por esta entidade, que com dócil complacência vem assistindo ao extermínio programado de um espaço que lhe compete proteger&lt;/strong&gt; _ sendo também o pedido de condenação na emissão desse específico embargo de defesa do património cultural um dos elementos do objecto do processo principal de que este processo cautelar será dependente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;C &lt;/strong&gt;-Violação do parecer final de Avaliação de Impacto Ambiental&lt;/span&gt; (...)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt; -Não cumprimento do dever de prévia audição dos cidadãos, imposto na Lei n.º 83/95, de 31 de Agosto (Lei da Acção Popular _ LAP) &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;V -Da manifesta ilegalidade do despacho do presidente do IPPAR cuja eficácia ora se requer seja suspensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;98.&lt;/strong&gt; Como já se disse (cfr., &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, artigos 61 a 67 desta peça), o presidente do IPPAR, através de &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;despacho de 06 de Junho de 2005&lt;/a&gt;, autorizou a realização das obras da primeira fase de execução do plano de intervenção, gizado pela Metro do Porto, SA, no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, correspondentes à abertura das bocas de acesso à estação subterrânea e à transformação dos passeios norte-nascente e norte-poente _ cfr. Doc. 32.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;99.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Apesar de a autorização do IPPAR se cingir às obras da primeira fase de execução, não é menos verdade que ela assenta no beneplácito acrítico conferido ao plano global de intervenção e, em última instância, ao estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;100.&lt;/strong&gt; Aliás, uma leitura atenta das &lt;strong&gt;informações que o despacho assimila e homologa&lt;/strong&gt;, deixa perceber que o IPPAR, mais do que aferir o projecto de execução das obras da primeira fase em função das disposições legais aplicáveis, avaliou-o à luz das orientações genéricas do referido estudo preliminar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;101.&lt;/strong&gt; Ora, de tudo o que se foi deixando alegado (sobretudo, &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, nos artigos 24 a 44 desta peça), emerge uma constatação incontornável: &lt;strong&gt;o plano de intervenção da Metro do Porto, SA no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, inspirado no estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza, &lt;strong&gt;consubstancia-se, na realidade, na sua destruição, na sua integral demolição&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;102.&lt;/strong&gt; Relembremo-lo:&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de uma avenida e duas praças, passaremos a ter uma alameda&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Nota 10-São as próprias informações homologadas pela autorização do presidente do IPPAR que o atestam expressamente, assim como as &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/audies-no-mbito-da-petio-de-protesto.html" target="_blank"&gt;declarações daquele &lt;/a&gt;na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura _ cfr. Docs. 32 e 35.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; ;&lt;br /&gt;- os &lt;strong&gt;passeios &lt;/strong&gt;passarão ser mais largos e a &lt;strong&gt;placa central&lt;/strong&gt; da pretendida alameda mais estreita do que a actual placa central da Avenida dos Aliados;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de um pavimento de calçada portuguesa em calcário e basalto&lt;/strong&gt;, passaremos a ter &lt;strong&gt;cubos de granito&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de jardim, de canteiros, de verde&lt;/strong&gt;, passaremos a ter, cubos de granito, mais cubos de granito, &lt;strong&gt;só cubos de granito&lt;/strong&gt;, no império do cinzento;&lt;br /&gt;- em vez de espaço livre, passaremos a ter uma &lt;strong&gt;fonte de inspiração francesa&lt;/strong&gt;, para, definitivamente, enterrar a história e &lt;strong&gt;internacionalizar (descaracterizar)&lt;/strong&gt; os Aliados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;103.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A autorização entretanto concedida não é mais do que um salvo-conduto para a destruição de uma parte desse histórico espaço municipal&lt;/strong&gt; _ pois que não houve sequer o escrúpulo de solicitar autorização para a demolição do restante, que entrementes se vai consumando.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;104.&lt;/strong&gt; Pois bem, &lt;strong&gt;o art. 49.º/2 da LPC faz depender a validade da autorização de demolição, ainda que parcial, de bens imóveis em vias de classificação de pressupostos apertadíssimos e particularmente severos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.................&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;em&gt;A autorização de demolição por parte do órgão competente da administração central, regional autónoma ou municipal tem como pressuposto obrigatório a existência de ruína ou a verificação em concreto da primazia de um bem jurídico superior ao que está presente na tutela dos bens culturais, desde que, em qualquer dos casos, se não mostre viável nem razoável, por qualquer outra forma, a salvaguarda ou o deslocamento do bem”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;105.&lt;/strong&gt; O n.º 3 do mesmo preceito, por seu turno, limita o alcance da autorização de demolição, quando possível, segundo um rigorosíssimo princípio da necessidade:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;...................&lt;/span&gt;“Verificado um ou ambos os pressupostos, devem ser decretadas as medidas adequadas à manutenção de todos os elementos que se possam salvaguardar, autorizando-se apenas as demolições estritamente necessárias”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;106.&lt;/strong&gt; Ainda na mesma senda, que é a da ideia da (compreensível) preservação a todo o custo do património em vias de classificação, &lt;strong&gt;o n.º4 do art. 49.º da LPC, de maneira a desencorajar quaisquer estratégias de criação de factos consumados&lt;/strong&gt;, prescreve:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....................&lt;/span&gt;“A autorização de demolição (…) não deve ser concedida quando a situação de ruína seja causada pelo incumprimento do disposto no presente capítulo, impondo-se aos responsáveis a reposição, nos termos da lei”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;107.&lt;/strong&gt; O vigor posto pelo legislador na preservação dos imóveis (designadamente os conjuntos) em vias de classificação evidencia-se também, de modo assertivo, na protecção que, no &lt;strong&gt;art. 52.º/2 da LPC&lt;/strong&gt;, dispensa ao seu próprio contexto (no sentido de &lt;em&gt;enquadramento paisagístico&lt;/em&gt;):&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;...........................&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Nenhumas intervenções relevantes, em especial alterações com incidência no volume, natureza, morfologia ou cromatismo, que tenham de realizar-se nas proximidades de um bem imóvel classificado, ou em vias de classificação, podem alterar a especificidade arquitectónica da zona ou perturbar significativamente a perspectiva ou contemplação do bem”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;108.&lt;/strong&gt; Estas &lt;strong&gt;soluções legais, que blindam os bens imóveis em vias de classificação a intervenções perturbadoras da sua especificidade cultural&lt;/strong&gt;, são, de resto, absolutamente coerentes com as imposições de &lt;strong&gt;um dos princípios gerais da política do património cultural&lt;/strong&gt;, que se acha consagrado no art. 6.º da LPC:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.............................&lt;/span&gt;“Inspecção e prevenção&lt;strong&gt;, impedindo&lt;/strong&gt;, mediante a instituição de organismos, processos e controlos adequados&lt;strong&gt;, a desfiguração, degradação ou perda de elementos integrantes do património cultural”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;109.&lt;/strong&gt; Em face de tudo aquilo que vai alegado, afigura-se aos requerentes que o presidente do IPPAR, &lt;strong&gt;ao emitir o despacho cuja eficácia ora se pede que seja suspensa, além de não honrar a competência fundamental em que a sua lei orgânica o investe&lt;/strong&gt; (Cfr. art. 2.º do D.L. 120/97, de 16 de Maio.), &lt;strong&gt;violou redonda e crassamente os citados preceitos da LPC, cometendo ilegalidades manifestas&lt;/strong&gt; _ subsumíveis ao critério decisório enunciado no &lt;strong&gt;art. 120.º/1-a) do CPTA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;110.&lt;/strong&gt; Efectivamente, ao emitir tal despacho,&lt;strong&gt; o presidente do IPPAR, em vez de orientar-se pelo princípio da preservação do património cultural&lt;/strong&gt; (no caso, um imóvel em vias de classificação), &lt;strong&gt;postou-se numa atitude de reverencial aceitação de uma opção estética assumidamente determinada pelo propósito de transformar aquilo que, por força da lei, tem de ser mantido a todo o transe&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;111.&lt;/strong&gt; É causa da maior perplexidade que, numa das informações homologadas pelo despacho suspendendo, se diga que &lt;em&gt;“Deste conjunto se destaca negativamente a Praça da Liberdade (…)”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;112.&lt;/strong&gt; Como é possível que uma entidade que, em 1993, emitiu um despacho que abriu o procedimento de classificação do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, sob o fundamento, correctíssimo, de que se trata de um &lt;em&gt;“conjunto urbano monumental, de particular interesse histórico e artístico”&lt;/em&gt; (cfr., supra, artigos 9 a 16 desta peça), venha, agora, com se nada fosse, emitir a seu respeito um juízo de depreciação?!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;113.&lt;/strong&gt; Perplexidade que mais se intensifica quando, na mesma informação, apesar de se reconhecer que a solução do estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza se traduz numa &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“solução que rompe radicalmente com a situação existente”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (situação existente que ao IPPAR cumpre preservar), se diz, logo a seguir, &lt;strong&gt;num exercício de pura demissão da responsabilidade de fiscalização (e de subserviência à autorictas do grande Arquitecto),&lt;/strong&gt; que ela é de aceitar porque, simplesmente, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“consiste (…) numa opção de base dos projectistas”! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;114.&lt;/strong&gt; Ao agir assim, o IPPAR desceu ao grau zero da fiscalização e da fundamentação racional da decisão: &lt;strong&gt;aceitou o estudo preliminar, e autorizou a primeira fase das obras, porque, precisamente, tem de respeitar-se as opções dos projectistas! _ ainda que estas opções impliquem a destruição daquilo que a lei incumbe o IPPAR de proteger de qualquer alteração desfiguradora&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;115.&lt;/strong&gt; O IPPAR, repete-se, &lt;strong&gt;violou manifestamente a lei&lt;/strong&gt;, tendo praticado, ao emitir o despacho suspendendo, &lt;strong&gt;um acto administrativo para o qual o art. 49.º/5 da LPC estatui a sanção mais grave e radical do direito administrativo: a nulidade.&lt;br /&gt;116.&lt;/strong&gt; Nulidade cuja declaração se pedirá na acção principal de que este processo cautelar dependerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;VI -A ilegalidade de uma mais que provável futura autorização do IPPAR para a realização das obras da segunda fase do plano da Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;117.&lt;/strong&gt; Em função de tudo o que vem de dizer-se, sabe-se já que o IPPAR aceita o plano de intervenção (demolidora) da Metro do Porto, SA no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, sob inspiração do estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;118.&lt;/strong&gt; Sabe-se, também, que, em consequência disso, autorizou a realização das obras da primeira das duas fases em que a Metro do Porto, SA dividiu a execução do seu plano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;119.&lt;/strong&gt; Neste quadro de circunstâncias, e considerando a complacência que vem caracterizando a actuação do IPPAR nesta situação, afigura-se aos ora requerentes &lt;strong&gt;que é muito provável que esta entidade, quando solicitada para o efeito, venha a proferir despacho de autorização para a realização da segunda fase das obras planeadas pela Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt; para o &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado &lt;/em&gt;_ obras que, de resto, por antecipação, aquela empresa já iniciou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;120.&lt;/strong&gt; Tal despacho, a ser de facto emitido, como se prevê, padecerá, inevitavelmente, e pelas mesmas razões, das graves ilegalidades que, supra, nos artigos 98 a 115 desta peça, vão imputadas àquele que corporiza a autorização para a realização das obras da primeira fase.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;121.&lt;/strong&gt; Por essa razão, os requerentes, na conclusão desta peça, pedirão também que o IPPAR seja intimado a não cometer semelhantes ilegalidades, abstendo-se de autorizar as obras da segunda fase do plano de liquidação do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado,&lt;/em&gt; tal qual ele é _ assim antecipando cautelarmente o efeito que também se visa, a título definitivo, na acção principal de que este processo dependerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VII-Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (...)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Sociedade de Advogados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MATIAS SERRA · FERREIRA DA SILVA · PAULA MANO ·&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;PAULO DUARTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;· SOFIA PENA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ PEDRO LIBERAL . BENEDITA GONÇALVES . MARTA REGO RIBEIRO&lt;br /&gt;ADVOGADOS ESTAGIÁRIOS&lt;br /&gt;PRAÇA PEDRO NUNES, 94 4050-466 PORTO TELEF. 226091116 / FAX 226000882&lt;br /&gt;E-MAIL: mslawfirms (at) netcabo.pt HOMEPAGE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mspadvogados.org" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.mspadvogados.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;Comentar aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113586083731653129?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113586083731653129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113586083731653129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/do-parecer-do-ippar-e-da-sua.html' title='Do parecer do IPPAR e da sua ilegalidade- opinião jurídica'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113533801879030043</id><published>2005-12-23T11:37:00.000Z</published><updated>2005-12-23T11:40:18.793Z</updated><title type='text'>"O Acesso aos Documentos da Administração Pública"</title><content type='html'>Dos Cadernos BAD 1 de 2002 &lt;strong&gt;"Informação: um Direito de Cidadania"&lt;/strong&gt; transcrevem-se as seguintes passagens de um artigo intitulado &lt;strong&gt;"O Acesso aos Documentos da Administração Pública"&lt;/strong&gt; de  Agostinho de Castro Marinho:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«(...) 2-A Lei nº 65/93, de 26 de Agosto, (Lei do Acesso aos Documentos Administrativos) 1, também conhecida pela sigla LADA procurou dar resposta à exigência comunitária de transposição para a ordem jurídica nacional da Directiva do Conselho nº 90/313/ CEE, de 7 de Julho de 1990 sobre publicidade e acesibilidade dos documentos da Administração Publica em matéria de ambiente e ao imperativo constitucional de regulação do direito de acesso aos arquivos e registos administrativos sem necessidade da invocação de um motivo ou interesse, salvo restrições admissíveis em matérias relativas à segurança interna e externa, à investigação criminal e à intimidade das pessoas. (...) A publicação de uma lei geral de acesso aos arquivos e registos administrativos já fora aliás anunciada pelo legislador no nº2 do artigo 65º do Código do Procedimento Administrativo (CPA)-(ver nota a) (...)&lt;br /&gt;3-Depois de no artigo 1º proclamar que "o acesso aos documentos administrativos é assegurado pela Administração pública de acordo com os principios da publicidade, da transparência, da igualdade e da imparcialiadae", a LADA dispõe no nº 1 do artigo 7º que todos têm direito à informação mediante o acesso a documentos administrativos de carácter não nominativo".&lt;br /&gt;Portanto todas as pessoas singulares ou colectivas, são sujeitos activos deste direito, cujo exercício lhes permite, na prossecução de interesses individuais ou colectivos e sem necessidade de os explicitar ou de apresentar qualquer justificação, conhecer e fiscalizar, directamente e não apenas através dos seus representantes nas assembleias parlamentares ou autárquicas, a máquina burocrática do Estado, nomeadamente como é que são gastas as receitas públicas e como é que a Administração desempenha as suas cada vez mais vastas atribuições. este princípio do arquivo aberto insere-se como componente da Administração aberta, no objectivo geral da transparencia administrativa, dundamental para a modernização, o aperfeiçoamento e a maior eficiência da Administração Públiva, com o acento tónico no encurtamento das distâncias entre esta e os cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-O direito em análise compreende, além da informação sobre a existência e o conteúdo do documento, o seu acesso por via de consulta, que é gratuita, ou de reprodução, designadamente por certidão, por fotópia simples ou por outro meio técnico, designadamente virtual ou sonoro. A taxa a cobrar por fotocópia não autenticada deve ser "estritamente correspondente ao custo dos materiais usados e do serviço prestado" e não superior "ao valor médio praticado no mercado por seviços correspondentes". Estas regras vinvulam toda a Administração Pública salvo lei especial que se lhes sobreponha. Um despacho recente do Ministro das Finaças actualizou o valor dessa taxa.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;5- Para efeitos da LADA, documento é qualquer suporte de informãção gráfico, sonoro, visual, informático ou de outra natureza, como processos, relatórios, estudos, pareceres, actas, autos, circulares, ordens de serviço, despachos, instruções, orientações, etc..&lt;br /&gt;O objecto do direito em análise são, pois, os documentos admnistrativos, ou seja, como dispõe o artigo 3º da LADA, os produzidos ou detidos por entidades que exerçãm funções admnistrativas: "orgãos do Estado, das regiões Autónomas, dos institutos públicos, das associações públicas, das autarquias locais e das suas associações e federações", bem como "outras entidades no exercício de poderes de autoridade e de responsabilidades públicas sob o controlo da Administração Pública".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; No elenco cabem, pois, entidades públicas (mesmo quando actuem sob a égide de -ou com o recurso ao- direito privado), ao lado de entidades privadas, como os concessionários, na medida em que colaborem na função admnistrativa emitindo actos ou regulamentos admnistrativos.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;8- O pedido a documentos administrativos é pedido por escrito, assinado. (...)»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nota a- «O CPA foi aprovado pelo Decreto-Lei nº 442/91, de 15-11 (...) tendo no entretanto sido alterado pelo Decreto Lei nº 6/96, de 31-1.&lt;br /&gt;Um pouco mais tarde a Lei de 83/95 de 31-8 definiu os casos e meios do exercício de participação popular em procedimentos admnistrativos e o direito de acção popular para prevenção e repressão das ofensas aos interesses difusos, conceito que abrange, designadamente a saúde pública, o ambientre, a qualidade de vida, a protecção do consumo de bens e serviços,o património cultural e o domínio público. (...)» &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113533801879030043?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113533801879030043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113533801879030043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/o-acesso-aos-documentos-da-administrao.html' title='&quot;O Acesso aos Documentos da Administração Pública&quot;'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113534219050726932</id><published>2005-12-23T11:23:00.000Z</published><updated>2005-12-23T13:05:06.313Z</updated><title type='text'>Resposta da Metro- acesso a documentos administrativos</title><content type='html'>28 de Novembro de 2005   &lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;( Nota: apesar de enviada com esta data, a carta da Metro foi recebida há poucos dias apenas . Má fé - impossibilidade de protestar dentro do prazo legal-ou esquecimento na gaveta?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assunto: acesso a documentos administrativos relativos às obras de superfície na Av. dos Aliados; marcação de reunião&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ex.mº Senhor,&lt;br /&gt;Na &lt;/em&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/carta-metro-acesso-documentos.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;sequência da missiva de V. Exa&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;. entende a Metro do Porto, S.A. serem incorrectas as vossas considerações iniciais.&lt;br /&gt;De facto, o projecto do Sistema de Metro Ligeiro da àrea Metropolitana do Porto foi sujeito a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) em Novembro de 1997 de acordo com a legislação em vigor nessa data, isto é, o Decreto-Lei nº 278/97 e Decreto Regulamentar nº 42/97 de 10 de Outubro.&lt;br /&gt;A essa data o projecto em análise contemplava, no caso específico da Avenida dos Aliados, a reposição da situação existente no início da obra.&lt;br /&gt;No âmbito deste processo de AIA, o Instituto de Promoção Ambiental (IPAMB) desencadeou, como era da sua competência, a consulta pública, que decorreu de 16 de Fevereiro de 1998 a 27 de Março de 1998. Foi efectuada uma audiência pública no dia 5 de Março do mesmo ano.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os pareceres recebidos no âmbito deste processo são apresentados no "Parecer Final do Processo de Avaliação de Impacte Ambiental do Sistema do Metro Ligeiro da Área Metropolitana do POrto, Abril de 1998" da responsabilidade da Direcção regional da Área Metropolitana do Porto, do Instituto da Promoção Ambiental e da Comissão da Coordenação da Região Norte.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ademais considerando o disposto na Lei nº 83/95, de 312 de Agosto, o valor da obra em análise é inferior a 5 milhões de euros, não sendo por isso aplicável, para efeitos do dever de audiência prévia, o disposto no seu art. 4º, nº3.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por outro lado, também não está aqui em causa o conteúdo da parte final do art. 4º. nº3 da Lei 83/95, de 31 de Agosto, segundo o qual em casos de montantes inferiores devem ser sujeitos ao direito de participação popular os projectos que&lt;/em&gt; "influemciem significativamente as consdiç~oes de vida das populções de determinada área". &lt;em&gt;Ora, não é este o caso da Avenida dos Aliados, que se trata de uma obra de requalificação urbana, e não de uma obra para construção de equipamentos&lt;/em&gt; "com impacte relevante no ambiente ou nas condições económicas e sociais e da vida em geral das populações ou agregados populacionais de certa área"&lt;em&gt; (art. 4º, nº1).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Considerando por último, o Decreto- Lei nº 69/2000, o art. 1º, nº2 remete para os anexos I e II a identificação dos projectos e tipologias que estão sujeitas a avaliação de impacte ambiental. Constata-se da sua leitura que o projecto de requalificação da Avenida dos Alidos, não é enquadrável em qualquer dos casos descritos nestes anexos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mais se dirá, para que dúvidas não restem quanto à conformidade da actuação desta Empresa, ter sido o projecto de inserção urbana na Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça Humberto Delgado, objecto de &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;parecer favorável &lt;/a&gt;Instituto Português do Património Arquitectónico, cf. Ofício nº S/2005/118581, em 9 de Junho de 2005.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nestes termos verifica-se não corresponder à verdade existir qualquer incunprimentos do Estudo de Impacte Ambiental e ausência de auscultação pública.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No que concerne &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/carta-metro-acesso-documentos.html"&gt;ao V. Requerimento&lt;/a&gt; para o acesso aos documentos administrativos relativos às obras de superfície da Avenida dos Alidos, cumpre dizer:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. A Requerente invoca a sua legitimidade nos termos da Lei nº 65/93, de 26 de Agosto, com as alterações introduzidas pelas leis nº 8/95, de 29 de Março e nº 94/99, de 16 de julho (Lei de Acesso aos documentos Administrativos- L.A.D.A) para requere o acesso aos documentos admnistrativos relativos às obras de superfície na Avenida dos Alidos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2. O direito de acesso aos documentos admnistrativos, constante do nº 2 do art. 268º da C.R.P. é concretizado pela L.A.D.A e compreende não só o direito a obter a sua reprodução mas também o direito a ser informado siobre a sua existência e conteúdo (cf. art. 7º nº2 da L.A.D.A)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3. Não se assumindo a Requerente como um interessado no procedimento admnistrativo, a prestação de informações, consulta de processos e passagem de certidões será atribuído, como a qualquer cidadão em geral, ao abrigo do princípio da transparência dos arquivos e registos admnistrativos, consagrado no art. º 268 nº 2 da CPR e na L.A.D.A.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;4. O princípio de arquivo aberto ou da transparência dos arquivos e registos admnistrativos, isto é, do livre acesso aos dovumentos admnistrativos pelo cidadão comum independentemente da invocação (ou da existência) de um interesse directo (art. 65º do C.P.A) e, por outro lado, a atribuição a "todos" do dirito à imformação pelo art. 7º nº 1 da L.A.D.A. , significa que esse dirteito assiste a qualquer pessoa singular ou colectiva independentemente, por exemplo, de ser parte ou interessada num procedimento administrativo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;5. No entanto , este princípio do livre e geral acesso aos documentos adninistrativos comporta excepções.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;6. Uma dessas excepções, quando estejam em causa documentos admnistrativos não nominativos, encontra-se estipulada no nº4 do art. 7º da L.A.D.A. , segundo o qual "&lt;/em&gt;[o] acesso a documentos constantes de processos não concluídos ou a documentos preparatórios de uma decisão é diferido até à toma de decisão, ao aqrquivamento do processo ou ao decurso de um ano após a sua elaboração]&lt;br /&gt;&lt;em&gt;7. Conforme refere Mário Aroso de Almeida&lt;/em&gt; [in O Novo Regime do Processo nos Tribunais Admnistrativos, 1ª edição, p. 235], «o artigo 268º, nº2, da C.P.R. (resultante da revisão de 1989) e a Lei nº 65/93. de 26 de Agosto (na redacção que lhe foi dada pelas Leis nº 8/95, de 29 de Março, e nº 94/99, de 16 de Julho, consagram o princípio da transparência dos arquivos e registos admnistrativos perante os cidadãos em geral, relativamente a procedimentos já concluídos.»&lt;br /&gt;&lt;em&gt;8. Ora , o processo refernte à construção das obras de superfície na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade trta-se de um processo não concluído, e por isso, abarngido pela ecepção consagrada no art. 7º nº4 da&lt;/em&gt; L.A.D.A.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nestes termos e com estes fundamentos, a decisão da Metro do POrto, S.A. é no sentido de recusar a consulta, reprodução e passagem de certidões dos documentos referentes às obras de superfície na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com os melhores umprimentos,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Luis Bainchi de Aguiar »&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113534219050726932?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113534219050726932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113534219050726932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/resposta-da-metro-acesso-documentos.html' title='Resposta da Metro- acesso a documentos administrativos'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113533699085181524</id><published>2005-12-23T11:21:00.000Z</published><updated>2005-12-23T12:55:16.256Z</updated><title type='text'>Carta à Metro -acesso a documentos administrativos</title><content type='html'>«Exmo. Sr. Prof. Oliveira Marques&lt;br /&gt;Presidente da Comissão Executiva&lt;br /&gt;Metro do Porto&lt;br /&gt;Avenida Fernão de Magalhães, 1862 - 7º&lt;br /&gt;4350-158 Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assunto: acesso a documentos administrativos relativos às obras de superfície na Av. dos Aliados; marcação de reunião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto, 11 de Novembro de 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exmo. Sr. Prof. Oliveira Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intervenção urbanística prevista para a Av. dos Aliados tem motivado a oposição da Campo Aberto e de outras associações que, construtivamente, têm procurado alertar para a necessidade de salvaguardar o património daquela que é considerada a “sala de visitas” da cidade . Paralelamente temos a apontar falhas procedimentais, designadamente em relação ao incumprimento do Estudo de Impacte Ambiental e a ausência de auscultação pública. Quanto mais não fosse como medida cautelar, pensamos que qualquer projecto que proceda a uma alteração profunda relativamente à situação original deveria ser precedido de uma ampla e verdadeira discussão – o que, manifestamente, não aconteceu até ao momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As posições assumidas por esta associação em caso algum podem ser entendidas como uma oposição ao metro enquanto meio de transporte. Não só já tivemos ocasião de transmitir precisamente o contrário, ou seja, o nosso apoio global inequívoco, como a maioria dos dirigentes utiliza o metro regularmente nas suas deslocações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente à Av. dos Aliados, e sem prejuízo dos aspectos apontados, gostaríamos de esclarecer algumas dúvidas. Assim, vimos por este meio solicitar, ao abrigo do artigo 5º da Lei n.º 35/98 e da Lei n.º 65/93 , acesso a todos os documentos administrativos na posse da Metro do Porto relativos às obras de superfície na Av. dos Aliados e Praça da Liberdade. Para o efeito tomamos a liberdade de sugerir que nos comuniquem uma data e hora para nos deslocarmos à V. sede (ou, caso assim o entendam, indiquem-nos por favor uma outra alternativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaríamos ainda muito gratos com a marcação de uma audiência com V. Ex.ª, novamente para troca de impressões e esclarecimento de dúvidas sobre os procedimentos adoptados pela Metro do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso se confirme e seja possível, reunião e acesso aos documentos administrativos poderiam ter lugar na mesma data e parte do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardando resposta e agradecendo a atenção dispensada, subscrevemo-nos com os melhores cumprimentos.&lt;br /&gt;(pela Campo Aberto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/resposta-da-metro-acesso-documentos.html"target="_blank"&gt;Ler resposta da Metro&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113533699085181524?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113533699085181524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113533699085181524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/carta-metro-acesso-documentos.html' title='Carta à Metro -acesso a documentos administrativos'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113492593642481175</id><published>2005-12-20T18:00:00.000Z</published><updated>2005-12-22T00:40:44.056Z</updated><title type='text'>Providências cautelares contra Metro do Porto S.A. e IPPAR</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Texto da petição apresentada no Tribunal Administrativo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(requerimento inicial do processo cautelar preliminar à acção popular a instaurar contra o IPPAR, o MAOT e o Município do Porto)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Índice&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Exmo. Senhor Juiz de Direito&lt;br /&gt;do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Manuela Delgado Leão Ramos (...); Paulo Ventura Araújo (...); &lt;strong&gt;Campo Aberto&lt;/strong&gt; – Associação de Defesa do Ambiente (...); &lt;strong&gt;G.A.I.A&lt;/strong&gt; – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (...); e &lt;strong&gt;APRIL&lt;/strong&gt;, Associação Política Regional e de Intervenção Local (...)&lt;br /&gt;Vêm, nos termos dos arts. 112.º/2-f) e 120.º/1-a) e b) do Código de Processo nos Tribunais Administrativos (CPTA), e no uso da legitimidade popular que lhes é reconhecida pelo &lt;strong&gt;art. 9.º/2 do CPTA&lt;/strong&gt;, bem como pelo &lt;strong&gt;art. 2.º a Lei 83/95, de 31 de Agosto&lt;/strong&gt;, requerer, &lt;strong&gt;preliminarmente&lt;/strong&gt; à acção principal, &lt;strong&gt;em cumulação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Providências Cautelares de Suspensão de Eficácia de Acto Administrativo e de Intimação para a Abstenção de uma Conduta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;contra o &lt;strong&gt;Institu&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;to Português do Património Arquitectónico (IPPAR)&lt;/strong&gt; , com sede no Palácio Nacional da Ajuda, 1319-021 Lisboa;&lt;br /&gt;e a &lt;strong&gt;Metro do Porto S.A.,&lt;/strong&gt; sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, com sede na Avenida Fernão de Magalhães, 1862, 7.º, Porto;&lt;br /&gt;com base nos factos e fundamentos jurídico-normativos que cumpre apresentar, como segue: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;I -Da legitimidade popular dos requerentes, e da sua ligação aos bens e valores de fruição colectiva que pretendem defender&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Os dois &lt;strong&gt;requerentes singulares&lt;/strong&gt; são de nacionalidade portuguesa, encontram-se devidamente recenseados nos cadernos eleitorais e no pleno gozo dos direitos civis e políticos inerentes à esfera jurídica de qualquer cidadão nacional, não sofrendo de qualquer constrangimento ao seu livre exercício – cfr. Docs. 1 e 2, que se juntam e se dão por inteiramente reproduzidos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; A &lt;strong&gt;Campo Aberto e o G.A.I.A – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental&lt;/strong&gt; são Organizações Não Governamentais de Ambiente (ONGA), sem fins lucrativos, cujo objecto estatutário fundamental consiste na defesa do ambiente, tanto na sua vertente de património natural, como de património construído. &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Nota 1- Deve, aliás, sublinhar-se que, nos termos dos arts. 4.º-k) e 17.º/3-b) da lei n.º 11/87, de 7 de Abril de 1987 (Lei de Bases do Ambiente), a &lt;strong&gt;noção legal de ambiente, enquanto bem juridicamente protegido, abrange, além do património natural, o património construído, em particular o património cultural&lt;/strong&gt;. Sobre as relações de inclusão entre o direito do ambiente e o direito do património cultural, pode ver-se José Casalta Nabais, Noção e Âmbito do Direito do Património Cultural, in Revista do CEDOUA, Ano III, n.º 2, págs. 25 e ss.)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;_ cfr. os respectivos estatutos, que se juntam, como Docs. 3 e 4, os quais aqui se dão por inteiramente reproduzidos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Às ONGA, em consideração do importante papel que desempenham, reconhece o legislador uma alargada legitimidade processual, independente de qualquer interesse directo na demanda, nos do art. 10º-c) da Lei 35/98, de 18 de Julho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; A &lt;strong&gt;APRIL, Associação Política Regional e de Intervenção Local&lt;/strong&gt; é uma associação sem fins lucrativos que, entre outros objectivos, visa a defesa e o aprofundamento da democracia, entendida na sua estreita articulação com o desenvolvimento e estimulando uma nova criatividade interligada em todas as áreas da vida social _ cfr. os respectivos estatutos, que se juntam, como Doc. 5, o qual aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Todos os requerentes visam&lt;/strong&gt;, ao fazerem uso do presente meio processual,&lt;strong&gt; proteger o ambiente, preservar o património cultural e a integridade de bens do domínio público do Município do Porto.&lt;br /&gt;6.&lt;/strong&gt; Trata-se, de facto, de bens jurídicos susceptíveis de serem ofendidos pelas decisões administrativas e pelos comportamentos contra os quais se rebela a presente iniciativa processual.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Numa síntese prenunciadora do que a narração subsequente permitirá revelar com mais detalhe, o que verdadeiramente está em causa é a necessidade de &lt;strong&gt;evitar a consumação da destruição irreversível&lt;/strong&gt; de uma das partes mais nobres do coração histórico da cidade do Porto, consistente no &lt;strong&gt;conjunto da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado&lt;/strong&gt; _ conjunto que, enquanto tal, dado o seu valor simbólico e cultural, se encontra em &lt;strong&gt;vias de classificação&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;II- Identificação da acção principal de que dependerá o presente processo cautelar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; O processo cautelar que ora, preliminarmente (nos termos do art. 114.º/1-a) do CPTA), se instaura constitui acessório e dependência da acção em que, subsequentemente, se pedirá a declaração de nulidade do acto de autorização do &lt;strong&gt;IPPAR &lt;/strong&gt;cuja eficácia ora se requer seja suspensa, bem como a sua condenação na abstenção de outros futuros actos de autorização, e ainda a condenação do mesmo &lt;strong&gt;IPPAR&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território&lt;/strong&gt; (MAOT) e do &lt;strong&gt;Município do Porto&lt;/strong&gt; a, no exercício das competências de fiscalização e regulação que a lei lhes atribui, emitirem decisões que obriguem a Metro do Porto SA a cessar as obras ilegais que vem realizando e a repor a situação preexistente.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;III- Dos Factos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;A- O conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado e a servidão resultante do seu estatuto de património em vias de classificação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; «&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;A actual Praça da Liberdade designou-se primitivamente por Casal ou Lugar de Paio de Novais, Sítio ou Fonte da Arca, denominando-se, mais tarde, por Quinta, Campo ou Sítio das Hortas. Foi ainda Lugar ou Praça da Natividade, Praça Nova das Hortas, Praça da Constituição e de D. Pedro IV e, mais recentemente, Praça da República».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;10.&lt;/strong&gt; «&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Já em 1691, a municipalidade do Porto e o Capítulo da Sé-Catedral tinham lançado o projecto de estabelecer no Campo das Hortas, propriedade do Capítulo, uma praça pública, entre a Porta de Carros e o Postigo de Santo Elói».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; «&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;O projecto não foi por diante, tendo sido retomado em 1709, pelo então Bispo do Porto, D. Tomás de Almeida, que propõe a abertura de uma praça de formato quadrangular digna de "rivalizar com a Plaza Mayor de Madrid".Tratava-se do primeiro grande empreendimento urbanístico de Portugal. Chegaram mesmo a efectuar-se os contactos de aforamentos das parcelas a construir e a lançar os alicerces de alguns dos edifícios, contudo, por dificuldades várias também este projecto não teve continuidade».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;12&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;«Em 1718 novo projecto foi lançado, cuja realização teve início quando "o cabido da Sé cedeu a 17 de Fevereiro de 1721 terrenos seus expressamente para uma praça". Novas ruas foram então abertas - a rua do Laranjal das Hortas (futura rua dos Lavadouros, hoje desaparecida) e a rua da Cruz (actual rua da Fábrica).Da concretização deste projecto resultaria a Praça Nova das Hortas (ou só Praça Nova) limitada a Norte por dois palacetes (desaparecidos), onde funcionaram os Paços do Concelho até 1915; a Sul pela muralha fernandina, destruída mais tarde em 1788 e substituída por um conjunto monumental - o convento dos Frades de Santo Elói - cuja fachada sobre a praça constitui o edifício "da Cardosa", só terminado no século XIX, mas obedecendo ao primitivo projecto - a praça "tout-court". O lado oriental era ocupado pelo Convento dos Congregados, e o lado poente só mais tarde foi edificado».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;13.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;«Durante o século XIX, factores vários - a instalação da Câmara no topo Norte (1819); a inauguração da Ponte de D. Luís (1887); a extensão da via férrea até S. Bento (1896) - contribuem para tornar a Praça definitivamente num importante centro político, económico e sobretudo social».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;14.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;«Em meados daquele século, a Praça era já o "ponto predilecto de reunião dos homens graves da política e do jornalismo, da alta mercância tripeira e dos brasileiros". Predominavam os botequins: "Guichard", "Porto Clube", "Camacho", "Suíço", "Europa", "Antiga Cascata", "Internacional", etc., aos poucos desaparecidos em consequência da profunda reestruturação daquela área, onde as entidades bancárias, companhias seguradoras ou escritórios conquistaram o seu espaço». &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;«As obras da Avenida iniciaram-se no dia 1 de Fevereiro de 1916 com a demolição do edifício que serviu de Paços do Concelho, a norte da Praça da Liberdade, acompanhada do desaparecimento das ruas do Laranjal, de D. Pedro, etc. Ao cimo da Avenida erguem-se os modernos Paços do Concelho, edifício em granito e mármore levado a cabo pela primeira vereação republicana saída do 5 de Outubro de 1910. Foi um projecto do arquitecto Correia da Silva (1920). &lt;strong&gt;No seu todo, resultou um conjunto urbano monumental, de particular interesse histórico e artístico&lt;/strong&gt;».&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16.&lt;/strong&gt; O que se deixa transcrito nos artigos 9 a 15 desta peça processual constitui, &lt;em&gt;ipsis verbis&lt;/em&gt;, sem tirar nem pôr, a &lt;em&gt;"nota histórico-artística"&lt;/em&gt; que justifica a abertura do procedimento de classificação do &lt;em&gt;conjunto da &lt;strong&gt;Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, situado no coração do centro histórico do Porto, determinada por &lt;strong&gt;Despacho de 28 de Setembro de 1993&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;do presidente do IPPAR&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(nota 2- Pode encontrar-se o texto transcrito, e a referência ao mencionado despacho, no sítio electrónico do próprio IPPAR, no endereço: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=155834&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;proferido na sequência de requerimento da Câmara Municipal do Porto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17.&lt;/strong&gt; Ao abrigo do disposto no art. 18.º/1 da&lt;strong&gt; Lei 13/85, de 6 de Julho&lt;/strong&gt;, então em vigor (e entretanto revogada pela &lt;strong&gt;Lei 107/2001, de 8 de Setembro&lt;/strong&gt;, que &lt;strong&gt;estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural português _ LPC&lt;/strong&gt;), por força da emissão daquele despacho do presidente do IPPAR, o &lt;strong&gt;conjunto&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;( Nota 3: Nos termos do art. 8.º/1-b) da Lei 13/85, um conjunto é um "agrupamento arquitectónico urbano ou rural de suficiente coesão, de modo a poder ser delimitado geograficamente, e notável, simultaneamente, pela sua unidade ou integração na paisagem e pelo seu interesse histórico, arqueológico, artístico, científico ou social". )&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado adquiriu o estatuto de bem em vias de classificação, protegido preventivamente pela correspondente servidão administrativa&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18.&lt;/strong&gt; Não tendo terminado ainda o correspondente procedimento administrativo de classificação, &lt;em&gt;o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt; permanece sob o &lt;strong&gt;estatuto de património em vias de classificação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19.&lt;/strong&gt; O &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado,&lt;/em&gt; para além da &lt;strong&gt;significação histórico-arquitectónica&lt;/strong&gt; que corporiza, suporta também uma importante &lt;strong&gt;simbologia sócio-política&lt;/strong&gt;, na medida em que se trata de um espaço que testemunhou importantes acontecimentos da vida da cidade e do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20.&lt;/strong&gt; Mas a este emblemático espaço público do Porto não são também alheios os &lt;strong&gt;valores artísticos&lt;/strong&gt;, materializados nos belíssimos &lt;strong&gt;desenhos incrustados na calçada portuguesa&lt;/strong&gt; que recobre os passeios, em parte representativos das tarefas ligadas à produção do vinho do Porto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21.&lt;/strong&gt; Característico deste lugar é, igualmente, a &lt;strong&gt;vegetação&lt;/strong&gt; que o anima, com particular realce para os &lt;strong&gt;espaços ajardinados&lt;/strong&gt;, com &lt;strong&gt;canteiros floridos&lt;/strong&gt;, geometricamente recortados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22.&lt;/strong&gt; Para permitir uma representação mais impressiva e plástica da breve descrição que acaba de fazer-se, juntam-se algumas fotografias de diferentes épocas históricas e perspectivas _ cfr. Docs. 6 a 14, que aqui se dão por inteiramente reproduzidos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23.&lt;/strong&gt; Pois bem, é este &lt;strong&gt;espaço global, feito de três peças distintas (as duas praças e a avenida)&lt;/strong&gt;, a que a evolução arquitectónica acabou por conferir uma específica coesão, marcado pelo &lt;strong&gt;peculiar cromatismo&lt;/strong&gt; resultante da &lt;strong&gt;luminosidade da calçada e do verde dos canteiros&lt;/strong&gt;, que a Metro do Porto, SA, com a cumplicidade do IPPAR e do Município do Porto e o contributo da negligência do MAOT, já começou a desmantelar, esventrando-o e mutilando-o _ processo a que os requerentes querem pôr termo, enquanto é tempo, de maneira a &lt;strong&gt;evitar a consumação de um atentado ao património cultural e ao ambiente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;B- O plano de destruição do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, a sua fonte inspiradora e as suas fases de execução&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#000066;"&gt;a) -O plano da Metro do Porto, SA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;24.&lt;/strong&gt; A Metro do Porto, SA é a concessionária da construção, equipamento e exploração do sistema de metro ligeiro da área metropolitana do Porto. &lt;span style="font-size:78%;color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;(Nota 4- Os Estatutos da Metro do Porto, SA e as Bases do Contrato de Concessão estabelecido com o Estado Português foram aprovados pelo D.L. n.º 394-A/98, de 15 de Dezembro, entretanto modificado pela Lei n.º 161/99, de 14 de Setembro, pelo D.L. n.º 261/2001, 26 de Setembro, pelo D. L. n.º 249/2002, de 19 de Novembro, pelo D.L n.º 166/2003, de 24 de Julho, e, enfim, pelo D.L. 233/2003, de 27 de Setembro.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;25.&lt;/strong&gt; A Metro do Porto, SA tomou a seu cargo a projecção, realização e financiamento de uma obra que vem sendo denominada “requalificação da avenida dos aliados”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26.&lt;/strong&gt; A realização desta obra, que já está em curso há meses, determinará, se nada se fizer para a sustar, a &lt;strong&gt;profunda e radical transformação&lt;/strong&gt; do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27.&lt;/strong&gt; Na verdade, se tal obra vier a concluir-se tal como a Metro, SA a projecta, dela resultará, em rigor, &lt;strong&gt;a destruição daquele bem dominial em vias de classificação, a eliminação das especificidades histórico-arquitectónicas, ambientais e artísticas que marcam e suportam a sua identidade&lt;/strong&gt; _ especificidades que, como se viu, &lt;em&gt;supra,&lt;/em&gt; nos artigos 9 a 21 desta peça, estiveram na base da decisão, tomada pelo IPPAR, de abrir o respectivo procedimento de classificação, ao que é inerente &lt;strong&gt;o estatuto de protecção reconhecido aos bens imóveis em vias de classificação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28.&lt;/strong&gt; Efectivamente, entre outros atentados à integridade do&lt;strong&gt; conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/strong&gt;, a Metro do Porto, SA projecta (e, em parte, já vem executando, como mais adiante melhor se explicitará) aí realizar as seguintes intervenções:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-alargamento dos passeios laterais;&lt;br /&gt;-estreitamento das placas centrais;&lt;br /&gt;-colocação de duas bocas de acesso à estação de metro construída no subsolo da Avenida dos Aliados, uma em cada passeio lateral (norte-poente e norte-nascente);&lt;br /&gt;-eliminação definitiva de todos os canteiros e demais coberto vegetal;&lt;br /&gt;-arrancamento das árvores existentes;&lt;br /&gt;-remoção completa e definitiva do pavimento de calçada portuguesa em calcário e basalto, substituindo-o por cubos de granito;&lt;br /&gt;-substituição do pavimento em asfalto das faixas de rodagem por paralelepípedos de granito; -implantação de uma fonte na parte superior da Avenida dos Aliados.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;29.&lt;/strong&gt; Se forem consumadas todas estas intervenções, &lt;strong&gt;o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado desaparecerá enquanto tal&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;em vez de um conjunto arquitectónico feito de três elementos distintos (as duas praças e a avenida) passar-se-á a ter um corpo monolítico, aprumado ao jeito ortogonal de uma alameda; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;em vez da diversidade cromática dos canteiros de flores, ter-se-á a monotonia cinzenta dos cubos de granito;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;32.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;em vez da luminosidade aconchegante que irradia da calçada portuguesa, imperará a aridez inóspita do granito.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;b)-A fonte inspiradora do plano da Metro, SA: um grande Arquitecto que não gosta do conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado tal como ele é&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;33.&lt;/strong&gt; O plano das obras ditas de requalificação da Avenida dos Aliados assenta num &lt;strong&gt;estudo preliminar&lt;/strong&gt; da autoria do Arquitecto Álvaro Siza, contratado pela Metro do Porto, SA, intitulado&lt;em&gt; &lt;strong&gt;"organização do espaço da Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça Humberto Delgado".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;34.&lt;/strong&gt; Este estudo, constituído por uma curta memória justificativa, por uma planta de apresentação e algumas fotografias de várias praças de diferentes países, foi entregue na Delegação Regional do Norte do IPPAR em 29 de Abril de 2005 pelo gabinete de arquitectura &lt;em&gt;Souto Moura, Arquitectos Lda_&lt;/em&gt; cfr. Doc. 15, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35.&lt;/strong&gt; Basta ler a brevíssima memória justificativa que integra este estudo preliminar para se perceber que &lt;strong&gt;o arquitecto seu autor faz uma apreciação negativa da actual configuração&lt;/strong&gt; do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;36.&lt;/strong&gt; Segundo ele, o espaço em causa estaria algo desordenado, denotando alguma &lt;em&gt;"ambiguidade formal"&lt;/em&gt; , em resultado de a sua estruturação não ter obedecido ao projecto original do arquitecto Barry Parker, dos princípios do século 20.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;37.&lt;/strong&gt; Neste contexto, a opção de Álvaro Siza torna-se compreensível: consiste em introduzir todas as alterações necessárias para &lt;em&gt;"recuperar a ordem perdida",&lt;/em&gt; transformando o espaço segundo uma lógica de alameda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;38.&lt;/strong&gt; Em suma: &lt;strong&gt;na base do plano de obras da Metro do Porto SA está, portanto, a ideia de que o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado é uma espécie de equívoco da história, que deve ser corrigido à luz de um novo princípio ordenador.&lt;br /&gt;39.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Trata-se de uma ideia respeitável. Há, todavia, um "pequeno" obstáculo à sua implementação prática: é que, como já se demonstrou, o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado encontra-se em vias de classificação, tal como é, tal como está, ainda que (segundo o juízo estético de alguns) “desordenado” ou formalmente "ambíguo".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;40.&lt;/strong&gt; E se porventura o espaço for "desordenado" e "formalmente ambíguo", &lt;strong&gt;é assim mesmo&lt;/strong&gt;, desordenado e ambíguo,&lt;strong&gt; que está protegido pela servidão inerente ao seu estatuto de bem cultural em vias de classificação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;41.&lt;/strong&gt; Não se termina este ponto sem salientar que, como a correspondente memória justificativa evidencia, &lt;strong&gt;o estudo preliminar da autoria do Arquitecto Álvaro Siza não é sequer algo inteiramente novo&lt;/strong&gt;, que tenha sido elaborado propositadamente para as obras de construção do canal de metro e suas estações: &lt;strong&gt;trata-se, antes, de uma ideia que, já em 2000, havia sido apresentada no âmbito das actividades da sociedade Porto 2001, SA&lt;/strong&gt;, então abandonada, ao que se sabe, por constrangimentos financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;c)- As fases de execução do plano da Metro do Porto, SA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;42.&lt;/strong&gt; A Metro do Porto, SA planeou repartir a execução das obras projectadas para o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado por &lt;strong&gt;duas fases&lt;/strong&gt;: numa &lt;strong&gt;primeira fase&lt;/strong&gt; abriria as bocas de acesso à estação de metro (instalada no subsolo da Avenida dos Aliados) e transformaria os passeios norte-poente e norte-nascente da Avenida dos Aliados; numa &lt;strong&gt;segunda fase&lt;/strong&gt;, levaria a cabo as obras previstas para as placas centrais da Avenida e para as Praças da Liberdade e General Humberto Delgado.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;IV-As ilegalidades (violações de normas de direito administrativo) cometidas pela Metro do Porto SA&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;A-Realização de obras, que não se integram no objecto da Concessão, sem licença municipal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;43.&lt;/strong&gt; Em Maio de 2005, já a Metro do Porto, SA havia iniciado as obras de intervenção no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;44.&lt;/strong&gt; No momento presente, as obras da primeira fase, relativas à abertura das bocas de acesso à estação subterrânea (já funcionais desde Agosto último) e à transformação dos passeios laterais norte-poente e norte-nascente, apresentam-se muito adiantadas, mas ainda não concluídas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;45.&lt;/strong&gt; As &lt;strong&gt;obras da segunda fase começaram, entretanto, há cerca de duas semanas, com o esventramento dos pavimentos e dos canteiros&lt;/strong&gt; existentes nas Praças e nas placas centrais da Avenida _ cfr. as fotografias que se juntam, como Docs. 16 a 30, os quais aqui se dão por inteiramente reproduzidos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;46.&lt;/strong&gt; Todas estas obras vêm sendo realizadas sem que a Metro do Porto, SA tenha obtido, previamente, a necessária &lt;strong&gt;licença municipal&lt;/strong&gt;, como é imposto no &lt;strong&gt;art.4.º do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE),&lt;/strong&gt; aprovado pelo D.L. n.º 555/99, de 16 de Dezembro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;47.&lt;/strong&gt; É certo que o &lt;strong&gt;art.7.º/1-e) do RJUE&lt;/strong&gt; isenta de licenciamento as obras de edificação ou demolição promovidas por entidades &lt;strong&gt;concessionárias &lt;/strong&gt;de obras ou serviços públicos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;48.&lt;/strong&gt; Todavia, &lt;strong&gt;essa isenção não é genérica nem indiscriminada, apenas se referindo às obras que &lt;em&gt;"se reconduzam à prossecução do objecto da concessão".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;49.&lt;/strong&gt; Nos termos da &lt;strong&gt;Base I da Concessão&lt;/strong&gt; do sistema de metro ligeiro do Porto, o seu objecto consiste na realização das obras de construção do canal e das estações e na exploração comercial do correspondente serviço de transporte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;50.&lt;/strong&gt; Com o objecto da concessão, assim definido, coincide o próprio &lt;strong&gt;objecto social da Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;, identificado nos arts. 3.º e 4.º dos respectivos &lt;strong&gt;Estatutos&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;51.&lt;/strong&gt; Embora as normas que se acaba de convocar, concernentes à delimitação do objecto da concessão e do objecto social estatutário da Metro do Porto, SA, lhe não façam qualquer referência específica, não custa admitir que ainda se possa reconduzir à &lt;em&gt;"prossecução do objecto da concessão"&lt;/em&gt; as obras &lt;strong&gt;estritamente necessárias&lt;/strong&gt; para repor a situação urbana alterada pela implantação do canal de metro à superfície ou pela abertura de bocas de acesso às estações subterrâneas e correspondentes entradas de ar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;52.&lt;/strong&gt; Quer dizer, é compreensível que faça parte do objecto da concessão, e do objecto social da própria concessionária, a efectivação dos trabalhos necessários para reparar os estragos causados à superfície pela realização das obras de construção do canal do metro e das bocas de acesso às estações subterrâneas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;53.&lt;/strong&gt; Mas, seguramente, &lt;strong&gt;já não fazem parte do objecto da Concessão obras que, como aquelas que a Metro do Porto SA vem realizando no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, indo muito além do que a necessidade de reposição determina, se traduzem na transformação completa daquele espaço municipal&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;54.&lt;/strong&gt; Tanto mais quanto é certo que, no caso, se trata de um troço de metro subterrâneo, em que as obras à superfície se limitam à abertura das bocas de acesso à estação e das entradas de ar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;55.&lt;/strong&gt; Parece, pois, que as obras de &lt;strong&gt;completa reconformação urbanística&lt;/strong&gt; do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt; que fazem parte do plano de intervenção da Metro do Porto SA não são feitas por causa dos trabalhos de construção do metro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;56.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;São feitas, isso sim, por ocasião e a pretexto deles&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;57.&lt;/strong&gt; Aliás, como já se demonstrou, o &lt;strong&gt;estudo preliminar que consagra a nova concepção&lt;/strong&gt; a que se quer submeter aquele espaço municipal &lt;strong&gt;é muito anterior ao início das obras que a Metro do Porto, SA vem desenvolvendo, datando de Julho de 2000&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;58.&lt;/strong&gt; Por outro lado, a localização das bocas de acesso à estação subterrânea da Avenida dos Aliados (uma em cada passeio lateral) foi já determinada pela própria concepção de organização do espaço subjacente àquele estudo preliminar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;59.&lt;/strong&gt; Em suma, as obras que a Metro do Porto, SA vem desenvolvendo no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;cabendo decerto no leque de atribuições do Município do Porto, são seguramente estranhas ao circunscrito objecto da concessão da construção do sistema de metro ligeiro do Porto, e alheias ao objecto estatutário da concessionária&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;60.&lt;/strong&gt;Tratando-se, pois, de obras sujeitas a licenciamento municipal (licenciamento que, no caso, não existe), &lt;strong&gt;já há muito deveriam ter sido embargadas pelo Município do Porto, nos termos art. 102.º/1-a) do RJUE&lt;/strong&gt; _ sendo o pedido de condenação na emissão desse embargo um dos elementos do objecto do processo principal de que este processo cautelar será dependente. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;B -Realização de obras, em bem patrimonial cultural em vias de classificação, sem prévia autorização do IPPAR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;61.&lt;/strong&gt; O &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, dissemo-lo já (cfr. artigos 9 a 18 desta peça), &lt;strong&gt;é um bem imóvel em vias de classificação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;62.&lt;/strong&gt; Nos termos do art. 45.º/3 do da LPC, quaisquer obras ou intervenções em bens imóveis em vias de classificação dependem de prévia autorização do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;63.&lt;/strong&gt; Como se já se esclareceu (supra, artigos 24 a 42 desta peça), as obras que a Metro do Porto SA vem realizando no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt; obedecem a um plano alicerçado num estudo preliminar da autoria do Arquitecto Álvaro Siza, cuja execução foi programada em duas fases: numa primeira fase abrir-se-iam as bocas de acesso à estação de metro e transformar-se-iam os passeios norte-poente e norte-nascente da Avenida dos Aliados; numa segunda fase, intervir-se-ia nas placas centrais da Avenida e nas actuais Praças da Liberdade e General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;64.&lt;/strong&gt; O referido estudo preliminar, não obstante ter sido remetido ao IPPAR (cfr., &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, artigo 34 desta peça), nunca foi objecto de qualquer pedido de autorização ou aprovação_ o que, de resto, se compreende, uma vez que, enquanto simples estudo preliminar, não encerra qualquer projecto de execução de obras susceptível de ser autorizado pelo IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;65.&lt;/strong&gt; Entretanto, já depois de ter iniciado as correspondentes obras, a &lt;strong&gt;Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;, através de requerimento entrado nos serviços da Direcção Regional do Norte do IPPAR em 19 de Maio de 2005, solicitou a emissão de autorização do projecto de execução das obras da primeira fase, juntando os pertinentes desenhos _ cfr. Doc. 31, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;66.&lt;/strong&gt; Através de &lt;strong&gt;despacho de 06 de Junho de 2005&lt;/strong&gt; (cfr. &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Doc. 32&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido), o &lt;strong&gt;presidente do IPPAR&lt;/strong&gt;, deferindo aquele requerimento, autorizou- &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;(Nota 5- Tanto o instrumento de notificação daquele despacho (cfr. Doc.32), como as informações para que remete aludem a “parecer favorável”. Afigura-se, todavia, que se trata de mera incorrecção terminológica, uma vez que as normas jurídicas que o despacho convoca, designadamente o art. 45.º da LPC, prevêem a figura da “autorização” e não a do “parecer favorável”. Sob pena, portanto, de se entender que o IPPAR praticou um acto cuja competência se não acha prevista na lei, deve considerar-se a expressão “parecer favorável” como significando “autorização” (que é, na verdade, o único acto para o qual o IPPAR tem competência)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; - &lt;/span&gt;a &lt;strong&gt;execução das obras da primeira fase&lt;/strong&gt; de execução do plano de intervenção no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;67.&lt;/strong&gt; Trata-se de um &lt;strong&gt;despacho nulo, manifestamente ilegal, como mais adiante se procurará demonstrar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;68.&lt;/strong&gt; De todo o modo, o que agora importa salientar é a circunstância de, entretanto, a &lt;strong&gt;Metro do Porto, SA, em flagrante desobediência à lei, já ter iniciado as obras da segunda fase de execução do seu plano de intervenção (destrutiva) no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado, sem que, todavia, tenha sequer solicitado a indispensável autorização ao IPPAR&lt;/strong&gt; _ que, por conseguinte, ainda não a emitiu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;69.&lt;/strong&gt; De facto, como as fotografias em anexo permitem confirmar (cfr. Docs. 16 a 30), &lt;strong&gt;nas ainda existentes Praças da Liberdade e General Humberto&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Delgado, bem como nas placas centrais da Avenida dos aliados, já há vedações levantadas e retro-escavadoras que, impunemente, vão demolindo a calçada e liquidando a vegetação&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;70.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Obras estas que, insiste-se, não foram autorizadas pelo despacho de 06 de Junho de 2005, da autoria do presidente do IPPAR, que, expressamente, segundo a informação para que remete, e homologa, apenas se reporta ao &lt;em&gt;"projecto de execução dos passeios norte-nascente e norte-poente". &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;71.&lt;/strong&gt; Tratando-se, pois, de &lt;strong&gt;obras sujeitas a prévia autorização do IPPAR (autorização que, no caso, não existe), já há muito, por força do disposto no art. 47.º da LPC, deveriam ter sido embargadas por esta entidade, que com dócil complacência vem assistindo ao extermínio programado de um espaço que lhe compete proteger&lt;/strong&gt; _ sendo também o pedido de condenação na emissão desse específico embargo de defesa do património cultural um dos elementos do objecto do processo principal de que este processo cautelar será dependente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;"&gt;C -Violação do parecer final de Avaliação de Impacto Ambiental&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;72.&lt;/strong&gt; No quadro normativo então em vigor, consubstanciado no D&lt;strong&gt;.L. 186/90&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;(nota 6- Entretanto revogado pelo D.L. 69/200, de 03 de Maio, depois alterado pelo D.L. 197/2005, de 08 de Novembro.),&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; de 6 de Junho, na redacção resultante do D.L. 278/97, de 08 de Outubro, o projecto geral de construção do sistema de metro ligeiro do Porto estava sujeito à prévia realização de uma &lt;strong&gt;Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;73.&lt;/strong&gt; Nos termos do art. 2.º/2 daquele diploma legal, o procedimento AIA visa prever, neutralizar e minimizar os efeitos negativos da execução dos projectos a ele sujeitos, no que concerne aos componentes ambientais tanto estritamente naturais (fauna, flora, solo, clima) como humanos, designadamente os bens materiais e o património cultural (o que, de novo, confirma as relações de inclusão que unem o direito do ambiente ao direito do património cultural).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;74.&lt;/strong&gt; O procedimento de AIA, como se achava configurado na legislação coeva aplicável, compreendia três elementos fundamentais: o &lt;strong&gt;Estudo de Impacte Ambiental (EIA),&lt;/strong&gt; a elaborar e a apresentar pelo dono da obra; a &lt;strong&gt;consulta pública&lt;/strong&gt;; e o&lt;strong&gt; parecer final&lt;/strong&gt; sobre o projecto, da competência da tutela governamental do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;75.&lt;/strong&gt; No caso em apreço, a &lt;strong&gt;Comissão de Avaliação nomeada pela então Direcção Geral do Ambiente&lt;/strong&gt; emitiu parecer favorável à construção do sistema de metro ligeiro do Porto _ cfr. Doc. 33, que se junta e aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;76.&lt;/strong&gt; Tratou-se, contudo, de um &lt;strong&gt;parecer&lt;/strong&gt; favorável &lt;strong&gt;condicionado&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;77.&lt;/strong&gt; E &lt;strong&gt;condicionado, no que ao caso interessa, ao cumprimento dos programas e medidas de minimização dos impactes negativos do projecto no ambiente e no património cultural previstos e preconizados no próprio EIA&lt;/strong&gt; _ é justamente este condicionamento (consistente, como se vê, na &lt;strong&gt;adopção homologatória das propostas do EIA&lt;/strong&gt;) que, expressamente, se estabelece na pág. 61 do parecer final da referida Comissão de Avaliação _ &lt;span style="font-size:85%;"&gt;cfr. Doc. 33&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;78.&lt;/strong&gt; Quanto aos programas e medidas preconizadas, em geral, pelo EIA, destacam-se os seguintes:&lt;br /&gt;- constituição de &lt;em&gt;“um &lt;strong&gt;Programa de Salvaguarda do Património Cultural Construído&lt;/strong&gt; e um Programa de Acompanhamento Ambiental da obra, &lt;strong&gt;que faça a inventariação, prospecção, sondagem e recuperação dos elementos de interesse patrimonial&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;”;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;medidas necessárias para que o coberto vegetal não seja destruído desnecessariamente&lt;/strong&gt;”; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;“&lt;strong&gt;recuperação de todas as áreas que venham a ser afectadas por qualquer processo&lt;/strong&gt;”;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- &lt;em&gt;“&lt;strong&gt;recuperar imediatamente após a finalização das obras todos os jardins públicos e arruamentos afectados pelas obras”;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;recuperar-se imediatamente após a finalização das obras os jardins públicos e arruamentos, destacando-se pela sua localização no centro do Porto e pela natureza das obras aí previstas, a avenida e jardim dos Aliados&lt;/strong&gt;”; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;79. No que diz respeito, especificamente, ao &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, o EIA, para que remete o parecer final da Comissão de Avaliação, é &lt;strong&gt;particularmente exigente nos cuidados que preconiza&lt;/strong&gt;. Nele se pode ler o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Elementos de interesse arquitectónico identificados na área do estudo (…):esta secção corresponde ao &lt;strong&gt;jardim dos Aliados&lt;/strong&gt;, prevendo-se uma grande afectação do mesmo, consequência da obra da linha do metro e da instalação da estação dos Aliados; este impacte será contudo temporário, &lt;strong&gt;podendo ser facilmente adoptadas medidas mitigadoras durante a obra, bem como a reposição do jardim imediatamente após a sua conclusão&lt;/strong&gt;”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;80.&lt;/strong&gt; Para o &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, o EIA (para o qual, insiste-se, remete homologatoriamente o parecer final da Comissão de Avaliação), prevê mesmo &lt;strong&gt;medidas especiais de "&lt;em&gt;integração estética e paisagística", &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;a saber:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"1. Levantamento topográfico da vegetação.&lt;br /&gt;2. Selecção criteriosa das espécies vegetais existentes no jardim dos Aliados que possam ser transplantadas e o seu devido acondicionamento para posterior recolocação.&lt;br /&gt;3. Recuperação do jardim após a conclusão do empreendimento repondo-se, tanto quanto possível, a situação inicial." &lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;( Nota 7- As passagens do EIA constantes do texto desta peça foram transcritas a partir do volumoso processo consultado na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, do qual não foi possível ainda obter cópia. Por isso que, na parte final desta peça, se requer a intimação da Metro do Porto, SA para trazer aos autos todos os volumes do EIA, cuja elaboração foi responsabilidade sua.) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;81.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Quanto às obras&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;previstas, e já em curso, para &lt;em&gt;o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, como resulta claramente de toda a narração que antecede (em particular, a que consta, supra, dos artigos 24 a 41), &lt;strong&gt;a Metro do Porto, SA, exorbitando largamente do objecto da Concessão de que está incumbida, bem como dos limites do seu objecto estatutário, vem desrespeitando frontal e clamorosamente as condições de que a Comissão de Avaliação fez depender a emissão de parecer favorável ao projecto de construção&lt;/strong&gt; _ para não dizer, mais radicalmente, que as tem ignorado, actuando como se elas não existissem, ou como se a elas não estivesse vinculada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;82.&lt;/strong&gt; Com efeito, para além de não se conhecer qualquer plano de salvaguarda do património cultural que tenha elaborado, &lt;strong&gt;a Metro do Porto, SA vem fazendo exactamente o contrário daquilo que é determinado no Parecer Final do procedimento de AIA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;83.&lt;/strong&gt; Ou seja, &lt;strong&gt;em nome da obediência reverente e escolástica a uma opção estética (a do Arquitecto Álvaro Siza) a que subjaz a ideia de que o &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt; não devia ser como é&lt;/strong&gt; (ainda que seja por ser como é que se acha em vias de classificação como património cultural valioso!), &lt;strong&gt;a Metro do Porto, SA, em lugar de preservar, destrói&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;84.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Em lugar de limitar a sua intervenção ao mínimo absolutamente necessário&lt;/strong&gt; _ como é preceituado no Parecer Final de AIA _, &lt;strong&gt;a Metro do Porto, SA fez-se executora de um plano de aniquilação de tudo aquilo que constitui a riqueza identificadora daquele histórico espaço municipal&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;85.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Em lugar de repor o coberto vegetal que fosse inevitável desfazer por causa das obras à superfície, a Metro do Porto, SA, prepara-se para sepultar sob um lívido pavimento de cubos de granito mesmo aquilo em que as obras à superfície nem sequer tiveram necessidade de tocar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;86.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A realização das obras em violação das condições impostas no Parecer Final do procedimento de AIA constitui ilegalidade grave, que integra mesmo o tipo contra-ordenacional p revisto no art. 10.º do já citado D.L. 186/90, de 06 de Junho&lt;/strong&gt;, então em vigor&lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;.(nota 8- Tipo contra-ordenacional que se mantém no regime de AIA actualmente vigor &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;(cfr. art. 37.º do D.L. 69/2000, de 03 de Maio).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;87.&lt;/strong&gt; Além disso, nos termos do art. 10.º/5 do mesmo diploma legal, compete à entidade com competências de regulação e fiscalização na área do ambiente tomar as medidas previstas no &lt;strong&gt;art. 48.º da Lei de Bases do Ambiente (Lei n.º 11/87, de 07 de Abril): intimar os infractores a cessarem a ilegalidade e a reporem a situação preexistente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;88.&lt;/strong&gt; No caso, a Inspecção Geral do Ambiente (que é o organismo central de inspecção do MAOT, de acordo com o quadro orgânico estabelecido no D.L. 549/99, 14 de Setembro), apesar das instâncias da ONGA Campo Aberto, aqui requerente, nada fez _ cfr. Doc. 34, que se junta e aqui se dá por integralmente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;89.&lt;/strong&gt; Razão pela qual, na acção principal de que este processo cautelar dependerá, se pedirá a condenação do MAOT na emissão de despacho que intime a Metro do Porto, SA a cessar os atropelos aos valores ambientais e patrimoniais-culturais que vem perpetrando no co&lt;em&gt;njunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, bem como a repor a situação preexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;D -Não cumprimento do dever de prévia audição dos cidadãos, imposto na Lei n.º 83/95, de 31 de Agosto (Lei da Acção Popular _ LAP)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;90.&lt;/strong&gt; Preceitua o art. 4.º/1 da LAP que &lt;em&gt;“a decisão sobre a localização e a realização de obras públicas ou de outros investimentos públicos &lt;strong&gt;com impacte relevante no ambiente ou nas condições económicas e sociais e da vida em geral das populações ou agregados populacionais de certa área do território nacional devem ser precedidos, na fase de instrução dos respectivos procedimentos, da audição dos cidadãos interessados e das entidades defensoras dos interesses&lt;/strong&gt; que possam vir a ser afectados por aqueles planos ou decisões”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;91&lt;/strong&gt;. No n.º3 da mesma disposição, &lt;em&gt;“são consideradas como obras públicas ou investimentos públicos com &lt;strong&gt;impacte relevante&lt;/strong&gt; para efeitos deste artigo &lt;strong&gt;os que se traduzam em custos superiores a um milhão de contos ou que, sendo de valor inferior, influenciem significativamente as condições de vida das populações de determinada área&lt;/strong&gt;, quer sejam executados directamente por pessoas colectivas públicas quer por &lt;strong&gt;concessionários&lt;/strong&gt;”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;92.&lt;/strong&gt; Os requerentes não sabem, nem podem saber, qual o valor exacto das obras, incluindo custos de projectos, planeadas pela Metro do Porto, SA para &lt;em&gt;o conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;93.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Mas não é nada improvável que, considerando a sua magnitude e tempo de execução, ultrapasse a cifra de € 5 000 000,00&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;94.&lt;/strong&gt; De todo o modo, trata-se, seguramente, de uma intervenção urbana que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;influencia significativamente as condições de vida da população do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, como, de resto, é testemunhado pela alargada discussão pública informal que tem gerado. &lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;(Nota 9-Um excelente repositório dos contributos e manifestações dessa discussão pode ver-se em http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/.) &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;95.&lt;/strong&gt; A tal ponto que, na sequência de uma &lt;strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/resultado-do-envio-das-assinaturas.html" target="_blank"&gt;petição de vários cidadãos dirigida à Assembleia República, a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, em sessão agendada para o efeito (realizada a 11 de Outubro de 2005), ouviu, entre outros, o presidente do IPPAR e o presidente da Comissão Executiva da Metro do Porto SA _ &lt;span style="font-size:85%;"&gt;cfr. as &lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/audies-na-comisso-parlamentar.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;transcrições &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;efectuadas pelos requerentes a partir da emissão correspondente do Canal Parlamento, das declarações aí prestadas, que se juntam como Doc. 35, o qual aqui se dá por inteiramente reproduzido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;96.&lt;/strong&gt; Importa não esquecer que &lt;strong&gt;aquilo de que se trata é, assumidamente, de uma intervenção que transforma radicalmente, na sua estrutura, fisionomia e conteúdo, um dos espaços mais emblemáticos da cidade do Porto&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;97.&lt;/strong&gt; Não obstante, &lt;strong&gt;a Metro do Porto SA, infringindo o dever a que legalmente estava adstrita &lt;/strong&gt;_ pois que o seu plano de intervenção naquele espaço municipal se subsume efectivamente na previsão do art. 4.º/1 da LAP _, &lt;strong&gt;não pôs em marcha o procedimento de audiência prévia previsto e regulado nos arts. 5.º a 10.º da LAP&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;V -Da manifesta ilegalidade do despacho do presidente do IPPAR cuja eficácia ora se requer seja suspensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;98.&lt;/strong&gt; Como já se disse (cfr., &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, artigos 61 a 67 desta peça), o presidente do IPPAR, através de &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;despacho de 06 de Junho de 2005&lt;/a&gt;, autorizou a realização das obras da primeira fase de execução do plano de intervenção, gizado pela Metro do Porto, SA, no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, correspondentes à abertura das bocas de acesso à estação subterrânea e à transformação dos passeios norte-nascente e norte-poente _ cfr. Doc. 32.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;99.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Apesar de a autorização do IPPAR se cingir às obras da primeira fase de execução, não é menos verdade que ela assenta no beneplácito acrítico conferido ao plano global de intervenção e, em última instância, ao estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;100.&lt;/strong&gt; Aliás, uma leitura atenta das &lt;strong&gt;informações que o despacho assimila e homologa&lt;/strong&gt;, deixa perceber que o IPPAR, mais do que aferir o projecto de execução das obras da primeira fase em função das disposições legais aplicáveis, avaliou-o à luz das orientações genéricas do referido estudo preliminar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;101.&lt;/strong&gt; Ora, de tudo o que se foi deixando alegado (sobretudo, &lt;em&gt;supra&lt;/em&gt;, nos artigos 24 a 44 desta peça), emerge uma constatação incontornável: &lt;strong&gt;o plano de intervenção da Metro do Porto, SA no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, inspirado no estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza, &lt;strong&gt;consubstancia-se, na realidade, na sua destruição, na sua integral demolição&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;102.&lt;/strong&gt; Relembremo-lo:&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de uma avenida e duas praças, passaremos a ter uma alameda&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000066;"&gt;Nota 10-São as próprias informações homologadas pela autorização do presidente do IPPAR que o atestam expressamente, assim como as  &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/audies-no-mbito-da-petio-de-protesto.html" target="_blank"&gt;declarações daquele &lt;/a&gt; na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura _ cfr. Docs. 32 e 35.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; ;&lt;br /&gt;- os &lt;strong&gt;passeios &lt;/strong&gt;passarão ser mais largos e a &lt;strong&gt;placa central&lt;/strong&gt; da pretendida alameda mais estreita do que a actual placa central da Avenida dos Aliados;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de um pavimento de calçada portuguesa em calcário e basalto&lt;/strong&gt;, passaremos a ter &lt;strong&gt;cubos de granito&lt;/strong&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;em vez de jardim, de canteiros, de verde&lt;/strong&gt;, passaremos a ter, cubos de granito, mais cubos de granito, &lt;strong&gt;só cubos de granito&lt;/strong&gt;, no império do cinzento;&lt;br /&gt;- em vez de espaço livre, passaremos a ter uma &lt;strong&gt;fonte de inspiração francesa&lt;/strong&gt;, para, definitivamente, enterrar a história e &lt;strong&gt;internacionalizar (descaracterizar)&lt;/strong&gt; os Aliados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;103.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A autorização entretanto concedida não é mais do que um salvo-conduto para a destruição de uma parte desse histórico espaço municipal&lt;/strong&gt; _ pois que não houve sequer o escrúpulo de solicitar autorização para a demolição do restante, que entrementes se vai consumando.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;104.&lt;/strong&gt; Pois bem, &lt;strong&gt;o art. 49.º/2 da LPC faz depender a validade da autorização de demolição, ainda que parcial, de bens imóveis em vias de classificação de pressupostos apertadíssimos e particularmente severos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.................&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;em&gt;A autorização de demolição por parte do órgão competente da administração central, regional autónoma ou municipal tem como pressuposto obrigatório a existência de ruína ou a verificação em concreto da primazia de um bem jurídico superior ao que está presente na tutela dos bens culturais, desde que, em qualquer dos casos, se não mostre viável nem razoável, por qualquer outra forma, a salvaguarda ou o deslocamento do bem”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;105.&lt;/strong&gt; O n.º 3 do mesmo preceito, por seu turno, limita o alcance da autorização de demolição, quando possível, segundo um rigorosíssimo princípio da necessidade:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;...................&lt;/span&gt;“Verificado um ou ambos os pressupostos, devem ser decretadas as medidas adequadas à manutenção de todos os elementos que se possam salvaguardar, autorizando-se apenas as demolições estritamente necessárias”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;106.&lt;/strong&gt; Ainda na mesma senda, que é a da ideia da (compreensível) preservação a todo o custo do património em vias de classificação, &lt;strong&gt;o n.º4 do art. 49.º da LPC, de maneira a desencorajar quaisquer estratégias de criação de factos consumados&lt;/strong&gt;, prescreve:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.....................&lt;/span&gt;“A autorização de demolição (…) não deve ser concedida quando a situação de ruína seja causada pelo incumprimento do disposto no presente capítulo, impondo-se aos responsáveis a reposição, nos termos da lei”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;107.&lt;/strong&gt; O vigor posto pelo legislador na preservação dos imóveis (designadamente os conjuntos) em vias de classificação evidencia-se também, de modo assertivo, na protecção que, no &lt;strong&gt;art. 52.º/2 da LPC&lt;/strong&gt;, dispensa ao seu próprio contexto (no sentido de &lt;em&gt;enquadramento paisagístico&lt;/em&gt;):&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;...........................&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Nenhumas intervenções relevantes, em especial alterações com incidência no volume, natureza, morfologia ou cromatismo, que tenham de realizar-se nas proximidades de um bem imóvel classificado, ou em vias de classificação, podem alterar a especificidade arquitectónica da zona ou perturbar significativamente a perspectiva ou contemplação do bem”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;108.&lt;/strong&gt; Estas &lt;strong&gt;soluções legais, que blindam os bens imóveis em vias de classificação a intervenções perturbadoras da sua especificidade cultural&lt;/strong&gt;, são, de resto, absolutamente coerentes com as imposições de &lt;strong&gt;um dos princípios gerais da política do património cultural&lt;/strong&gt;, que se acha consagrado no art. 6.º da LPC:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.............................&lt;/span&gt;“Inspecção e prevenção&lt;strong&gt;, impedindo&lt;/strong&gt;, mediante a instituição de organismos, processos e controlos adequados&lt;strong&gt;, a desfiguração, degradação ou perda de elementos integrantes do património cultural”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;109.&lt;/strong&gt; Em face de tudo aquilo que vai alegado, afigura-se aos requerentes que o presidente do IPPAR, &lt;strong&gt;ao emitir o despacho cuja eficácia ora se pede que seja suspensa, além de não honrar a competência fundamental em que a sua lei orgânica o investe&lt;/strong&gt; (Cfr. art. 2.º do D.L. 120/97, de 16 de Maio.), &lt;strong&gt;violou redonda e crassamente os citados preceitos da LPC, cometendo ilegalidades manifestas&lt;/strong&gt; _ subsumíveis ao critério decisório enunciado no &lt;strong&gt;art. 120.º/1-a) do CPTA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;110.&lt;/strong&gt; Efectivamente, ao emitir tal despacho,&lt;strong&gt; o presidente do IPPAR, em vez de orientar-se pelo princípio da preservação do património cultural&lt;/strong&gt; (no caso, um imóvel em vias de classificação), &lt;strong&gt;postou-se numa atitude de reverencial aceitação de uma opção estética assumidamente determinada pelo propósito de transformar aquilo que, por força da lei, tem de ser mantido a todo o transe&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;111.&lt;/strong&gt; É causa da maior perplexidade que, numa das informações homologadas pelo despacho suspendendo, se diga que &lt;em&gt;“Deste conjunto se destaca negativamente a Praça da Liberdade (…)”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;112.&lt;/strong&gt; Como é possível que uma entidade que, em 1993, emitiu um despacho que abriu o procedimento de classificação do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, sob o fundamento, correctíssimo, de que se trata de um &lt;em&gt;“conjunto urbano monumental, de particular interesse histórico e artístico”&lt;/em&gt; (cfr., supra, artigos 9 a 16 desta peça), venha, agora, com se nada fosse, emitir a seu respeito um juízo de depreciação?!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;113.&lt;/strong&gt; Perplexidade que mais se intensifica quando, na mesma informação, apesar de se reconhecer que a solução do estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza se traduz numa &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“solução que rompe radicalmente com a situação existente”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (situação existente que ao IPPAR cumpre preservar), se diz, logo a seguir, &lt;strong&gt;num exercício de pura demissão da responsabilidade de fiscalização (e de subserviência à autorictas do grande Arquitecto),&lt;/strong&gt; que ela é de aceitar porque, simplesmente, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“consiste (…) numa opção de base dos projectistas”! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;114.&lt;/strong&gt; Ao agir assim, o IPPAR desceu ao grau zero da fiscalização e da fundamentação racional da decisão: &lt;strong&gt;aceitou o estudo preliminar, e autorizou a primeira fase das obras, porque, precisamente, tem de respeitar-se as opções dos projectistas! _ ainda que estas opções impliquem a destruição daquilo que a lei incumbe o IPPAR de proteger de qualquer alteração desfiguradora&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;115.&lt;/strong&gt; O IPPAR, repete-se, &lt;strong&gt;violou manifestamente a lei&lt;/strong&gt;, tendo praticado, ao emitir o despacho suspendendo, &lt;strong&gt;um acto administrativo para o qual o art. 49.º/5 da LPC estatui a sanção mais grave e radical do direito administrativo: a nulidade.&lt;br /&gt;116.&lt;/strong&gt; Nulidade cuja declaração se pedirá na acção principal de que este processo cautelar dependerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;VI -A ilegalidade de uma mais que provável futura autorização do IPPAR para a realização das obras da segunda fase do plano da Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;117.&lt;/strong&gt; Em função de tudo o que vem de dizer-se, sabe-se já que o IPPAR aceita o plano de intervenção (demolidora) da Metro do Porto, SA no &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado&lt;/em&gt;, sob inspiração do estudo preliminar do Arquitecto Álvaro Siza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;118.&lt;/strong&gt; Sabe-se, também, que, em consequência disso, autorizou a realização das obras da primeira das duas fases em que a Metro do Porto, SA dividiu a execução do seu plano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;119.&lt;/strong&gt; Neste quadro de circunstâncias, e considerando a complacência que vem caracterizando a actuação do IPPAR nesta situação, afigura-se aos ora requerentes &lt;strong&gt;que é muito provável que esta entidade, quando solicitada para o efeito, venha a proferir despacho de autorização para a realização da segunda fase das obras planeadas pela Metro do Porto, SA&lt;/strong&gt; para o &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado &lt;/em&gt;_ obras que, de resto, por antecipação, aquela empresa já iniciou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;120.&lt;/strong&gt; Tal despacho, a ser de facto emitido, como se prevê, padecerá, inevitavelmente, e pelas mesmas razões, das graves ilegalidades que, supra, nos artigos 98 a 115 desta peça, vão imputadas àquele que corporiza a autorização para a realização das obras da primeira fase.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;121.&lt;/strong&gt; Por essa razão, os requerentes, na conclusão desta peça, pedirão também que o IPPAR seja intimado a não cometer semelhantes ilegalidades, abstendo-se de autorizar as obras da segunda fase do plano de liquidação do &lt;em&gt;conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado,&lt;/em&gt; tal qual ele é _ assim antecipando cautelarmente o efeito que também se visa, a título definitivo, na acção principal de que este processo dependerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VII-Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eis, assim, meritíssimo Juiz, expostas as razões pelas quais se requer a V.Exa.:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;a)&lt;/span&gt; intime a Metro do Porto, SA a cessar imediatamente as obras que vem realizando no conjunto da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da Praça General Humberto Delgado;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;b)&lt;/span&gt; determine a suspensão da eficácia do despacho do presidente do IPPAR de 06 de Junho de 2005, que autorizou a realização da primeira fase daquelas obras;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;c)&lt;/span&gt; intime o IPPAR a abster-se de proferir qualquer despacho que tenha por conteúdo ou efeito a autorização da segunda fase das mesmas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requerimento probatório:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Requer-se, nos termos do art. 528.º do CPC, a intimação da Metro do Porto SA para trazer aos autos, no prazo de que dispõe para dedução da resposta, todos os volumes do EIA (estudo de Impacte Ambiental) elaborado para efeitos do procedimento de AIA (Avaliação de Impacte Ambiental) a que foi sujeito o projecto geral de construção do sistema de metro ligeiro do Porto, para fazer prova do que se alega nos artigos 78, 79 e 80 desta peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valor:&lt;/strong&gt; ao presente processo cautelar atribui-se o valor de &lt;strong&gt;€ 15 000,00&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(quinze mil euros).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Junta:&lt;/strong&gt; procurações forenses, 35 documentos, duplicados e cópias legais, bem como o comprovativo do pagamento antecipado da taxa de justiça inicial. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Sociedade de Advogados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;MATIAS SERRA · FERREIRA DA SILVA · PAULA MANO · &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;PAULO DUARTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ·&lt;/span&gt; SOFIA PENA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ PEDRO LIBERAL . BENEDITA GONÇALVES . MARTA REGO RIBEIRO&lt;br /&gt;ADVOGADOS ESTAGIÁRIOS&lt;br /&gt;PRAÇA PEDRO NUNES, 94 4050-466 PORTO TELEF. 226091116 / FAX 226000882&lt;br /&gt;E-MAIL: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;mslawfirms (at) netcabo.pt&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;HOMEPAGE: &lt;a href="http://www.mspadvogados.org" target="_blank"&gt;www.mspadvogados.org&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;................................&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;Comentar aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113492593642481175?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113492593642481175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113492593642481175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html' title='Providências cautelares contra Metro do Porto S.A. e IPPAR'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113465522150739242</id><published>2005-12-15T13:56:00.000Z</published><updated>2006-01-05T11:38:59.393Z</updated><title type='text'>Perguntas enviadas à Câmara Municipal do Porto pela relatora da Petição nº 44/X/1ª - Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;«PETIÇÃO Nº 44/X/1ª&lt;br /&gt;Como relatora da Petição nº 44/X/1ª, e na sequência das audições dos responsáveis do IPPAR e da Metro Porto, S.A. pelos deputados da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, solicito respostas da Câmara Municipal do Porto às seguintes perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Segundo declarações do Sr. Dr. Oliveira Marques, a Metro Porto, S.A., é apenas “executor” da obra de intervenção urbanística no conjunto, Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, Praça General Humberto Delgado, tendo iniciado o processo a pedido da Câmara Municipal do Porto e seguindo as suas indicações:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Qual foi o “programa” definido pela Câmara Municipal do Porto na formalização desta encomenda à Metro do Porto, SA?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Qual o órgão que, no município do Porto, definiu esse programa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Como salvaguardou a Câmara Municipal do Porto o respeito pela Avaliação de Impacto Ambiental do Sistema de Metro, datada de Abril de 1998, pelas disposições legais decorrentes do processo de instrução relativo à eventual classificação do conjunto urbano iniciado em 1993, a pedido da própria Câmara, e pelos princípios e obrigações da Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro, que estabelece as bases da politica e do regime de protecção e valorização do património cultural?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Qual o órgão que aprovou os termos da formalização do acordo entre a Câmara Municipal do Porto e a Metro do Porto, SA visando a intervenção em causa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Os peticionários referem, como motivo central do seu pedido de intervenção à Assembleia da República, a “transformação radical” que o projecto dos arquitectos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura introduz no conjunto Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, Praça General Humberto Delgado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; A transformação, por contraponto à manutenção da pré-existência, insere-se numa linha estratégica de actuação da Câmara Municipal do Porto relativamente às intervenções no espaço público da cidade?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Está a intervenção prevista e descrita no PDM, no Plano de Actividades da Câmara Municipal do Porto ou em algum outro documento essencial de planeamento do território ou de gestão da Câmara?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; A responsabilidade politica da Câmara Municipal do Porto, neste processo de transformação, está formalmente expressa nalguma deliberação dos órgãos municipais? Qual e quando foi tomada?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Considera a Câmara Municipal do Porto que não era da sua responsabilidade assegurar que fosse pedido ao IPPAR um Parecer Prévio sobre o projecto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Os peticionários referem, entre as suas motivações, a inexistência de discussão pública sobre um projecto de intervenção, apesar da “magnitude da mudança que introduz no espaço mais emblemático do Porto.” A 18 de Abril de 2005, também a Assembleia Municipal do Porto recomendou à Câmara que o projecto de intervenção fosse sujeito a discussão pública, envolvendo não só a autarquia mas também as associações da cidade e dos munícipes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Como foi assegurada, pela Câmara Municipal, a participação das estruturas associativas de defesa do património, tal como é estabelecido no artº 10º da Lei nº 107/2001?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Como foi salvaguardada pela Câmara Municipal do Porto a aplicação da Lei nº 83/95?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Considera a Câmara Municipal que os desenhos apresentados, designadamente no site do município, mostram claramente as alterações introduzidas pelo projecto, nomeadamente quanto à substituição de calcário por granito nos passeios e placa central da Avenida e quanto à possibilidade de existência de árvores por cima da placa de cobertura da estação de metro?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; O que pensa a Câmara Municipal do Porto da importância da interacção entre movimentos de opinião pública (como o corporizado nesta petição) e o trabalho desenvolvido pelos projectistas envolvidos num processo de transformação de espaço público tão importantes dos pontos de vista patrimonial, histórico e cultural e afectivo (como o conjunto Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, Praça General Humberto Delgado)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Deputada,&lt;br /&gt;Manuela de Melo »&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;.........&lt;br /&gt;Relacionado-Cronologia :&lt;br /&gt;- 27 de Julho – A 8ª Comissão acolhe a &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/manifesto.html" target="_blank"&gt;petição&lt;/a&gt;, cujo relatório coube, pelo esquema de rotação existente, a uma deputada do Partido Socialista;&lt;br /&gt;- 13 de Setembro – &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/nos-jornais-parlamento-vai-debater.html" target="_blank"&gt;A 8ª Comissão faz a audição dos peticionários&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- 16 de Setembro – A relatora envia para a 8ª Comissão o Relatório Intercalar;&lt;br /&gt;- 20 de Setembro – A Comissão aprova por unanimidade o &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/10/resultado-do-envio-das-assinaturas.html" target="_blank"&gt;Relatório Intercalar&lt;/a&gt;, com um parecer que solicita a audição de responsáveis da Metro do Porto, S.A., do IPPAR e da Câmara Municipal do Porto;&lt;br /&gt;- 11 de Outubro – &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/audies-na-comisso-parlamentar.html" target="_blank"&gt;Audição de responsáveis do IPPAR e da Metro do Porto, S.A.&lt;/a&gt; . Decisão de solicitar por escrito os esclarecimentos da CMP;&lt;br /&gt;- 25 de Outubro – A Comissão aprova a lista de &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/perguntas-enviadas-cmara-municipal-do.html" target="_blank"&gt;perguntas da CMP elaborada pela relatora &lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- 15 de Novembro – A Comissão recebe &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/esclarecimentos-de-rui-rio-comisso.html" target="_blank"&gt;as respostas da CMP, assinadas pelo seu Presidente&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;-18 de Novembro-&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/relatrio-final.html" target="_blank"&gt;Relatório Final&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;-&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/comentrios-s-respostas-de-rui-rio.html" target="_blank"&gt;Ler os nossos comentários a estes esclarecimentos de Rui Rio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/comentrios-s-respostas-de-rui-rio.html" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113465522150739242?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113465522150739242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113465522150739242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/perguntas-enviadas-cmara-municipal-do.html' title='Perguntas enviadas à Câmara Municipal do Porto pela relatora da Petição nº 44/X/1ª - Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113457913886076584</id><published>2005-12-14T16:24:00.000Z</published><updated>2005-12-15T14:02:37.216Z</updated><title type='text'>Esclarecimentos de Rui Rio à Comissão Parlamentar</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cronologia (transcrito do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/relatrio-final.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Relatório Final&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;): &lt;em&gt;«(...) - 27 de Julho – A 8ª Comissão acolhe a &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/manifesto.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;petição&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;, cujo relatório coube, pelo esquema de rotação existente, a uma deputada do Partido Socialista; - 13 de Setembro – &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/nos-jornais-parlamento-vai-debater.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;A 8ª Comissão faz a audição dos peticionários&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;;- 16 de Setembro – A relatora envia para a 8ª Comissão o Relatório Intercalar; - 20 de Setembro – A Comissão aprova por unanimidade o &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/10/resultado-do-envio-das-assinaturas.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Relatório Intercalar&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;, com um parecer que solicita a audição de responsáveis da Metro do Porto, S.A., do IPPAR e da Câmara Municipal do Porto; - 11 de Outubro – &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/audies-na-comisso-parlamentar.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Audição de responsáveis do IPPAR e da Metro do Porto, S.A.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; . Decisão de solicitar por escrito os esclarecimentos da CMP; - 25 de Outubro – A Comissão aprova a &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/perguntas-enviadas-cmara-municipal-do.html" target="_blank"&gt;lista de perguntas da CMP elaborada pela relatora&lt;/a&gt;; - 15 de Novembro – A Comissão recebe &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/esclarecimentos-de-rui-rio-comisso.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;as respostas da CMP, assinadas pelo seu Presidente&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;.»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Nota:&lt;/span&gt; O &lt;/span&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/relatrio-final.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Relatório Final&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#333333;"&gt;datado de 18 de Novembro chegou à Caixa de Correio da Campo Aberto no meio da semana passada. Os esclarecimentos prestados foram anexados ao relatório final do qual são "parte integrante".&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/comentrios-s-respostas-de-rui-rio.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ler os nossos comentários a estes esclarecimentos de Rui Rio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;«Ex.mº Sr Dr. António José Seguro, Presidente da Comissão de Educação Ciência e Cultura, da Assembleia da República, Palácio de S. Bento 1249-065 Lisboa&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Porto, 14-11-2005&lt;br /&gt;N/Ref.: OF/ 126/05/GAP&lt;br /&gt;Meu caro António José Seguro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Em resposta ao pedido de esclarecimento sobre a “Intervenção Urbanística no conjunto sa Av. dos Aliados/ Praça da Liberdade” venho esclarecer V. Exª do seguinte: &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;As relações entre a empresa Metro do Porto, S.A. e a Câmara Municipal do Porto regem-se pelas “Bases de Concessão da Metro do Porto, S.A.”, (Decreto Lei nº 94-A/98, de 15 de Dezembro, com as alterações decorrentes da lei nº 161/99, de 14 de Setembro, Decreto Lei nº 261/2001, de 26 de Setembro, do Decreto Lei nº 249/2002, de 19 de Novembro. Do Decreto Lei nº 33/2003, de 24 de Fevereiro, do Decreto Lei nº 166/2003, de 24 de Julho e do Decreto Lei nº 233/2003, de 27 de Setembro).&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Decorrente dessas “Bases” a concessão compreende a concepção e realização do projecto, a realização das obras de construção e o fornecimento e montagem de equipamentos. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Está igualmente expresso nessas mesmas “Bases” que da rede do sistema consta o troço Hospital de S. João – Trindade – Stº Ovídeo (linha Amrela). &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Os trabalhos de inserção urbana sobre as áreas afectadas pela construção das estações subterrâneas são uma obrigação contratual da Metro do Porto, S.A. embora estejam salvaguardados de modo restritivo, uma vez que obriga apenas à reposição dos pavimentos existentes, o que em algumas situações e desaconselhável ou mesmo inviável.&lt;br /&gt;-- &lt;em&gt;Desaconselhável &lt;/em&gt;porque todas as obras têm uma época, evoluindo as utilizações, materiais e políticas urbanísticas, razão pela qual qualquer arquitecto que se preze não aceita realizar mimetismos.&lt;br /&gt;--&lt;em&gt;Inviável&lt;/em&gt; porque a superfìcie sobre as estações não mais pode ser a mesma devido à necessidade de construir, nomeadamente acessos e poços de ventilação, bem como pela frequente construção de lajes de betão a cotas pa próximas da superfície.&lt;br /&gt;A Metro do Poro, S.Al. contratou para a elaboração dos seus projectos o arq.Eduardo Souto Moura, que pontualmente se socorre da colaboração de outros colegas, sendo no caso do projecto em causa o arq. Álvaro Siza Vieira seu associado. Atendendo a que a área de interven ção para a construção da estação subterrânea é muito grande, tendo afectado uma parte significativa do cnjunto urbano constituído pela Praça da Liberdade, Av. dos Aliados e Praça Almeida Garrett, entendeu a Câmara Municipal do Porto que era exigível a reabilitação desse todo, o que foi aceite pela Metro do Porto, S.A. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Aquando da petição feita à Assembleia da República a obra de reabilitação ainda não se havia iniciado, o que acontecerá durante o corrente mês. As obras já executadas tiveram como único objectivo possibilitar a abertura da Esração dos Aliados –integrada na Linha Amrela inaugurada no dia 17 de Setembro. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="left"&gt;Passarei de seguida a responder às questões formuladas:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 a)&lt;/strong&gt; A Câmara Municipal do Porto, através do seus técnicos que acompanham os projectos e obras desta grande infra-estrutura, definiu o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adaptação da zona intervencionada, principal coração da cidade, a um espaço mais convidativo para fruição pública, com aumento da larguras dos passeios;&lt;br /&gt;- Consequente redução das faixas de rodagem automóvel decisão enquadrada na política de incentivação do uso dos transportes colectivos, usando a consquente punição dos transportes privados;&lt;br /&gt;- Manutenção, dentro das novas circunstâncias, dos espços arborizados.&lt;br /&gt;- redefinição das paragens de transportes públicos, procurando melhorar a intermodalidade, deslocando-as, sempre que possível para junto das saídas do metro, ou parta outros locais periféricos a este conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.b)&lt;/strong&gt; Os projectos desenvolvidos pela Metro do Porto são acompanhados par e passo pelas Direcções Municipais de Urbanismo, do Ambiente e da Via Pública, sendo as decisões mais importantes tomadas pelos Vereadores de Urbanismo e Mobilidade, e do Ambiente, e eventualmente por mim próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. c)&lt;/strong&gt; A cidade do Porto sofreu esta década, e já com a actual legislação urbanística, obras profundas nos seus principais espaços urbanos, algumas delas maus exemplos de intervenção urbanística, pelo que se percebe a preocupação pública pelo presente projecto. As intervenções da Porto 2001, essas sim foram elaboradas sem acompnhamento camarário e sem os agora pretendiidos estudos de Avaliação de Impacto Ambiental, que entendemos não ser exigíveis. Quanto ao projecto da rede de metro do Porto, e conforme é do conhecimentos de V. Exª, foi o mesmo sujeito a um estudo de Avaliação de Impacto Ambiental, datado de 1998, o qual é exigível pelo sistema ferroviário, e que não é alterável por eventuais mudanças do projecto à superfície, que por si só não exigem tal estudo; mesmo assim entendemos que o estudo de Avaliação de Impacto Ambiental elaborado é seguido genericamente, tendo mesmo o próprio IPPAR elogiado no seu parecer a solução proposta. Por outro lado, e cumprindo uma das recomendações desse estudo, é significativamente aumentado o número de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que concerne às disposições legais decorrentes do processo de instrução relativo à eventual classificação do conjunto urbano iniciado em 1993, entendemos que o acompanhamento do IPPAR, e consequente informação ao projecto, ultrapassa qualquer dúvida quanto ao seu não incumprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à lei nº 107/2001, e como a seguir provaremos, cumprimos a legislação em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.d)&lt;/strong&gt; Do acima referido se induz automaticamente que não houve qualquer formalização de acordo visando a intervenção em causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.a)&lt;/strong&gt; A linha estratégica da Câmara Municipal do Porto enquadra-se nas mesmas orientações gerais prosseguidas por todas as Associações de Urbanistas e Arquitectos que se consubstanciam nas recomedações II Congresso Internacional de Arquitectos e Técnicos de Monumentos Históricos, reunidos em Veneza em 1964, que aconselha à não utilização de mimestismos, mas à correcta integração no “ &lt;em&gt;... conjunto, distinguindo-o nitidamente das partes originais, para que a resyauração não falsifique o documento de arte er história do novo com o antigo...”,&lt;/em&gt; com a evidente utillização de materiais e tecnologias de cada época, mas sempre recorrendo a projectos de boa qualidade arquitectónica.&lt;br /&gt;Por outro lado, a Câmara Municipal do Porto respeita muito o trabalho dos técnicos projectistas e está certa que este mesmo projecto desenvolvido por dez arquitectos teria dez soluções diferentes, podendo todas ser de qualidade, mas concerteza que todas passíveis de contestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será bom recordar que se o projecto da Casa da Música tivesse ido a um debate público, quando da sua apresentação, com toda a certeza teria gerado uma feroz oposição pública que inviabilizaria a sua construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. b)&lt;/strong&gt; A intervenção prevista não está, nem tem que estar, prevista no PDM ou no Plano de Actividades da Câmara Municipaldo Porto, nem em qualquer outro documento do planeamento do território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.c)&lt;/strong&gt; O projecto em causa não exige deliberação dos orgãos municipais. No entanto foi o mesmo apresentado publicamente à Câmara Municipal em 14 de Março do corrente ano e na Reunião Municipal de 7 de Junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. d)&lt;/strong&gt; Conforme é morma em qualquer projecto elaborado pela Metro do Porto, S.A. que interfira com imóveis classificados, ou em vias de classificação, o projecto em causa foi acompanhado desde o seu início pelo IPPAR, tendo merecido um &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;parecer favorável &lt;/a&gt;, em 9 de Junho, que se junta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. a)&lt;/strong&gt; O § 1º do art.º 10º da Lei nº107/2001 refere que &lt;em&gt;“para além dos contributos individuais a participação dos ciddãos interessados nas gestão efectiva do património cultural pela Administração Pública poderá ser assegurado por estruturas associativas....”. &lt;/em&gt;A Câmara Municipal do Porto entende que, para além de não serem introduzidas alterações estruturais e o projecto ser desenvolvido por dois arquitectos de renome internacional, mesmo assim foi o mesmo suficientemente divulgado, por mailing a todas as caixas de correio da cidade, no seu&lt;a href="http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1373" target="_blank"&gt; site&lt;/a&gt;, através da imprensa, e nas Reuniões de Câmara e de Assembleia já referidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.b)&lt;/strong&gt; Embora seja importante, pela sua localização, o projecto em causa não &lt;em&gt;“tem impacte relevante no ambiente ou nas condições de vida das populações ou agregados populacionais”,&lt;/em&gt; nem é alterada nenhuma das construções, limitando-se a reperfilar arruamentos e alterar pavimentações, não alterando a estrutura edificada, considerando-se mesmo que as alterações inroduzidas serão benéficas para a vida da população portuense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.c)&lt;/strong&gt; Embora se entenda que os desenhos apresentados são esclarecedores, importa precisar que- contrariamente ao que por vezes é referido, - na área sobre a laje das estação &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/11/foto-antiga-16.html" target="_blank"&gt;predominavam os canteiros&lt;/a&gt;, havendo &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-diz-o-estudo-de-impacte.html" target="_blank"&gt;dois renques de pequenas árvores&lt;/a&gt; ao longo das faixas de rodagem, que devido ao reperfilamento das mesmas tiveram que ser sacrificadas. No entanto, o projecto de Paisagismo aumenta o o total de árvores em cerca de 50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. d)&lt;/strong&gt; A Câmara Municipal do Porto reconhece o grande interesse da divulgação dos seus planos e projectos e consequente apelo à participação pública. Como tal, foi inovadora na grande divulgaçãoi pública do seu PDM, ao criar um Fórum na internet , para além das dezenas de reuiniões então realizadas com estruturas associativas, nomeadamente com institutos culturais, associações de classes profissionais e outras organizações de direito associativo. No caso específico do projecto em questão, para além da divulgação no seu site foram distribuidos por correio folhetos informativos demonstrando o projecto a executar, bem como foram promovidas apresentações à Câmara e À Assembleia com a participação dos projectistas, e com a presença do público e dos meiois de comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da contratação dos projectistas ter sido da responsabilidade da Empresa Metro do Porto, S.A. , foi-o por sugestão da Câmara Municipal que assim se mantem solidária com a escolha que é garantia de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#333333;"&gt;(despedidas...)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Presidente da Cãmara- Rui Fernando da Silva Rio»&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113457913886076584?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113457913886076584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113457913886076584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/esclarecimentos-de-rui-rio-comisso.html' title='Esclarecimentos de Rui Rio à Comissão Parlamentar'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113417139229363851</id><published>2005-12-09T23:34:00.000Z</published><updated>2005-12-15T14:06:39.566Z</updated><title type='text'>Relatório Final</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Transcrição do &lt;em&gt;Relatório Final&lt;/em&gt; da&lt;a href="http://www.parlamento.pt/comissoes/Comissao.aspx?Tipo=0&amp;Categoria=0&amp;amp;id_comissao=8" target="_blank"&gt; Comissão Parlamentar da Educação, Cultura e Ciência&lt;/a&gt;, datado de 18.11.2005 (Completo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;a href="http://www.parlamento.pt/plc/Peticao.aspx?Pet_ID=11361" target="_blank"&gt;PETIÇÃO Nº 44/X/1ª &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assunto: &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/manifesto.html" target="_blank"&gt;“&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Protesto relativo à intervenção urbanística no conjunto da Av. dos Aliados/Praça da Liberdade, no Porto"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;I-Introdução&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;A presente petição, dinamizada pelas associações (&lt;a href="http://www.arppa.org/" target="_blank"&gt;ARPPA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;-Associação Política Regional de Intervenção Local, &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;GAIA&lt;/a&gt;– Grupo de Acção e Intervenção Ambiental e &lt;a href="http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=457127&amp;id=5060&amp;amp;tipo=11" target="_blank"&gt;Olho Vivo&lt;/a&gt;) , deu entrada na Assembleia da República a 21 de Julho de 2005, tendo sido inicialmente acompanhada de 2510 assinaturas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Posteriormente, em 27 de Julho de 2005, deu entrada no Gabinete do Presidente da Assembleia da República como aditamento à Petição 44/X/1º, uma carta da associação Campo Aberto, também subscrita pelo Senhor Paulo Ventura Araújo, que acompanhava o envio de mais 2144 assinaturas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por despacho do Senhor Presidente da Assembleia da República, datado de 21 de Julho de 2005, a petição em apreciação foi remetida à Comissão de Educação, Ciência e Cultura para a emissão de um parecer. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;A 27 de Julho de 2005, em reunião da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, foi decidido por unanimidade a sua admissibilidade nesta Comissão. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por despacho do Senhor Presidente da Assembleia da República, datado de 29 de Julho de 2005, a carta da associação Campo Aberto, recebida a 27 de Julho de 2005, foi igualmente remetida à Comissão de Educação, Ciência e Cultura. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os peticionários dirigiram, entretanto, queixas ao IPPAR, ao Presidente da Câmara Municipal do Porto, ao Provedor de Justiça, ao Ministério Público e à Inspecção-Geral do Ambiente sobre o mesmo assunto. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Esta petição cumpre os requisitos formais estabelecidos no Artigo 52º da Constituição da República Portuguesa, bem como os do Artigo 248.º do Regimento da Assembleia e do Artigo 9º da lei 43/90, de 10 de Agosto, com as alterações introduzidas pelas Leis 6/93, de 1 de Março e 15/2003, de 4 de Junho, não se verificando quaisquer razões para o seu indeferimento liminar, de acordo com o artigo 12º do citado diploma. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por conter mais de 2000 assinaturas, esta Petição deverá ser publicada na Íntegra no Diário da Assembleia da República, nos termos da alínea a) do nº 1 do artigo 21.º da Lei 43/90, de 10 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei nº 6/93, de 1 de Março, e pela Lei nº 15/2003, de 4 de Junho. Considerando também que a petição contém mais de 4.000 assinaturas, deverá ser apreciada em Plenário, de acordo com o disposto na alínea a) do nº 1 do artigo 20º do citado diploma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;II – Motivação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Segundo os termos da petição sobre a intervenção em curso na Avenida dos Aliados/Praça da Liberdade, os signatários requerem uma rápida intervenção da Assembleia da República “no sentido de repor a legalidade”, com “audição dos responsáveis pelo processo o mais cedo possível, pois a empreitada poderá estar concluída em pouco tempo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os peticionários justificam a sua posição com as seguintes considerações:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; A intervenção iniciada no conjunto urbano referido “irá transformá-lo de forma radical”, nomeadamente através do “desaparecimento da calçada à portuguesa e dos canteiros floridos” e do previsto revestimento a granito dos passeios e faixas de rodagem;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; As obras estão em curso desde “finais de Abril”, mas a apresentação pública do projecto pelos seus autores só foi feita a 14 de Março de 2005, em sessão organizada pela Metro do Porto;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; A intervenção, apesar da “magnitude da mudança que introduz no espaço mais emblemáticos do Porto”, avançou “de forma autocrática, sem qualquer discussão pública”, como se os responsáveis municipais “pudessem instituir a Metro do Porto, SA como uma espécie de pelouro do Urbanismo paralelo”;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Este “modo de fazer obra está ferido de ilegalidade” porque&lt;br /&gt;- sendo um projecto “com impacto relevante no ambiente ou condições de vida das populações” a sua execução foi iniciada sem a “prévia audição dos interessados e das entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados”, violando o artigo 4º da lei nº 83/95;&lt;br /&gt;- não tendo sido cumprida, na Avenida dos Aliados, a “recuperação do jardim, repondo-se tanto quanto possível a situação original” – tal como é preconizado na Avaliação de Impacto Ambiental do Sistema de Metro, datada de Abril de 1998 – foi violado o Decreto Lei nº 186/90, de 6 de Junho;&lt;br /&gt;- estando o conjunto urbano Praça da Liberdade/Avenida dos Aliados/ Praça General Humberto Delgado em vias de classificação, as obras não poderiam avançar sem o parecer prévio do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e)&lt;/strong&gt; Os peticionários desenvolveram outras acções de contestação e protesto desde um primeiro comunicado à imprensa, em 19 de Abril deste ano: lançaram um fórum de discussão na Internet, organizaram uma sessão pública, publicaram artigos nos jornais e enviaram queixas ao IPPAR, ao Presidente da Câmara Municipal do Porto e ao Provedor de Justiça (todas a 5 de Maio de 2005) e, a 8 de Julho p.p., ao Ministério Público e à Inspecção Geral do Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;III – Informação Complementar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Da análise do dossier que acompanha a petição constam outras informações relevantes:&lt;br /&gt;- 18 de Abril de 2005 – A Assembleia Municipal do Porto recomenda à Câmara Municipal do Porto que o projecto de intervenção seja sujeito a discussão pública e que envolva não só a autarquia mas também as associações da cidade e dos munícipes;&lt;br /&gt;- 21 de Abril – O projecto é publicado na íntegra pelo jornal “Público”;&lt;br /&gt;- 4 de Maio – Com as obras em curso, a Metro do Porto faz chegar ao IPPAR, para emissão de parecer, o projecto de intervenção dos arquitectos Souto Moura e Siza Vieira;&lt;br /&gt;- 16 de Maio – A proposta de paragem das obras até apreciação do projecto pelos órgãos municipais e pelo IPPAR, apresentada à Câmara pelo Vereador da CDU, é rejeitada;&lt;br /&gt;- 8 de Junho – Um mês depois de ter recebido o projecto, o IPPAR emite parecer favorável, cuja cópia se anexa e faz parte integrante deste relatório;&lt;br /&gt;- 7 de Junho – O projecto é apresentado pelos seus autores na Assembleia Municipal;&lt;br /&gt;- 14 de Junho – As associações promotoras da Petição iniciam a recolha de assinaturas;&lt;br /&gt;- 25 de Junho - o Provedor de Justiça responde à associação “Campo Aberto”, informando que vai convocar o Presidente da Câmara e abrir um inquérito para apurar o possível incumprimento da Lei n.º 83/95;&lt;br /&gt;- 6 de Julho - as associações “CAMPO ABERTO”, “ARPPA”, “APRIL”, “OLHO VIVO”, “QUERCUS” e “GAIA” promovem uma reunião pública na Fundação Eng. António de Almeida “aberta a todos os cidadãos interessados em defender os valores cívicos e patrimoniais postos em causa pelo processo de requalificação Av. dos Aliados/Praça da Liberdade”, que juntou cerca de 300 pessoas;&lt;br /&gt;- 11 de Julho – São entregues na Assembleia Municipal as assinaturas dos primeiros 2510 subscritores do manifesto contra o projecto;&lt;br /&gt;- 27 de Julho – A 8ª Comissão acolhe a petição, cujo relatório coube, pelo esquema de rotação existente, a uma deputada do Partido Socialista;&lt;br /&gt;- 13 de Setembro – A 8ª Comissão faz a audição dos peticionários;&lt;br /&gt;- 16 de Setembro – A relatora envia para a 8ª Comissão o Relatório Intercalar;&lt;br /&gt;- 20 de Setembro – A Comissão aprova por unanimidade o Relatório Intercalar, com um parecer que solicita a audição de responsáveis da Metro do Porto, S.A., do IPPAR e da Câmara Municipal do Porto;&lt;br /&gt;- 11 de Outubro – &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/audies-na-comisso-parlamentar.html"&gt;Audições dos responsáveis &lt;/a&gt; do IPPAR e da Metro do Porto, S.A.. Decisão de solicitar por escrito os esclarecimentos da CMP;&lt;br /&gt;- 25 de Outubro – A Comissão aprova a  &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/perguntas-enviadas-cmara-municipal-do.html" target="_blank"&gt;lista de perguntas da CMP elaborada pela relatora&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- 15 de Novembro – A Comissão recebe &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/esclarecimentos-de-rui-rio-comisso.html"&gt; as respostas da &lt;span style="color:#000000;"&gt;CMP, assinadas pelo seu Presidente &lt;/span&gt;&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; A proposta de “classificação do conjunto urbano constituído pela Avenida dos Aliados/Praça da Liberdade/Praça General Humberto Delgado e respectivos edifícios facejantes como CONJUNTO DE IMÓVEIS DE “VALOR LOCAL” foi aprovada a 9 de Junho de 1992 em reunião da Câmara Municipal do Porto. A deliberação, aprovada por unanimidade, especifica que “qualquer intervenção de carácter definitivo deve ser submetida à apreciação da Câmara”. Após aprovação na Assembleia Municipal, a proposta de classificação foi enviada ao Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico, cujo presidente, em despacho de 28 de Setembro de 1993, determinou a abertura do respectivo processo de instrução.&lt;br /&gt;Não tendo havido reclamações no prazo legal, todos os imóveis e respectivas zonas de protecção não podem desde então ser “demolidos, alienados, expropriados, restaurados ou transformados sem autorização expressa daquele Instituto”. Para conhecimento geral a Câmara Municipal do Porto publicou o Edital nº 10/94.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;IV – Audição dos Peticionários&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Educação, Ciência e Cultura procedeu à audição dos peticionários a 13.09.2005, na Assembleia da República. Estiveram presentes deputados do PS, PSD, CDS e PCP. Os peticionários foram representados por Paulo Ventura Araújo, Dulce Almeida e Isabel Martins.&lt;br /&gt;Nas suas intervenções, os peticionários reafirmaram as razões expostas no texto da petição, lembraram que as associações a que pertencem fazem parte do Conselho Municipal do Ambiente, relataram as diligências que têm continuado a efectuar e deram aos deputados uma visão mais aprofundada sobre alguns aspectos. Assim, destacaram que, na origem da contestação, estiveram razões de ordem cultural e afectiva, em defesa dum património com um significado muito especial para os cidadãos: “é ali que manifestamos as nossas alegrias”, no dizer de Isabel Martins. Só depois examinaram as questões de ilegalidade de procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Dulce Almeida, o que está a ser executado é um projecto que, independentemente da sua qualidade estética teórica, introduz alterações significativas, mas cujo impacto é pouco visível na “imagem virtual” que tem sido divulgada. E exemplificou:&lt;br /&gt;- as árvores da placa central foram removidas, mas aparecem desenhadas como se fosse possível crescerem árvores daquele porte sobre a placa de betão que cobre a linha do metro;&lt;br /&gt;- a substituição da calçada por granito vai aumentar o impacto da incidência solar sobre a Avenida, que se situa no eixo Norte-Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Ventura Araújo afirmou que cabia à Câmara, e não à Metro do Porto, SA, apresentar o projecto de intervenção na Avenida, de acordo com as normas de participação pública e de consulta ao IPPAR, deixando a pergunta:&lt;br /&gt;“quem tem responsabilidade de fazer cumprir a lei?”&lt;br /&gt;Os deputados Sérgio Vieira do PSD e Jorge Machado do PCP, puseram a questão de, perante a existência de dúvidas dos peticionários sobre a aplicação do estudo de Impacto Ambiental, não dever ter sido a petição encaminhada para outra Comissão. O presidente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura recordou que ela foi acolhida na Comissão por unanimidade, mas sublinhou que, parecendo a petição reunir todas as condições para subir a plenário, haverá ocasião para analisar os diversos aspectos nela assinalados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;V – Audição dos responsáveis do IPPAR e da Metro do Porto S.A./ Esclarecimentos da CMP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; O relatório intercalar da petição nº 44/X/1ª considerava que, para esclarecimento de dúvidas levantadas sobre a legalidade do processo, a Comissão deveria ouvir os responsáveis da Câmara Municipal do Porto, da Metro do Porto S.A. e do IPPAR. As audições foram marcadas para 11 de Outubro de 2005, tendo faltado o Sr. Presidente da Câmara do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPPAR esteve representado pelo seu Presidente, Arqº João Rodeia, pelo Director Regional do Porto, Dr. Lino Tavares Dias e pelo Arq.º Miguel Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela Metro do Porto, S.A. compareceram o Director Executivo, Dr. Oliveira Marques, o Arqº Manuel Paulo Teixeira e o Dr. Luís Meireles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão decidiu, depois destas audições, enviar ao Sr. Presidente da CMP, por escrito, as perguntas consideradas necessárias para esclarecimento das dúvidas existentes. As perguntas e as respostas consideram-se como anexos a este relatório, fazendo dele parte integrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Para facilitar o cruzamento de dados, os elementos fornecidos pelas três entidades ouvidas são apresentados seguindo as dúvidas dos peticionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Responsabilidade pela aprovação do projecto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Para a MP, a responsabilidade é da CMP, que definiu a área de intervenção, o caderno de encargos e indicou como projectistas os arqºs Siza Vieira e Souto Moura. A MP é apenas executora e financiadora, tendo apresentado o projecto em reuniões da Câmara e da Assembleia Municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a CMP, o projecto não está nem tem que estar previsto em nenhum documento de planeamento e gestão da Câmara, não exige deliberação dos órgãos municipais nem foi sujeito a qualquer acordo formal com a MP. Foi através dos técnicos municipais que acompanham os projectos e obras do metro que a CMP definiu como “programa”&lt;br /&gt;- a adaptação da zona a um espaço mais convidativo para fruição pública&lt;br /&gt;- a redução das faixas de rodagem automóvel;&lt;br /&gt;- a manutenção, dentro das novas circunstâncias, dos espaços arborizados;&lt;br /&gt;- a redefinição das paragens de transporte público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As decisões mais importantes sobre as obras do metro são tomadas pelos vereadores do Urbanismo e do Ambiente e, eventualmente, pelo Presidente, mas a resposta da CMP não especifica o que neste caso se passou. Apenas confirma que sugeriu à MP a contratação de Siza Vieira e de Souto Moura como garantia de grande qualidade para projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) O projecto: questões patrimoniais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Para o IPPAR, o projecto vai ao encontro do “espírito” do projecto de Barry Parker, do início do século XX (e não executado), que previa a uniformização dos três espaços (Praça da Liberdade, Avenida dos Aliados e Praça General Humberto Delgado) através de uma grande alameda. A intervenção no “principal espaço cívico da cidade”, tornada necessária pela implantação das duas saídas/acessos à estação de metro nos passeios laterais, criou a oportunidade de reequacionar o arranjo urbanístico do ponto de vista urbano e da sua reutilização social.&lt;br /&gt;O projecto dilui a individualização da Pç da Liberdade, retira os canteiros da placa central, que fica mais estreita, homogeneizando os pavimentos dos passeios através da substituição do calcário por granito – uma opção dos projectistas que o IPPAR aceita como “indispensável à coerência do projecto”, embora o mesmo projecto mantenha calcário na Pç General Humberto Delgado. Sobre a placa da estação, o IPPAR considera que é possível manter árvores, dependendo das espécies.&lt;br /&gt;O projecto não obedece ao objectivo definido pela CMP de redução das faixas de circulação automóvel.&lt;br /&gt;- Para a MP, com as saídas do metro nos passeios laterais, teria que haver alteração na largura dos passeios. Quanto ao coberto arbóreo previsto no projecto, haverá apenas impossibilidade de plantação de árvores nas áreas onde a placa de cobertura da estação está praticamente à superfície.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a CMP, o projecto, embora importante pela sua localização, não tem impacto relevante no ambiente ou nas condições de vida das populações, limitando-se reperfilar arruamentos e alterar pavimentações sem alterar a estrutura edificada. Segundo a CMP, as alterações introduzidas serão benéficas para a população. Apesar do sacrifício de dois renques de pequenas árvores da placa central, o projecto de paisagismo aumenta em cerca de 50 o total de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Procedimentos de salvaguarda do património&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O espaço intervencionado, por se encontrar em vias de classificação, obrigava a parecer prévio do IPPAR e, por decisão unânime da Câmara em 1993, a deliberação do órgão Câmara Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A MP considera dois momentos diferentes de obra:&lt;br /&gt;• em Abril, quando ainda não tinha pedido formalmente parecer do IPPAR, as obras iniciadas, embora respeitando a globalidade do projecto, eram apenas as necessárias para permitir a abertura da estação do metro;&lt;br /&gt;• depois da obtenção do parecer favorável do IPPAR (de 8 de Junho) a MP adjudicou (em 15 de Junho) a obra em toda a área intervencionada, obra que vai durar 150 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O IPPAR considera que, na fase de elaboração do projecto, houve um procedimento “exemplar” de acompanhamento, o que permitiu a emissão do parecer formal num curto espaço de tempo (um mês). O parecer do IPPAR refere-se ao projecto de execução das obras já realizadas nos passeios norte-poente e norte-nascente da Avenida; na restante área, o parecer foi elaborado a partir do Estudo Prévio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A CMP considera que o acompanhamento e o parecer do IPPAR ultrapassam qualquer dúvida quanto ao incumprimento das disposições legais, não referindo concretamente a deliberação unânime da CMP em 1993 de que todas as alterações naquele espaço teriam que ser submetidas à apreciação da Câmara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Respeito pelo Estudo de Avaliação de Impacto Ambiental do Sistema da Metro do Porto (1998)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a MP, o contrato inicial com o consórcio responsável pela construção do Sistema de Metro previa a reposição da pré-existência, designadamente os canteiros e calçada à portuguesa, de acordo com o Estudo de Avaliação. No entanto as saídas do metro dos passeios laterais obrigaram a uma alteração das suas dimensões, o que inviabilizou a reposição prevista. Com o pedido da CMP de redesenho de toda a área foi completamente alterada a situação prevista de reposição. Não foi pedida Avaliação de Impacto Ambiental do actual projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a CMP, a Avaliação de Impacto Ambiental é exigível pelo sistema ferroviário, mas não é exigível para alterações dos projectos de requalificação à superfície.&lt;br /&gt;Mesmo assim, a CMP considera que o Estudo de Avaliação de Impacto Ambiental foi seguido genericamente, e aumentado significativamente o número de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) – Discussão pública do projecto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Lei nº 83/95, no seu artigo 4º, no seu artigo 10º, obriga à “prévia audição dos interessados e das entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados”, e a Lei nº 107/2001, no artigo 10º, refere que “além dos contributos individuais, a participação dos cidadãos interessados na gestão do património cultural pela Administração Pública poderá ser assegurada por estruturas associativas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para a CMP, o projecto não introduz alterações estruturais, não tem impacto relevante no ambiente ou nas condições de vida das populações, não altera nenhuma das construções nem a estrutura edificada, é de dois arquitectos de renome internacional: mesmo assim divulgou-o por mailing postal, no site, na imprensa e nas reuniões da Câmara e da Assembleia Municipal. Apesar de os passeios em granito serem apresentados a branco e haver figuração de árvores de copa na placa central, a CMP considera que os desenhos apresentados são esclarecedores. Considera também que têm grande interesse na divulgação dos seus planos e projectos e consequente apelo à participação pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI - Conclusões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Parece claro, da análise dos elementos de informação que constam deste Relatório, que há leituras diferentes sobre questões essenciais:&lt;br /&gt;- a que órgão cabe, numa autarquia, a decisão politica sobre a aprovação de projectos de alteração de património cultural tão significativo como o conjunto Pç da Liberdade/Avenida dos Aliados/Pç general Humberto Delgado, que aliás se encontra em vias de classificação a pedido da própria Câmara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o que significa na prática o direito a participação dos cidadãos, o direito a darem o seu contributo em casos de alteração no património cultural?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- quando um estudo de Avaliação de Impacto Ambiental dum projecto prevê a reposição da pré-existência, é possível ao concessionário de serviço público que o pediu avançar com a alteração dessa pré-existência sem novo pedido de avaliação, à luz das novas regras legais sobre o assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como se pode inferir que houve um acompanhamento “exemplar” da elaboração do projecto pelo IPPAR se o parecer indica que ele contém elementos (como a nova fonte, os atravessamentos rodoviários e a manutenção da pré-existência da Pç General Humberto Delgado) e omite outros (a escadaria de acesso à Câmara) que o próprio IPPAR considera importantes para concretizar o princípio geral de uniformização de todo o espaço intervencionado em torno do eixo Paços do Concelho – Passeio das Cardosas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; A Assembleia da República, através da 8ª Comissão, desenvolveu diligentemente todo o processo de tramitação da Petição nº 44/X/1ª, que este relatório detalhadamente documenta, e irá analisar o assunto, politicamente, em Plenário.&lt;br /&gt;Independentemente da competência da Assembleia da República para fiscalizar e acompanhar o cumprimento das leis, a verificação em concreto da correcta aplicação das normas legais e regulamentares fica fora do âmbito material da sua actuação.&lt;br /&gt;Assim, a Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura é do seguinte parecer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII – Parecer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; A petição deverá ser publicada na íntegra no Diário da Assembleia da República;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; A petição, que preenche os requisitos institucionais e regimentais para ser apresentada ao Plenário, deve ser remetida ao Presidente da Assembleia da República, acompanhada dos respectivos elementos instrutórios;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; O relatório final da Petição deve ser enviado, para conhecimento, aos peticionários, à Comissão do Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, à Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, à Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações e aos Grupos Parlamentares.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Este relatório e os seus anexos deverão finalmente ser remetidos à Inspecção-Geral da Administração do Território para, no quadro das suas atribuições e competências, analisar os procedimentos utilizados e tomar as providências que considerar adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palácio de S. Bento, 18 de Novembro de 2005&lt;br /&gt;A Deputada Relatora, O Presidente da Comissão,&lt;br /&gt;Manuela de Melo António José Se &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113417139229363851?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113417139229363851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113417139229363851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/relatrio-final.html' title='Relatório Final'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113164546141319867</id><published>2005-11-10T17:51:00.000Z</published><updated>2005-12-11T10:58:58.886Z</updated><title type='text'>Audições na Comissão Parlamentar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Transcrição das Audições na &lt;span style="color:#000099;"&gt;Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura&lt;/span&gt;, no âmbito da petição de &lt;em&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;"Protesto relativo à intervenção urbanística no conjunto da Av. dos Aliados/ Pr. da Liberdade no Porto"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;11 de Outubro 2005- Assembleia da República&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/audies-no-mbito-da-petio-de-protesto.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IPPAR (Instituto do Português Património&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/audies-no-mbito-da-petio-de-protesto_07.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;METRO (Empresa Metro do Porto SA)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ADENDA:&lt;br /&gt;Comentários às audições ao IPPAR e à Metro do Porto S.A.:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Evolução do projecto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt; Fica a ideia, no meio de muita barafunda, de que os representantes do IPPAR querem convencer os membros da Comissão de, apesar de imaginarmos que o projecto de arranjo dos Aliados só existe e foi divulgado desde o início de 2005, ele já estar em "burilação" desde 2000, embora entretanto tenham mudado alguns pormenores de somenos, como sejam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o autor do projecto: antes era Siza Vieira, agora passou a ser Souto Moura ajudado pelo mesmo Siza Vieira;&lt;br /&gt;- a área por ele abrangida: era só a Praça da Liberdade, mas depois foi andando pela avenida acima;&lt;br /&gt;- a entidade que o vai implementar: começou com a Porto 2001, continuou com a Câmara, que o engavetou, e é finalmente herdado pela Metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em todas estas migrações e metamorfoses o IPPAR esteve em cima do acontecimento, acompanhando a "burilação" passo a passo (até centímetro a centímetro, a acreditar em Lino Tavares). Neste cenário, o Parecer que finalmente emitiu, depois de iniciadas as obras, foi pura formalidade, escusada não fosse haver quem se agarre a estas picuinhices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt; Fica ainda a impressão de que neste processo intervieram, sucessivamente ou em paralelo, vários IPPARs com preocupações distintas e até contraditórias:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; um que, fiel à vocação do organismo, zela pela conservação do património e se propõe (desde 1993) classificar o conjunto Praça da Liberdade / Avenida dos Aliados / Praça do General Humberto Delgado;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; outro, antagónico do primeiro, que desde 2000 conspira com os arquitectos pela descaracterização desse mesmo património, privilegiando uma intervenção contemporânea, como sublinha o Chefe da Divisão de Salvaguarda do IPPAR-Porto, Miguel Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; um que emite um parecer favorável à intervenção, mas tem reservas quanto a algumas das suas opções fundamentais (por exemplo, quando escreve: se a opção do projecto passa par uma solução de alameda e afirmação de avenida através do reforço de um eixo, opção essa aceitável, então alguns aspectos poderiam ser ponderados no sentido de conferir maior coerência a essa opção uma vez que se afigura que a individualização dos espaços se mantém);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; outro, presente nesta audição com a Comissão Parlamentar, que não poupa elogios ao projecto e não lhe aponta qualquer objecção.&lt;br /&gt;O mesmo que, através do seu Presidente cessante João Rodeia, afirma que a calçada portuguesa é um aspecto secundário, porque é reversível: no futuro pode-se levantar outra vez todo o pavimento e substituí-lo por outro material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(c)&lt;/strong&gt; Ao contrário do que afirma o deputado Agostinho Branquinho, e conforme veio a público no JN de 13 de Janeiro de 2005, o projecto de Siza Vieira foi mesmo chumbado em Julho de 2004 pelo anterior vereador do urbanismo, Ricardo Figueiredo, e não foi por falta de dinheiro. A Câmara entendia então que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; a Praça e Avenida deveriam ter um carácter mais pedonal (logo teria de se reduzir o trânsito por lá, aspecto que o projecto de Siza Vieira - e o actual projecto dele e de Souto Moura - não só não resolvia como agravava);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; a viragem da estátua era de recusar sem hesitação por razões históricas e estéticas;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; a Praça e Avenida deveriam manter-se diferenciadas, sem a uniformidade defendida por Siza Vieira e retomada agora por Siza Vieira e Souto Moura, uma vez que são espaços que historicamente nasceram desunidos (de épocas distintas) e assim deveriam permanecer por razões patrimoniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Paulo Morais na pasta do Urbanismo, o projecto de Álvaro Siza foi recuperado da gaveta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2. Arborização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt; Há um outro aspecto da audição que merece reparos. A certa altura o deputado Sérgio Vieira cita um comunicado da Campo Aberto em que se fala da “ausência da arborização”; ora essa citação está truncada, dando ideia de que se refere a todo o espaço abrangido pelo projecto, quando se refere apenas à Praça da Liberdade, onde de facto o projecto contestado não prevê árvores na placa central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt; É de registar a opinião dos técnicos do IPPAR e da Metro, coincidente com a dos peticionários, sobre a impossibilidade de plantar árvores de algum porte na placa de betão que cobre a estação. &lt;em&gt;Ora, é justamente nesse local que as imagens virtuais do projecto mostram mais árvores (as várias imagens divulgadas não são unânimes neste aspecto, mas mostram duas ou três fileiras de árvores de cada lado do espelho de água).&lt;/em&gt; Ou seja, ambas as instituições reconhecem, na prática, que o projecto apresentado ao público é inexequível, e que as imagens divulgadas são enganosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo é comprovado pelas seguintes declarações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Miguel Rodrigues (IPPAR): &lt;em&gt;(...) pelas obras que decorrem do Metro e que levaram a que realmente toda aquela zona central onde está construída a estação do Metro, não seja viável a introdução de um coberto de arborização (...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Manuela de Melo: &lt;em&gt;Em relação às árvores da placa central, o que as pessoas que estiveram cá disseram, e que eu como bióloga frustradíssima posso também questionar, é que essas árvores que falou na placa central (...) nunca serão árvores com uma dimensão que permita uma expansão grande, porque não podem, não têm terra. Portanto as grandes árvores terão de ser sempre nas placas laterais. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Miguel Rodrigues (IPPAR): &lt;em&gt;Eu não tenho agora presente, e não temos nenhum desenho da estação. Mas salvo erro a estação fica ligeiramente mais a Sul, há realmente um espaço onde não há arborização nenhuma porque é onde fica a estação. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Oliveira Marques (Metro): &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;Quanto às árvores na Av. dos Aliados: há ali uma realidade nova, o tecto da estação da Avenida dos Aliados está muito próximo da superfície, portanto já não é tão fácil colocar espaços verdes como era anteriormente. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Manuel Teixeira (Metro): &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Relativamente ao projecto na Av. dos Aliados existem pontualmente áreas onde a laje de cobertura da estação está bastante à pele da Avenida e como tal não permite a plantação de árvores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Utentes da Praça e Avenida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Afirma-se ainda na audição que este projecto vai trazer mais peões à Avenida e em particular à sua placa central, uma vez que ela é, hoje em dia, rodeada de trânsito intenso. Ora, não só esse trânsito se manterá (pois o número das faixas de rodagem não diminui), como se tornará mais ruidoso com o piso em paralelepípedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4. Audição pública&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt; É falacioso Oliveira Marques querer fazer passar por "discussão pública" a sessão na Assembleia Municipal. Por duas razões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(1ª)&lt;/strong&gt; aquilo que a lei define como "discussão pública", e que não se fez neste caso apesar de a Lei a isso obrigar, tem prazos bem definidos em que os projectos são postos à consulta dos cidadãos e estes podem apresentar reclamações e sugestões;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(2ª)&lt;/strong&gt; a participação do público na Assembleia Municipal está fortemente restringida: em cada sessão só podem participar até trinta munícipes que se tenham inscrito previamente; e só lhes é permitido intervirem no final, quando já quase todos abandonaram a sala, o que efectivamente aconteceu quando este assunto esteve na Ordem de trabalhos de uma sessão extraordinária desta Assembleia. É pois evidente que a lei que regula a discussão pública foi desrespeitada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt; Oliveira Marques admite a possibilidade de não ter recebido nenhum pedido de audiência dos peticionários. Ora as Associações que apoiam esta petição à Assembleia da República fizeram um pedido de audiência ao Presidente da Metro do Porto S.A., enviado no início de Setembro em carta registada com aviso de recepção. O aviso de recepção foi devolvido com data de 9 de Setembro devidamente assinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Sobre a pertinência das queixas dos peticionários&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A dada altura, o deputado Agostinho Branquinho, na audição da Metro do Porto S.A., perguntou ao Presidente desta empresa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...) quando é que essas obras vão ser executadas e qual vai ser o prazo de execução? Se nós não executarmos a obra, então é que a petição não faria sentido nenhum, portanto nessa perspectiva é que lhe coloco esta questão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: para que o protesto ganhe significado, deverão iniciar-se primeiro as obras de destruição da Avenida dos Aliados/Praça da Liberdade. Para que serve então protestar? E para quê uma Lei que exige neste caso a audição dos cidadãos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. Estudo de Impacte Ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt; Oliveira Marques admite que não vão ser cumpridas algumas das recomendações do estudo do impacto ambiental no que toca à Avenida dos Aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os peticionários consideram que esse incumprimento deveria implicar o abandono do projecto proposto.&lt;br /&gt;Será que em Portugal o cumprimento da Lei é facultativo mesmo para as entidades dependentes de financiamento público?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt; Os peticionários não aceitam a afirmação de que é impossível cumprir o EIA/AIA, pois a reposição de canteiros ajardinados seria viável com a diminuição do número de faixas de rodagem.&lt;br /&gt;Além disso, nada obriga a que na parte da Avenida e Praça não afectadas pela construção da estação subterrânea do Metro se destrua o jardim e se abatam árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(c)&lt;/strong&gt; Segundo Oliveira Marques, inicialmente as atribuições da Metro restringiam-se à construção das linhas e estações e à reposição do existente à superfície, e o EIA/AIA partia desse pressuposto; uma vez que, segundo o mesmo O.M., essas atribuições foram alargadas à execução de trabalhos de requalificação urbana, terá desaparecido a obrigação de cumprir, nesse aspecto (reposição do pré-existente à superfície), as recomendações do EIA/AIA.&lt;br /&gt;Os peticionários consideram que a mencionada alteração das atribuições da empresa do Metro não pode, legalmente, invalidar as exigências do EIA/AIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(d)&lt;/strong&gt; Em toda a discussão fica a impressão de que as exigências do EIA/AIA se resumem à preservação das árvores (ou a sua substituição em igual ou maior número); de facto, o EIA/AIA exige a manutenção do Jardim dos Aliados – que, com este projecto, vai desaparecer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Novembro 2005&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113164546141319867?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113164546141319867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113164546141319867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/audies-na-comisso-parlamentar.html' title='Audições na Comissão Parlamentar'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-113164427843535965</id><published>2005-11-10T17:15:00.000Z</published><updated>2006-02-23T11:33:18.276Z</updated><title type='text'>Comunicados à Imprensa</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;5- Nota à imprensa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Acção judicial pela salvaguarda da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;-20 de Dezembro 05&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;3-&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Por uma recuperação participada da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade respeitadora do património&lt;/strong&gt; - APRIL - ARPPA -Campo Aberto -GAIA-Olho Vivo -&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(distribuído na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/11/sbado-na-praa.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Reunião de Sábado de S. Martinho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;)-&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;11 de Novembro 05&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;2-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Mais amarelo e menos verde: os percalços do Metro &lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;16 de Setembro 05&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;1- &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Um presente envenenado -&lt;/strong&gt;Campo Aberto-&lt;span style="color:#333333;"&gt;14 de Abril 05&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;********************************************************************&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;5- &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Nota à imprensa&lt;/span&gt; -&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Obras na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade Associações &lt;a href="http://www.campoaberto.pt/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;GAIA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Como é já do &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2006/02/nos-jornais.html"&gt;conhecimento público&lt;/a&gt;, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto indeferiu a segunda providência cautelar interposta pelas associações Campo Aberto, April e GAIA relativamente às obras que decorrem na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade. Na semana passada o mesmo tribunal havia também indeferido a primeira providência cautelar (visto que a segunda a tornou parcialmente inútil).&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;As associações vêm por este meio esclarecer que, apesar de a pretensão de suspender as obras não ter sido atendida, o tribunal não avaliou - ou fê-lo apenas de forma superficial - as questões de fundo em causa: a violação das medidas de minimização resultantes da Avaliação de Impacte Ambiental, a ilegalidade do parecer favorável do &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/o-ippar-e-os-aliados.html" target="_blank"&gt;IPPAR&lt;/a&gt;, a realização de obras pela Metro do Porto fora do âmbito do seu objecto de concessão e a ausência de audiência pública previamente às obras.Estas questões da máxima importância serão avaliadas aprofundadamente no processo principal que, a breve prazo, dará entrada no Tribunal. Note-se que as acções cautelares são um complemento de acções principais.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;As associações não julgarão, em qualquer momento, a justeza das sentenças proferidas. A batalha jurídica será, evidentemente, travada nos tribunais.Continuaremos, contudo, a denunciar o atentado ao património da cidade que se vem consumando, o qual foi indevidamente autorizado por quem tinha obrigação de zelar pela sua protecção. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Acreditamos que, a devido tempo, a justiça nos virá a dar razão.Não deixamos também de salientar - e nunca tal foi rebatido - que as obras na Avenida dos Aliados se realizaram por dois períodos de forma inequivocamente clandestina, ou seja, na ausência de autorização do IPPAR (e sem que esta instituição tomasse qualquer providência, desrespeitando a sua obrigação legal). Cremos que estas atitudes são reveladoras de uma forma de estar que não é compatível com o que se espera de entidades que, pelo menos em teoria, prosseguem o interesse público.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Pela plataforma associativa,Nuno Quental&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Arquivado em &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/comunicados-imprensa.html" target="_blank"&gt;Comunicados&lt;/a&gt; ;ver também &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2006/01/os-aliados-e-justia.html" target="_blank"&gt;Os Aliados e a Justiça&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;..........................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;4-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Acção judicial pela salvaguarda&lt;/span&gt; da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#000000;"&gt;CAMPO ABERTO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - 20/XII/2005&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obras devem ser paradas de imediato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No âmbito de uma acção popular a instaurar contra o IPPAR, o Ministério do Ambiente e o Município do Porto, deu entrada a 12 de Dezembro, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;um processo, de natureza urgente, em que são pedidas providências cautelares contra a Metro do Porto e o IPPAR&lt;/a&gt;, com o objectivo de interromper de imediato a destruição em curso do conjunto Avenida dos Aliados / Praça da Liberdade. Esta acção popular é promovida pelas associações APRIL, Campo Aberto e GAIA, representadas pelo advogado Paulo Duarte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início do processo, em &lt;strong&gt;Março de 2005&lt;/strong&gt;, que vários cidadãos e associações cívicas têm contestado esta má "requalificação": ora &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-manifesto-e-assinaturas.html" target="_blank"&gt;promovendo abaixo-assinados e reuniões públicas&lt;/a&gt;, ora animando &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;fóruns de discussão na internet&lt;/a&gt;, ora &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-cartas-queixas-enviadas.html" target="_blank"&gt;escrevendo a numerosas entidades&lt;/a&gt; (Presidente da Câmara do Porto, Provedor de Justiça, Comissário Europeu do Ambiente, Assembleia da República, IPPAR, Ministro das Obras Públicas, Ministro do Ambiente, Inspecção-Geral do Ambiente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora as razões invocadas nunca tenham sido cabalmente rebatidas, a verdade é que, com a &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/resultado-do-envio-das-assinaturas.html" target="_blank"&gt;honrosa excepção da Assembleia da República através da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura&lt;/a&gt;, as várias entidades interpeladas se vêm enredando, voluntariamente ou não, num arrastado jogo do empurra que ameaça retirar qualquer eficácia às conclusões a que venham a chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face ainda à inflexibilidade da Metro do Porto, da Câmara Municipal do Porto e dos arquitectos autores do projecto, só a via judicial pode ainda salvar a Avenida dos Aliados e a Praça da Liberdade. O texto da acção cautelar entregue em tribunal - disponível para consulta integral no endereço &lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html" target="_blank"&gt;http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/12/providncias-cautelares-contra-metro-do.html&lt;/a&gt; - enumera as violações da lei que minam todo o processo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; A Metro do Porto (a) violou as condições impostas na Avaliação do Impacte Ambiental, (b) não promoveu, como era legalmente obrigada a fazer, a discussão pública do projecto, (c) prossegue obras de requalificação urbana que saem fora do seu objecto social estatuário e (d) não se muniu da necessária autorização prévia válida do IPPAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; O único parecer que o IPPAR emitiu, a 6 de Junho de 2005, só pode legalmente autorizar a primeira fase das obras (passeios norte-poente e norte-hascente da Avenida dos Aliados), pois à data a Metro do Porto não tinha submetido à apreciação do IPPAR qualquer projecto de execução das obras agora em curso (nem parece tê-lo feito posteriormente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Mesmo essa autorização parcial do IPPAR está ferida de ilegalidade, pois a Lei do Património Cultural só admite a demolição, ainda que parcial, de bens classificados ou em vias de classificação (como é o conjunto Avenida dos Aliados / Praça da Liberdade cuja destruição o IPPAR quer autorizar) em circunstâncias verdadeiramente excepcionais que de todo não se verificam neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência do despacho preliminar em que o juiz do processo confirmou a regularidade formal da petição inicial, a Metro do Porto e o IPPAR foram já citados, a 16 de Dezembro, para efeitos de contestação. A Metro do Porto foi também intimada pelo tribunal, já neste fase inicial, a juntar aos autos cópia do Estudo de Impacte Ambiental, tal como requerido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBRAS DEVERÃO PARAR IMEDIATAMENTE&lt;br /&gt;Devido ao regime processual específico previsto para a providência cautelar de suspensão de eficácia de acto administrativo (uma das três que são requeridas na petição inicial), o simples facto de a Metro do Porto ser citada tem o efeito automático de a proibir de realizar as obras autorizadas pelo despacho de 6 de Junho do presidente do IPPAR. Como foi referido, esta autorização é parcial; contudo, a Metro do Porto parece interpretar a autorização como total, visto ter estendido as obras ao resto da Avenida dos Aliados e mesmo à Praça da Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, visto que a Lei não permite a realização de obras em imóveis em vias de classificação sem a necessária autorização prévia do IPPAR, e dado que, qualquer que ela tenha sido, ficou automaticamente proibida a sua execução em virtude da acção cautelar instaurada, a Metro do Porto deverá desde já pôr termo às obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a Metro do Porto como o IPPAR dispõem agora de 10 dias, contados a partir do dia seguinte ao da data da citação, para responder aos argumentos em que se baseia a instauração do processo cautelar. Será com base nestes dados que o juíz tomará a decisão de decretar ou não a paragem das obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIDADÃOS SÃO CONVIDADOS A APOIAR O PROCESSO JUDICIAL PARTICIPANDO NOS CUSTOS&lt;br /&gt;A indignação dos cidadãos contra esta cinzenta "requalificação" tem sido bem expressa nas mais de sete mil assinaturas até hoje recolhidas e nos depoimentos publicadas na imprensa ou divulgados na internet. Para todos quantos queiram participar activamente nesta acção popular pela salvaguarda do espaço mais simbólico da cidade, as associações promotoras lançaram uma campanha de recolha de fundos. As contribuições, no mínimo de 5 euros, podem ser depositadas na conta da associação Campo Aberto (NIB 003507300003575610354). Mais detalhes em http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/&lt;br /&gt;................................................................................................................&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;3- Por uma recuperação participada da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade respeitadora do património&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - &lt;a href="http://www.arppa.org/" target="_blank"&gt;ARPPA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;GAIA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=457127&amp;id=5060&amp;amp;tipo=11" target="_blank"&gt;Olho Vivo&lt;/a&gt; - 11 de Novembro de 2005 (distribuído na Reunião de Sábado de S. Martinho)&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;«Os protestos públicos das associações e de quase 7000 peticionários parecem não estar a surtir o efeito desejado junto das entidades oficiais, em particular da Câmara Municipal do Porto e da Metro do Porto. Não há efectivamente uma boa forma de descrever esta posição autoritária de desprezo por todos aqueles que, legitimamente, procuram defender o património e memória de uma cidade que também consideram sua. Esta atitude arrogante é tanto mais incompreensível quanto o direito à participação em matérias de interesse público está legalmente consagrado para intervenções que influenciam significativamente as condições de vida da população. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Acresce que o conjunto urbano formado pela Praça Humberto Delgado, Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade se encontra desde 1993 em vias de classificação pelo IPPAR – o que, só por si, demonstra como o espaço faz parte da memória colectiva da cidade e merece ser preservado e recuperado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;O que torna o caso mais aberrante é ainda o facto deste tipo de comportamento já ter sido repudiado noutras ocasiões pelo actual Presidente da Câmara Municipal do Porto. O Dr. Rui Rio tem vindo a defender, e bem, a necessidade de transparência, a gestão escrupulosa dos dinheiros públicos e a defesa do património. Contudo, a intervenção na Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade vai no sentido inverso e nem mesmo os protestos públicos provocaram uma correcção das falhas detectadas. As entidades oficiais optaram por um autismo consciente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Ainda assim, as associações irão tentar dialogar, novamente, com a Câmara Municipal do Porto, com a Metro do Porto e com o IPPAR, numa derradeira “ofensiva diplomática”. Gostaríamos que estas entidades estivessem dispostas a lançar um concurso de ideias para a recuperação da Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade tendo como objectivo principal recuperar e melhorar os seus jardins e calçada de acordo com a traça original, aumentando o espaço dedicado ao peão e eliminando as barreiras à mobilidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Queremos que a Baixa seja um espaço vivo, com cor, onde dê gosto passear. Já basta de praças inóspitas, cinzentas e desprovidas de imaginação!Fazer cidade não pode ser sinónimo de aplicar uma qualquer fórmula matemática ou padrão geométrico um pouco por todo o lado, sem atender à história e ao carácter dos lugares; é, pelo contrário, planear com criatividade e participação. O cidadão é simultaneamente o seu objecto e objectivo. A cidade nasce do encontro das pessoas, do seu trabalho em conjunto – é mesmo das maiores realizações da sociedade! Ignorá-las é, por isso mesmo, promover o seu desmembramento. »&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;...................................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;2-Mais amarelo e menos verde: os percalços do Metro&lt;/span&gt; -&lt;/span&gt; 16 de Setembro de 2005&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«É amanhã inaugurada a linha amarela, parte fundamental da rede do Metro, que vai ligar, num percurso de quase seis quilómetros, o centro de Gaia ao pólo universitário e hospitalar da Asprela, no Porto. O momento deveria ser de puro regozijo - não fosse recordarmos com tristeza os prejuízos ambientais e urbanísticos que obras mal planeadas e mal conduzidas trouxeram à cidade: na Asprela houve abate de árvores em grande escala, condimentado pelos inevitáveis descuidos que não pouparam três sobreiros; o &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/06/saudades-do-marqus.html" target="_blank"&gt;Jardim do Marquês&lt;/a&gt;, esventrado por obras e convertido em estaleiro, ficou em estado lastimável; e, na Avenida dos Aliados, há a acrescentar, ao abate de árvores e destruição do jardim, a ameaça de uma requalificação descaracterizadora feita contra a vontade expressa dos cidadãos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A rejeição pelos cidadãos da nova roupagem com que querem vestir o conjunto Avenida dos Aliados / Praça da Liberdade manifestou-se eloquentemente num&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/recolha-de-assinaturas.html" target="_blank"&gt; encontro&lt;/a&gt;, realizado em 6 de Julho de 2005 na Fundação Eng. António de Almeida e promovido por várias associações cívicas (&lt;a href="http://www.arppa.org/" target="_blank"&gt;ARPPA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.april.org.pt/index.php" target="_blank"&gt;APRIL&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://gaia-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;GAIA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=457127&amp;id=5060&amp;amp;tipo=11" target="_blank"&gt;Olho Vivo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://quercus.sensocomum.pt/pages/DefaultArticleViewAll.asp?storyCategoryID=153&amp;recCatID=119" target="_blank"&gt;Quercus Porto&lt;/a&gt;) , que reuniu cerca de trezentas pessoas, e na adesão de quase seis mil pessoas aos vários abaixo-assinados de protesto que têm circulado. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Avenida dos Aliados é um lugar de memórias e de afectos. Com a violenta transformação que já se adivinha no local (perda dos canteiros floridos e substituição da calçada de calcário e basalto por granito), as pessoas sentem-se espoliadas na sua vivência da cidade. É de um autismo preocupante que, em vez de admitirem rever o projecto, a Câmara e a Metro do Porto insistam em executá-lo - informando, como quem dá uma boa nova à cidade, que as obras, paradas há já algum tempo, avançarão conforme o previsto logo que seja possível adjudicá-las. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para além das razões afectivas e patrimoniais - pois o que de facto se planeia é a destruição definitiva, com o aval do IPPAR, de um conjunto que está em vias de classificação desde 1993 -, a solução proposta está longe de contribuir para a revitalização do centro da cidade. A substituição de canteiros por pavimento, e da calçada de cor clara por granito cinzento; a placa de betão que, de tão perto que fica da superfície, não deixa profundidade de solo bastante para crescerem árvores com algum porte na zona central da avenida; o trânsito automóvel, que se mantém com três vias de cada lado e os atravessamentos na placa central: tudo isto agravará as condições ambientais do local, transformando aquilo que foi um passeio público e lugar de encontro num simples separador central. (É de assinalar que, no &lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-parecer-do-ippar.html" target="_blank"&gt;parecer do IPPAR&lt;/a&gt;, &lt;span style="color:#000000;"&gt;datado de 6 de Julho de 2005, se considera que os atravessamentos rodoviários contribuem para manter o seccionamento de um espaço que o projecto, alegadamente, quer transformar num todo coerente.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Finalmente, há as questões legais. Já é grave que a Metro do Porto, extravasando das suas atribuições originais (que são a de construir uma rede de metro e as respectivas estações), se comporte como um verdadeiro pelouro de urbanismo paralelo, não sujeito (como estão os executivos municipais) ao controlo democrático; pior ainda é a impunidade com que faz tábua rasa da lei. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No caso da Avenida dos Aliados, ao ter sido dado início a um projecto com&lt;/em&gt; «impacte relevante no ambiente ou nas condições de vida das populações ou agregados populacionais»&lt;em&gt; sem a prévia&lt;/em&gt; «audição dos cidadãos interessados e das entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados», &lt;em&gt;foi violado o artigo 4.º da Lei n.º 83/95, que estabelece o dever de prévia audiência da população na&lt;/em&gt; «preparação de planos e na localização ou realização de obras e investimentos públicos».&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muito grave foi também a violação do Decreto&amp;shy;Lei n.º 186/90, de 6 de Junho, ao abrigo do qual foi realizada a Avaliação do Impacte Ambiental do Sistema de Metro Ligeiro da Área Metropolitana do Porto. O parecer final do Processo de Avaliação, datado de Abril de 1998, faz depender a aprovação do projecto do cumprimento das diversas medidas mitigadoras recomendadas no &lt;/em&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-diz-o-estudo-de-impacte.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Estudo de Impacto Ambiental&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;. Entre as medidas avulta, no caso da Av. dos Aliados, a&lt;/em&gt; «recuperação do jardim após a conclusão do empreendimento, repondo&amp;shy;se, tanto quanto possível, a situação inicial». &lt;em&gt;Como o projecto prevê, entre outras alterações marcantes, a abolição dos canteiros ajardinados e a substituição do calcário e basalto por granito, é flagrante que essa recomendação foi ignorada.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todas estas questões motivaram já queixas - ao &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/05/av-dos-aliados-carta-dirig_111573093095206189.html" target="_blank"&gt;Provedor de Justiça&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/07/carta-enviada-ao-ministrio-pblico.html" target="_blank"&gt;Ministério Público&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/07/av-dos-aliados-queixas-ao-governo.html" target="_blank"&gt;Comissário Europeu do Ambiente, à Inspecção Geral do Ambiente&lt;/a&gt; - e exposições escritas - ao &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/05/av-dos-aliados-carta-dirigida-ao_09.html" target="_blank"&gt;Presidente da Câmara do Porto&lt;/a&gt;, ao &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/07/av-dos-aliados-queixas-ao-governo.html" target="_blank"&gt;Governo, à Assembleia da República, ao Presidente da República&lt;/a&gt;. A Campo Aberto, a ARPPA e as restantes associações, acima nomeadas, que com elas partilham esta causa esperam que estas entidades cumpram o seu dever e travem a desastrosa requalificação em curso no coração do Porto. Pois se isso não acontecer, a cidade e o país, com esta nova linha amarela, têm todas as razões para ficarem amarelos de vergonha.&lt;/em&gt; »&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado em &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/2005/09/mais-amarelo-e-menos-verde-os-percalos.html"&gt;17 de Setembro&lt;/a&gt; no blogue da &lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/"&gt;Campo Aberto&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;.......................................................................................................................................&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;1-&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um presente envenenado&lt;/span&gt; -&lt;/span&gt; 14 de Abril de 2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#333333;"&gt;(Campo Aberto)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;«Apresentado publicamente pelos seus autores em 14 de Março passado, o projecto de remodelação da Avenida dos Aliados deverá, segundo anúncio da Câmara da Porto, estar concretizado até ao próximo mês de Agosto. Essa remodelação, financiada e executada pela empresa Metro do Porto, é consequência da construção de uma estação de Metro que, situada como está a meio caminho entre duas outras muito próximas (S. Bento e Trindade), nunca foi cabalmente justificada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Pelas declarações que foram vindo a público, e pelas intervenções anteriores dos mesmos arquitectos no espaço público da cidade (Rotunda da Boavista, por exemplo), não se pode dizer que o projecto para a Avenida seja uma surpresa. De facto, uma das tendências que avulta nas transformações a que a cidade vem sendo submetida é a recusa do colorido, do canteiro com flores, e a opção pelos grandes espaços monocromáticos cobertos por granito ou arrelvados. Toda a zona da Cordoaria, Parada Leitão e Leões foi intensamente petrificada pela Porto 2001; e as flores e canteiros desapareceram dos jardins da Rotunda da Boavista, da Cordoaria e da Avenida de Montevideu.&lt;br /&gt;Esta predilecção pelo cinzentismo, que ignora ou desdenha o que é característico das nossas cidades em favor de uniformizantes modelos de importação, é inteiramente perfilhada pelos arquitectos a quem foi adjudicada a requalificação dos Aliados.&lt;br /&gt;Uma primeira perplexidade é que, tendo as obras da Porto 2001 provocado um desagrado tão manifesto em vastos sectores da cidade, se insista na mesma estética minimalista. Quem frequenta a cidade reconhece como o espaço público petrificado se tornou inóspito, mais frágil e, tirando ocasiões especiais, mais rarefeito da presença humana; e como essas transformações radicais, ao obliterarem a memória dos lugares, criaram, na feliz expressão de Rui Moreira, um efeito de orfandade nos cidadãos.&lt;br /&gt;Dir-&amp;shy;se-&amp;shy;ia, pois, que o fracasso da Porto 2001 não trouxe ensinamentos a quem planeia o espaço público ou sobre ele decide, e que estamos perante uma flagrante incapacidade de aprender com a (má) experiência.&lt;br /&gt;As intervenções em zonas públicas consolidadas com alto valor patrimonial ou simbólico devem respeitar o carácter dos locais - e, em qualquer caso, não podem ser decididas de forma autocrática, ignorando a opinião dos cidadãos e os seus laços afectivos com a cidade. Ora, nada disso se passou neste caso e noutros semelhantes: os arquitectos decidem com toda a liberdade sobre o futuro de lugares que a todos pertencem; e à cidade, aturdida pelo prestígio dos arquitectos, só é consentido que exprima uma admiração sem reservas ou se cale.&lt;br /&gt;Há aqui graves vícios de procedimento: primeiro, que o trabalho seja confiado aos arquitectos por ajuste directo e não por concurso público; segundo, que não haja um caderno de encargos que corporize, a bem da salvaguarda do património e da identidade urbana, os parâmetros a que o projecto deve obedecer; terceiro, que não se tenha promovido uma ampla e fecunda discussão pública em todas as fases do processo. E o procedimento autista da Câmara é ainda mais inaceitável por estar em causa um espaço emblemático, autêntica sala de visitas da cidade. Ressalvando que este processo, por estar ferido de autoritarismo e torpedear os direitos dos cidadãos, deveria ser refeito desde o início, entendemos ainda assim manifestar a nossa opinião, na esperança de que pelo menos se repensem algumas das opções mais gravosas do actual projecto, como sejam:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; o uso exagerado do granito, agravado pela ausência de arborização na placa central da Praça da Liberdade, que irá conferir um ar soturno a todo o conjunto e potenciar situações de desconforto térmico em dias de calor (já notório noutros locais da cidade sujeitos a tratamento semelhante);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; a supressão, como já aconteceu na Praça da Batalha, da calçada portuguesa - que, além de embelezar o pavimento e ser uma marca da nossa fisionomia urbana que importa preservar, é no presente caso especialmente valiosa, exibindo um conjunto de raros e expressivos desenhos alusivos à produção do vinho do Porto;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; a abolição dos canteiros floridos, numa atitude de menosprezo pela grande tradição floral portuense, que hoje sobrevive nos jardins públicos graças ao inestimável Viveiro Municipal e aos meritórios esforços dos jardineiros camarários;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4)&lt;/strong&gt; a promessa de renovar a arborização da Avenida com árvores iguais às que ainda lá existem (Acer platanoides) e se revelaram inadaptadas ao local, o que só se pode explicar por ignorância;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5)&lt;/strong&gt; o sacrifício de duas esplêndidas magnólias, junto à Igreja dos Congregados, que são uma referência na zona e florescem vistosamente nos primeiros meses de cada ano;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6)&lt;/strong&gt; as facilidades concedidas ao automóvel, com a manutenção de três faixas de rodagem em cada sentido e dos atravessamentos na placa central, o que é uma atitude incompreensível face ao pesado investimento na rede do Metro e torna o centro da Avenida, que se quer um passeio público animado de vida, numa ilha rodeada de trânsito intenso;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7)&lt;/strong&gt; o bizarro capricho de rodar 180 graus a estátua equestre de D. Pedro, obrigando-o a dar as costas, 170 anos depois, ao inimigo que tão garbosamente enfrentou durante o histórico cerco do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer cidade não pode ser, como tem sido nos últimos anos, vestir o espaço público com um novo figurino que o torne irreconhecível. O dinheiro que se tem esbanjado nessas mal avisadas requalificações seria muito mais bem empregado na manutenção ou recuperação historicamente consciente de jardins e praças, ou na construção de novos jardins ou espaços públicos de qualidade em lugares onde eles não existam. Esta nova Avenida dos Aliados que a empresa Metro do Porto oferece à cidade tem um ar de requentado déjà vu; a cidade, para seu bem, deve ter a frontalidade e a lucidez de recusar a oferta.»&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;Publicado originalmente no&lt;/span&gt;&lt;a href="http://dias-com-arvores.blogspot.com/2005/04/descubra-as-diferenas.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Dias com árvores&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#666666;"&gt;e em versão abreviada no&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/2005/04/13/grande_porto/um_presente_envenenado.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jornal de Notícias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; ; e também no blogue da&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://campo-aberto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Campo Aberto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-113164427843535965?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113164427843535965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/113164427843535965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/11/comunicados-imprensa.html' title='Comunicados à Imprensa'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112198592406352677</id><published>2005-08-14T23:31:00.000+01:00</published><updated>2005-12-08T13:40:47.926Z</updated><title type='text'>Primeiros 2500 subscritores  (A-B-C)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Dos primeiros 2500 subscritores do&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/manifesto.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Manifesto/abaixo assinado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#663366;"&gt; contestanto a intervenção na Avenida dos Aliados e na Praça da Liberdade estão aqui transcritos cerca de 2124 nomes (não conseguimos decifrar todos). Entretanto as pessoas continuam a aderir e já se ultrapassaram as &lt;strong&gt;4000&lt;/strong&gt; assinaturas (isto sem contar com as &lt;/span&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/recolha-de-assinaturas.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1080 previamente recolhidas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#663366;"&gt;). Por uma questão de disponibilidade não vamos transcrever todos os nomes, mas se por alguma razão assinou e gostava de ver aqui o seu nome publicado não hesite em contactar-nos ;-) . Se ainda não assinou, está em bom tempo de o fazer!&lt;/span&gt; &lt;a href="mailto:portoaliados@sapo.pt"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;portoaliados@sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;Actualização (18 de Setembro): as pessoas continuam a assinar e já vamos perto das &lt;strong&gt;6000&lt;/strong&gt; assinaturas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Abecassis, Eduardo- professor&lt;br /&gt;Abramorici, Amarante- cineasta&lt;br /&gt;Abramorici, Maria Regina Rodrigues P Guimarães- escritora/ professora UP&lt;br /&gt;Abramorici, Serge (dito Sagenail)- cineasta&lt;br /&gt;Abreu, Carlos Manuel da Silva Miranda de- técnico profissional&lt;br /&gt;Abreu, Maria Angelina Fragata de- professora de ensino básico&lt;br /&gt;Abreu, Renata -&lt;br /&gt;Abrunhosa, José Manuel Gomes – médico&lt;br /&gt;Afonso, Ana Cristina de Palma -func. administrativa&lt;br /&gt;Afonso, Inês da Silva- professora reformada&lt;br /&gt;Afonso, Tiago Manuel Sousa Dias- cineasta&lt;br /&gt;Agostinho da Silva Morais- emp.consultório&lt;br /&gt;Aguiar, Carlos Alberto Costa de – médico&lt;br /&gt;Aguiar, Ivo Ricardo Lino -&lt;br /&gt;Albuquerque, Rosa Olga Jesus – professora&lt;br /&gt;Alexandre, Isabel Maria de Almeida -emp.hotelaria&lt;br /&gt;Almeida, Carlos André Veloso Moreira de- técnico laboratorial&lt;br /&gt;Almeida, Alfredo Luis- estudante&lt;br /&gt;Almeida, Amélia Margarida - professora&lt;br /&gt;Almeida, Ana Beatriz Pereira A. Borges de- estudante&lt;br /&gt;Almeida, Ana Maria Rocha Dias - bancária&lt;br /&gt;Almeida, Ana- médica-dentista&lt;br /&gt;Almeida, Ana Paula&lt;br /&gt;Almeida, Ana Sousa- comerciante&lt;br /&gt;Almeida, António Barral- comerciante&lt;br /&gt;Almeida, Arminda Monteiro – escriturária&lt;br /&gt;Almeida, Carlos- professor&lt;br /&gt;Almeida, David – arquitecto&lt;br /&gt;Almeida, David- arquitecto&lt;br /&gt;Almeida, Dulce Moreno Marques de – arquitecta&lt;br /&gt;Almeida, Francisco José de- técnico de ar condicionado&lt;br /&gt;Almeida, Isabel Maria – professora&lt;br /&gt;Almeida, João Paulo Maia de- engenheiro&lt;br /&gt;Almeida, Joaquim Jesus Barros – funcionário público&lt;br /&gt;Almeida, José Carlos da Silva- recepcionista&lt;br /&gt;Almeida, José Manuel Gonçalves de – empregado comercial&lt;br /&gt;Almeida, Judite&lt;br /&gt;Almeida, Manuel Henrique A C. - ind. hotelaria&lt;br /&gt;Almeida, Manuel Nunes – arquitecto&lt;br /&gt;Almeida, Maria Alice- esteticista&lt;br /&gt;Almeida, Maria Cecília Dias – secretária&lt;br /&gt;Almeida, Maria Celeste Tato – professora&lt;br /&gt;Almeida, Maria de Fátima Monte N. –&lt;br /&gt;Almeida, Maria Fernanda Rebelo -chefe serviços&lt;br /&gt;Almeida, Maria Helena Tato – professora&lt;br /&gt;Almeida, Maria João- professora&lt;br /&gt;Almeida, Paulo Samuel de Bastos - editor&lt;br /&gt;Almeida, Ricardo Gabriel Soares Fernandes de- professor&lt;br /&gt;Almeida, Rubim Miguel da Silva- responsável loja&lt;br /&gt;Almeida, Rui Manuel Gonçalves Fernandes de – médico&lt;br /&gt;Almeida, Susana Patrícia da Silva- solicitadora&lt;br /&gt;Almeida, Teresa Fernanda Lopes da Silva – administrativa&lt;br /&gt;Alves, António Manuel da Silva - técnico de lavandaria&lt;br /&gt;Alves, Carla Susana Silva – administrativa&lt;br /&gt;Alves, Deolinda Sónia Salgado – enfermeira&lt;br /&gt;Alves, Fernando Augusto dos Santos Ferreira- comerciante&lt;br /&gt;Alves, Fernando Jorge Santos Carmo – electricista&lt;br /&gt;Alves, João Matias – funcionário de museu&lt;br /&gt;Alves, José Carlos da Silva&lt;br /&gt;Alves, José Carlos de Vasconcelos Félix -professor&lt;br /&gt;Alves, Laurinda Augusta da SilVa – técnica de lavandaria&lt;br /&gt;Alves, Maria – ass. telefónica&lt;br /&gt;Alves, Maria Armanda Vaz- auxiliar administrativa&lt;br /&gt;Alves, Maria Elisa Calado&lt;br /&gt;Alves, Maria Idalina - funcionária pública&lt;br /&gt;Alves, Maria Isabel Branco -professora&lt;br /&gt;Alves, Maria José Carriça – professor&lt;br /&gt;Alves, Pedro Alexandre Cunha - gestor&lt;br /&gt;Alves, Sérgio Fernando Mota –&lt;br /&gt;Alves, Sónia Maria da Silva – modelista&lt;br /&gt;Amadeu, Maria Eduarda – médica&lt;br /&gt;Amador, Victor António Jesus - prof. seguros&lt;br /&gt;Amaral, Alexandra Sofia – técnica&lt;br /&gt;Amaral, Claúdia- animadora&lt;br /&gt;Amaral, João Seabra do - professor ensino secundário&lt;br /&gt;Amaral, Maria de Lurdes – doméstica&lt;br /&gt;Amaral, Maria Jorge Santos Serra- reformada&lt;br /&gt;Amaral, Mário Manuel Fragoso – professor&lt;br /&gt;Amaral, Miriam Cristiana Guimarães- advogada&lt;br /&gt;América, Domingos – industrial de prótese dentária&lt;br /&gt;Amorim, Carlos Alberto Graça de – professor&lt;br /&gt;Amorim, Margarida – doméstica&lt;br /&gt;Anastací, Armando de Jesus – aposentado&lt;br /&gt;Andrade, André Daniel Leite de -estudante&lt;br /&gt;Andrade, Carminda Ferreira Fonseca Vieira de- gerente comercial&lt;br /&gt;Andrade, Francisco Pereira -industrial&lt;br /&gt;Andrade, Gonçalo Nunes de - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Andrade, Helena Margarida Teixeira- aux. de acção médica&lt;br /&gt;Andrade, Joana Raquel Fonseca Vieira- estudante universitéria&lt;br /&gt;Andrade, Jorge Manuel - vigilante&lt;br /&gt;Andrade, José Amorim Vieira de-delegado de inf. Média&lt;br /&gt;Andrade, Manuel de Sousa – comerciante&lt;br /&gt;Andrade, Maria Augusta Lima Miranda de- professor ensino secundário&lt;br /&gt;Andrade, Maria Constança Lima Miranda de- reformada professora&lt;br /&gt;Andrade, Maria Júlia da Silva- arqueóloga&lt;br /&gt;Andrade, MariaTeresa de Matos Mendes- ed. de infância&lt;br /&gt;Andrade, Susana Andreia Mendes de - arquitecta&lt;br /&gt;Andrade, Teresa Paula Pereira Teixeira de -industria&lt;br /&gt;Andresen, Gustavo António Mello Breyner – reformado&lt;br /&gt;Andresen, Teresa - professora universitária/ arquitecta&lt;br /&gt;Anjos, Carlos Guilherme- oficial de justiça&lt;br /&gt;Antunes, Ana Catarina – arquitecta paisagista&lt;br /&gt;Antunes, Cecília Maria Machado&lt;br /&gt;Antunes, Maria Augusta Damasceno - reformada&lt;br /&gt;Antunes, Maria Manuela Brazão - professora&lt;br /&gt;Antunes, Regina Maria Lameiras- manicure&lt;br /&gt;Aperta, Maria Orlanda Alves- chefe de linha&lt;br /&gt;Araújo, Ana Maria – oficial de justiça&lt;br /&gt;Araújo, Anabela Lopes – enfermeira&lt;br /&gt;Araújo, Bruno Alexandre da Silva - bancário&lt;br /&gt;Araújo, Heitor Ventura - eng. electrotécnico&lt;br /&gt;Araújo, Helena Costa Gomes- prof. ensino superior&lt;br /&gt;Araújo, Joel Ricardo Rodrigues - operador&lt;br /&gt;Araujo, Julieta -funcionária&lt;br /&gt;Araújo, Lucinda Paula Lopes - auxiliar de acção educativa&lt;br /&gt;Araujo, Manuel António da Rocha -emp.mesa&lt;br /&gt;Araújo, Maria Eduarda Mesquita de – médica&lt;br /&gt;Araújo, Maria Isabel Cunha – jardineira paisagista&lt;br /&gt;Araújo, Marta Cristina da Silva – gerente&lt;br /&gt;Araújo, Paulo Ventura – professor universitário&lt;br /&gt;Araújo, Rosana Moreira – professora&lt;br /&gt;Araújo, Susana Fernanda Henriques – enfermeira&lt;br /&gt;Augusto, Maria Eduarda Sereno -&lt;br /&gt;Azeredo, Maria Lídia Pereira- funcionária pública&lt;br /&gt;Azevedo, C. Rodrigues – técnico de electrónica&lt;br /&gt;Azevedo, Carla Sofia Dias de – professora&lt;br /&gt;Azevedo, Carlos Alberto Jesus- comercial&lt;br /&gt;Azevedo, Isabel- professora&lt;br /&gt;Azevedo, José Ilidio Botelho Cabral de- receptionista&lt;br /&gt;Azevedo, Madalena – tradutora&lt;br /&gt;Azevedo, Maria Cecília F. Marques – gerente&lt;br /&gt;Azevedo, Maria Cristina de Oliveira Coelho de - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Azevedo, Maria de Fátima - professor ensino secundário&lt;br /&gt;Azevedo, Maria Laura Gomes Mendes Prata - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Azevedo, Maria Paula Teixeira Correia de- gestora de contas&lt;br /&gt;Azevedo, Mónica Maria Teixeira – técnica museográfica&lt;br /&gt;Azevedo, Paulo Alexandre Amaral Soares de- comercial&lt;br /&gt;Azevedo, Silvia Ivone Silva -funcionário público&lt;br /&gt;Azevedo, Sílvino Correia- pintor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;B&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Babo, Dila Maria Serpa Pinto C. – reformada&lt;br /&gt;Babo, Maria Alexandra Serpa Pinto- professora de história&lt;br /&gt;Babo, Maria do Pilar Teixeira – técnica de educação&lt;br /&gt;Bacelar, Maria Antónia Malheiro - professora&lt;br /&gt;Baldé, Tomé Suleimane Alves-&lt;br /&gt;Bandeira, José Gomes- jornalista&lt;br /&gt;Banoun, Sylvana – agente textil&lt;br /&gt;Banza, Maria Albertina Pereira – tradutora&lt;br /&gt;Baptista, Maria Teresa G.- bancária&lt;br /&gt;Baptista, Orlando Santos -arquitecto paisagista&lt;br /&gt;Baptista, Virgilio da Silva – reformado&lt;br /&gt;Barbedo, Natália Cristina Machado- empregada de balcão&lt;br /&gt;Barbedo, Oliveira Paulo Jorge - ass. administrativo&lt;br /&gt;Barbosa, Ana Emília R. – enfermeira&lt;br /&gt;Barbosa, David- professor&lt;br /&gt;Barbosa, Domingos – astrofísico&lt;br /&gt;Barbosa, E. Augusto Martins – reformado&lt;br /&gt;Barbosa, Graciano Fernando de almeida- pré-reformado&lt;br /&gt;Barbosa, Jorge - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Barbosa, José Luís – aposentado&lt;br /&gt;Barbosa, Laura Ana Almeida- professora&lt;br /&gt;Barbosa, Manuel Augusto Silva – secretário&lt;br /&gt;Barbosa, Manuel Jesus – administrativo&lt;br /&gt;Barbosa, Maria Correia – estudante&lt;br /&gt;Barbosa, Maria do Rosário Ramada Pinho- conservadora de museu&lt;br /&gt;Barbosa, Maria Flora – doméstica&lt;br /&gt;Barbosa, Maria Helena Mendes de Araújo – bibliotecária&lt;br /&gt;Barbosa, Natércia Henriques Pires – professora&lt;br /&gt;Barbosa, Paulo - engenheiro&lt;br /&gt;Barbosa, Paulo Jorge Campos – enfermeiro&lt;br /&gt;Barbosa, Pedro Manuel Moreira- desempregado&lt;br /&gt;Barbosa, Rui Manuel da Silva – médico&lt;br /&gt;Barbot, Miguel Pedro Medina- consultor&lt;br /&gt;Barredo, Maria Encarnação Clemente Falcão de - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Barreira, Mário Ludgero Magalhães- empr. de armazem&lt;br /&gt;Barreto, Ana Margarida de Sousa Júlio Mendes- professora&lt;br /&gt;Barros, Carla Maria Ramos de – oficial de justiça&lt;br /&gt;Barros, Carlos Manuel Lamas - comerciante&lt;br /&gt;Barros, Henrique José Ferreira Fernandes de- engenheiro&lt;br /&gt;Barros, Henrique Valente F. de&lt;br /&gt;Barros, Luís de Freitas- comerciante&lt;br /&gt;Barros, Luzia Conceição Silva T. – enfermeira&lt;br /&gt;Barros, Margarida Moreira – professora&lt;br /&gt;Barros, Maria Manuela M. Pinto- dona de casa&lt;br /&gt;Barros, MariaPaulina de Abreu e Lima Valente - sem profissão&lt;br /&gt;Barros, Soraia Isabel Pinto- estudante&lt;br /&gt;Barroso, Maria Filomena S. Pereira&lt;br /&gt;Barroso, Regina - comerciante&lt;br /&gt;Basílio, Maria Lurdes Amaral Pinto – empregada de escritório&lt;br /&gt;Basto, Alan Castello Branco de- professor aposentado&lt;br /&gt;Basto, Maria de Lourdes L. S. F. C. Pereira Costa – sem profissão&lt;br /&gt;Basto, Maria Raquel Meireles Bessa Pacheco – professora&lt;br /&gt;Bastos, Álvaro Teixeira – administrador&lt;br /&gt;Bastos, Dulce de Faria Correia -engenheira quimica&lt;br /&gt;Bastos, Jacinta Salgado - professora&lt;br /&gt;Bastos, Maria Helena – professora&lt;br /&gt;Batista, Maria Francelina Viola- costureira&lt;br /&gt;Beato, Domingo Silva – aposentado&lt;br /&gt;Begonha, Raul Pedro Cerqueira – gestor&lt;br /&gt;Belinho, Sónia Cristina Moreira – aux. acção educativa&lt;br /&gt;Benedito, Teresa Raquel Correia Silva Pinheiro - escriturária&lt;br /&gt;Bento, Diogo Filipe Almeida- estudante&lt;br /&gt;Bernardo, José Fernando Miranda – professor /técnico&lt;br /&gt;Bernardo, Luisa Marques – economista&lt;br /&gt;Bessa, Maria de Fátima – enfermeira&lt;br /&gt;Boas, Manuel Vilas- reformado&lt;br /&gt;Boas, Rosa Maria Silva L. Vila - costureira&lt;br /&gt;Bompastor, Maria Salomé Barros – professora&lt;br /&gt;Botelho, Augusto Andrade- farmaceutico&lt;br /&gt;Botelho, Hugo Manuel dos Santos - militar&lt;br /&gt;Botelho, João Fernando Maria - motorista&lt;br /&gt;Bouçanova, Maria da Conceição Reis M. – professora&lt;br /&gt;Braga ,Maria Luisa Ferreira Monteiro Saraiva -domestica&lt;br /&gt;Braga, António José Ribeiro – empregado bancário&lt;br /&gt;Braga, Carla Maria Monteiro Soares Alvim – tec. sup. rel. intern.&lt;br /&gt;Braga, Clementina Fátima Sousa Moreira- - professora história&lt;br /&gt;Braga, Jorge - arquitecto&lt;br /&gt;Braga, Maria de Fátima Roberto Fonseca- telefonista&lt;br /&gt;Braga, Rui – empregado de mesa&lt;br /&gt;Bragança, Alzira de Jesus Ribeiro - doméstica&lt;br /&gt;Bragança, Maria Georgina de Carvalho Sequeira -&lt;br /&gt;Branco, Diogo Castelo – arquitecto&lt;br /&gt;Branco, Joana Paula Almada de Carvalho- livreira&lt;br /&gt;Branco, Maria de Fátima Ventura da Cunha- secretária&lt;br /&gt;Brandão Joaquim Santos Duarte - advogado&lt;br /&gt;Brandão, Edmundo – comerciante&lt;br /&gt;Brandão, José Alberto Q. Rocha – professor&lt;br /&gt;Brandão, Laura Costa Gomes – enfermeira&lt;br /&gt;Brandão, Manuel – bibliotecário&lt;br /&gt;Brandão, Noé Azevedo - professor&lt;br /&gt;Branquinho, Maria Manuela Xavier Tomé Andrade – professora&lt;br /&gt;Brás, Filipa Belmira de Jesus Monteiro- empregada de balcão&lt;br /&gt;Brez, Francisco - oficial de operação e socorros&lt;br /&gt;Brito, Alberto Teixeira – agente comercial&lt;br /&gt;Brito, António Jorge Moreira de Carvalho- empregado de balcão&lt;br /&gt;Brito, Joana Isabel Ribeiro de – manicure&lt;br /&gt;Brito, Margarida Maria Araújo – professora universitária&lt;br /&gt;Brito, Maria do Carmo Dias – empregada comercial&lt;br /&gt;Brito, Maria Luísa de Assunção F.- professora&lt;br /&gt;Brito, Maria Margarida Fonseca –&lt;br /&gt;Brito, Maria Teresa Gomes dos Reis Silva – professora&lt;br /&gt;Brochado, Paula– estudante&lt;br /&gt;Bruno, Vera- artesã&lt;br /&gt;Buchner, Graça Maria Gouveia Carvalho – médica&lt;br /&gt;Burmester, Walter – aposentado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;C&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Cabral, João Ferreira - bancário&lt;br /&gt;Cabral, José Carlos- comercial&lt;br /&gt;Cabral, Maria da Graça L.P. Dias – professora&lt;br /&gt;Cabral, Rosa Maria Monteiro Pereira – doméstica&lt;br /&gt;Cabrita, Maria de Jesus Rafael – secretária&lt;br /&gt;Cadilhe, Maria Gomes Santos -aux. administrativa&lt;br /&gt;Caetano, Inês Alexandra Alves- comerciante&lt;br /&gt;Caetano, José - vendedor&lt;br /&gt;Caetano, Natália M. – técnica r. i.&lt;br /&gt;Caetano, Natália Mendes- técnica r.h.&lt;br /&gt;Caldas, Ana - estudante&lt;br /&gt;Caldeira, António Ivo Lima - jornalista&lt;br /&gt;Calisto, Joaquim Baptista – aposentado&lt;br /&gt;Camelo, André Magalhães - arquitecto&lt;br /&gt;Camelo, Fernando José Teixeira- economista&lt;br /&gt;Campo, Marta Rangel- professora&lt;br /&gt;Campos, Emílio Manuel Azevedo – administrador&lt;br /&gt;Campos, Manuel António Fernandes da Silva – médico&lt;br /&gt;Campos, Manuel Domingos Peixoto-mecânico&lt;br /&gt;Campos, Maria Cristina Avezedo – aposentada&lt;br /&gt;Campos, Sandro de Matos -estudante de Direito&lt;br /&gt;Canavez, Nuno dos Santos – livreiro /alfarrabista&lt;br /&gt;Cancela, Joana - estudante&lt;br /&gt;Cancela, José Augusto Ferreira - controlador gráfico&lt;br /&gt;Canedo, Joaquim Mendes Teles- prof. liberal&lt;br /&gt;Cardoso, Adelina Fernanda Novais – empregada balcão&lt;br /&gt;Cardoso, Ana Bianchi de Aguiar Sarmento Vizela- assistente de marketing&lt;br /&gt;Cardoso, Ana Maria de Castro Garret H. S. Seara&lt;br /&gt;Cardoso, Ana Maria Ferreira Marques F.- comerciante&lt;br /&gt;Cardoso, Antero Jorge Marques Ferreira- director comercial&lt;br /&gt;Cardoso, António M. -engenheiro&lt;br /&gt;Cardoso, Cecília Maria Ribeiro da Silva - professora&lt;br /&gt;Cardoso, Domingos Abílio Sampaio&lt;br /&gt;Cardoso, Eduardo- engenheiro técnico&lt;br /&gt;Cardoso, Etelvina Susana Fernandes – comerciante&lt;br /&gt;Cardoso, José Manuel Alves- pré reformado&lt;br /&gt;Cardoso, José Miguel Carqueja Seara – gerente comercial&lt;br /&gt;Cardoso, José Silva – aposentado&lt;br /&gt;Cardoso, Manuel Luís Costa Rafael Moutinho – músico&lt;br /&gt;Cardoso, Maria Cristina – florista&lt;br /&gt;Cardoso, Maria da Conceição da Silva Araújo – industrial&lt;br /&gt;Cardoso, Maria da Piedade Soares – auxiliar hospitalar&lt;br /&gt;Cardoso, Maria Deolinda Rodrigues Fernandes- doméstica&lt;br /&gt;Cardoso, Maria Isabel Costa Rafael Moutinho – professora&lt;br /&gt;Cardoso, Maria João da Silva Lopes – técnica de radiologia&lt;br /&gt;Cardoso, Maria José Osório Pinto Coelho Seara- gerente&lt;br /&gt;Cardoso, Maria Teresa Araújo- educadora de infância&lt;br /&gt;Cardoso, Maria Teresa Pinto V.- taxista&lt;br /&gt;Cardoso, Miguel Augusto Costa - funcionário T.V.I&lt;br /&gt;Caridade, Firmino Rogério Azevedo -tec.qualidade&lt;br /&gt;Carmo, Maria do Céu Lira do -desenhadora&lt;br /&gt;Carmona, Gioconda Maria Belo Ventura – professora&lt;br /&gt;Carneiro, Afonso Martins Soares Magalhães – estudante universitário&lt;br /&gt;Carneiro, Ana - tradutora&lt;br /&gt;Carneiro, Clementina Oliveira- reformada&lt;br /&gt;Carneiro, Jorge Filipe da Azevedo- estudante&lt;br /&gt;Carneiro, Rita Magalhães –&lt;br /&gt;Carqueja, Laura Maria Pereira da Costa- psicóloga&lt;br /&gt;Carqueja, Maria Isabel Sousa - professora&lt;br /&gt;Carteiro, Maria José Fernandes Ramos- aux. acção educativa&lt;br /&gt;Carvalhal, António Fernando Mateus - agente comercial&lt;br /&gt;Carvalhal, Joana Andreia – estudante&lt;br /&gt;Carvalho, Adelino Jesus Santos – técnico profissional de 1ª&lt;br /&gt;Carvalho, Amélia Maria Dias Vilhena- funcionária pública&lt;br /&gt;Carvalho, Ana Maria Barbosa – textil&lt;br /&gt;Carvalho, António Emídio Nuno Manuel- professor&lt;br /&gt;Carvalho, Artur Manuel Santos - escriturário&lt;br /&gt;Carvalho, Carla Manuela Rebelo R. – administrativa&lt;br /&gt;Carvalho, Cidália Bernardete – professora&lt;br /&gt;Carvalho, David Ribeiro- comerciante&lt;br /&gt;Carvalho, Francisco José Fonseca – empregado balcão&lt;br /&gt;Carvalho, Helena Marta Almeida- oficial de justiça&lt;br /&gt;Carvalho, Irene Fernanda de Jesus Moreira de – desempregada&lt;br /&gt;Carvalho, Isabel Maria dos Reis – prof. aposentada&lt;br /&gt;Carvalho, João Carlos Pereira da Cunha de – empregado de escritório&lt;br /&gt;Carvalho, João Pereira- ippar&lt;br /&gt;Carvalho, Joaquim- empresário&lt;br /&gt;Carvalho, Jorge – produtor florestal&lt;br /&gt;Carvalho, Jorge Manuel Cabral Machado de – professor UP&lt;br /&gt;Carvalho, José Eduardo – empregado escritório&lt;br /&gt;Carvalho, José La Fuente – médico&lt;br /&gt;Carvalho, José Manuel Duarte -professor&lt;br /&gt;Carvalho, José Silva – reformado&lt;br /&gt;Carvalho, Manuel Teixeira de - reformado&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Ângela Moreira– bancária&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Augusta Alves -assistente social&lt;br /&gt;Carvalho, Maria de Fátima Taveira Pires de – professora universitária&lt;br /&gt;Carvalho, Maria do Céu Moreira de – enfermeira&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Goreti -professora&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Helena - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Manuel B. Magalhães– funcionária pública&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Manuela Pinheiro – professora&lt;br /&gt;Carvalho, Maria Raquel Pacheco da Paz Duarte de – professora&lt;br /&gt;Carvalho, Marília Silva – cabeleireira&lt;br /&gt;Carvalho, Marina Torricella – bancária&lt;br /&gt;Carvalho, Nair de Castro Neumann Guedes de- prof. aposentada&lt;br /&gt;Carvalho, Nuno Alexandre Ferreira Cabral de – professor&lt;br /&gt;Carvalho, Nuno Ferreira – vendedor&lt;br /&gt;Carvalho, Paulo- contabilista&lt;br /&gt;Carvalho, Paulo Feyo Vasques de – enfermeiro&lt;br /&gt;Carvalho, Raúl Manuel Silva – médico&lt;br /&gt;Carvalho, Rosinda Magalhães Silva de – reformada&lt;br /&gt;Carvalho, Teresa Maria de- professora&lt;br /&gt;Carvalho, Vera Lucia da Costa -advogado&lt;br /&gt;Casais, António silva Gonçalves - gráfico&lt;br /&gt;Cascais, Catarina Barbosa Ngace - estudante&lt;br /&gt;Cascais, Filomena – professora&lt;br /&gt;Cascais, Maria Emília - directora comercial&lt;br /&gt;Castilho, Maria Luiza Ferreira Vasques- desempregada&lt;br /&gt;Castro, Ana Maria Correia, de - professora&lt;br /&gt;Castro, António Pinto da Mota e- recepcionista&lt;br /&gt;Castro, Claudia S.A B.Ferreira de Oliveira -contabilista&lt;br /&gt;Castro, Francisco Maia e – médico&lt;br /&gt;Castro, José Manuel – jurista&lt;br /&gt;Castro, Maria Antonieta Coutinho de – licenciada filologia&lt;br /&gt;Castro, Maria Conceição Teixeira Neves C.- prof. história&lt;br /&gt;Castro, Maria José Ferreira de – professora&lt;br /&gt;Castro, Maria Olga de- tec. superior&lt;br /&gt;Castro, Orquídia Cecília Mesquita de– proferssora&lt;br /&gt;Castro, Samuel Fernando Veríssimo Leal de - estudante&lt;br /&gt;Castro, Sofia Manuela Pintado Fernandes Carneiro de Moura e – técnica superiora&lt;br /&gt;Castro, Zulmira de - reformada&lt;br /&gt;Catão, Maria Paula Espassandim – professora&lt;br /&gt;Catarino, António Luís – professor&lt;br /&gt;Cavaco, Filipa A.- bancária&lt;br /&gt;Cavalheira, José António – professor da UP&lt;br /&gt;Cenotilho, Ana Bela Casais- - professora Inglês&lt;br /&gt;Cerqueira, Barbara Raquel S da Rocha -gestora&lt;br /&gt;Cerqueira, Liliana Alexandra Sousa – estudante&lt;br /&gt;Cerqueira, Maria Hermínia Mota de Sousa –&lt;br /&gt;Cerqueira, Paula Maria - bancária&lt;br /&gt;Cerquinho, Manuel – estudante&lt;br /&gt;Chaves, Ana Gonçalves P. Guerreiro – cabeleireira&lt;br /&gt;Chaves, António -&lt;br /&gt;Chaves, Maria Augusta Faria de Barros Lima- prof. ens.sec.aposentada&lt;br /&gt;Chaves, Maria Cristina- professora&lt;br /&gt;Claro, Carlos Fernando S. –&lt;br /&gt;Clément, Ana – desempregada&lt;br /&gt;Clément, Jean-Pierre – professor&lt;br /&gt;Cleto, Joel – arqueólogo&lt;br /&gt;Cochofel, Maria Lídia Mota – dona de casa&lt;br /&gt;Coelho , Luciano - reformado&lt;br /&gt;Coelho, Alcino da Silva – empregado armazém&lt;br /&gt;Coelho, Américo José- oficial justiça&lt;br /&gt;Coelho, Ana Isabel da Fonseca- contabilista&lt;br /&gt;Coelho, Ana Luísa - tradutora&lt;br /&gt;Coelho, Avelino – empresário&lt;br /&gt;Coelho, Carmesinda – reformada&lt;br /&gt;Coelho, Jacinto - tec.máquinas&lt;br /&gt;Coelho, Joaquim Pedro Madeira – desempregado&lt;br /&gt;Coelho, José Maria Lopes Guimarães - func. judicial&lt;br /&gt;Coelho, Lúcia Maria Araújo – professora&lt;br /&gt;Coelho, Maria de Fátima Gomes Cardoso -professora&lt;br /&gt;Coelho, Maria Fernanda – analista têxtil&lt;br /&gt;Coelho, Maria José Calvário Brito - não especificado&lt;br /&gt;Coelho, Maria Luisa Ribeiro- emp. andares&lt;br /&gt;Coelho, Maria Manuel Correia Gonçalves da Silva – doméstica&lt;br /&gt;Coelho, Maria Margarida Paredes dos Santos- arquitecta&lt;br /&gt;Coelho, Ricardo Daniel Jesus - operador&lt;br /&gt;Coelho, Sérgio Alexandre Soldá da Silva Veludo- prof. ensino superior&lt;br /&gt;Coelho, Sílvia Maria Tentúgal- designer gráfica&lt;br /&gt;Coimbra, Isabel Maria de Oliveira - recepcionista&lt;br /&gt;Conceição, Florbela B. Ferreira da- professora&lt;br /&gt;Conceição, Maria Cristina G. S.R- - professora C. Nat.&lt;br /&gt;Condé, Artur Albano Braga – aposentado&lt;br /&gt;Condé, Maria Cecília Sousa – doméstica&lt;br /&gt;Constante, Adriano Fernando- porteiro&lt;br /&gt;Correia, Alexandra M R Pinheiro Silva – funcionária pública&lt;br /&gt;Correia, António Jorge Novais- professor&lt;br /&gt;Correia, Branca Maria da Rocha Martins - professora&lt;br /&gt;Correia, Luísa Anacoreta – professora&lt;br /&gt;Correia, Maria Amélia de Lencastre –professora&lt;br /&gt;Correia, Maria Manuel Lencastre Abreu e Lima Valente- sem profissão&lt;br /&gt;Correia, Maria Manuela de Pinho e Costa - aposentada&lt;br /&gt;Correia, Maria Margarida da Silva – doméstica&lt;br /&gt;Correia, Mário Lucrécio - engenheiro&lt;br /&gt;Correia, Simão de Pinto e Costa – comerciante&lt;br /&gt;Correira, Adélia- executiva&lt;br /&gt;Costa, Adelaide Moreira Enes da – professora&lt;br /&gt;Costa, Alberto Miguel Marques Silva- comerciante&lt;br /&gt;Costa, Ana da Conceição Pereira Rodrigues E.- empresária comercial&lt;br /&gt;Costa, Ana Maria –consultora&lt;br /&gt;Costa, Ana Maria Nunes da- gerente comercial&lt;br /&gt;Costa, António Alvaro Gomes Ribeiro -rec.de garagem&lt;br /&gt;Costa, António Carlos Marques da - industrial&lt;br /&gt;Costa, António Manuel Pinto Moreira da – médico&lt;br /&gt;Costa, Bruno Miguel Ribeiro- estudante&lt;br /&gt;Costa, Carlos Albino Veiga da – professor&lt;br /&gt;Costa, Claúdia Fernandes – advogada&lt;br /&gt;Costa, Daniel Antunes&lt;br /&gt;Costa, Daniela -estudante&lt;br /&gt;Costa, Dulce Maria Oliveira- técnica de informática&lt;br /&gt;Costa, Fernanda Vasconcelos – aposentada&lt;br /&gt;Costa, Fernando Manuel Coutinho- médico&lt;br /&gt;Costa, Fernando Neves -industrial cafetaria&lt;br /&gt;Costa, Filomena – soli. execução&lt;br /&gt;Costa, Francisco José Fernandes Mendes- escriturario&lt;br /&gt;Costa, Graziela Esteves – aposentada&lt;br /&gt;Costa, Isabel Amorim – professora&lt;br /&gt;Costa, Jorge Humberto Mano Monteiro da – professor&lt;br /&gt;Costa, José António Couto da - técnico de informática&lt;br /&gt;Costa, José Eduardo - professor&lt;br /&gt;Costa, José Manuel Beirão – motorista&lt;br /&gt;Costa, Juliana Alice - estudante&lt;br /&gt;Costa, Leonardo Filipe Seixas Barreto- professor universitário&lt;br /&gt;Costa, Manuel José Alves da- emp. escritório&lt;br /&gt;Costa, Maria Albertina da - bancária&lt;br /&gt;Costa, Maria Antónia B. Da- professora&lt;br /&gt;Costa, Maria Augusta - professora&lt;br /&gt;Costa, Maria Cecília Rosas Pereira Peixoto da – professora&lt;br /&gt;Costa, Maria da Luz Barbosa – assistente de consultório&lt;br /&gt;Costa, Maria do Céu Pereira Ferreira – contabilista&lt;br /&gt;Costa, Maria Elisa Figueirinhas- sem profissão&lt;br /&gt;Costa, Maria Helena de Melo Brito e- professora&lt;br /&gt;Costa, Maria José Marques da Silva- comerciante&lt;br /&gt;Costa, Marlene Patrícia Ferreira- estudante&lt;br /&gt;Costa, Miguel – desempregado&lt;br /&gt;Costa, Mónica Freire Oliveira -aj. tec.farmácia&lt;br /&gt;Costa, Odete- administrativa&lt;br /&gt;Costa, Paula Margarida Viana M. da – professora&lt;br /&gt;Costa, Pedro Alexandre Gomes da - designer&lt;br /&gt;Costa, Pedro Miguel R. da – estudante&lt;br /&gt;Costa, Rosa Maria – engenheira&lt;br /&gt;Costa, Santos Antão- comerciante&lt;br /&gt;Costa, Susana Maria Pereira da - empregado balcão&lt;br /&gt;Costa, Vera Loureiro da – tradutora&lt;br /&gt;Costa, Vitorino Fernando A. – trabalhador por conta própria&lt;br /&gt;Coutinho, Maria José - prof.ens.secundário&lt;br /&gt;Coutinho, António Luís – aposentado&lt;br /&gt;Coutinho, Carlos Miguel- comerciante&lt;br /&gt;Coutinho, Ludovina Santos Ferraz Baldaia Correia – bióloga&lt;br /&gt;Coutinho, Maria Glória- cozinheira&lt;br /&gt;Coutinho, Maria João Cardoso- engenheira alimentar&lt;br /&gt;Coutinho, Nuno Maria e Sousa – juiz&lt;br /&gt;Couto, Jaime Diniz P. Araújo-aposentado&lt;br /&gt;Couto, José Carlos Machado - professora EVT&lt;br /&gt;Couto, Maria Carmo Araújo- doméstica&lt;br /&gt;Couto, Maria Céu Oliveira- emp. escritório&lt;br /&gt;Couto, Maria Fernanda Oliveira- control.qualidade&lt;br /&gt;Couto, Paulo Jorge Lopes - delegado de informação médica&lt;br /&gt;Couto, Sílvia Clara Costa Silva – professora&lt;br /&gt;Craveiro, Maria de Jesus T. de Oliveira – notária&lt;br /&gt;Cristovão, Cristina Antunes da Silva – arquitecta&lt;br /&gt;Cristovão, Cristina Antunes da Silva A. - arquitecta&lt;br /&gt;Cruz, António Conceição – mecânico auto&lt;br /&gt;Cruz, António Pedro Rema de Barros - arquitecto&lt;br /&gt;Cruz, Cláudia Sofia Leal Martinho Pestana– assistente administrativa&lt;br /&gt;Cruz, Joaquim- reformado&lt;br /&gt;Cruz, José Miguel Nobrega da- vendedor&lt;br /&gt;Cruz, Luís Gracia Braga da – eng. civil /deputado&lt;br /&gt;Cruz, Marco António- psicólogo&lt;br /&gt;Cruz, Maria da Graça- professora&lt;br /&gt;Cruz, Maria do Rosário – bancária&lt;br /&gt;Cruz, Maria Isabel Alonso da – professora&lt;br /&gt;Cruz, Maria Isabel Braga – engenheira&lt;br /&gt;Cruz, Maria João Braga – estudante&lt;br /&gt;Cruz, Maria Leonor Pereira da - empregada de limpeza&lt;br /&gt;Cruz, Nelson Maria Carlos Gonçalves da- técnico administrativo&lt;br /&gt;Cudell, Maria José Menéres – aposentada&lt;br /&gt;Cunadas, Nuno Ricardo Rodrigues- estudante&lt;br /&gt;Cunha, Ana Claúdia- escriturária&lt;br /&gt;Cunha, Armando – empregado bancário&lt;br /&gt;Cunha, Aurélia – chefe de vendas&lt;br /&gt;Cunha, Herculano Pinto da- professora&lt;br /&gt;Cunha, Hugo César de Sousa- comercial&lt;br /&gt;Cunha, Jaime Augusto Jesus - estudante&lt;br /&gt;Cunha, José Pedro Gonçalves Pinto - vigilante&lt;br /&gt;Cunha, Luis António de Almeida -artista plastico&lt;br /&gt;Cunha, Maria de Lourdes Pinto da – auxiliar hospitalar&lt;br /&gt;Cunha, Maria Helena da -professora&lt;br /&gt;Cunha, Maria Helena Pereira da - empregada de limpeza&lt;br /&gt;Cunha, Maria Rute- técnica r.h.&lt;br /&gt;Cunha, Maria Teresa Álvares da – enfermeira&lt;br /&gt;Cunha, Pedro Manuel Jesus - estudante&lt;br /&gt;Cunha, Rui Francisco Leão da Silva- reformado&lt;br /&gt;Curado, Silvana da Graça Moreno – responsável administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html" target="_blank"&gt;subscritores (A-B-C) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html" target="_blank"&gt;subscritores (D-E-F-G-H-I-J-K) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html" target="_blank"&gt;subscritores (L-M-N) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html" target="_blank"&gt;subscritores (O-P-Q-R) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html" target="_blank"&gt;subscritores (S-T-V-W-Z) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/subscritores-do-manifesto-1.html" target="_blank"&gt;Subscritores do Manifesto via internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112198592406352677?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112198592406352677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112198592406352677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html' title='Primeiros 2500 subscritores  (A-B-C)'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112404430164253803</id><published>2005-08-14T23:30:00.000+01:00</published><updated>2005-12-08T13:41:23.673Z</updated><title type='text'>Primeiros 2500 subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Damas, Maria de Lourdes Lelo S.F.C.Pereira Costa&lt;br /&gt;Dantas, Diogo da Rocha Antunes de Araújo- economista&lt;br /&gt;Defossez, Marie France Marthe- professora bibliotecária&lt;br /&gt;Delgado, Isabel – enfermeira&lt;br /&gt;Delgado, Margarida Maria Louro Moreira – professora&lt;br /&gt;Delgado, Maria Manuela - arqueóloga&lt;br /&gt;Dias, André Miguel Pinheiro&lt;br /&gt;Dias, António Augusto Fonseca- serralheiro de 1ª&lt;br /&gt;Dias, Berta Herminia P. Batista -professora&lt;br /&gt;Dias, Daniela Braga Cruz – professora&lt;br /&gt;Dias, Diana Marisa Barros Alves Rocha- estudante&lt;br /&gt;Dias, Graça – tradutora&lt;br /&gt;Dias, Isilda Maria Tavares – professora&lt;br /&gt;Dias, João Fernando Rodrigues- professor&lt;br /&gt;Dias, José Fernando Oliveira Pereira – aposentado&lt;br /&gt;Dias, José Luis Gonzalez- professor&lt;br /&gt;Dias, Juventina, Maria Silva Dias – aux. de acção educativa&lt;br /&gt;Dias, Manuel Barbosa - reformado&lt;br /&gt;Dias, Margarida Maria da Rocha – enfermeira&lt;br /&gt;Dias, Maria Francisca Matos- técnica de informática&lt;br /&gt;Dias, Maria Teresa Pereira Duarte – agente de navegação&lt;br /&gt;Dias, Mariana Almeida Pinho Cordeiro – contabilista&lt;br /&gt;Dias, Nuno Eduardo -professor&lt;br /&gt;Dias, Rui Manuel Rodrigues – técnico&lt;br /&gt;Diaz, Jose Luis Gonzalez – professor&lt;br /&gt;Dionísio, Ana Isabel Silva Carvalho – vendedora&lt;br /&gt;Domingos Ribeiro Ferreira Martins- tec.administrativo&lt;br /&gt;Domingues, Maria de Lurdes Sousa- emp. Lavandaria&lt;br /&gt;Domingues, Paulo Henrique Grilo – professor&lt;br /&gt;Duarte, António Armindo Barbosa- tec. formação&lt;br /&gt;Duarte, Armando Augusto - desempregado&lt;br /&gt;Duarte, Artur Jorge Pereira – engenheiro&lt;br /&gt;Duarte, Carla- professora&lt;br /&gt;Duarte, Ermelinda Fernandes- professora&lt;br /&gt;Duarte, Fernando Jorge F. -professor&lt;br /&gt;Duarte, João Carlos Silva- técnico de informática&lt;br /&gt;Duarte, Maria de Fátima – economista&lt;br /&gt;Duarte, Maria Luísa dos Anjos – enfermeira&lt;br /&gt;Duarte, Maria Paula Silva – gerente comercial&lt;br /&gt;Duarte, Patrícia Alexandre Paptista- professora&lt;br /&gt;Duartes, Albino- reformado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Elias, Isabel Maria Simões Botelho – empregada bancária&lt;br /&gt;Emílio, Sofia Filipa Cabugueira Nunes - professora&lt;br /&gt;Encarnação, Ângelo Ferreira Gomes da – médico&lt;br /&gt;Espinheiro, Jorge César de Oliveira- advogado&lt;br /&gt;Esteves, Ana Catarina G.Teixeira- emp. De balcão&lt;br /&gt;Esteves, João Morais de Sena -arquitecto prof.&lt;br /&gt;Esteves, Joaquim Gaspar- supervisor de vendas&lt;br /&gt;Esteves, Maria Teresa Martins de S. –engenheira quimica&lt;br /&gt;Esteves, Paula- sec direcção&lt;br /&gt;Esteves, Vítor - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Estiva, Vitor Manuel Nogueira - aux. de acção educativa&lt;br /&gt;Eugénia, Maria da graça Álvares Ribeiro - directora&lt;br /&gt;Eusébio, Maria Helena de Azevedo- professora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Faria, Helga Tavares - gerente&lt;br /&gt;Faria, Júlio Ferreira- tec. gestão&lt;br /&gt;Faria, Luis Filipe Rocha de -professor&lt;br /&gt;Faria, Maria de Fátima Limpo de – empresária agrícola&lt;br /&gt;Faria, Maria Deolinda Oliveira – técnica hospitalar&lt;br /&gt;Faria, Maria Eugénia Costa Freitas – empregada balcão&lt;br /&gt;Faria, Paulo -assistente loja&lt;br /&gt;Faria, Venâncio Branco- reformado&lt;br /&gt;Faro, Alexandra Brito e- secretária&lt;br /&gt;Faro, Fernanda Silva Ferreira - comerciante&lt;br /&gt;Felgueiras, Mariana Clara Correia- estudante&lt;br /&gt;Felgueiras, Orquídea Lima - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Fensen, Lina Maria Marchiona – cirurgiã dentista&lt;br /&gt;Fernandes, Ana de Fátima – doméstica&lt;br /&gt;Fernandes, Daniel Hugo Ramos- maquinista&lt;br /&gt;Fernandes, Fernando Guilherme Vieira- comerciante&lt;br /&gt;Fernandes, Francisco Manuel Tavres – engenheiro&lt;br /&gt;Fernandes, Francisco Rego Chaves&lt;br /&gt;Fernandes, João Maria – professor&lt;br /&gt;Fernandes, José Alberto Vieira Rio - professor universitário&lt;br /&gt;Fernandes, José Carlos Brás – balconista&lt;br /&gt;Fernandes, José Teixeira – mecânico&lt;br /&gt;Fernandes, Lúcia de Maria – estudante&lt;br /&gt;Fernandes, Magda Sofia P. B. Tribão – professora&lt;br /&gt;Fernandes, Manuel Aníbal - técnico oficial de contas&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Antónia- telefonista&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Brigida Amaral- profesora&lt;br /&gt;Fernandes, Maria do Carmo Pontes Amaral- prof. matemática&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Dolores – reformada&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Joana Ribeiro- estudante&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Manuela Campos Milheiro – professora&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Teresa Fonseca Nogueira- ind. hoteleira e rest.&lt;br /&gt;Fernandes, Maria Teresa Moura- gerente comercial&lt;br /&gt;Fernandes, Palmira Ribas Teixeira – enfermeira&lt;br /&gt;Fernandes, Pedro Daniel - empresário&lt;br /&gt;Fernandes, Pedro Manuel Amaral Ribeiro - engenheiro do ambiente&lt;br /&gt;Fernandes, Rita Paula G.- advogada&lt;br /&gt;Fernandes, Rita Paula Geraldes – advogada&lt;br /&gt;Fernando Manuel M.Vieira Rocha- emp. balcão&lt;br /&gt;Ferreira, Ana Inês Aires Mesquita Vieira- estudante&lt;br /&gt;Ferreira, Ana Maria Magalhães – advogada&lt;br /&gt;Ferreira, Ana- reformada&lt;br /&gt;Ferreira, Angelina Rodrigues - enfermeira&lt;br /&gt;Ferreira, António Rodrigo A.- jornalista&lt;br /&gt;Ferreira, António Augusto Diniz – funcionário público&lt;br /&gt;Ferreira, António Castro Machado – funcionário público&lt;br /&gt;Ferreira, António Joaquim Sampaio -vigilante&lt;br /&gt;Ferreira, António Joaquim Simões – emp. hoteleiro&lt;br /&gt;Ferreira, António Maria – consultor de seguros&lt;br /&gt;Ferreira, António Tomaz Belo Pinto – engenheiro&lt;br /&gt;Ferreira, Armando Herculano Lopes- técnico&lt;br /&gt;Ferreira, Bruno Miguel Santos Costa de A.&lt;br /&gt;Ferreira, Carla M ª Patrícia – cabeleireira&lt;br /&gt;Ferreira, Carlos José Rodrigues – engenheiro electrónico&lt;br /&gt;Ferreira, Carlos -realizador&lt;br /&gt;Ferreira, Célia Cristina- comerciante&lt;br /&gt;Ferreira, Célia Cristina Neto – podologista&lt;br /&gt;Ferreira, Cláudia Albertina Oliveira – enfermeira&lt;br /&gt;Ferreira, Diana Maria Aguiar – professora&lt;br /&gt;Ferreira, Edgar Vieira- professora&lt;br /&gt;Ferreira, Filipe José Barbosa Cardoso - estudante&lt;br /&gt;Ferreira, Iria Cristina Perestrelo Lima- estudante&lt;br /&gt;Ferreira, Laura – professora&lt;br /&gt;Ferreira, Lídia Almeida - reformada&lt;br /&gt;Ferreira, Manuel Couto- reformado&lt;br /&gt;Ferreira, Margarida – farmacêutica&lt;br /&gt;Ferreira, Margarida Torgel - professora&lt;br /&gt;Ferreira, Maria - desempregada&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Adelina Sousa Rodrigues - empregada doméstica&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Alice M.- doméstica&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Clara Rodrigues Martins- professora de história&lt;br /&gt;Ferreira, Maria da Conceição A.A.&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Helena C. Aguiar Martins de Sousa – tradutora&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Idalina Dias- tec. Superior&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Isabel Fernanda - professora&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Isabel Moura -arqueologa&lt;br /&gt;Ferreira, Maria João Monteiro -professora&lt;br /&gt;Ferreira, Maria Manuela G -professora&lt;br /&gt;Ferreira, Marilia Ramos - empresária&lt;br /&gt;Ferreira, Mário Henrique Oliveira&lt;br /&gt;Ferreira, Marta Sofia Rodrigues - administrativa&lt;br /&gt;Ferreira, Miguel Marques do Sal - engenheiro civil&lt;br /&gt;Ferreira, Miguel Nuno – bancário&lt;br /&gt;Ferreira, Nelson Manuel Marques Ramos Couto- estudante&lt;br /&gt;Ferreira, Norberto da Silva – vendedor&lt;br /&gt;Ferreira, Paula Maria Costa – auxiliar hospitalar&lt;br /&gt;Ferreira, Paulo Jorge - empregado de armazém&lt;br /&gt;Ferreira, Paulo Sérgio Santos – bancário&lt;br /&gt;Ferreira, Raquel Alexandra Soares da Silva – engenheira química&lt;br /&gt;Ferreira, Rosa Oliveira Vieira- reformada&lt;br /&gt;Ferreira, Rui Manuel P.O. -professor&lt;br /&gt;Ferreira, Salvina Maria da Silva- assist.direcção&lt;br /&gt;Ferreira, Samuel Filipe da Silva Rafael- aux. accção médica&lt;br /&gt;Ferreira, Sandra Angelina - caixeira ajudante&lt;br /&gt;Ferreira, Sandra Filomena Teixeira – cabeleireira&lt;br /&gt;Ferreira, Susana Cristina – assist. de admnistração escolar&lt;br /&gt;Ferreira, Vicente Maria Magalhães –&lt;br /&gt;Ferrera, Hugo Miguel da silva - estudante&lt;br /&gt;Feyo, Gonçalo – estudante&lt;br /&gt;Fidalgo, Isidro A.F. – reformado&lt;br /&gt;Fidalgo, Maria Dulce Borges- bancária&lt;br /&gt;Fidalgo, Maria Ivone Remísio –&lt;br /&gt;Figueiredo, Diana- barman&lt;br /&gt;Figueiredo, José Manuel Macedo de – bancário&lt;br /&gt;Figueiredo, Laura da Conceição – funcionária pública&lt;br /&gt;Figueiredo, Maria Ludovina Ferreira Silva – administrativa&lt;br /&gt;Figueiredo, Maria Lurdes -assistente loja&lt;br /&gt;Figueiredo, Renato Miguel Silva Costa de – comercial&lt;br /&gt;Figueiredo, Vanessa Osório – arquitecta&lt;br /&gt;Figueiredo, Vanessa Osório arquitecta&lt;br /&gt;Flores, António J. Quadros – engenheiro electrónico&lt;br /&gt;Flores, Eva Maria Martinez – estudante&lt;br /&gt;Flores, Lúcia Fernanda Araújo Pereira dos Santos- estudante&lt;br /&gt;Flores, Maria Ana C. Luzano Quadros – professora&lt;br /&gt;Fonseca, Adriana Pereira- bancário&lt;br /&gt;Fonseca, Felismina Teixeira Barbedo – doméstica&lt;br /&gt;Fonseca, Filipa- estudante&lt;br /&gt;Fonseca, Filipe Barbedo –comerciante&lt;br /&gt;Fonseca, Joana leão Cerquinho Ribeiro –estudante&lt;br /&gt;Fonseca, José Gouveia da- bancário&lt;br /&gt;Fonseca, Maria Leonor Lopes da – socióloga&lt;br /&gt;Fonseca, Maria Lúcia Ribeiro – doméstica&lt;br /&gt;Fonseca, Paula Virgínia C. Oliveira- administrativa&lt;br /&gt;Fonseca, Sara Augusta Moreira- administrativa&lt;br /&gt;Fonseca, Susana Maria Ribeiro da- professora&lt;br /&gt;Fonte, João José Ferreira da – reformado&lt;br /&gt;Fontes, Sofia Chaves – engenheira do ambiente&lt;br /&gt;Fontoura, Maria Idalina Ferreira -&lt;br /&gt;Formosinho , Lara Manuel Tavares da Fonseca e Silva – professora&lt;br /&gt;Foyos, Pedro- jornalista&lt;br /&gt;Fraga, Ana Ferreira – secretária&lt;br /&gt;Fragoso, Susana Cristina M.- rel. Publicas&lt;br /&gt;França, Fátima – arquitecta&lt;br /&gt;Francesco, Maria de Fátima da Silva de- aposentada&lt;br /&gt;Frazão, Manuel António Ferreira Frazão – médico&lt;br /&gt;Freitas, Arnaldo Moreira- comerciante&lt;br /&gt;Freitas, Elsa- secretária de direcção&lt;br /&gt;Freitas, Isabel Maria Gomes Moreira de- enc. acção educativa&lt;br /&gt;Freitas, Jaime Nuno – engenheiro&lt;br /&gt;Freitas, Jorje Nóbrega Ferreira de- economista&lt;br /&gt;Freitas, Maria Teresa Santos -Professora&lt;br /&gt;Freitas, Pedro Miguel Gomes- desempregado&lt;br /&gt;Freitas, Susana -professora&lt;br /&gt;Freitas, Teresa Maria Nobrega– professora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Gaio, Ana Rita Pires – professora universitária&lt;br /&gt;Gama, Alda Sofia Miranda Oliveira- engenheira do ambiente&lt;br /&gt;Gama, José António Pereira – reformado&lt;br /&gt;Gama, José Manuel Quelhas da- engenheiro&lt;br /&gt;Gama, Manuel- estudante&lt;br /&gt;Gama, Maria Amélia da Silva Pereira – tec. farmácia&lt;br /&gt;Gama, Sílvio Marques de Almeida – professor&lt;br /&gt;Gangers, Marta Alfredina Carneiro Lopes – estudante&lt;br /&gt;Garcia, Angel Martinez - sociólogo&lt;br /&gt;Garcia, Otília Matos – professora&lt;br /&gt;Garrett, Maria Paulina Almeida- tradutora&lt;br /&gt;Garrido, António Alfredo Torrão - professora&lt;br /&gt;Gaspar,Júlia Fernanda -empresária&lt;br /&gt;Geraldes, Maria Clarice Costa- professora português&lt;br /&gt;Geraldes, Maria Luísa Moreno – enfermeira&lt;br /&gt;Germano, Maria Amélia P.R.Teixeira- economista&lt;br /&gt;Girão. Cristina Maria T. De Morais F. - professora&lt;br /&gt;Godinho, António Simões- despachante oficial&lt;br /&gt;Gois, Joaquim Eduardo – professor&lt;br /&gt;Gomes , Soraia Simone Blás Braga da Silva – estudante&lt;br /&gt;Gomes, Acácia Conceição Silva Vilaverde Pinto – secretária&lt;br /&gt;Gomes, Alda Guimarães Quintas Cunha- reformado&lt;br /&gt;Gomes, Alexandre Borges- funcionário da Comissão Europeia&lt;br /&gt;Gomes, Alexandre José Ferreira- comerciante&lt;br /&gt;Gomes, Alvaro Casimiro Ferreira da Cunha- reformado&lt;br /&gt;Gomes, Amélia Amália Moreira – doméstica&lt;br /&gt;Gomes, Ana Ribeiro- economista&lt;br /&gt;Gomes, Andreia FIlipa Nogueira -estudante/est. de jornalismo&lt;br /&gt;Gomes, António Alberto da Costa – professor&lt;br /&gt;Gomes, Bruno Matos - serralheiro&lt;br /&gt;Gomes, Esmeralda da Conceição Alves Martins – empresária&lt;br /&gt;Gomes, Fernão Hugo Gonçalves – comerciante&lt;br /&gt;Gomes, Hugo Alexandre - artista teatro&lt;br /&gt;Gomes, Júlio Augusto Castro – economista&lt;br /&gt;Gomes, Lídia Maria Ferreira- economista&lt;br /&gt;Gomes, Manuel Teixeira – técnico de contas&lt;br /&gt;Gomes, Margarida Adelina Costa – professora&lt;br /&gt;Gomes, Maria José da Silva e Cruz – professora&lt;br /&gt;Gomes, Maria Alexandre Borges&lt;br /&gt;Gomes, Maria Cristina Ferreira – enfermeira&lt;br /&gt;Gomes, Maria da Conceição Vale de Andrade-&lt;br /&gt;Gomes, Maria de Fátima Loureiro – professora&lt;br /&gt;Gomes, Maria João Quintas Cunha- prof. de seguros&lt;br /&gt;Gomes, Mariana Topa Teixeira - designer&lt;br /&gt;Gomes, Nuno Alexandre - estudante&lt;br /&gt;Gomes, Nuno Filipe da Fonseca Bastos -professor&lt;br /&gt;Gomes, Paula Maria Quintas da Cunha- escriturária&lt;br /&gt;Gomes, Paula Maria Vieira – empregada de escritório&lt;br /&gt;Gomes, Paula Vera – administrativa&lt;br /&gt;Gomes, Paulo Casimiro – enfermeiro&lt;br /&gt;Gomes, Pedro Filipe Fernandes- estudante&lt;br /&gt;Gomes, Walter António Rodrigues Palma- técnico educ ambiental&lt;br /&gt;Gonçalves, Ana Cristina - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Gonçalves, Ana Rita Veloso – enfermeira&lt;br /&gt;Gonçalves, Anabela Correia - técnica de informática&lt;br /&gt;Gonçalves, António Alberto Huet Bacelar – assessor-apos. Prof UP&lt;br /&gt;Gonçalves, António José Silva- gerente com. social&lt;br /&gt;Gonçalves, Armando Vaz – tradutor&lt;br /&gt;Gonçalves, Carla Andreia Gouveia - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Gonçalves, Diamantino F. – aposentado&lt;br /&gt;Gonçalves, Jorge Augusto O.- aposentado&lt;br /&gt;Gonçalves, José António Rodrigues- professora&lt;br /&gt;Gonçalves, José Manuel da Silva- eng. materiais&lt;br /&gt;Gonçalves, Júlia Rosa Alves da Silva- aux. técnico&lt;br /&gt;Gonçalves, Luís Miguel Coelho de Almeida - vigilante&lt;br /&gt;Gonçalves, Maria Manuel Faria - esteticista&lt;br /&gt;Gonçalves, Maria Cândida F. - doméstica&lt;br /&gt;Gonçalves, Maria da Graça Paulo – administrativa&lt;br /&gt;Gonçalves, Maria de Lurdes - esteticista&lt;br /&gt;Gonçalves, Maria do Céu Gonçalves - técnica superior da feup&lt;br /&gt;Gonçalves, Mário Pereira -vidraceiro&lt;br /&gt;Gonçalves, Rosa Teixeira - empregada de balcão&lt;br /&gt;Gonçalves, Rui Manuel Pinheiro – professor&lt;br /&gt;Gouveia, Selma Manuela S.M.- admnistradora&lt;br /&gt;Graça Maria Silva Carneiro- emp.consultório&lt;br /&gt;Graça, José A. Ribeiro -professor universitário&lt;br /&gt;Graça, José Manuel Azevedo de Faria – professor&lt;br /&gt;Graça, Maria helena - técnica de informática&lt;br /&gt;Guedes, Anabela -professora&lt;br /&gt;Guedes, Eduardo Augusto Monteiro - professora&lt;br /&gt;Guedes, Maria Adelaide Taveira – empregada de escritório&lt;br /&gt;Guedes, Maria do Carmo Miranda – professora universitária&lt;br /&gt;Guedes, Maria do Céu Marques – professora&lt;br /&gt;Guedes, Maria Joana Andresen – tradutora&lt;br /&gt;Guedes, Maria João Pinto – prest. de serviçps&lt;br /&gt;Guedes, Maria Teresa - estudante&lt;br /&gt;Guedes, Sara Patricia de Sousa- emp. limpeza&lt;br /&gt;Guerra, André Manuel Amador Moura Cerdeira -estudante&lt;br /&gt;Guerra, Luís – médico&lt;br /&gt;Guerra, Mariana Araújo- comercial&lt;br /&gt;Guerra, Marina Araújo – comerciante&lt;br /&gt;Guerreiro, Maria Idalina M. Morais – cozinheira&lt;br /&gt;Guerreiro, Maria Teresa Costa – enfermeira&lt;br /&gt;Guimarães, Almiro Hermínio Teixeira – bancário&lt;br /&gt;Guimarães, Ana Maria M. Figueiredo Lemos –professora&lt;br /&gt;Guimarães, Ana Paula Santos – enfermeira&lt;br /&gt;Guimarães, Joaquim Soares – operador&lt;br /&gt;Guimarães, José António Mesquita- escriturário&lt;br /&gt;Guimarães, Lucília de Jesus Rodrigues- dona de casa&lt;br /&gt;Guimarães, Maria - técnica sup de museus&lt;br /&gt;Guimarães, Maria José Rodrigues Pinheiro- professora&lt;br /&gt;Guimarães, Maria Natália – professora&lt;br /&gt;Guimarães, Marília Fernanda de Castro - reformada&lt;br /&gt;Guimarães, Ricardo Manuel Guimarães- assessor dir. comercial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;H- I-J-K&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Henriques, Ilidio da Silva- motorista&lt;br /&gt;Henriques, Verónica Patrícia Freitas – caixeira ajudante&lt;br /&gt;Henriques, Virginia Maria Martins Alecrim -tec. farmácia&lt;br /&gt;Hernandez, Maria Teresa C.&lt;br /&gt;Hernâni, António de Brito- professor universitário&lt;br /&gt;Horta, Alexandra – tradutora&lt;br /&gt;Horta, Ricardo Pedro Abelho – estudante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iglésias, Joana Mendonça- psicóloga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacques, Maria ? – decoradora&lt;br /&gt;Jardim, Fernanda- professora&lt;br /&gt;Jerónimo, Ondina Loureiro Novo – enfermeira&lt;br /&gt;Jesus, Fernanda Luisa R.Teles de -professora&lt;br /&gt;Jesus, João Fernando Gaspar de- foto jornalista&lt;br /&gt;Jesus, Laura Conceição de – caixeira&lt;br /&gt;Jesus, Luisa Alexandra Fonseca Sousa – professora&lt;br /&gt;Joaquim, José da Rocha – aposentado&lt;br /&gt;Jorge, Maria Teresa S. Pessoa – enfermeira&lt;br /&gt;Jorge, Susana Cristina Ferreira Moura da Silva – secretária&lt;br /&gt;Jorge, Susana Maria Soares Rodrigues L de Oliveira- arqueóloga / prof UP&lt;br /&gt;Jorge, Vitor Manuel de Oliveira – arqueólogo / prof UP&lt;br /&gt;José Manuel Carvalho Mota Lima- aposentado&lt;br /&gt;Jousse, Maud- enfermeira&lt;br /&gt;Junior, Manuel Duarte de Carvalho – magistrado aposentado&lt;br /&gt;Junqueira, José Francisco de Paiva Bento – engenheiro agrónomo&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Koehler, João de Lemos e- vendedor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html"target="_blank"&gt;subscritores (A-B-C) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html"target="_blank"&gt;subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html"target="_blank"&gt;subscritores (L-M-N) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html"target="_blank"&gt;subscritores (O-P-Q-R) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html"target="_blank"&gt;subscritores (S-T-V-W-Z) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/subscritores-do-manifesto-1.html"target="_blank"&gt;Subscritores do Manifesto via internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112404430164253803?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404430164253803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404430164253803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html' title='Primeiros 2500 subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K)'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112404394237104645</id><published>2005-08-14T23:29:00.000+01:00</published><updated>2005-12-08T13:41:52.423Z</updated><title type='text'>Primeiros 2500 subscritores  (L-M-N)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;L&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Labouriau, Isabel Salgado – matemática&lt;br /&gt;Lacerda, José Raul Silva&lt;br /&gt;Lacerda, Maria Deolinda Correia – professora&lt;br /&gt;Lacerda, Vasco Correia – engenheiro&lt;br /&gt;Lago, Joaquim Amorim do- advogado&lt;br /&gt;Lança, Augusto Joaquim de Carvalho – professor&lt;br /&gt;Lanhas, Maria Luísa Costa Pereira Viana – secretária&lt;br /&gt;Lapa, Fernando Manuel de Sá – operário fabril&lt;br /&gt;Laranja, Maria José - gestora&lt;br /&gt;Laranjeira, Deolinda Augusta Dias Rosas- comerciante&lt;br /&gt;Laranjeira, Eurico Manuel Lopes- hoteleiro&lt;br /&gt;Laranjeira, Susana Maria Rosas- empregada balcão&lt;br /&gt;Lares, Teresa – professora&lt;br /&gt;Leal, Carlos Augusto de Pina da Silva Leal- médico&lt;br /&gt;Leal, Maria da Conceição Veríssimo - professora&lt;br /&gt;Leal. Ana Maria Rocha Dias Almeida- bancária&lt;br /&gt;Leão, AloÍsio Barbosa – empresário&lt;br /&gt;Leão, Catherine Tyssen Barbosa – doméstica&lt;br /&gt;Leão, Maria José Monteiro Barbosa- empregada de limpeza&lt;br /&gt;Lebre, Ilidia Maria S. Ferreira- emp. escritório&lt;br /&gt;Leitão, Aída - empregada limpeza&lt;br /&gt;Leitão, José Carlos Ferreira – médico&lt;br /&gt;Leite, Mariana Corte-Real Pinto- professora&lt;br /&gt;Leite, Alexandre Dias - médico dentista&lt;br /&gt;Leite, António Mesquita de Albuquerque- reformado&lt;br /&gt;Leite, Carlos – tradutor&lt;br /&gt;Leite, Jorge Daniel Morais – professor universitário&lt;br /&gt;Leite, Laurinda Fernanda Martins Rocha- aux. accção educativa&lt;br /&gt;Leite, Teresa Margarida Ferreira Oliveira – enfermeira&lt;br /&gt;Leite-Pereira, Jorge Gil Pinto de Seabra - estudante universitário&lt;br /&gt;Lemos, Álvaro Marmelo –&lt;br /&gt;Lemos, Maria Albertina Santos- farmacêutica&lt;br /&gt;Lencastre, Maria da Graça- rel. públicas&lt;br /&gt;Lima, Octávio José Tavares - professor&lt;br /&gt;Lima, Abílio Manuel Pinto Barata – reformado da Banca&lt;br /&gt;Lima, Ana Dias – enfermeira&lt;br /&gt;Lima, Débora Sónia Araújo – engenheira mecânica&lt;br /&gt;Lima, Fernanda Pereira - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Lima, Francisco Ferraz Machado – arquitecto&lt;br /&gt;Lima, Joaquim - reformado&lt;br /&gt;Lima, Lucinda Maria de Carvalho – professora universitária&lt;br /&gt;Lima, Maria de Fátima S. D. Barata – bancária&lt;br /&gt;Lima, Maria do Rosário - professora&lt;br /&gt;Lima, Maria Helena – func. pública&lt;br /&gt;Lima, Maria Helena Gonçalves Barros Pires -&lt;br /&gt;Lima, Maria José Barros – professora&lt;br /&gt;Lima, Marta - ass.administrativa&lt;br /&gt;Lima, Rui Filipe Lucena de Noronha – economista&lt;br /&gt;Lima, Rui Manuel Martins de – funcionário público&lt;br /&gt;Lima, Valdemar Pires de – técnico&lt;br /&gt;Lindeza, Ana Margarida Pereira – estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Liquito, Virgílio Jorge de Sousa – técnico&lt;br /&gt;Lobão, Luís André Teixeira Mendes – gestor desportivo&lt;br /&gt;Lobão, Nuno Manuel Pinto – agricultor&lt;br /&gt;Lobo, Cármen Dolores Fonseca – enfermeira&lt;br /&gt;Lobo, Catarina Gasparinho Godinho- prof. universidade&lt;br /&gt;Lobo, Luís Carlos Frota – bancário&lt;br /&gt;Lobo, Maria Clara de Oliveira Rodrigues – func. público&lt;br /&gt;Loes, Carla S. -bióloga&lt;br /&gt;Lomba, Helder Fernando Oliveira- vigilante&lt;br /&gt;Lopes, Andre Timóteo Gonçalves - engenheiro do ambiente&lt;br /&gt;Lopes, Alexandre, M. Sobreiro- bancária&lt;br /&gt;Lopes, António Henrique F. Tavares – gestor&lt;br /&gt;Lopes, António Manuel Pereira – técnico controlo&lt;br /&gt;Lopes, Branca Aurora Costa Barros Noronha – professora aposentada&lt;br /&gt;Lopes, Crsitina Alexandra Magalhães Maia- escriturária&lt;br /&gt;Lopes, Eva Saraiva - reformada&lt;br /&gt;Lopes, Fermando Fonseca- reformado&lt;br /&gt;Lopes, Filipa - desempregada&lt;br /&gt;Lopes, José Alberto Jesus- motorista&lt;br /&gt;Lopes, José António Santos – trolha&lt;br /&gt;Lopes, José Manuel- engenheiro&lt;br /&gt;Lopes, José Silva -professor&lt;br /&gt;Lopes, Manuel Pires – gerente comercial&lt;br /&gt;Lopes, Maria Manuela Conceição –cabeleireira&lt;br /&gt;Lopes, Maria Ascenção F.S. – professora&lt;br /&gt;Lopes, Maria da Luz Leitão -engenheira do ambiente&lt;br /&gt;Lopes, Maria Fernanda Assunção- vendedora&lt;br /&gt;Lopes, Maria Luisa Magalhães- escriturária&lt;br /&gt;Lopes, Maria Luísa Pinto Monteiro – doméstica&lt;br /&gt;Lopes, Marieta Teixeira- dona de casa&lt;br /&gt;Lopes, Paula - empresária&lt;br /&gt;Lopes, Pedro Miguel Guimarães Cardia - biólogo&lt;br /&gt;Lopes, Rita M. Preto Teixeira- técnica de informática&lt;br /&gt;Lopes, Zulmira Saraiva – reformada&lt;br /&gt;Losa, José Miguel - prtofessor&lt;br /&gt;Loureiro, Alberto Carlos Alves - f. judicial&lt;br /&gt;Loureiro, António Vieira – comerciante&lt;br /&gt;Loureiro, Delfim Ribeiro – gestor&lt;br /&gt;Loureiro, Maria Lucinda Braga - bancária&lt;br /&gt;Loureiro, Maria Odete Magalhães- professora EVT&lt;br /&gt;Lourenço , Carla Maria Bezelga Melo -farmacêutica&lt;br /&gt;Lourenço, Carolina Rosa Silva Pereira – doméstica&lt;br /&gt;Lourenço, Filipa Bezelga de Melo -estudante&lt;br /&gt;Louro, Maria Filomena Pereira Rodrigues- professora universitária&lt;br /&gt;Lousado, Amélia da Conceição Afonso – oficial de justiça&lt;br /&gt;Lucena, Fernando Vasco – técnico profissional dentário&lt;br /&gt;Lucena, Isabel Amorim Lopes Soares – doméstica&lt;br /&gt;Lucena, Rosa Maria Silva Martins de – escriturária&lt;br /&gt;Luna, António Fernando da Silva- vigilante&lt;br /&gt;Luz, Alberto Teixeira – empregado comercial aposentado&lt;br /&gt;Luz, Almerinda Maria Santos – doméstica&lt;br /&gt;Luz, António Rodrigues Silva - reformado&lt;br /&gt;Luz, Bandeira – Ofiicial de justiça&lt;br /&gt;Luz, Esmeralda de Assunção Coelho da Silva Freire – doméstica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Maçarico, A. Filipe -professor adjunto&lt;br /&gt;Macedo, Helena Maria – farmacêutica&lt;br /&gt;Macedo, Marta Andreia da Silva Pinto – assistente de investigação&lt;br /&gt;Macedo, Tiago Jorge Ribeiro – professor&lt;br /&gt;Machado, Alexandra Maria Cortes- bamcária&lt;br /&gt;Machado, Ana Maria Gomes – médica&lt;br /&gt;Machado, António Cabral Diogo – engenheiro de minas UP&lt;br /&gt;Machado, António José Alves- comerciante&lt;br /&gt;Machado, Catarina César- advogada&lt;br /&gt;Machado, Célia Andrade da Cunha – professora&lt;br /&gt;Machado, Felisberta Ivone- bióloga&lt;br /&gt;Machado, Guida Neves – aposentada&lt;br /&gt;Machado, Inês de Lencastre Correia Lima - bióloga&lt;br /&gt;Machado, Joaquim - comerciante&lt;br /&gt;Machado, José Pereira&lt;br /&gt;Machado, Madalena – técnica de informática&lt;br /&gt;Machado, Maria Alexandra Correia de Sousa – enfermeira&lt;br /&gt;Machado, Maria de Fátima – secretária&lt;br /&gt;Machado, Maria de Lurdes da Costa – empresária&lt;br /&gt;Machado, Maria do Carmo&lt;br /&gt;Machado, Maria Ria Pereira –&lt;br /&gt;Machado, Maria Teresa Cabral – dona de casa&lt;br /&gt;Machado, Paulo Jorge – biólogo&lt;br /&gt;Machado, Rui Miguel Ferreira - taxista&lt;br /&gt;Machiavelo, António José de Oliveira – professor&lt;br /&gt;Maciel, Pedro – investigador&lt;br /&gt;Madeira, Francisco Antrónio Machado- comercial&lt;br /&gt;Magalhães, Américo – delegado comercial&lt;br /&gt;Magalhães, Ana Fernanda Carvalho Rodrigues - empregada de balcão&lt;br /&gt;Magalhães, Ana Maria Pacheco de- oficial de Justiça&lt;br /&gt;Magalhães, Catarina Gomes -economista&lt;br /&gt;Magalhães, Diana Sofia Santos – estudante&lt;br /&gt;Magalhães, Francisco Joaquim Ferreira -formador ramo automóvel&lt;br /&gt;Magalhães, Henrique Allegro de – engenheiro químico&lt;br /&gt;Magalhães, Joana Correia Mendes Pinheiro – estudante&lt;br /&gt;Magalhães, Joana Isabel da Costa- estudante&lt;br /&gt;Magalhães, M Maria do Carmo Paiva Pinheiro de - professora&lt;br /&gt;Magalhães, Manuel José- arquitecto&lt;br /&gt;Magalhães, Maria do Rosário Torres Carmo- professora&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Eduarda de A. N. Sanches – professora&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Fernanda Andrade Costa Fernandes – professora&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Fernanda Ribeiro – enfermeira&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Helena Martins T. de – professora&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Helena Ribeiro de Carvalho Chousal-&lt;br /&gt;Magalhães, Maria Luísa Sá – professora universitária&lt;br /&gt;Magalhães, Miguel Tito Sanches de- médico veterinário&lt;br /&gt;Magalhães, Pedro Samuel Lobo- estudante&lt;br /&gt;Magalhães, Raquel Gracinda Diniz Azevedo Teixeira – professora&lt;br /&gt;Magalhães, Severiano José Silva – economista&lt;br /&gt;Maia, Maria de Fátima Machado Costa - professora&lt;br /&gt;Malheiro, Ana Maria Silva Ribeiro- reformada&lt;br /&gt;Malho, Isabel - professora&lt;br /&gt;Malho, Joana - advogada&lt;br /&gt;Malho, Levi António Duarte -professor FLUP&lt;br /&gt;Malta, Dinora Alice d’Oliveira– reformada&lt;br /&gt;Manso, Maria Carmem Paiva - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Manude, Luís – urbanista&lt;br /&gt;Marcos, Vigínia Zizéte Machado Cêa - reformada&lt;br /&gt;Maria, Louisa - técnica de marketing&lt;br /&gt;Marinho, Maria Manuela Figueiredo mesquita Folhadela- emp. Comercial&lt;br /&gt;Marinho, Susana Regina Monteiro- professora&lt;br /&gt;Marmelo, Manuel da Silva –&lt;br /&gt;Marques, Adelino da C.- conferente&lt;br /&gt;Marques, Ana Maria Correia – contabilista&lt;br /&gt;Marques, Ana Pereira Baptista Marques - professora&lt;br /&gt;Marques, Claudia Marlene Santos- professora&lt;br /&gt;Marques, D. António Fermnando- empresário&lt;br /&gt;Marques, Helena Resende Oliveira - designer&lt;br /&gt;Marques, Joana Maria Oliveira - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Marques, Joana Teresa Menezes Marinho – farmacêutica&lt;br /&gt;Marques, João Pedro Correia- bancário&lt;br /&gt;Marques, Jorge Alexandre Antunes da Silva – tradutor&lt;br /&gt;Marques, José Carlos Dias Costa – tradutor&lt;br /&gt;Marques, José Gabriel Ferreira – chefe de secção&lt;br /&gt;Marques, Judite Reis - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Marques, Manuel L. Piedade – técnico fabril&lt;br /&gt;Marques, Maria Cristina de Sousa F. Marcelino- arquitecta paisagista&lt;br /&gt;Marques, Maria Helena - médica&lt;br /&gt;Marques, Maria Isabel Rodrigues – téc. de conservação e restauro&lt;br /&gt;Marques, Paula Cristina Coelho- jurista&lt;br /&gt;Marques, Paula Margarida C. Craveiro – técnica de informática&lt;br /&gt;Marques, Paulo Jorge Rodrigues – professor&lt;br /&gt;Marques, Rute Cardoso - estudante teatro&lt;br /&gt;Marques, Rute Cardoso- estudante de teatro&lt;br /&gt;Marques, Teresa D. Portela -arquitecta paisagista&lt;br /&gt;Marques, Virgílio - actor&lt;br /&gt;Marta, Maria Arlete – enfermeira&lt;br /&gt;Martinho, Maria Laura – reformada&lt;br /&gt;Martins, Ana Maria – doméstica&lt;br /&gt;Martins, Ana Paula- gestora ambiental&lt;br /&gt;Martins, António Oliveira - tecedeiro&lt;br /&gt;Martins, Áurea Alice R.S. Rodrigues- aposentada&lt;br /&gt;Martins, Barbara Natércia Gaspar- aux. laboratótio&lt;br /&gt;Martins, Bruno Filipe Cardoso - jardineiro&lt;br /&gt;Martins, Bruno Manuel Duarte – estudante&lt;br /&gt;Martins, Catarina Soares - actriz&lt;br /&gt;Martins, Domingues- vendedor&lt;br /&gt;Martins, Fátima – doméstica&lt;br /&gt;Martins, Fernando -gestor de projectos web&lt;br /&gt;Martins, Florinda Figueiredo - professora&lt;br /&gt;Martins, João Baptista – contabilista&lt;br /&gt;Martins, João Paulo da Ponte - assist. de admnistração escolar&lt;br /&gt;Martins, Jorge Inácio Silva - mediador de seguros&lt;br /&gt;Martins, Jorge Manuel Catro- artesão&lt;br /&gt;Martins, José Domingos Silva – aposentado&lt;br /&gt;Martins, José Eduardo Ferreira- gestor&lt;br /&gt;Martins, Liliana Cristina Duarte- bióloga&lt;br /&gt;Martins, Luís- comerciante&lt;br /&gt;Martins, Maria de Fátima – aposentada&lt;br /&gt;Martins, Maria de Fátima Azevedo -contabilista ap.&lt;br /&gt;Martins, Maria Filomena Lima Alves -reformada&lt;br /&gt;Martins, Mário Ferreira – reformado&lt;br /&gt;Martins, Maximiano Augusto Lopes Seixas - empregado comercial&lt;br /&gt;Martins, Raquel Liliana Peixoto – empregada de balcão&lt;br /&gt;Martins, Simone Anabela Fernandes – enfermeira&lt;br /&gt;Martins, Susana Filipa Almeida – enfermeira&lt;br /&gt;Martins, Teresa Cristina Gonçalves V. -professora&lt;br /&gt;Martins, Vera Lúcia Mendonça – costureira&lt;br /&gt;Matias, Angela- artista plástica&lt;br /&gt;Matias, Carlos Manuel Soares - estudante&lt;br /&gt;Matias, Isabel Maria da Cruz Batista- urbanista&lt;br /&gt;Matos, Álvaro André Duarte – projectista mecânico&lt;br /&gt;Matos, Fernando Esteves de – eng.º civil&lt;br /&gt;Matos, Filipa - cozinheira&lt;br /&gt;Matos, Francisco Armando Gonçalves de – actor&lt;br /&gt;Matos, Ilidia Fernanda Moreira Lopes- aux. acção educativa&lt;br /&gt;Matos, João Carlos Guedes - comerciante&lt;br /&gt;Matos, José Silva – professor&lt;br /&gt;Matos, Lúcia Gualdina Almeida – professora&lt;br /&gt;Matos, Maria Augusta Costa- professora&lt;br /&gt;Matos, Paulo Sergio dos Santos- professor&lt;br /&gt;Mayer, Jorge Manuel Lima Pinto- engenheiro do ambiente&lt;br /&gt;Medina, João - engenheiro&lt;br /&gt;Meira, Ana Margarida Costa e Silva - professora&lt;br /&gt;Meira, Silvana Sequeira - professora&lt;br /&gt;Meireles, Ana Raquel Figueiras - estudante universitária&lt;br /&gt;Meireles, Joaquim Rodrigo- médico&lt;br /&gt;Meireles, Maria de Fátima Rocha – técnica profissional&lt;br /&gt;Meireles, Maria Palmira da Mota Pereira de – administrativa&lt;br /&gt;Melo, António Rocha – médico&lt;br /&gt;Melo, Carlos Jorge Pais da Rocha – inf. médica&lt;br /&gt;Melo, Helena Graça Rocha – engenheira&lt;br /&gt;Melo, Isabel Abrantes de – técnica de informática&lt;br /&gt;Melo, Maria Isaura Fernandes de - jurista&lt;br /&gt;Melo, Maria João Graça da Rocha – enfermeira&lt;br /&gt;Mendes, Agostinho Manuel Andrade – resp. vendas&lt;br /&gt;Mendes, Ana Maria - doméstica&lt;br /&gt;Mendes, Cristiane - estudante&lt;br /&gt;Mendes, Dulde da Natividade Fernandes- professora EVT&lt;br /&gt;Mendes, Emilia Fernanda Silva Sacramento - desempregada&lt;br /&gt;Mendes, Ilídio Ferraz Alves- empresário&lt;br /&gt;Mendes, Joaquim da Encarnação - reformado&lt;br /&gt;Mendes, Joaquim Vieira – aposentado&lt;br /&gt;Mendes, Maria da Esperança Sousa - gerente&lt;br /&gt;Mendes, Sonia Cristina Sacramento- estudante&lt;br /&gt;Mendes, Tiago de Barros Sousa- estudante&lt;br /&gt;Mendo, Paulo- médico /ex-ministro da saúde&lt;br /&gt;Menéres, João- engenheiro técnico/ fotógrafo pintor&lt;br /&gt;Menéres, Luís Bernardo Alves Moreira- engenheiro&lt;br /&gt;Meneses, Patrícia Carla Ferreira Nunes – técnica comercial&lt;br /&gt;Meneses, Pedro Nuno Pereira M.- bancário&lt;br /&gt;Mesquita, Álvaro Manuel T. - advogado&lt;br /&gt;Mesquita, André José Queirós - condutor-empilhador&lt;br /&gt;Mesquita, Isabel Maria Pires - farmacêutica&lt;br /&gt;Mesquita, Jorge Vilhena – tradutor&lt;br /&gt;Mesquita, José Valdemar Magalhães- director hotel&lt;br /&gt;Mesquita, Lurdes Alexandre - assistente administrativo&lt;br /&gt;Mesquita, Susana Judite Pires – economista&lt;br /&gt;Miguéis, Maria Manuela- professora&lt;br /&gt;Milheiro, Luís Carlos Freitas Teixeira - estudante&lt;br /&gt;Milheiro, Mário Rui de Sousa- advogado&lt;br /&gt;Mil-Homens, Armando – comerciante aposentado&lt;br /&gt;Miranda, António Joaquim da Costa – desenhador projectista&lt;br /&gt;Miranda, Deolinda Guilhermina Trigo de- médico psiquiatra&lt;br /&gt;Miranda, Duarte Teixeira Meneses - estudante&lt;br /&gt;Miranda, Lilia Tânia Serra de – comerciante&lt;br /&gt;Miranda, Liónida Guilhermina Trigo de - médica psiquiatra&lt;br /&gt;Miranda, Luís R. - professor&lt;br /&gt;Miranda, Manuela Glória Pinto - cabeleireira&lt;br /&gt;Moitas, Adelaide Maria Rosas Laranjeira- comerciante&lt;br /&gt;Moitas, José Manuel Conceição- emp. balcão&lt;br /&gt;Molhado, Hugo Miguel da Silva- professor&lt;br /&gt;Moniz, Maria Helena – doméstica&lt;br /&gt;Monteiro, Acácio Manuel Ferreira- gráfico&lt;br /&gt;Monteiro, Alcides Manuel da Costa Strecht – engenheiro mecânico&lt;br /&gt;Monteiro, Ana Celeste da Costa Strecht – economista&lt;br /&gt;Monteiro, Ana Maria Silva- gerente comercial&lt;br /&gt;Monteiro, Ana Maria Teixeira – informática&lt;br /&gt;Monteiro, Ana Paula Borges – professora&lt;br /&gt;Monteiro, Carlos Alberto de - reformado&lt;br /&gt;Monteiro, Gilberto da- engenheiro civil&lt;br /&gt;Monteiro, José Carlos Guimarães- func. CTT&lt;br /&gt;Monteiro, José Manuel&lt;br /&gt;Monteiro, José Pinto - advogado&lt;br /&gt;Monteiro, José -reformado&lt;br /&gt;Monteiro, Liliana Morais- tradutora&lt;br /&gt;Monteiro, Lucilia Silva- gerente comercial&lt;br /&gt;Monteiro, Maria das Dores Nunes – estudante&lt;br /&gt;Monteiro, Maria Inês Lencastre V. Correia Pinto - professora&lt;br /&gt;Monteiro, Maria José Lencastre Valente – sem profissão&lt;br /&gt;Monteiro, Maria Julieta Piedade – funcionária pública&lt;br /&gt;Monteiro, Maria Rosa Cunha&lt;br /&gt;Monteiro, Maria Teresa de Jesus Frias – empresária agrícola&lt;br /&gt;Monteiro, Teresa Maria Pereira- funcionária pública&lt;br /&gt;Mora, Maria Ivete Cordeiro – professora&lt;br /&gt;Morais, Abílio Mateus – funcionário público&lt;br /&gt;Morais, António de Sosua- professor&lt;br /&gt;Morais, Aurelio Barbosa de - reformado&lt;br /&gt;Morais, Fernando António - reformado&lt;br /&gt;Morais, Isaura Batista dos Santos- oficial judicial&lt;br /&gt;Morais, Luís Miguel Martins Morais – electricista&lt;br /&gt;Morais, Maria Irene Vicente de- professora&lt;br /&gt;Morais, Maria José da Silva – professora&lt;br /&gt;Morais, Mónica Andreia&lt;br /&gt;Morais, Mónica Armanda Silva Carvalho – técnica de fisioterapia&lt;br /&gt;Morais, Ricardo Libário de – jornalista/ consultor&lt;br /&gt;Morais, Rui Manuel Lopes Sousa – arqueólogo/ professor universitário&lt;br /&gt;Morais, Sérgio Alberto Cruz Monteiro de - engenheiro quimico&lt;br /&gt;Moreira, Afonso Joaquim - pintor de arte&lt;br /&gt;Moreira, Ana Maria Teixeira Lemos – socióloga&lt;br /&gt;Moreira, António Mendes - médico e escritor&lt;br /&gt;Moreira, António Monterroso Neri - engenheiro mecânico&lt;br /&gt;Moreira, Arminda Oliveira Costa - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Moreira, Artur Vitorino Carvalho – reformado&lt;br /&gt;Moreira, Carla Alexandra de Almeida – marketeer&lt;br /&gt;Moreira, Carminda- aposentado&lt;br /&gt;Moreira, Fernando Jorge Soares – professor&lt;br /&gt;Moreira, Fernando Pinto- gestor económico&lt;br /&gt;Moreira, Henrique da Silva- aposentado&lt;br /&gt;Moreira, Isabel Maria Ferreira da Silva Martins- vigilante&lt;br /&gt;Moreira, Joaquim Tavares- aposentado&lt;br /&gt;Moreira, Laura Sofia Santos – aluna de enfermagem&lt;br /&gt;Moreira, Manuel Agostinho Alves -comerciante&lt;br /&gt;Moreira, Manuel Correia - reformado&lt;br /&gt;Moreira, Manuel de Sousa – médico de medicina chinesa&lt;br /&gt;Moreira, Maria Ana de Jesus Teixeira Lemos- aposentada&lt;br /&gt;Moreira, Maria da Gloria -ass.administra&lt;br /&gt;Moreira, Maria Emilia - cabeleireira&lt;br /&gt;Moreira, Maria Ermelinda de Azevedo – comerciante&lt;br /&gt;Moreira, Maria Eulália Cardoso - empregada doméstica&lt;br /&gt;Moreira, Maria João da Cruz Rodrigues - advogada&lt;br /&gt;Moreira, Maria João Fabião – enfermeira&lt;br /&gt;Moreira, Mário José Guedes -tec.administrativo&lt;br /&gt;Moreira, Nuno- estudante&lt;br /&gt;Moreira, Odete Filomena Ferreira- emp. administrativa&lt;br /&gt;Moreira, Ramiro- reformado&lt;br /&gt;Moreira, Sara Alexandra Costa - funcionária de bar&lt;br /&gt;Moreira, Sérgio Fernando dos Santos – desempregado&lt;br /&gt;Moreira, Teresa Maria Jesus Lima- esteticista&lt;br /&gt;Moreira, Víctor dos Santos - contabilista&lt;br /&gt;Moreira, Vítor Manuel Azevedo -&lt;br /&gt;Moreira. Maria Raquel Pereira – professora&lt;br /&gt;Moreno, António Miguel - empresário&lt;br /&gt;Moreno, Maria Teresa - estudante&lt;br /&gt;Morgado, Fernanda Barbosa de Sousa- oficial de Justiça&lt;br /&gt;Morgado, Francisco Santos - cordena. comercial&lt;br /&gt;Morgado, Nuno Miguel Vieira- professor&lt;br /&gt;Morim, Fernando Pinto – gestor comercial&lt;br /&gt;Mota, Fernando José Viana da- reformado&lt;br /&gt;Mota, Jorge Manuel Monteiro Meireles -bancário&lt;br /&gt;Mota, Márcia Maria Afonso -assistente loja&lt;br /&gt;Moura, Cristina da Silva Fernandes e- técnica de biblioteca&lt;br /&gt;Moura, Hugo André Ferreira -estudante&lt;br /&gt;Moura, Maria Adelaide Mota e – reformada&lt;br /&gt;Moura, Maria Ivete Cordeiro - professora&lt;br /&gt;Moura, Maria Manuela Medina -professora&lt;br /&gt;Moura, Paulo – técnico de arboricultura&lt;br /&gt;Moura, Vera Lúcia da Silva - estudante&lt;br /&gt;Mourão, Daniela Maria Barros- professora&lt;br /&gt;Mourão, Diamantino Vieira Oliveira – electricista&lt;br /&gt;Mourão, Maria da Graça Pinto A. – professora&lt;br /&gt;Mourão, Maria de Fátima Silva Barros- professora&lt;br /&gt;Moutinho, Tatiana -estudante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nadais, Alexandra Sofia P.- professora&lt;br /&gt;Nadais, Maria Albertina Loureiro – desempregada&lt;br /&gt;Nápoles, Luis Filipe Metello de - juiz&lt;br /&gt;Nascimento, Ana Maria Brandão Cândida do- assistente administrativa&lt;br /&gt;Nascimento, Armando Machado – técnico de contas&lt;br /&gt;Nascimento, Fernando Luís – professor&lt;br /&gt;Nascimento, Helena Branca Rodrigues Gonçalves do - assistente administrativa&lt;br /&gt;Nascimento, Joaquim Cruz – aposentado&lt;br /&gt;Nascimento, Manuel J. Gião – enfermeiro&lt;br /&gt;Nascimento, Marco André Cardoso – enfermeiro&lt;br /&gt;Nascimento, Rui Augusto Mendes -funcionário publico&lt;br /&gt;Neto, Américo Dias- professor&lt;br /&gt;Neto, Inês Maria Leão da Cunha Ramos- enfermeira reformada&lt;br /&gt;Neto, Joana Maria Ramos – ind. prótese dentária&lt;br /&gt;Neto, Júlio Coelho Fereira&lt;br /&gt;Neto, Luciana Bernardete da Silva- professora&lt;br /&gt;Neto, Luís António Carvalho da Silva- estudante&lt;br /&gt;Neto, Maria Alves Pais – enfermeira&lt;br /&gt;Neto, Maria Teresa – enfermeira&lt;br /&gt;Neves, Eunice Lisboa- estudante&lt;br /&gt;Neves, Isabel Aldina Pais – prof. De educ. Física&lt;br /&gt;Neves, Joana Maria de R. Mateus Silva- secretária&lt;br /&gt;Neves, José Manuel J. Morais – bancário&lt;br /&gt;Neves, José Manuel Santos – electricista&lt;br /&gt;Neves, Maria da Conceição Oliveira -professora&lt;br /&gt;Neves, Marta Maria Pinto das- escriturária&lt;br /&gt;Neves, Natércia – professora&lt;br /&gt;Neves, Veronica - eng. ambiente&lt;br /&gt;Nobre, Manuel Madureira- gestor de empresa/ reformado&lt;br /&gt;Nobre, Maria Manuela de Freitas Moreira- gestor de empresa/ reformado&lt;br /&gt;Nobre, Sónia de Freitas Moreira- enfermeira&lt;br /&gt;Nogueira, Margarida Felismina Monteiro- professora&lt;br /&gt;Nogueira, Ana Cristina Lopes Pinto- cabeleireira&lt;br /&gt;Nogueira, Delvino Ferreira -ind. de cafetaria&lt;br /&gt;Nogueira, Maria de Fátima – professora&lt;br /&gt;Nogueira, Maria Margarida da Silva – escriturária&lt;br /&gt;Nogueira, Rosa Ribeiro Costa Carregal -ind.de cafetaria&lt;br /&gt;Nonws (?), Hendrikus - engenheiro químico&lt;br /&gt;Nora, António José Barros- aposentado&lt;br /&gt;Novais, Helder Dinis Dias- professora&lt;br /&gt;Novais, Maria Helena – aposentada&lt;br /&gt;Nunes, Alice Maria da Silva Vieira – empresária&lt;br /&gt;Nunes, António Manuel- empregado escritório&lt;br /&gt;Nunes, José António – engenheiro civil&lt;br /&gt;Nunes, Maria Helena Monteiro- estudante&lt;br /&gt;Nunes, Ricardo Miguel Afonso- estudante de património&lt;br /&gt;Nunes, Susana de Fátima Pinto – enfermeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html"target="_blank"&gt;subscritores (A-B-C) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html"target="_blank"&gt;subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html"target="_blank"&gt;subscritores (L-M-N) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html"target="_blank"&gt;subscritores (O-P-Q-R) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html"target="_blank"&gt;subscritores (S-T-V-W-Z) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/subscritores-do-manifesto-1.html"target="_blank"&gt;Subscritores do Manifesto via internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112404394237104645?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404394237104645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404394237104645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html' title='Primeiros 2500 subscritores  (L-M-N)'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112404427545793504</id><published>2005-08-14T23:27:00.000+01:00</published><updated>2005-12-08T13:42:35.876Z</updated><title type='text'>Primeiros 2500 subscritores  (O-P-Q-R)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Olazabal, Maria Teresa de – doméstica&lt;br /&gt;Oliveira, Alcino Silva – médico&lt;br /&gt;Oliveira, Alexandre Nuno Moreira Milheiro de- informático&lt;br /&gt;Oliveira, Alzira Maria Loureiro -costureira&lt;br /&gt;Oliveira, Ana Cristina Botelho - empregada balcão&lt;br /&gt;Oliveira, Ana Daniela – estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Oliveira, Ana Maria Abreu Mendes de – professora&lt;br /&gt;Oliveira, Ana Matos Fernandes de - professora&lt;br /&gt;Oliveira, Aníbal Costa- vendedor&lt;br /&gt;Oliveira, Antero Manuel Dias – professor&lt;br /&gt;Oliveira, António José A.S. – reformado&lt;br /&gt;Oliveira, António Manuel Silva – tec. farmácia&lt;br /&gt;Oliveira, António Maria Fontinha - decorador&lt;br /&gt;Oliveira, António Silva – editor&lt;br /&gt;Oliveira, Carlos André Manta de - engenheiro&lt;br /&gt;Oliveira, Carlos Emílio Lima de - gestor&lt;br /&gt;Oliveira, Inês Monteiro- gestora&lt;br /&gt;Oliveira, Isabel Maria Almeida – professora&lt;br /&gt;Oliveira, Isabel Maria Côrte-Real de&lt;br /&gt;Oliveira, Isabel Maria Monteiro de- gerente comercial&lt;br /&gt;Oliveira, Jaime Melo de – operador informático&lt;br /&gt;Oliveira, Joana Manuela Soares da Silva – técnica do ambiente&lt;br /&gt;Oliveira, Joana Milheiro Lima – técnica superiora&lt;br /&gt;Oliveira, Joaquim – tec. farmácia&lt;br /&gt;Oliveira, Joaquim Marques de - desenhador&lt;br /&gt;Oliveira, Joel Fernando Paulo de- vendedor&lt;br /&gt;Oliveira, Jorge Mnuel Pinto de- empregado bancário&lt;br /&gt;Oliveira, José – arquitecto&lt;br /&gt;Oliveira, José Carlos Barros&lt;br /&gt;Oliveira, José Manuel – desempregado&lt;br /&gt;Oliveira, Luísa Maria Silva Soares – enfermeira&lt;br /&gt;Oliveira, Manuel Augusto Couto- bancário&lt;br /&gt;Oliveira, Manuel Fernando – motorista de taxi&lt;br /&gt;Oliveira, Manuel Fernando Lopes Roseira de- bancário&lt;br /&gt;Oliveira, Manuel Fernando- motorista de taxi&lt;br /&gt;Oliveira, Manuel Marques - mecânico&lt;br /&gt;Oliveira, Margarida - sec.direcção&lt;br /&gt;Oliveira, Margarida Laura Silva Pereira- funcionária judicial&lt;br /&gt;Oliveira, Maria Cândida- transitária&lt;br /&gt;Oliveira, Maria Cecília R. De Sousa – professora&lt;br /&gt;Oliveira, Maria da Conceição Sá Aragão Paçô de– licenciada filologia&lt;br /&gt;Oliveira, Maria da Silva- gestora marketing&lt;br /&gt;Oliveira, Maria Fernanda -&lt;br /&gt;Oliveira, Maria Luísa de Azevedo – guia/ intérprete&lt;br /&gt;Oliveira, Maria Manuela Teixeira Lima de – aposentada&lt;br /&gt;Oliveira, Mário André Vilaça- professora&lt;br /&gt;Oliveira, Matilde Beatriz Marques – estudante&lt;br /&gt;Oliveira, Miguel António – motorista&lt;br /&gt;Oliveira, Miguel -designer gráfico&lt;br /&gt;Oliveira, Nuno Francisco Monteiro- engenheiro mecânico&lt;br /&gt;Oliveira, Nuno Rafael Pinto – administrativo&lt;br /&gt;Oliveira, Olga Cecília – prof. de seguros&lt;br /&gt;Oliveira, Paula - empregada de balcão&lt;br /&gt;Oliveira, Raquel Maria Rebelo de Castro -advogada&lt;br /&gt;Oliveira, Roberto Pereira de – operador de ETAR&lt;br /&gt;Oliveira, Rui Pedro Pinto Vasconcelos Teixeira de- estudante&lt;br /&gt;Oliveira, Salvador Conceição Ximenes – aposentado&lt;br /&gt;Oliveira, Sérgio Manuel Martins de Carvalho de – professor&lt;br /&gt;Oliveira, Silvia Rebelo de Castro -dir.marketing&lt;br /&gt;Oliveira. Alberto – professor&lt;br /&gt;Órfão, Jorge Matos – médico&lt;br /&gt;Oura, João Magno Silva Gomes- professor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pacheco, Adília Maria Silva - cabeleireira&lt;br /&gt;Pacheco, Ana Maria Monteiro- estudante&lt;br /&gt;Pacheco, Luis Pedro Krug -prof universitário&lt;br /&gt;Pacheco, Odília Maria Paiva – cabeleireira&lt;br /&gt;Paes, José Bernardino – motorista&lt;br /&gt;Pais, Guilherme Martins F.da S. de Oliveira- trabalhador/estudante&lt;br /&gt;Pais, Maria Bernadete Duarte de Figueiredo- comerciante&lt;br /&gt;Pais, Maria do Rosário – empregada comercial&lt;br /&gt;Pais, Paulo Artur da Costa - vendedor&lt;br /&gt;Paiva , Manuel Gaspar Gouveia Tomé- professora&lt;br /&gt;Paiva, Joaquim António Rocha - electricista&lt;br /&gt;Paiva, Joaquim Manuel Dias – analista químico&lt;br /&gt;Paiva, José -pintor e docente na FBAUP&lt;br /&gt;Paiva, José Alberto A.R.- pedagogo socio-ambiental&lt;br /&gt;Paiva, Mário Fernandes - professor&lt;br /&gt;Paiva, Rui Manuel-professor&lt;br /&gt;Panêlo, António Correia da Silva – aposentado&lt;br /&gt;Paquete, Isabel Maria de Nóbrega -administradora hospitalar&lt;br /&gt;Paranhos, José Luis Figueiredo - func. publico&lt;br /&gt;Paredes, Ricardo Carvalho – naturalista&lt;br /&gt;Parente, Cristina Clara Ribeiro- socióloga&lt;br /&gt;Parracho, Jorge Manuel de Carvalho – tec. cons. e restauro&lt;br /&gt;Patrocínio, Ana Cristina Gomes Marques – juíza&lt;br /&gt;Paul, Susana Maria Oliveira de Sousa Ferreira - professora&lt;br /&gt;Paula, Maria Alice Louro – doméstica&lt;br /&gt;Paulo, Ana Cristina Lourenço Sousa- professora&lt;br /&gt;Paulo, Maria da Conceição L. Sousa - professora&lt;br /&gt;Pedro, José Brandão – aposentado&lt;br /&gt;Pedrosa, Mike – professor&lt;br /&gt;Peixota, Joaquim Moreira – contabilista&lt;br /&gt;Peixoto, Carla Diana Martins – desempregada&lt;br /&gt;Peixoto, Julieta Rosa - gráfico&lt;br /&gt;Peixoto, Luzia Martins Fontes de Seixas – engenheira do ambiente&lt;br /&gt;Peixoto, Teófilo Folhadela Melo - economista&lt;br /&gt;Pena, Tânia Isabel Taborda – estagiária na área do ambiente&lt;br /&gt;Peneda, Sandra Carla Cequeira Pereira- cabeleireira&lt;br /&gt;Perdigão, Raquel Liliand da Cruz- analista&lt;br /&gt;Pereira, Abilio Manuel Vaz- vigilante&lt;br /&gt;Pereira, Abraão Manuel Abrantes- reformadp&lt;br /&gt;Pereira, Adosinda- professora&lt;br /&gt;Pereira, Agostinho&lt;br /&gt;Pereira, Altino Manuel – empresário&lt;br /&gt;Pereira, Américo de Sá -eng.quimico&lt;br /&gt;Pereira, Ana Olímpia- vendedora&lt;br /&gt;Pereira, Angelina da Silva Carvalho – doméstica&lt;br /&gt;Pereira, António Octávio Sousa – mediador&lt;br /&gt;Pereira, António Alberto Mendes - desempregado&lt;br /&gt;Pereira, António Ferreira- artes gráficas&lt;br /&gt;Pereira, António Jorge dos Santos -professor&lt;br /&gt;Pereira, António Nuno- eng. agrícola&lt;br /&gt;Pereira, António Oliveira - comerciante&lt;br /&gt;Pereira, António Oliveira Marçal- reformado&lt;br /&gt;Pereira, António Tomé Costa – médico&lt;br /&gt;Pereira, Bárbara Sofia Sena – engenheira agrícola&lt;br /&gt;Pereira, Cândida Filomena Martins – funcionária pública&lt;br /&gt;Pereira, Carlos António - estudante&lt;br /&gt;Pereira, Carlos António Soares - estudante&lt;br /&gt;Pereira, Claudia Sofia Canelas- mediadora de seguros&lt;br /&gt;Pereira, Cláudia Sofia Carvalho – escriturária&lt;br /&gt;Pereira, Delfina Maria Garcia - reformada&lt;br /&gt;Pereira, Diamantino de Jesus&lt;br /&gt;Pereira, Fernanda C. Confraria- prof. aposentada&lt;br /&gt;Pereira, Fernando Luís – professor&lt;br /&gt;Pereira, Filipa Mariana Jesus - estudante&lt;br /&gt;Pereira, Henrique Rodrigues - func. público&lt;br /&gt;Pereira, Isabel Maria Brás -eng.quimica&lt;br /&gt;Pereira, Joana Gonçalves – psicóloga&lt;br /&gt;Pereira, Joana Teotónio – comerciante&lt;br /&gt;Pereira, José Nogueira- administrativo&lt;br /&gt;Pereira, Laurinda – reformada&lt;br /&gt;Pereira, Laurinda Maria Cardoso Teixeira- bordadora&lt;br /&gt;Pereira, Manuel Eduardo Silva- afinador de máquinas&lt;br /&gt;Pereira, Maria Adelaide Bragança - doméstica&lt;br /&gt;Pereira, Maria Alice Gomes- assistente social&lt;br /&gt;Pereira, Maria Clara - professora&lt;br /&gt;Pereira, Maria Elsa Pinto Bastos Pereira - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Pereira, Maria João de Castro- professora&lt;br /&gt;Pereira, Maria Otília Bragança - costureira&lt;br /&gt;Pereira, Octávio Fernandes -director comercial&lt;br /&gt;Pereira, Paula- escriturária&lt;br /&gt;Pereira, Ricardo Jorge Carvalho – desempregado&lt;br /&gt;Pereira, Rui Pedro Marmelo Ventura - estudante&lt;br /&gt;Pereira, Sandra Manuel Magalhães Ferreira – doméstica&lt;br /&gt;Pereira, Sara Paula Serra- médica&lt;br /&gt;Perfeito, Paulo Jorge dos Santos- músico&lt;br /&gt;Pessanha, Maria Célia Alves de Almeida- prof. aposentada&lt;br /&gt;Pessoa, Maria Cristina de Beça e Melo Toscano – dona de casa&lt;br /&gt;Pestana, Rui Nuno Malheiro Camacho – engenheiro electrotécnico&lt;br /&gt;Petaja, Anna- jornalista&lt;br /&gt;Pimenta, .Teresa professora&lt;br /&gt;Pimenta, Maria Augusta Sousa – enfermeira&lt;br /&gt;Pimentel, Artur -professor&lt;br /&gt;Pimentel, Maria Teresa Marques M. Pinto de Sampaio - aposentada&lt;br /&gt;Pina, Manuel António - escritor&lt;br /&gt;Pinhão, Sandra Maria Godinho Costa – escriturária&lt;br /&gt;Pinheiro, António Alberto Reguengo – bancário&lt;br /&gt;Pinheiro, Célia – tradutora&lt;br /&gt;Pinheiro, Hugo Alexandre Martins – estudante&lt;br /&gt;Pinheiro, José C?- aposentado (bancário)&lt;br /&gt;Pinheiro, Luís Miguel Costa Lima - bibliotecário&lt;br /&gt;Pinheiro, Maria Antónia Reguengo – aposentada&lt;br /&gt;Pinheiro, Sandra Moreira Ferreira – professora&lt;br /&gt;Pinho, David Afonso de Matos e - professor&lt;br /&gt;Pinho, Joaquim Barbosa de – aposentado&lt;br /&gt;Pinho, Maria Augusta Duarte – enfermeiro&lt;br /&gt;Pinho, Maria Inês Ribeiro Basílio de- professora do ensino superior&lt;br /&gt;Pinho, Rosa Maria Dias Oliveira- aux.tec.laboratótio&lt;br /&gt;Pinho, Rui António-engenheiro&lt;br /&gt;Pinto , Ana Isabel da Mota e Costa - assistente / professor UP.&lt;br /&gt;Pinto, Maria Luísa C. Sousa Machado A.-&lt;br /&gt;Pinto, Amadeu Fernandes- empresário administrativo&lt;br /&gt;Pinto, Ana Cristina Coutinho - secretária&lt;br /&gt;Pinto, Ana Maria Dias Machado Sousa Teixeira – administrativa&lt;br /&gt;Pinto, Anselmo P.- médico&lt;br /&gt;Pinto, António Miguel da Cunha- comerciante&lt;br /&gt;Pinto, António Ribeiro – reformado P.S.P.&lt;br /&gt;Pinto, António Soares – pintor&lt;br /&gt;Pinto, Crisanta Fonseca – comerciante&lt;br /&gt;Pinto, Edite Joana Gomes – técnica superiora&lt;br /&gt;Pinto, Francisco Joaquim Gomes- escriturário&lt;br /&gt;Pinto, Gilbertio António –engenheiro quimico&lt;br /&gt;Pinto, Graça Reis – tradutora&lt;br /&gt;Pinto, Helena – desempregada&lt;br /&gt;Pinto, Helena Margarida B. S. Cerveira Pinto – prof. universitária&lt;br /&gt;Pinto, Iracema Rosa de Oliveira – enfermeira&lt;br /&gt;Pinto, João carlos Ferreira de Neves -professor&lt;br /&gt;Pinto, Jorge Ricardo- geógrafo, professor do ensino superior politécnico&lt;br /&gt;Pinto, Laura Maria de Jesus Camelo -professora&lt;br /&gt;Pinto, Letícia, Raquel Guedes- professora&lt;br /&gt;Pinto, Manuel José Ferreira – aposentado&lt;br /&gt;Pinto, Manuel Teixeira- reformado&lt;br /&gt;Pinto, Maria Alice Costa Silva Andrade – enfermeira&lt;br /&gt;Pinto, Maria Angelina Saldanha de Brito Pereira - professora&lt;br /&gt;Pinto, Maria Conceição Monteiro -professora&lt;br /&gt;Pinto, Maria Leonor de Lemos Costa – advogada&lt;br /&gt;Pinto, Maria Teresa Ferreira- modista&lt;br /&gt;Pinto, Marta Sofia de Sousa- psicóloga&lt;br /&gt;Pinto, Pedro Jorge Sá – médico&lt;br /&gt;Pinto, Raul Simões da Cunha – electricista&lt;br /&gt;Pinto, Rui – Oficial de justiça&lt;br /&gt;Pinto, Sofia Maria de Sousa Pereira- vitrinista&lt;br /&gt;Pinto, Sónia Maria de Morais – técnica&lt;br /&gt;Pinto, Tania - administrativa&lt;br /&gt;Pinto, Vitor Manuel Ferreira - estudante&lt;br /&gt;Pinto, Vitor Manuel Ferreira – estudante&lt;br /&gt;Pinto. Paulo Silveira – caixeiro&lt;br /&gt;Pires, Amélia Fernanda Castro Santos- empregada doméstica&lt;br /&gt;Pires, Ana Margarida Oliveira de Jesus&lt;br /&gt;Pires, Celeste Maria Jorge- escriturária&lt;br /&gt;Pires, Filipe José Durães Gonçalves- estudante&lt;br /&gt;Pires, Márcia Anhdreia de Almeida- estudante&lt;br /&gt;Pires, Maria Alexandra- porfessora&lt;br /&gt;Pires, Maria de Fátima Melo – professora&lt;br /&gt;Pires, Raquel dos Anjos Branco – bióloga&lt;br /&gt;Pires, Sérgio Manuel Xavier Mendes da Costa – estudante&lt;br /&gt;Pissaro, Maria Isabel Cepeda Aires – professora&lt;br /&gt;Ponte, Maria Nunes da&lt;br /&gt;Ponte, Valeriano Conceição- reformado&lt;br /&gt;Praça, Beatriz Preto Rodrigues – enfermeira&lt;br /&gt;Praça, Maria de Lurdes- secretária justiça&lt;br /&gt;Praça,Isabel Cecília Correia Silva -professora&lt;br /&gt;Prata, Maria Isabel Martins- aux. de acção médica&lt;br /&gt;Proença, Eduarda Filipa Ferreira - trabalhador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Q&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Quaresma, Maria da Graça dos Santos Gomes - professora&lt;br /&gt;Queirós, Ana Daniele - estudante universitária&lt;br /&gt;Queirós, Maria Isaura Azevedo de - empregada doméstica&lt;br /&gt;Queirós, Maria Luísa A. F. - reformada&lt;br /&gt;Queiroz, Arlete Maria Nunes Vieira – enfermeira&lt;br /&gt;Quelhas, Martinho Augusto Pinto- empresário comercial&lt;br /&gt;Quental, Ana – enfermeira&lt;br /&gt;Quental, Nuno - emgenheiro do ambiente&lt;br /&gt;Quintanilha, Alexandre - cientista&lt;br /&gt;Quintão, Carlota- socióloga&lt;br /&gt;Quintas, Ausenda Maria Amaral- professora&lt;br /&gt;Quintas, Daniela Maria Amaral- bancária&lt;br /&gt;Quintela, Pedro Alexandre Santos Coelho Araújo- estudante&lt;br /&gt;Ramalho, Adalberto Dias - engenheiro textil&lt;br /&gt;Ramalho, Ana Rosa Sousa Santos- emp.limpeza&lt;br /&gt;Ramalho, Jorge Manuel da Costa -estudante&lt;br /&gt;Ramalho, Luís Miguel Mendes- estudante&lt;br /&gt;Ramalho, Virginie Defossez - designer de comunicação&lt;br /&gt;Ramoa, Maria da Conceição Pereira – func. pública&lt;br /&gt;Ramos, Diana Brízida Ribeiro da Cruz Branquinho - empresária&lt;br /&gt;Ramos, Alexandre Maria Coelho Maria - biólogo&lt;br /&gt;Ramos, Jorge dos Santos- soldador&lt;br /&gt;Ramos, Manuela Delgado Leão - professora&lt;br /&gt;Ramos, Maria Elisabete - empresária&lt;br /&gt;Ramos, Maria Luísa Ferreira Costa – enfermeira&lt;br /&gt;Ramos, Mário Leão da Cunha – médico&lt;br /&gt;Real, Manuel da Silva - arquivista&lt;br /&gt;Rebelo, Ana Magalhães&lt;br /&gt;Rebelo, Dulce Maria de Sousa Alves Malheiro- bancária&lt;br /&gt;Rebelo, Jaime Manuel de Miranda – camionista&lt;br /&gt;Rebelo, João Miguel Dias - estudante&lt;br /&gt;Rebelo, Joaquim Moreira - coronel reformado&lt;br /&gt;Rebelo, Manuel José Fernandes -emp.comercial&lt;br /&gt;Rebelo, Margarida Maria Rosas da Silva - conservadora de museus&lt;br /&gt;Rebelo, Maria Dalilia Rosas da Silva - doméstica&lt;br /&gt;Rebelo, Olímpia Silva Oliveira Valença – professora&lt;br /&gt;Regedor, António José Borges – professor&lt;br /&gt;Rego, Ana Isabel Moreira da Cunha - professora&lt;br /&gt;Rego, Ana Maria Moreira Cunha - dona de casa&lt;br /&gt;Rego, Berta Melo Alcina Vale- professora de história&lt;br /&gt;Rego, Carlos Manuel Coutinho e – engenheiro electrónica e telecomunicações&lt;br /&gt;Rego, Jorge Luís Sousa, - prof. função publica&lt;br /&gt;Rego, Maria Leonor Silva - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Rego, Maria Tereza F. – professora de música&lt;br /&gt;Regufe, Francisco Luís Moita – aux. acção educativa&lt;br /&gt;Reininho, Rui- músico&lt;br /&gt;Reis, Ana Maria Melo Ventura – professora universit´ria&lt;br /&gt;Reis, António - actor&lt;br /&gt;Reis, António Porto de Matos Carmo dos – médico&lt;br /&gt;Reis, Arnaldo Pinto Madureira- alfaiate&lt;br /&gt;Reis, Carolina Matilde Guerra de Miranda- emp. balcão&lt;br /&gt;Reis, Claudia Patrícia C. Soares – estudante&lt;br /&gt;Reis, José Manuel Nunes – comerciante&lt;br /&gt;Reis, José Soares Martins dos- comerciante&lt;br /&gt;Reis, Liliana - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Reis, Maria de Almeida Santos - bancária&lt;br /&gt;Reis, Maria do Rosário – doméstica&lt;br /&gt;Reis, Maria Isabel Corte-Real dos- secretária&lt;br /&gt;Reis, Maria Joaquina dos Santos – pasteleira&lt;br /&gt;Reis, Marta Pinho Corte-Real dos-estudante&lt;br /&gt;Reis, Victor Manuel Andrade dos – engenheiro electrónica industrial&lt;br /&gt;Relvas, Ana Paula R. B. N. Pires – professora&lt;br /&gt;Resende, Alcina – secretária&lt;br /&gt;Resende, Crisóstomo Cardoso de - reformado&lt;br /&gt;Resende, Julio -mestre pintor&lt;br /&gt;Resende, Mário Fernandes - fotógrafo&lt;br /&gt;Ressureição, Ana Luísa Lopes Oliveira – aux. de acção educativa&lt;br /&gt;Rey, Maria da Soledade de Lourenço – enfermeira&lt;br /&gt;Reynaud, Maria João Pinto Coelho – profª universitária&lt;br /&gt;Ribeiro, Albina -professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Ana Maria Correia da Silva– psicóloga&lt;br /&gt;Ribeiro, Ana Paula Ferreira dos Santos- oficial justiça&lt;br /&gt;Ribeiro, António Costa – motorista&lt;br /&gt;Ribeiro, António Pedro – jornalista&lt;br /&gt;Ribeiro, Carmem- ajudante de cozinha&lt;br /&gt;Ribeiro, Fernanda Maria Barros - professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Francisco Barbosa – comerciante&lt;br /&gt;Ribeiro, Jorge Manuel Pinto- arqueólogo&lt;br /&gt;Ribeiro, Jorge Miguel Poças Pinto – engenheiro do ambiente&lt;br /&gt;Ribeiro, José Augusto -guarda&lt;br /&gt;Ribeiro, José Manuel Vieira- engenheiro florestal&lt;br /&gt;Ribeiro, Julieta da Silva Pinto - reformada&lt;br /&gt;Ribeiro, Luís Miguel Jaques – estudante&lt;br /&gt;Ribeiro, Margarida M. -professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Alice Mouta - func. pública&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria de Fátima Alves - oficial de justiça&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria de Fátima Coelho de Sousa – professora universitária&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria de Fátima M.- desempregada&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Edite Lima – enfermeiro&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Eugénia Sousa – professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Fernanda Dias- cozinheira&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Fernanda Silva- empresária agricola&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Graça Queiroz Santos da Cunha – professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Isabel Sousa – professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Maria Laurinda -aj. tec.farmácia&lt;br /&gt;Ribeiro, Marta Viana- engenheira florestal&lt;br /&gt;Ribeiro, Paula Maria Santos Abrunhosa - professora&lt;br /&gt;Ribeiro, Sandra Isabel – dentista&lt;br /&gt;Ribeiro, Sonia Margarida Santos Gonçalves Madureira -funcionaria publica&lt;br /&gt;Ribeiro, Vera de Gubernatis d’ Almeida- funcionária pública&lt;br /&gt;Rileira, Sandra Manuela Pinto - ajudante de cozinha&lt;br /&gt;Rocha, Abilio Manuel Moreira e - mec. automóveis&lt;br /&gt;Rocha, Célia Santos A. – estudante&lt;br /&gt;Rocha, Delfina da Silva S. Almeida- doméstica&lt;br /&gt;Rocha, João Paulo Mendes da- professora&lt;br /&gt;Rocha, João –professor&lt;br /&gt;Rocha, Joaquim Filipe Pinto – operador de ETAR&lt;br /&gt;Rocha, Jorge Manuel Martins da – professor universitário&lt;br /&gt;Rocha, José António da Silva – médico homeopata&lt;br /&gt;Rocha, Lúcia Maria da Silva e – enfermeira&lt;br /&gt;Rocha, Luís- desempregado&lt;br /&gt;Rocha, Manuel da Silva- reformado&lt;br /&gt;Rocha, Maria Amélia dos Santos – auxiliar hospitalar&lt;br /&gt;Rocha, Maria da Conceição Azevedo Pinto da - professora&lt;br /&gt;Rocha, Maria Otília Almeida– professora&lt;br /&gt;Rocha, Maria Vitória- dona de casa&lt;br /&gt;Rocha, Maria Zélia Ramos Alves da – professora universitária&lt;br /&gt;Rocha, Olinda - desempregada&lt;br /&gt;Rocha, Rosa Margarida Pinto – funcionária pública&lt;br /&gt;Rocha, Severa da- reformada&lt;br /&gt;Rodrigues, Alfredo Jesus&lt;br /&gt;Rodrigues, Ana de Jesus- doméstica&lt;br /&gt;Rodrigues, André - biólogo&lt;br /&gt;Rodrigues, António de oliveira- comerciante&lt;br /&gt;Rodrigues, António dos Santos- emp. armazém&lt;br /&gt;Rodrigues, Eduardo de Oliveira- aposentado da função pública&lt;br /&gt;Rodrigues, Eduardo Franco - arquitecto&lt;br /&gt;Rodrigues, Fábio Manuel Ferreira- rebarbador&lt;br /&gt;Rodrigues, Gisela Maria da Silva Ribeiro – técnica&lt;br /&gt;Rodrigues, Henrique P. -advogado&lt;br /&gt;Rodrigues, Isabel Maria Moura Machado – secretária&lt;br /&gt;Rodrigues, Jorge Manuel Pereira – contabilista&lt;br /&gt;Rodrigues, José Francisco Sousa - empresário&lt;br /&gt;Rodrigues, José Maria Afonso Pereira – comerciante aposentado&lt;br /&gt;Rodrigues, Lígia Maria Jaime - recepcionista&lt;br /&gt;Rodrigues, Maria Adriana da Costa Oliveira- aux. accção educativa&lt;br /&gt;Rodrigues, Maria Conceição Matos - bancária&lt;br /&gt;Rodrigues, Maria de Fátima Coelho – emp de balcão&lt;br /&gt;Rodrigues, Maria Lurdes Pereira Silva – administrativa&lt;br /&gt;Rodrigues, Orlando António Velho – técnico de saúde&lt;br /&gt;Rodrigues, Rui Manuel Baptista – s/ profissão&lt;br /&gt;Rodrigues, Salomé Quintas- estudante&lt;br /&gt;Rodrigues, Sofia José Moreira- comerciante&lt;br /&gt;Rodrigues, Vasco Manuel da Silva- professora&lt;br /&gt;Rodriguez, Santiago Gimenez – industrial&lt;br /&gt;Rosalina, Leandro António Santana- vendedor&lt;br /&gt;Rosário, Armando da Silva – electricista&lt;br /&gt;Rosas, Marcia -balconista&lt;br /&gt;Rosas, Rui Manuel - empregado de balcão&lt;br /&gt;Rossa, João António- advogado&lt;br /&gt;Rowcliffe, Maria Victorie de M. T. Fontes- professora&lt;br /&gt;Rubim, Fernanda Maria Garcia- vigilante&lt;br /&gt;Ruela, João Paulo Mendes de – professor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html"target="_blank"&gt;subscritores (A-B-C) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html"target="_blank"&gt;subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html"target="_blank"&gt;subscritores (L-M-N) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html"target="_blank"&gt;subscritores (O-P-Q-R) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html"target="_blank"&gt;subscritores (S-T-V-W-Z) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/subscritores-do-manifesto-1.html"target="_blank"&gt;Subscritores do Manifesto via internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112404427545793504?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404427545793504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404427545793504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html' title='Primeiros 2500 subscritores  (O-P-Q-R)'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112404451225598768</id><published>2005-08-14T23:25:00.000+01:00</published><updated>2005-12-08T13:43:01.883Z</updated><title type='text'>Primeiros 2500 subscritores  (S-T-V-W-Z)</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sá, Adriano A .Machado e -professor universitário&lt;br /&gt;Sá, Carlos Manuel Monteiro Correia de – professor auxiliar da FC da UP&lt;br /&gt;Sá, Inês da Cruz Nunes- estudante&lt;br /&gt;Sá, Joana Mafalda Ribeiro Ferreira – professora&lt;br /&gt;Sá, Joaquim Pontes Marques – professor universitário&lt;br /&gt;Sá, José Maria Coutinho Nunes de - professor&lt;br /&gt;Sá, José Maria Coutinho Nunes de -professor&lt;br /&gt;Sá, Maria de Fatima –engenheiro quimica&lt;br /&gt;Sá, Maria Fernanda Fontes de - empregada de limpeza&lt;br /&gt;Sá, Maria José – tradutora&lt;br /&gt;Saiote, Joaquim Tomé – aposentado&lt;br /&gt;Salabert, Margarida da Silva - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Saleiro, Ermelinda -hoteleira&lt;br /&gt;Salgada, Maria da Conceição Cordeiro- - professora História&lt;br /&gt;Salvador, Maria de Lurdes da Silva Gomes - reformada&lt;br /&gt;Samardjiena, Kalina Alexandrovna – professora&lt;br /&gt;Sampaio, José Manuel Alves-professor&lt;br /&gt;Sampaio, Judite Andreia- professora&lt;br /&gt;Sampaio, Maria Elisabete Monteiro de- reformada&lt;br /&gt;Sanches, Maria de Jesus – professora/arqueóloga&lt;br /&gt;Sandor, Maria de Jesus – arqueóloga, prof UP&lt;br /&gt;Sanroque, Cristina Ribeiro – supervisora&lt;br /&gt;Sanroque, Fernando Ferreira - empregado de armazém&lt;br /&gt;Santana, Cândida F. Da Rocha- aposenttada&lt;br /&gt;Santana, João António Gonçalves Araújo- motorista&lt;br /&gt;Santo, Claudia Sofia L. do Espírito- professora&lt;br /&gt;Santo, Maria Clotilde F. Espirito- governante&lt;br /&gt;Santos, Maria Adélia França – doméstica&lt;br /&gt;Santos, Adelaide- tec.laboratorio&lt;br /&gt;Santos, Alberto Manuel dos -barman&lt;br /&gt;Santos, Albino Marques dos - gráfico&lt;br /&gt;Santos, Alfredo António Ribeiro dos – médico, escritor&lt;br /&gt;Santos, Amândio Henriques dos -oficial de justiça&lt;br /&gt;Santos, Ana Filipa Amaral - estudante&lt;br /&gt;Santos, Ana Maria Matos - reformado&lt;br /&gt;Santos, Ana Paula Machado - museóloga&lt;br /&gt;Santos, Anabela – médica&lt;br /&gt;Santos, André Emanuel Leal Maldonado dos - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Santos, António Lopes dos- téc. de vendas&lt;br /&gt;Santos, António Manuel Pires de Oliveira – emp. administrativo&lt;br /&gt;Santos, Armando - reformado&lt;br /&gt;Santos, Armando José Correia dos -reformado&lt;br /&gt;Santos, Artemisa Gomes dos- professora&lt;br /&gt;Santos, Blandina Soares dos - empregada de limpeza&lt;br /&gt;Santos, Cândida Alves Simões – professora&lt;br /&gt;Santos, Carla Manuela Fernandes- professora&lt;br /&gt;Santos, Carla Marisa Azevedo - professora&lt;br /&gt;Santos, Claudia Sofia da Costa- arquitecta&lt;br /&gt;Santos, Cristina Cândida Lopes Sousa Morais - professora&lt;br /&gt;Santos, Eduardo Manuel Gonçalves dos- comerciante&lt;br /&gt;Santos, Ernestina Maria da Silva Ferreira dos- emp. comercial&lt;br /&gt;Santos, Fernando Galvão – estudante&lt;br /&gt;Santos, Fernando Jorge Abreu- técnico de vendas&lt;br /&gt;Santos, Guilhermina Santos dos - reformada&lt;br /&gt;Santos, Hugo Filipe Magalhães - estudante&lt;br /&gt;Santos, Irene de Lourdes D. dos - empregada de escritório&lt;br /&gt;Santos, Isabel Amorim dos -&lt;br /&gt;Santos, Isabel dos - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Santos, Isabel Maria da Silva– professora&lt;br /&gt;Santos, Jaime Prata Dias dos - biólogo&lt;br /&gt;Santos, Joana Maria Sousa – engenheira civil&lt;br /&gt;Santos, João Baptista dos – aposentado&lt;br /&gt;Santos, João Guerreiro Alves Simões – procurador-adjunto&lt;br /&gt;Santos, José - editor&lt;br /&gt;Santos, José Almeida – empresário&lt;br /&gt;Santos, José Alves- pensionista&lt;br /&gt;Santos, José Manuel da Silva Queirós dos – canalizador&lt;br /&gt;Santos, José Miguel Rodrigues Simões dos – formador&lt;br /&gt;Santos, Leonor Cândida Luz – aposentada&lt;br /&gt;Santos, Liliana Patrícia Gomes Oliveira- tec. Superior de arte e património&lt;br /&gt;Santos, Lucinda- técnica do património&lt;br /&gt;Santos, Manuel Augusto Jesus- alfarrabista&lt;br /&gt;Santos, Manuel da Cunha – fotógrafo de arte&lt;br /&gt;Santos, Manuel Simões – juiz&lt;br /&gt;Santos, Manuel Teixeira dos- reformado&lt;br /&gt;Santos, Manuela Fonseca – enfermeira&lt;br /&gt;Santos, Maria Elisa Soares - auxiliar administrativa&lt;br /&gt;Santos, Maria Ermelinda Lima - copeira&lt;br /&gt;Santos, Maria Isabel Vilar dos – auxiliar acção educativa&lt;br /&gt;Santos, Maria Isabel Vilar dos- auxiliar acção educativa&lt;br /&gt;Santos, Maria João Fernandes Tavares e -designer&lt;br /&gt;Santos, Maria Magalhães - professora&lt;br /&gt;Santos, Maria Manuel Dinis dos - professora&lt;br /&gt;Santos, Maria Raquel Rodrigues Simões dos – educadora&lt;br /&gt;Santos, Paula Adosinda Cardelho Fernão Santos – cabeleireira&lt;br /&gt;Santos, Paula Pereira dos - directora comercial&lt;br /&gt;Santos, Paulo D’Almeida- gestor comercial&lt;br /&gt;Santos, Rui Carlos Cardoso – professor&lt;br /&gt;Santos, Rui Sergio Batista - emp. mesa&lt;br /&gt;Santos, Sandra Cristina Rocha dos- reformada&lt;br /&gt;Santos, Sandra Marília Gomes – assist. administrativa&lt;br /&gt;Santos, Serafim Marques dos -arquiteto const.civil&lt;br /&gt;Santos, Tiago José Borges - estudante&lt;br /&gt;Santos, Vasco- director comercial&lt;br /&gt;Santos, Verdi L. dos – emp. comercial&lt;br /&gt;Santos, Virgílio Torres- reformado&lt;br /&gt;Santos, Virgínia Dulce de Jesus Pina - reformada&lt;br /&gt;Santos, Vitor Manuel Fonseca– professor&lt;br /&gt;Saraiva João –empresário&lt;br /&gt;Saraiva, Óscar Silva- reformado&lt;br /&gt;Sarmento, Ana Maria Rebelo - médica&lt;br /&gt;Schuller, Dorit – professora&lt;br /&gt;Seabra, Clara Gil - professora do ensino secundário&lt;br /&gt;Seabra, Joana Rocha Melo – estudante&lt;br /&gt;Seabra, Jorge Leite Pereira - médico ortopedista&lt;br /&gt;Seara, Maria José G. - professora&lt;br /&gt;Seco, Adalberto dos Santos – aposentado&lt;br /&gt;Seixas, Maria Fernanda Machado – arquitecta&lt;br /&gt;Seixas, Maria Fernanda Machado- arquitecta&lt;br /&gt;Seixas, Maria José- emp. escritório&lt;br /&gt;Semiolo, Maria Alexandrina – técnica superior&lt;br /&gt;Sequeira, Eduardo F. de- técnico de óptica&lt;br /&gt;Serra, Alexandre – arquitecto&lt;br /&gt;Serra, Paulo Jorge Castro - delegado de inf. médica&lt;br /&gt;Serra, Pedro Miguel Pereira -estudante&lt;br /&gt;Serralho, Maria Lurdes Lopes- assist. Administrativa F.P.&lt;br /&gt;Serrano, João Manuel da Silva e Vale- aposentado (ind. farmacêutica)&lt;br /&gt;Serrano, Susana Maria Viana - professora&lt;br /&gt;Seruca, Raquel- médica&lt;br /&gt;Silva , Alexandre Manuel Meleiro Portela da - eng do ambiente&lt;br /&gt;Silva ,Luis Fernando Alves da -tec. administrativo&lt;br /&gt;Silva, Adriano Augusto Pacheco da – aposentado&lt;br /&gt;Silva, Alberto Ferreira – aposentado&lt;br /&gt;Silva, Alberto Santos – psicólogo&lt;br /&gt;Silva, Alice Teresa Figueiredo Espírito Santo – aposentada&lt;br /&gt;Silva, Álvaro Miguel Ribeiro da Cunha e– professor&lt;br /&gt;Silva, Américo O. L. Moreira- empresário&lt;br /&gt;Silva, Ana Luísa Nunes da- engenheira&lt;br /&gt;Silva, Ana Maria Maciel- professora&lt;br /&gt;Silva, Ana Sofia Moreira da- estudante&lt;br /&gt;Silva, Anna Rachel- fotógrafa&lt;br /&gt;Silva, Antónia Lopes da- oficial de justiça&lt;br /&gt;Silva, António José Oliveira da - delegado de inf. médica&lt;br /&gt;Silva, António Nuno Peres da Silva – coordenador&lt;br /&gt;Silva, António Paulo M Ribeiro da- chefe de vendas&lt;br /&gt;Silva, António-comerciante&lt;br /&gt;Silva, Arlindo Carvalho da – aposentado&lt;br /&gt;Silva, Artur Lopes da- reformado&lt;br /&gt;Silva, Aureliano Moreira - vend. imobiliario&lt;br /&gt;Silva, Avelino- reformado&lt;br /&gt;Silva, Carla Maria Correia do Vale-&lt;br /&gt;Silva, Carlos Alberto Machado Gouveia- professor&lt;br /&gt;Silva, Carlos Alberto Vieira da- escriturário&lt;br /&gt;Silva, Carlos Manuel Monteiro e - industrial&lt;br /&gt;Silva, Catarina Fátima Martins V. da – enfermeira&lt;br /&gt;Silva, Cristiane Pereira Carvalho- desempregada&lt;br /&gt;Silva, Cristiano Pereira da- electricista&lt;br /&gt;Silva, D. Raquel Leitão Agostinho da- professora&lt;br /&gt;Silva, Daniela Fernanda Neves- administrativa&lt;br /&gt;Silva, Estefânia Verónica Pereira da- sec.comercial&lt;br /&gt;Silva, Etelvina Susana Fernandes Cardoso da- comerciante&lt;br /&gt;Silva, Felipe Manuel Nunes Teixeira da – fotógrafo&lt;br /&gt;Silva, Fernando da- ceramista&lt;br /&gt;Silva, Fernando Eduardo Jesus A. – empresário&lt;br /&gt;Silva, Fernando Ferreira Rocha – empregado de restaurante&lt;br /&gt;Silva, Francisco da- reformado&lt;br /&gt;Silva, Gabriela- investigadora&lt;br /&gt;Silva, Hélder Filipe Ferreira Oliveira Duarte – engenheiro&lt;br /&gt;Silva, Henrique João Ferreira - reformada&lt;br /&gt;Silva, Idalina Loureiro da Costa e – professora aposentada&lt;br /&gt;Silva, Ilda Fernanda Pereira Bastos-reformada&lt;br /&gt;Silva, Inês Teixeira - estudante&lt;br /&gt;Silva, Irene Laura – dactilógrafa&lt;br /&gt;Silva, Isabel Maria Barros Moreira da – enfermeira&lt;br /&gt;Silva, Isabel Maria Soares da- desempregada&lt;br /&gt;Silva, Isaura Maria Martins da – doméstica&lt;br /&gt;Silva, Joana Isabel de Castro Ferreira e – enfermeira&lt;br /&gt;Silva, João B. Conceição A. – monitor&lt;br /&gt;Silva, João Paulo Ferreira da -empresaria&lt;br /&gt;Silva, João Paulo Ferreira da- tec. equip.&lt;br /&gt;Silva, Joaquim António Teixeira da – comerciante&lt;br /&gt;Silva, Joaquim da Conceição -emp.mesa&lt;br /&gt;Silva, Joaquina Clara Ferreira da- promotora&lt;br /&gt;Silva, Joel Augusto Monteiro da -estudante&lt;br /&gt;Silva, Jorge Filipe Araújo- polícia&lt;br /&gt;Silva, José Augusto da – aposentado&lt;br /&gt;Silva, José Gonçalves da -bombeiro aeroporto&lt;br /&gt;Silva, José Jacinto Marques da- comerciante&lt;br /&gt;Silva, José Joaquim Ribeiro Moreira da – engenheiro silvicultor&lt;br /&gt;Silva, José Manuel Lopes da -lic.história&lt;br /&gt;Silva, José Manuel Soares Leal da – médico&lt;br /&gt;Silva, José Maria de A- motorista&lt;br /&gt;Silva, José Maria Pereira- gráfico&lt;br /&gt;Silva, José Miguel Bessa Cardoso Magalhães da- bancário&lt;br /&gt;Silva, José Vicente Fernandes da – arquitecto&lt;br /&gt;Silva, Júlio Manuel Ferreira da- gestor de contas&lt;br /&gt;Silva, Laura Maria Jesus – empregada doméstica&lt;br /&gt;Silva, Lígia – professora&lt;br /&gt;Silva, Luis Jorge Moreira -tec. administrativo&lt;br /&gt;Silva, Luisa Adelaide Oliveira Moreira da – professora&lt;br /&gt;Silva, Manuel Álvaro Gomes da - gerente comercial&lt;br /&gt;Silva, Manuel Fernando cardoso da- desempregado&lt;br /&gt;Silva, Manuel Joaquim Falcão da – gestor&lt;br /&gt;Silva, Manuel Joaquim Marques –&lt;br /&gt;Silva, Manuela da Conceição Mendes Alves de Abreu e – secretária&lt;br /&gt;Silva, Marcelina Moreira da- professora&lt;br /&gt;Silva, Margarida - professora ens. superior&lt;br /&gt;Silva, Margarida Alves da - engenheira química&lt;br /&gt;Silva, Margarida Augusta Costa da – professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Margarida Baldaque– professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Teresa P. Fonseca e- escriturária&lt;br /&gt;Silva, Maria Adriana Reis, da - professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Alcina Moreira da Costa e – professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Amélia Monteiro da – correspondente&lt;br /&gt;Silva, Maria Aurora Soares da – engenheira química&lt;br /&gt;Silva, Maria Beatriz Costa Machado -&lt;br /&gt;Silva, Maria da Conceição Alves - artífice&lt;br /&gt;Silva, Maria da Paz Miranda da- professora&lt;br /&gt;Silva, Maria das Dores Pereira Carvalho – reformada&lt;br /&gt;Silva, Maria de Fátima Braga Correia da - professora ensino secundário&lt;br /&gt;Silva, Maria de Fátima Resende P. Jesus – enfermeira&lt;br /&gt;Silva, Maria de Lurdes de Mello Queiroz da Fonseca Moreira- doméstica&lt;br /&gt;Silva, Maria do Amparo Dias da – biologia&lt;br /&gt;Silva, Maria do Céu Mota Alves, da - professora&lt;br /&gt;Silva, Maria do Céu Pereira da -professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Elisa da Costa – aposentada&lt;br /&gt;Silva, Maria Fernanda Alves - empregada limpeza&lt;br /&gt;Silva, Maria Filomena Alves- desempregada&lt;br /&gt;Silva, Maria Helena - reformada&lt;br /&gt;Silva, Maria João Araújo –&lt;br /&gt;Silva, Maria José Pereira – funcionária pública&lt;br /&gt;Silva, Maria Manuela A. R. - professora&lt;br /&gt;Silva, Maria Margarida Santos – aposentada&lt;br /&gt;Silva, Mário Braga da- arquitecto&lt;br /&gt;Silva, Mário Nelson Costa Gomes Soares – informático&lt;br /&gt;Silva, Michelle França da- estudante&lt;br /&gt;Silva, Miguel Fernando Teixeira da – taxista&lt;br /&gt;Silva, Olinda da Conceição Dias da - modista&lt;br /&gt;Silva, Paulo Filipe Cesinando Roque da – empresário&lt;br /&gt;Silva, Pedro Manuel Martins Pereira da - bancário&lt;br /&gt;Silva, Pedro Miguel - vigilante&lt;br /&gt;Silva, Roasa Maria Torres Afonso - cabeleireira&lt;br /&gt;Silva, Rui Jorge Fernandes da – distribuidor&lt;br /&gt;Silva, Sílvia Maria Amaral da - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Silva, Sofia RaquelG. Nogogueira da- informática&lt;br /&gt;Silva, Sônia Benvinda - administrativa&lt;br /&gt;Silva, Sónia Cristina Santos – professora&lt;br /&gt;Silva, Tânia Sandrina Pereira da- emp.bacária&lt;br /&gt;Silva, Telma Renata Alves – técnica oficial de contas&lt;br /&gt;Silva, Telma Renata Alves da- técnica oficial de contas&lt;br /&gt;Silva, Teresa Maria Marques da – engenheira agrónoma&lt;br /&gt;Silva, Teresa Vera S.B.P. – professora&lt;br /&gt;Silva, Tereza Ferreira da –&lt;br /&gt;Silva, Tiago Filipe Fernandes da- estudante&lt;br /&gt;Silva, Tiago, Afonso Gomes da -&lt;br /&gt;Silva, Valeriano F. – hidrometrista&lt;br /&gt;Silva, Vanessa Emanuela Sampaio Sá e – livreira&lt;br /&gt;Silva, Vânia Patricia Oliveira- estudante&lt;br /&gt;Silva, Vera Mónica dos Santos e - arquitecta&lt;br /&gt;Silva, Virgínia Maria Moura da - professora&lt;br /&gt;Silva, Vitória Teixeira da- modista&lt;br /&gt;Silva, Zulmira Conceição Matos Braga da -eng.quimica&lt;br /&gt;Silveira, Maria Adelaide Pereira Ferreira Marques – enfermeira&lt;br /&gt;Simões, João Abel Santos - estudante / operador call center&lt;br /&gt;Soares, Isabel Sofia Botelho – advogada&lt;br /&gt;Soares, Alea Diana Almeida - estudante universitária&lt;br /&gt;Soares, Alfredo- comerciante&lt;br /&gt;Soares, Conceição – professora&lt;br /&gt;Soares, Fernanda Conceição- contabilista&lt;br /&gt;Soares, Fernando- delegado de vendas&lt;br /&gt;Soares, Franco, Raquel - contabilista&lt;br /&gt;Soares, Isabel Maria Gomes Couto – enfermeira&lt;br /&gt;Soares, João fernando Sousa-estudante&lt;br /&gt;Soares, João Paulo -professor&lt;br /&gt;Soares, José Daniel Pinto – comerciante&lt;br /&gt;Soares, Maria Celina M. P.- bancária&lt;br /&gt;Soares, Maria Cláudia Oliveira dos reis - professora de piano&lt;br /&gt;Soares, Maria de Fátima Pereira – empregada bancária&lt;br /&gt;Soares, Maria Elisabete Lima- emp. escritório&lt;br /&gt;Soares, Maria Emília Pereira - professora reformada&lt;br /&gt;Soares, Marlene Patrícia Santos Ferreira – professora&lt;br /&gt;Soares, Mónica da Costa- estudante&lt;br /&gt;Soares, Patrícia Mafalda Monteiro- advogada&lt;br /&gt;Soares, Susana- professora&lt;br /&gt;Soares, Teresa Eduarda Botelho - emp de comércio&lt;br /&gt;Soares, Vasco Alexandre Lopes Bessa -eng. do ambiente&lt;br /&gt;Soberano, António Albino Pinheiro- reformado&lt;br /&gt;Sottomayor, Leonor Santiago – gestora de recursos humanos&lt;br /&gt;Sousa, Alexandre Rodrigues de- investigador em História-&lt;br /&gt;Sousa, Ana Maria Rodrigues Monteiro de – geógrafa&lt;br /&gt;Sousa, Ângelo – artista plástico pintor escultor&lt;br /&gt;Sousa, Aurora Neves de –&lt;br /&gt;Sousa, Bruno António Ferreira - bancário&lt;br /&gt;Sousa, Carlos Manuel J. de – técnico administrativo&lt;br /&gt;Sousa, Cátia Solio Mendes de - aprendiz de cozinheira&lt;br /&gt;Sousa, Cosme Cunha -empresário&lt;br /&gt;Sousa, Cristina – doméstica&lt;br /&gt;Sousa, Daniela Ribeiro de- estudante&lt;br /&gt;Sousa, Elsa Maria Rodrigues Gonçalves de- professora&lt;br /&gt;Sousa, Felipe de Portugal da Silveira Teixeira – estudante&lt;br /&gt;Sousa, José Alberto- comerciante&lt;br /&gt;Sousa, José Joaquim - gráfico&lt;br /&gt;Sousa, José Mário de Oliveira e – médico&lt;br /&gt;Sousa, José Trindade Teixeira -emp.mesa&lt;br /&gt;Sousa, Justina Rosária dos Santos - reformado&lt;br /&gt;Sousa, Laura – assistente social&lt;br /&gt;Sousa, Luis Manuel -engenheiroquimico&lt;br /&gt;Sousa, Manuel Fernando Morais de- bencário&lt;br /&gt;Sousa, Manuela Matos- escriturária&lt;br /&gt;Sousa, Maria Augusta Nogueira de - empregada de escritório&lt;br /&gt;Sousa, Maria Cristina Ribeiro de – emp. doméstica&lt;br /&gt;Sousa, Maria da Nazaré Perfeito Rosas de – professora&lt;br /&gt;Sousa, Maria de Fátima Ramos Morais Feraz Nunes, de - arquitecta&lt;br /&gt;Sousa, Maria Flávia Moreira Martins e – farmacêutica&lt;br /&gt;Sousa, Maria José Araújo Rodrigues- florista&lt;br /&gt;Sousa, Maria José de Carvalho – museóloga&lt;br /&gt;Sousa, Maria José de Oliveira Coelho e - secretária&lt;br /&gt;Sousa, Maria José Magalhães R.Bernardes de- professora ap.&lt;br /&gt;Sousa, Maria Luísa Carvalhas Agudo – médica&lt;br /&gt;Sousa, Maria Manuela Pinto P. de-&lt;br /&gt;Sousa, Paula Alexandra Rodrigues de – professora&lt;br /&gt;Sousa, Paulo- professor&lt;br /&gt;Sousa, Rosa Cândida Pinto Marques de- sec. edp&lt;br /&gt;Sousa, Rui Pedro Cardoso de – engenheiro electrotécnico&lt;br /&gt;Sousa, Rui Pedro Moreira Morais de- estudante&lt;br /&gt;Sousa, Sandra Cristina Carvalho- professora&lt;br /&gt;Sousa, Sandra Isabel Brandão Almeida - desempregada&lt;br /&gt;Sousa, Vitor Manuel Silva – bancário&lt;br /&gt;Sousa, Zulmira Maria de Carvalho da Silva- desenhadora&lt;br /&gt;Stuve, Werner – reformado&lt;br /&gt;Sucena, Belmiro Silva -reformado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;T&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Tamegão, Edgar Botelho Macedo – médico&lt;br /&gt;Tavares, António Maia Torres - comerciante&lt;br /&gt;Tavares, José Moreira – médico&lt;br /&gt;Tavares, Manuel – func. público&lt;br /&gt;Tavares, Maria Eduarda Trancoso - 1 ª caixeira&lt;br /&gt;Tavares, Maria Emília da Silva- gerente comercial&lt;br /&gt;Tavares, Maria Manuela Carvalho – enfermeira&lt;br /&gt;Tedim, José Manuel – professor&lt;br /&gt;Teixeira ,Sidónio Dias -trolha&lt;br /&gt;Teixeira, Américo Hermínio- bancário&lt;br /&gt;Teixeira, Ana Paula Costa – enfermeira&lt;br /&gt;Teixeira, André - estudante&lt;br /&gt;Teixeira, António - cortador de carnes&lt;br /&gt;Teixeira, Armando Augusto – professor aposentado&lt;br /&gt;Teixeira, Eduardo – oficial de justiça&lt;br /&gt;Teixeira, Emília Ferreira Rocha – administrativa&lt;br /&gt;Teixeira, Fátima do Nascimento Cabeleira -geóloga&lt;br /&gt;Teixeira, Flávia Augusta da Silva – funcionária pública&lt;br /&gt;Teixeira, Francisco José -eng.quimico&lt;br /&gt;Teixeira, Isabel Alexandre da Silva – médica dentista&lt;br /&gt;Teixeira, Joana Borges de Avelar da Mata - vendedora especializada&lt;br /&gt;Teixeira, Joana Carvalho – secretária&lt;br /&gt;Teixeira, Joaquim -aposentado&lt;br /&gt;Teixeira, Jorge Miguel Carvalho – técnico ferroviário&lt;br /&gt;Teixeira, José António Pinto- escriturário&lt;br /&gt;Teixeira, Jose Carlos Martins Andrade - professor&lt;br /&gt;Teixeira, José- professor&lt;br /&gt;Teixeira, Luísa Maria Marques Freitas – tec. farmácia&lt;br /&gt;Teixeira, Manuel Fernando- pedreiro&lt;br /&gt;Teixeira, Margarida Celeste Almeida – apoio e vigilância hospitalar&lt;br /&gt;Teixeira, Maria Cândida Cabeleira – doméstica&lt;br /&gt;Teixeira, Maria Cristina Alves – técnica clínica&lt;br /&gt;Teixeira, Maria de Jesus-&lt;br /&gt;Teixeira, Maria Emília – professora aposentada&lt;br /&gt;Teixeira, Maria Fernanda Moreira Félix – empregada doméstica&lt;br /&gt;Teixeira, Maria Regina- reformada&lt;br /&gt;Teixeira, Mário Monteiro- reformado&lt;br /&gt;Teixeira, Marta- médica veterinária&lt;br /&gt;Teixeira, Nuno Filipe -professor&lt;br /&gt;Teixeira, Paula Alexandra F. – animadora&lt;br /&gt;Teixeira, Rita Alexandra Claro- bióloga&lt;br /&gt;Teixeira, Rosa – empregada doméstica&lt;br /&gt;Teixeira, Rui –bombeiro&lt;br /&gt;Teixeira, Rute Arouca - engenheira civil&lt;br /&gt;Teixeira, Sandra Carla Campos Guedes -emp.escritório&lt;br /&gt;Teixeira, Sérgio Carlos de Assunção- oficial PSP&lt;br /&gt;Teixeira, Sérgio Nery- professor&lt;br /&gt;Teixeira, Sofia Isabel Valente - estudante&lt;br /&gt;Teles, Abílio Pimentel de Paiva – aposentado&lt;br /&gt;Teles, Maria Jorge Alves Paiva - entrevistadora&lt;br /&gt;Teles, Rosa- doméstica&lt;br /&gt;Tenente, Maria Luisa- aposentada&lt;br /&gt;Tiago, Carla Maria Dias -tec.cons.restauro&lt;br /&gt;Tibério, Sofia Alexandra da S. T. – médica&lt;br /&gt;Tomás, Isabel Maria Vaz Moreira – téc. Contabilidade&lt;br /&gt;Topa José Manuel da Cunha Pedrosa- - professor&lt;br /&gt;Torres, Inês Maria Pinheiro - doméstica&lt;br /&gt;Torres, Maria Isabel Ramos&lt;br /&gt;Torres, Vitor Hugo Coimbra – funcionário público&lt;br /&gt;Torres, Vitors Hugo Cunha – func. público&lt;br /&gt;Trigo, Luís Manuel Pimentel – redactor&lt;br /&gt;Trigueiros, Isabel Fernandes Morais – enfermeira&lt;br /&gt;Trigueiros, Margarida Maria Neves – professora&lt;br /&gt;Trindade, Dalmindo C. Gomes Teixeira do Vale- prof. geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;V-X-Z&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vale, Laurentina da Costa Machado – aux. acção educativa&lt;br /&gt;Vale, Susana Micaela Machado Ferreira do – bióloga&lt;br /&gt;Valença, João Manuel Martins -engenheiro&lt;br /&gt;Valente, Ana Paula Soares -estudante&lt;br /&gt;Valente, Alberto Augusto Castro- recepção&lt;br /&gt;Valente, Ana- arquitecta&lt;br /&gt;Valente, Anabela Magalhães – enfermeira&lt;br /&gt;Valente, Domingos Rodrigues- arquitecto&lt;br /&gt;Valente, José Pulido - arquitecto.&lt;br /&gt;Valente, Maria Helena Pires de Oliveira- jornalista&lt;br /&gt;Valente, Maria João da Cruz- economista&lt;br /&gt;Valente, Odete Fernandes da Costa- administrativa&lt;br /&gt;Valério, Fátima Maria – comerciante&lt;br /&gt;Varejo, Helena Margarida da Silva&lt;br /&gt;Vasconcelos, Carlos Alberto de Freitas- comerciante&lt;br /&gt;Vasconcelos, Carlos- empresário&lt;br /&gt;Vasconcelos, Célia Maria Vieira - empregada de balcão&lt;br /&gt;Vasconcelos, Daniela Maria Rodrigues- recepção&lt;br /&gt;Vasconcelos, Leonor- domestica&lt;br /&gt;Vasconcelos, Leopoldina- aposentada&lt;br /&gt;Vasconcelos, Luis manuel F. Freitas- dir. financeiro&lt;br /&gt;Vasconcelos, Luís Manuel Guimarães Pestana de- estudante&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Angelina de Castro Oliveira de – professora&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Conceição Guimarães Pestana- bióloga&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Eugénia Silva F. Freitas- reformada&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Guimarães Pestana de- estudante&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Irene – doméstica&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Isabel- escriturária&lt;br /&gt;Vasconcelos, Maria Rosa Aguiar Silva Capelas Freitas- dir. financeira&lt;br /&gt;Vasconcelos, Óscar de Melo e – engenheiro civil&lt;br /&gt;Vasconcelos, Pedro Bacelar- jurista&lt;br /&gt;Vasconcelos, Sara Cristina Ribeiro da Costa- bancária&lt;br /&gt;Vasconcelos, Teresa Lobo – restauradora&lt;br /&gt;Vasconcelos, Valdemar da Silva – empresário&lt;br /&gt;Vasconcelos, Vitor Manuel L. de- vendedor&lt;br /&gt;Vaz, Eliseu dos Santos Fernandes- trab. independente&lt;br /&gt;Vaz, José Alberto de Aguiar- engenheiro&lt;br /&gt;Vaz, Maria Susana Mendes da- professsora&lt;br /&gt;Vázques, Lua Viña- enfermeira&lt;br /&gt;Veiga, João Manuel Alves – enfermeiro&lt;br /&gt;Veiga, Maria Irene Ribeiro - dona de casa&lt;br /&gt;Veiga, Vitos Evangelista Alves da – professora&lt;br /&gt;Velho, Manuela Vaz -professora do ensino superior&lt;br /&gt;Velho, Sara Isabel Pinheiro - estudante arquitectura paisagista&lt;br /&gt;Velhote, Maria José M. F. Marques- economista&lt;br /&gt;Veloso, Celso Jesus - emp. hotelaria&lt;br /&gt;Veloso, Fátima P.B. Cunha Sousa – psicóloga&lt;br /&gt;Veloso, Januário Luis Sousa – médico&lt;br /&gt;Veloso, Maria Helena da Silva- professora&lt;br /&gt;Veloso, Tiago Luis Baptista Cunha Sousa – universitário&lt;br /&gt;Ventura, Joaquim Moreira – reformado&lt;br /&gt;Ventura, Maria Margarida da Silva Barbosa – doméstica&lt;br /&gt;Vera, Costa - empregada de escritório&lt;br /&gt;Verísimo, Ana Cristina – estudante&lt;br /&gt;Verissimo, Fernanda – dona de casa&lt;br /&gt;Veríssimo, João Fernando Pereira – assistente administrativo&lt;br /&gt;Veríssimo, João Pedro Almada- oficial de justiça&lt;br /&gt;Viana, Pedro Miguel Mota – enfermeiro&lt;br /&gt;Viana, Pedro Teixeira Pereira – professor&lt;br /&gt;Vieira, Ana Lopes- dona de casa&lt;br /&gt;Vieira, Camila Maria Amaral de Pedroso - comercial&lt;br /&gt;Vieira, António - professor&lt;br /&gt;Vieira, Ina Carla - advogada&lt;br /&gt;Vieira, Joana Maria Pereira Teles – aluna de enfermagem&lt;br /&gt;Vieira, João Manuel da Conceição-&lt;br /&gt;Vieira, José Joaquim- taxista&lt;br /&gt;Vieira, José Maria Martins - reformado&lt;br /&gt;Vieira, Luís Filipe-&lt;br /&gt;Vieira, Maria Angélica Alves- reformada&lt;br /&gt;Vieira, Maria Augusta Simões- professora&lt;br /&gt;Vieira, Maria de Fátima Agante– aposentada&lt;br /&gt;Vieira, Maria do Céu – aux. acção médica&lt;br /&gt;Vieira, Maria Luísa - bancária&lt;br /&gt;Vieira, Maria Manuela Bastos da Silva -lic. em direito&lt;br /&gt;Vieira, Rui Pedro Silva- escriturário&lt;br /&gt;Vieira, Serafim Manuel Pontes - reformado&lt;br /&gt;Vieira, Susana Maria Moreira de Figueiredo Medina – museóloga&lt;br /&gt;Vilaça, Júlia dos Guimarães – professora&lt;br /&gt;Vilaça, Maria de Fátima Morgado- doméstica&lt;br /&gt;Vilar, Edite da Conceição F. S. Matos- estudante&lt;br /&gt;Vilar, Telmo Eduardo Moreira de Matos- aduaneiro&lt;br /&gt;Vilar, Vera Manuela Moreira de Matos- transitária&lt;br /&gt;Villalobos, Joana&lt;br /&gt;Walter, João - comerciante&lt;br /&gt;Xavier, Franscisco José Machado – func. público&lt;br /&gt;Zargger, Ursula- jornalista&lt;br /&gt;Zilho, Maria de Lourdes da Silva Freitas- chefe de secção&lt;br /&gt;Zimler, Richard – professor / escritor&lt;br /&gt;Zinn, Maria João de Portugal Sequeira – secretária&lt;br /&gt;Zladil, Madeleine – restauradora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-b-c.html"target="_blank"&gt;subscritores (A-B-C) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-d-e-f-g-h.html"target="_blank"&gt;subscritores  (D-E-F-G-H-I-J-K) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-l-m-n.html"target="_blank"&gt;subscritores (L-M-N) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-o-p-q-r.html"target="_blank"&gt;subscritores (O-P-Q-R) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html"target="_blank"&gt;subscritores (S-T-V-W-Z) &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/subscritores-do-manifesto-1.html"target="_blank"&gt;Subscritores do Manifesto via internet&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112404451225598768?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404451225598768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112404451225598768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/08/primeiros-2500-subscritores-s-t-v-w-z.html' title='Primeiros 2500 subscritores  (S-T-V-W-Z)'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112789542594884299</id><published>2005-07-25T21:02:00.000+01:00</published><updated>2005-12-11T11:08:57.186Z</updated><title type='text'>ALIADOS - e os PARTIDOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Home -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ALIADOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-dizem-os-candidatos-franscisco.html" target="_blank"&gt;O que dizem os candidatos: Franscisco Assis &lt;/a&gt;(18.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/rr-rui-rio-tem-um-blogue-e-eu-deixei-l.html" target="_blank"&gt;RR (Rui Rio) tem um blogue&lt;/a&gt; (22.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/rs-rui-s-tem-um-blogue-e-eu-deixei-l.html" target="_blank"&gt;RS (Rui Sá) tem um blogue&lt;/a&gt; (25.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/fa-francisco-assis-tambm-tem-um-blogue.html" target="_blank"&gt;FA (Francisco Assis) também tem um blogue&lt;/a&gt; (25.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-dizem-os-candidatos-joo-teixeira.html" target="_blank"&gt;O que dizem os candidatos: João Teixeira Lopes &lt;/a&gt;(26.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/frase-13_26.html" target="_blank"&gt;Frase # 13&lt;/a&gt; (J.Teixeira Lopes) (26.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-dizem-os-candidatos-rui-s.html" target="_blank"&gt;O que dizem os candidatos: Rui Sá&lt;/a&gt; (26.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-dizem-os-candidatos-rui-s-2.html" target="_blank"&gt;O que dizem os candidatos: Rui Sá # 2&lt;/a&gt; (27.9.05)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/10/em-campanha-no-bairro-das-campinas.html"target="_blank"&gt;Em campanha no bairro das Campinas &lt;/a&gt;(6.10.05)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Outros &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-index.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;ÍNDICES&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/o-que-dizem-os-candidatos-joo-teixeira.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/fa-francisco-assis-tambm-tem-um-blogue.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/09/rr-rui-rio-tem-um-blogue-e-eu-deixei-l.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ruirio.blogs.sapo.pt/" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112789542594884299?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112789542594884299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112789542594884299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-e-os-partidos.html' title='ALIADOS - e os PARTIDOS'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112230694554536786</id><published>2005-07-25T16:43:00.000+01:00</published><updated>2005-09-29T18:56:21.946+01:00</updated><title type='text'>ALIADOS- INDEX</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Home- &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ALIADOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-cartas-queixas-enviadas.html" target="_blank"&gt;ALIADOS- CARTAS /QUEIXAS ENVIADAS &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-fotos.html" target="_blank"&gt;ALIADOS- FOTOS&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-frases.html" target="_blank"&gt;ALIADOS -FRASES &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-histria.html" target="_blank"&gt;ALIADOS-HISTÓRIA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-manifesto-e-assinaturas.html" target="_blank"&gt;ALIADOS- MANIFESTO E ASSINATURAS &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-nos-jornais.html" target="_blank"&gt;ALIADOS - NOS JORNAIS &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-opinio.html" target="_blank"&gt;ALIADOS- OPINIÃO&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-e-os-partidos.html" target="_blank"&gt;ALIADOS - e os PARTIDOS &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/06/o-projecto-para-avenida-dos-aliados.html" target="_blank"&gt;O projecto para a Av. dos Aliados e para a Pr. da Liberdade nos blogues &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14361901-112230694554536786?l=aliados-arquivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112230694554536786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14361901/posts/default/112230694554536786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aliados-arquivo.blogspot.com/2005/07/aliados-index.html' title='ALIADOS- INDEX'/><author><name>ManuelaDLRamos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14361901.post-112230617861080229</id><published>2005-07-25T16:32:00.000+01:00</published><updated>2005-09-02T12:32:27.850+01:00</updated><title type='text'>ALIADOS - NOS JORNAIS</title><content type='html'>.........&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/06/opinio-2-avenida-dos-aliados-c-se.html" target="_blank"&gt;Opinião #2: "Avenida dos Aliados: cá se fazem, cá se pagam" &lt;/a&gt;(21.6.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornais.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais&lt;/a&gt; (5.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornais-obras-nos-aliados-podem.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais: "Obras nos Aliados podem chegar ao Ministério Público" &lt;/a&gt;(7.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Re&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/reunio-pblica-nos-jornais.html" target="_blank"&gt;união pública nos Jornais&lt;/a&gt; (8.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornais_09.html" target="_blank"&gt;Nos jornais&lt;/a&gt; (9.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornaish-um-ano.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais...há um ano!&lt;/a&gt; (13.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornais-abaixo-assinado-na.html" target="_blank"&gt;Nos jornais- "Abaixo-assinado na Assembleia Municipal"&lt;/a&gt; (13.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/nos-jornais-obras-nos-aliados-chegam.html" target="_blank"&gt;Nos jornais -"Obras nos Aliados chegam a Bruxelas"&lt;/a&gt; (16.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/07/opinio-9-acima-baixa-3.html" target="_blank"&gt;Opinião # 9- "Acima a Baixa (3)" &lt;/a&gt; - Costa Carvalho (24.7.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/08/nos-jornais-aliados-em-obras-no-vero.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais- "Aliados em obras no Verão"&lt;/a&gt; (3.8.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/08/nos-jornais-empreitada-no-foi.html" target="_blank"&gt;Nos Jornais- "Empreitada não foi adjudicada"&lt;/a&gt; (12.8.05)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/08/opinio-de-aquilino-ribeiro.html" target="_blank"&gt
